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surfe

Projetos especiais

Projeto apoiado pela Doctor Clin viabiliza participação de surfistas gaúchos na WSL

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

O projeto “Surf Sustentável – Desafio Pró”, apoiado pela empresa Doctor Clin por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, tem viabilizado a participação de atletas do Rio Grande do Sul em etapas da World Surf League (WSL), principal organização do surf profissional no mundo. A iniciativa permite que surfistas gaúchos disputem competições internacionais e latino-americanas nas categorias Pro Junior e Qualifying Series (QS), circuitos que integram o calendário profissional e contribuem para a formação do ranking internacional.

Entre os atletas contemplados pelo projeto estão os surfistas Alexia Leal Monteiro e João Victor Neres Scharnovski. Ambos participam de competições que integram o circuito da WSL na América Latina e acumulam experiências em etapas disputadas em diferentes países.

As competições mais recentes ocorreram no Peru e integraram o calendário das categorias Pro Junior e QS. Os eventos marcaram a primeira etapa do circuito Pro Junior de 2026 e também a antepenúltima etapa do QS 2025 na América Latina.

Próximas etapas

A sequência da temporada inclui novos compromissos para os atletas. A última etapa do QS 2025 está prevista para ocorrer na Praia do Santinho, em Florianópolis, na metade de março. Já a primeira etapa do QS 2026 está programada para Imbituba, em Santa Catarina, entre o final de março e o início de maio.

Trajetória no circuito profissional

Natural de Porto Alegre e residente em Florianópolis, o surfista João Victor Neres Scharnovski, de 18 anos, foi campeão Gaúcho Profissional em 2024. Atualmente ocupa a 33ª posição no circuito Pro Junior da WSL em 2025 e a 117ª colocação no ranking profissional QS da mesma organização.

O atleta também acumula participações em competições realizadas em diferentes regiões do Brasil e em destinos internacionais como Havaí, Califórnia, Peru e El Salvador. “Participar dessas etapas da WSL é muito importante para a nossa evolução como atletas. Cada campeonato traz experiências diferentes, contato com surfistas de vários países e um nível técnico muito alto. O apoio de empresas que acreditam no esporte faz toda a diferença, porque possibilita que a gente esteja presente nas competições, ganhe experiência e continue buscando resultados cada vez melhores dentro do circuito profissional”, destaca o surfista João Victor Neres Scharnovski.

A surfista Alexia Leal Monteiro também comentou a importância do incentivo para atletas em início de carreira no cenário profissional. “Competir no circuito internacional é um passo fundamental para quem quer crescer no surf profissional. Essas etapas nos colocam em contato com atletas de alto nível e exigem muita preparação, tanto física quanto mental. Ter o suporte de projetos viabilizados pela Lei de Incentivo ao Esporte e de empresas parceiras nos dá condições de seguir competindo, representando o Rio Grande do Sul e buscando espaço no cenário internacional”, afirma Alexia.

Incentivo ao esporte

O projeto Surf Sustentável – Desafio Pró é financiado com recursos captados por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, mecanismo que permite que empresas destinem parte do imposto de renda para projetos esportivos. Com o apoio ao projeto, a Doctor Clin integra um grupo de organizações que financiam a preparação e a participação dos atletas em competições do circuito profissional, ampliando a presença de surfistas gaúchos em eventos internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 1 Comentário 79 Visualizações
Esporte

Treze atletas gaúchos disputam os Jogos Olímpicos de Paris

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

Treze atletas nascidos no Rio Grande do Sul fazem parte da delegação do Time Brasil que competirá nos Jogos Olímpicos de Paris. A disputa do maior evento esportivo do mundo se iniciou nesta quarta-feira (24) e a cerimônia oficial de abertura será nesta sexta, 26 de julho, no Rio Sena, a partir das 14h30min. Os representantes gaúchos estão presentes em nove modalidades diferentes.

Dentre as nove modalidades com representantes gaúchos, a que mais tem atletas nascidos no estado é o voleibol de quadra, com três: Cachopa, Lucão e Thales. Na sequência, aparecem dois esportes com dois atletas do Rio Grande do Sul: o judô, com os medalhistas Daniel Cargnin e Mayra Aguiar, e a esgrima, com Guilherme Toldo e Mariana Pistoia. Com um representante, há seis modalidades: maratona aquática, com Viviana Jungblut; natação, com Fernando Scheffer; rugby de 7, com Luiza Campos; surfe, com Tatiana Weston-Webb; tiro esportivo, com Georgia Furquim; e vela, com Gabriel Simões.

Porto Alegre é a cidade mais representada do estado nos Jogos Olímpicos, com oito dos treze participantes gaúchos. Canoas, Caxias do Sul, Colinas, São Leopoldo e Santa Maria contam com um representante cada.

