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Business

Startup gaúcha começa processo de internacionalização

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os últimos dois anos têm sido especiais para a startup gaúcha beeIT. Após fechar uma importante parceria com uma gigante multinacional francesa em 2018, para desenvolver softwares para a área da saúde, iniciou um processo de crescimento exponencial. Em 2019, recebeu o selo de empresa graduada pelo Centro de Empreendimento em Informática – CEI, da UFRGS, e deixou o Centro de Incubação da universidade para se instalar em três amplas salas na Rua Campos Sales com a Avenida Carlos Gomes, em Porto Alegre. Com o objetivo de expandir a atuação na América Latina, iniciou o processo de internacionalização.

Recentemente, inaugurou uma filial em Santiago, no Chile, onde já conta com soluções em sete hospitais e prevê, para o primeiro semestre de 2020, a implantação de outros produtos em mais 13. Ainda em Janeiro, vai ampliar a performance no mercado da Colômbia de um hospital para cinco. No Brasil, em dezembro de 2019, inaugurou o espaço “beeIT Ville”, em Joinville, Santa Catarina. O local servirá também como coworking inteligente para profissionais da área da saúde. Segundo um dos sócios, Sandro Pinheiro, além de ser uma base da empresa, o objetivo é reunir lá pessoas do mesmo ramo para networking.

“Aqui no RS participamos do Cluster da Saúde. A nossa ideia é, com o tempo, criar um lá também”, afirma Pinheiro.

Consolidada no mercado como uma especialista no desenvolvimento de inteligência artificial para a área da saúde, entre as soluções de tecnologia mais conhecidas criada pela beeIT estão: Leithos – software de gestão de higienização de leitos hospitalares, Salus – software inovador no segmento de Acolhimento, Triagem e Classificação de Risco para centros de pronto atendimento de urgência e emergência, Prontho – software de armazenamento com certificado digital de prontuários médicos completos, exames, laudos e imagens.

Atualmente, a beeIT está presente com suas soluções e produtos em mais de 40 hospitais no Brasil e no exterior, sendo que, destes, quatro aparecem no ranking dos Melhores Hospitais da América Latina: Clinica Alemana (CH) – 2º lugar; Hospital Infantil Sabará (SP) – 21º lugar, Hospital 9 de Julho (SP) – 37º lugar e Hospital Brasília (DF) – 47º lugar. Em janeiro, esse número aumenta para seis, com a entrada no Hospital de Méderi – 32º lugar e Clínica Marly – 50º lugar, ambos na Colômbia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2020 0 Comentários 516 Visualizações
Variedades

Startup de ensino de idiomas chega a Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Beetools, startup brasileira que busca revolucionar o ensino de idiomas por meio do uso de novas tecnologias, abre, no dia 19 de novembro, a sua primeira unidade em Novo Hamburgo.

“Deixamos nossos alunos livres para agendar ou reagendar suas próprias aulas, no melhor horário, por meio de nosso aplicativo.”

A escola de inglês é uma das primeiras na região a utilizar tecnologias como Realidade Virtual (VR), Gamificação, Big Data e Inteligência Artificial (AI) associadas ao ensino adaptativo, sala de aula invertida e acompanhamento de um professor presencial.

De acordo com Fábio Ivatiuk, CEO da Beetools, a união desses fatores em uma só escola permite que o aluno obtenha um resultado muito mais rápido e eficiente, além de se divertir no processo de aprendizado. “A principal proposta da Beetools é utilizar as diversas tecnologias de maneira integrada às suas operações, por isso deixamos nossos alunos livres para agendar ou reagendar suas próprias aulas, no melhor horário, por meio de nosso aplicativo”, afirma.

Para ajudar na fixação do conteúdo, o aluno participa, em todas as aulas presenciais, de uma série através dos óculos de Realidade Virtual da startup – essa imersão frequente estimula a memória de longo prazo. Já por meio da AI e Big Data, os professores conseguem acompanhar o desenvolvimento de cada aluno dentro e fora da sala de aula – quando ele pratica o inglês em casa, com o aplicativo da startup. A tecnologia oferece um feedback da pronúncia e envia os dados coletados para o professor analisar. Esses dados são analisados, tanto individualmente como junto com os de outros alunos, de forma a entender melhor o desempenho do aluno, sua jornada de aprendizado e oferecer otimização constante do curso.

Os alunos da unidade de Novo Hamburgo poderão escolher entre os dois diferentes planos de aula da startup: Bee (limitado) e Orange (ilimitado). Com o Bee, o aluno participa das aulas duas vezes por semana; com o Orange, quantas vezes quiser, pagando um mesmo valor mensal.