Do Time Brasil, o Rio Grande do Sul é o sexto estado com mais representantes nas Olimpíadas de Paris. À frente, estão São Paulo (95 atletas), Rio de Janeiro (53), Minas Gerais (20), Paraná (17) e Bahia (15). No total, 274 brasileiros irão competir nesta edição dos Jogos. Além disso, esta será a primeira vez em que as mulheres serão maioria na delegação brasileira, com 55% dos competidores. Dentre os gaúchos, são sete atletas masculinos e seis femininas.

Na história, 38 atletas nascidos no Rio Grande do Sul já conquistaram medalhas olímpicas, somados os esportes individuais e coletivos. No total, os representantes gaúchos somam 11 medalhas de ouro, 21 de prata e 14 de bronze. Ao considerar apenas uma medalha no caso dos esportes coletivos, são 24 as conquistas do estado. O Brasil, por sua vez, já obteve 150 medalhas, 37 delas de ouro, 42 de prata e 71 de bronze.

Os atletas gaúchos nos Jogos

Daniel Cargnin – judô

Nascido em Porto Alegre no dia 20 de dezembro de 1997, Daniel Borges Cargnin é um dos principais nomes gaúchos na história dos Jogos Olímpicos. Na disputa da edição anterior, em Tóquio no ano de 2021, o judoca conquistou a medalha de bronze na categoria de até 66 kg. Além desta façanha, o gaúcho de 26 anos já ganhou um bronze em Campeonato Mundial, três pratas em Jogos Pan-Americanos, quatro ouros em Campeonatos Pan-Americanos de Judô e um ouro no World Masters de Jerusalém, em 2022. No começo do ano em que obteve esta conquista internacional, Cargnin mudou de categoria, subindo para a de até 73 kg. Nos Jogos de Paris, toda a competição deste peso será disputada na próxima segunda-feira, 29 de julho. O gaúcho estreará já na segunda fase contra Akil Gjakova, do Kosovo.

Daniel Cargnin busca em Paris sua segunda medalha olímpica

Fernando Cachopa – vôlei

Fernando Gil Kreling, mais conhecido como Cachopa, é um dos três gaúchos convocados para representar a Seleção Brasileira Masculina de Vôlei nos Jogos Olímpicos de Paris. Natural de Caxias do Sul, Cachopa tem 28 anos e atua pela seleção desde 2015. Em seu currículo, o levantador gaúcho tem uma medalha de bronze em Campeonato Mundial, um título de Copa do Mundo, um título de Liga das Nações e uma medalha de ouro em uma Copa Pan-Americana. Cachopa também esteve nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021, quando o Brasil terminou no quarto lugar. Por clubes, o atleta já conquistou cinco vezes a Superliga Brasileira. Atualmente, joga pelo Vero Volley Monza, da Itália. Em Paris, a estreia do Brasil no vôlei masculino será já no sábado, 28 de julho, contra a Itália.

Fernando Cachopa - seleção brasileira de vôlei masculino - Jogos Olímpicos de Tóquio 2020

Cachopa busca sua primeira medalha olímpica com a seleção

Fernando Scheffer – natação

O medalhista olímpico Fernando Muhlenberg Scheffer nasceu em Canoas, em 6 de abril de 1998. O nadador começou a ganhar destaque pelo Grêmio Náutico União, de Porto Alegre, em 2016, quando disputou o Campeonato Mundial de Natação em Piscina Curta. Pouco tempo depois, em 2018, o gaúcho se mudou para Belo Horizonte, onde passou a treinar no Minas Tênis Clube, que representa até hoje. O auge da carreira do canoense até o momento aconteceu durante a disputa de sua primeira Olímpiada, em Tóquio, em 2021. Na competição dos 200 metros livres, Scheffer conquistou a medalha de bronze e obteve o recorde sul-americano de tempo. Dentre outras façanhas, o nadador de 26 anos soma três medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos e uma no Mundial de Piscina curta. Em Paris, o gaúcho não disputará nenhuma categoria individual por não ter alcançado o índice necessário, mas estará na equipe brasileira dos 4×200 metros livre, ao lado de Eduardo Moraes, Guilherme Costa e Murilo Sartori. Todas as fases da disputa da categoria serão na próxima terça-feira, 30 de julho.

Em Paris, Scheffer busca sua segunda medalha olímpica

Gabriel Simões – vela

Aos 22 anos, o porto-alegrense Gabriel Simões é um dos representantes mais jovens da delegação brasileira em Paris. O gaúcho competirá ao lado de Marco Grael na classe 49er da vela, modalidade que já deu muitas medalhas ao país. Indo para sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, Simões é atleta do Clube dos Jangadeiros, de Porto Alegre. Com seu companheiro de barco, o gaúcho conquistou o Campeonato Sul-Americano em 2023 e terminou na quinta posição nos Jogos Pan-Americanos no mesmo ano. A vaga de Simões e Grael para as Olimpíadas de Paris veio com o título da 15ª regata da classe 49er na Semana Olímpica de Hyères, na França.

Jankovics Villatoro / Divulgação/Campeonato Sudamericano 49er

Simões e Grael representam o Brasil na vela

Georgia Furquim – tiro esportivo

Natural de Santa Maria, Georgia Furquim Bastos tem 27 anos de idade e é atleta da categoria skeet do tiro esportivo. A gaúcha é a primeira brasileira na história a se classificar para esta categoria em uma edição de Jogos Olímpicos. No skeet, o atirador utiliza uma espingarda para acertar tiros em dois pratos lançados de diferentes lugares do campo de competição. No currículo de Georgia, o destaque internacional é o quinto lugar obtido nos Jogos Pan-Americanos de 2023. Sua vaga para as Olimpíadas veio em abril deste ano, durante a disputa do Campeonato CAT XIV de Espingarda, em Santo Domingo. Na disputa olímpica de Paris, a modalidade de Georgia está agendada para os dias 3 e 4 de agosto.

Georgia disputará sua primeira Olimpíada

Guilherme Toldo – esgrima

Guilherme Amaral Toldo, conhecido como Pica-Pau, nasceu em Porto Alegre em 1º de setembro de 1992. Aos 31 anos, Toldo irá disputar os Jogos Olímpicos pela quarta vez, tendo participado de todas as edições desde 2012. O gaúcho é atleta do Grêmio Náutico União, clube da capital, e compete na categoria florete, em que o objetivo é acertar os golpes com a lâmina apenas no tronco dos oponentes. Ao longo da carreira, o esgrimista acumula dezenas de medalhas, várias delas de ouro. Suas principais conquistas são as duas medalhas de prata e quatro de bronze nos Jogos Pan-Americanos e as quatro medalhas de ouro nos Jogos Sul-Americanos. Por sua trajetória, Toldo faz parte do hall da fama da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE). O esgrimista conquistou sua vaga para Paris ainda em março de 2023, através do ranking classificatório para os Jogos. Agora o gaúcho irá em busca de sua primeira medalha olímpica. A competição do florete masculino acontece toda na próxima segunda-feira, 28 de julho.

Em sua quarta Olimpíada, Toldo busca a primeira medalha

Lucão – vôlei

Outro gaúcho na seleção masculina de vôlei é o experiente Lucão. Aos 38 anos, o gaúcho natural da cidade de Colinas irá para a disputa de sua quarta Olimpíada. Lucas Saatkamp tem na bagagem uma medalha de ouro no Rio de Janeiro, em 2016, e uma prata, em Londres, 2012, além do quarto lugar em Tóquio. O central também é campeão mundial, campeão da Copa do Mundo, campeão da Liga das Nações e bicampeão da Liga Mundial. Atualmente, Lucão joga no Sada Cruzeiro Vôlei, de Belo Horizonte. Em Paris, o gaúcho busca retornar ao pódio olímpico para uma terceira aparição na carreira.

Em Paris, Lucão quer terceira medalha olímpica

Luiza Campos – rugby de 7

Aos 33 anos, a porto-alegrense Luiza González da Costa Campos é considerada uma das maiores jogadoras da história do rugby brasileiro. Em sua carreira, a gaúcha já disputou três Copas do Mundo e dois Jogos Olímpicos pela Seleção Brasileira de rugby de 7. Além disso, participou da conquista da medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de 2023 e do título nos Jogos Sul-Americanos de 2018. Em 2022, após ser capitã da Seleção na Copa, Luiza foi eleita a melhor jogadora brasileira de rugby do ano no tradicional Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). Atualmente, a gaúcha defende o Charrua Rugby Clube, de Porto Alegre. Pelas Yaras, apelido da Seleção Brasileira, também disputa a primeira divisão do Circuito Mundial de Rugby de 7. Em Paris, na terceira Olimpíada de Luiza, o Brasil estreia na modalidade já no domingo, dia 28 de julho, às 12h, contra a dona da casa França.

Luiza CAMPOS

Luiza Campos vai para sua terceira Olimpíada

Mariana Pistoia – esgrima

Advogada, 3º Sargento do Exército Brasileiro e esgrimista, Mariana Nelz Pistoia nasceu em Porto Alegre em 3 de dezembro de 1998. Atualmente, a gaúcha de 25 anos é atleta do Grêmio Náutico União, também da capital gaúcha. A esgrimista disputará os Jogos de Paris na categoria florete, em que já conquistou uma medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do ano passado e, dentre outras conquistas, foi campeã dos Jogos Sul-Americanos de 2018. Mariana obteve a vaga olímpica ao vencer o Pré-Olímpico das Américas, em abril deste ano, na Costa Rica. A disputa feminina do florete em Paris acontece inteiramente neste domingo, 28 de julho.

Mariana disputa em Paris sua primeira Olimpíada

Mayra Aguiar – judô

Mayra Aguiar da Silva é o principal nome do Rio Grande do Sul e um dos principais do Brasil na disputa dos Jogos Olímpicos de Paris. A judoca porto-alegrense de 32 anos é a única mulher brasileira na história a conquistar medalhas por esportes individuais em três edições olímpicas diferentes: bronze em Londres 2012, bronze no Rio 2016 e bronze em Tóquio 2020. Além disso, dentre muitas conquistas internacionais, Mayra é tricampeã mundial e campeã dos Jogos Pan-Americanos. Desde sempre atleta da Sogipa, de Porto Alegre, a gaúcha compete na categoria de até 78 kg do judô. Em Paris, esta modalidade será inteiramente disputada na próxima quinta-feira, 1º de agosto. Mayra vai em busca de sua quarta medalha, a primeira de ouro. Sua estreia será já nas oitavas de final contra a italiana Alice Bellandi, atual número 1 do mundo.

Em Paris, Mayra busca fazer ainda mais história

Tatiana Weston-Webb – surfe

Dos representantes gaúchos do Time Brasil, uma das mais cotadas para disputar medalha é Tatiana Guimarães Weston-Webb, nascida em Porto Alegre no dia 9 de maio de 1996. Ainda antes de completar um ano de vida, a brasileira se mudou para o Havaí, nos Estados Unidos, onde fez toda sua formação no surfe e se tornou uma das maiores estrelas mundiais da modalidade. Há anos entre as primeiras colocadas na World Surf League (WSL), o Circuito Mundial de Surfe, Tati já foi vice-campeã mundial em 2021, campeã dos Jogos Pan-Anamericanos de 2023 e disputou os Jogos Olímpicos de Tóquio. Neste ano, a brasileira está na sétima colocação do ranking da WSL. Um fator que amplifica as esperanças de medalha é o de a gaúcha ter sido terceira colocada na etapa do Taiti do Circuito Mundial, justamente onde a disputa do surfe nos Jogos Olímpicos acontecerá. A competição nas ondas do mar taitiano irá de 27 a 30 de julho.

Miriam Jeske / COB

Tati é uma das favoritas a conquistar medalha

Thales – vôlei

Thales Gustavo Hoss é mais um representante do Rio Grande do Sul na seleção masculina de voleibol nos Jogos Olímpicos de Paris. Aos 35 anos, o gaúcho de São Leopoldo irá para a sua segunda disputa de Olimpíadas, após estrear em Tóquio no ano de 2021. Apesar da experiência nas quadras, o líbero Thales começou a ganhar espaço na seleção apenas após a aposentadoria de Serginho, lenda da posição. Ainda assim, o gaúcho é campeão da Copa do Mundo, da Copa dos Campeões e da Liga das Nações pelo conjunto brasileiro. Em Paris, o leopoldense irá em busca de sua primeira medalha olímpica.

Thales fala sobre redes sociais e momento da carreira – Web Vôlei

Leopoldense Thales vai em busca da primeira medalha

Viviane Jugblut – maratona aquática

A nadadora Viviane Eichelberger Jungblut nasceu na capital Porto Alegre em 29 de junho de 1996. Aos 28 anos, Vivi, como é conhecida, irá disputar sua segunda Olimpíada. Na edição de Tóquio, em 2021, a gaúcha disputou as categorias dos 800 metros livres e dos 1.500 metros livres da natação de piscina. Agora, em Paris, o desafio será muito diferente. Vivi disputará a prova de 10 km da maratona aquática, que acontecerá no famoso Rio Sena. Nesta modalidade, a porto-alegrense já conquistou duas medalhas de bronze em Jogos Pan-Americanos, uma em Lima 2019 e outra em Santiago 2023. A nadadora do Grêmio Náutico União, da capital gaúcha, conquistou a vaga para os Jogos Olímpicos de 2024 ao obter o 14º lugar no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, realizado em fevereiro do ano passado no Catar. Em Paris, a maratona aquática feminina será disputada por volta das 2h da manhã do dia 8 de agosto.

Vivi disputará os Jogos Olímpicos pela segunda vez

Com atletas de 206 países, a disputa dos Jogos Olímpicos de Verão de Paris irá até o dia 11 de agosto. O Brasil irá em busca do recorde de medalhas em uma única edição, que é de Tóquio, em 2021, com 21 medalhas.

Fotos: Lecobron, CBJ, FIVB, Alexandre Loureiro/COB, Jankovics Villatoro, Gaspar Nóbrega/COB, Rosele Sanchotene, Miriam Jeske/COB e Satiro Sodré/CDBA/Divulgação
26/07/2024 0 Comentários 717 Visualizações

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