Os planos de aula seguem o objetivo da Beetools de impactar positivamente a sociedade, levando o ensino de idiomas mais inovador do mundo por um preço acessível a todos. Esse objetivo foi moldado dentro da startup pelo CEO da Beetools durante sua participação no programa de aceleração da Singularity University (Global Startup Program 2019).

“Um dos principais pontos do programa foi direcionado a nos educar quanto ao impacto social de nossas operações, isto é, como poderíamos tornar nossos serviços e produtos mais acessíveis para toda a população. Com isso em mente, desenvolvemos novos modelos de negócios, como aulas por assinatura e InCompany (B2B), visando a democratizar o máximo possível o ensino de qualidade e inovador do idioma”, completa Fábio Ivatiuk.

Beetools em Novo Hamburgo

Quem traz a primeira unidade para Novo Hamburgo são os empreendedores Rafael Henrique da Silva e Daniela Paula Gräwer. “Estávamos buscando algo capaz de transformar a sociedade. Já havíamos cursado aulas de inglês em escolas tradicionais e não nos adaptamos aos métodos do século passado. Encontramos na Beetools um método totalmente inovador e capaz de mudar a vida das pessoas de verdade”, pontuam os franqueados.

A franquia da Beetools em Novo Hamburgo fica na Rua Lima e Silva, 60. Há planos para crianças e adolescentes a partir dos nove anos de idade e adultos de todas as faixas etárias. O agendamento das aulas é feito através do aplicativo, disponível para sistemas Android e iOS, e todo o material didático utilizado é digital, portanto o aluno não tem nenhum custo adicional ao plano de aulas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2019 0 Comentários 589 Visualizações
Business

Startup catarinense firma parceria com Petrobras

Por Gabrielle Pacheco 27/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Desde o dia 26 de junho, está em vigência um contrato de dois anos do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) com a startup catarinense LTrace, desenvolvedora de soluções geofísicas para inversão sísmica conjunta. A parceria para projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) é inédita no Brasil, e visa a implementar técnicas de machine learning no processo de análise e microtomografia de rochas na área do pré-sal brasileiro.

De acordo com normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), empresas com grandes campos de petróleo têm como obrigação aplicar anualmente 1% de investimento em pesquisa, dos quais 10% devem ser destinados a empresas brasileiras. Esse valor tem como finalidade o custeio para execução do projeto e não prevê lucro. Com o orçamento, a LTrace irá contratar cinco novos colaboradores para apoiar no desenvolvimento do projeto, totalizando uma equipe de oito profissionais altamente qualificados.

O projeto

Fernando Bordignon, cofundador da LTrace, explica que o objetivo do projeto é levar o desenvolvimento realizado na academia para a indústria. “Nós iniciamos nossas pesquisas sobre o tema na universidade, e desenvolvemos muitos projetos por lá. O objetivo desta parceria com a Petrobras é levar esse conhecimento para a indústria”, pontua Fernando.

“Por meio de recursos de machine learning, vamos conectar micro propriedades de rochas com as propriedades gerais do reservatório de petróleo. Em geral, essas amostras são muito pequenas e existe uma grande dificuldade de isolá-las e conectá-las com o restante. Por meio da tecnologia, faremos uma análise da composição das rochas onde fica o óleo, nos reservatórios, para conectar os dados sísmicos de grandes dimensões do campo com micro amostras de rochas”, explica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2019 0 Comentários 466 Visualizações
Business

“Uber dos serviços domésticos” quer conquistar o Brasil

Por Gabrielle Pacheco 15/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Quem é que nunca teve problema para encontrar um bom prestador de serviço? Até mesmo trabalhos básicos como instalar um chuveiro ou desentupir uma pia podem se transformar em uma verdadeira epopeia.

Agora, imagine usar uma espécie de rede social para fazer orçamentos e, a partir do preço e da avaliação dada por outros clientes, negociar e fechar o serviço, sem sair de casa. É a isso que se propõe o Triider, startup brasileira que acaba de iniciar sua expansão nacional.

Com mais de três anos desde sua criação, a plataforma, que teve o início de sua história no Rio Grande do Sul – em Porto Alegre e em Canoas – acaba de iniciar seus trabalhos nas cidades de Curitiba e Belo Horizonte, escolhidas para o começo da expansão nacional.

Para os próximos meses, a startup já planeja a chegada em outras duas grandes cidades brasileiras: São Paulo e Brasília. No estado de origem do Triider, 80 novos negócios têm sido fechados por dia por meio da plataforma.

Analisando os números do Rio Grande do Sul, desde que entrou em operação, em abril de 2016, a plataforma efetivou 20 mil serviços, divididos em oito grupos (limpeza, ar-condicionado, elétricos, hidráulicos, reforma, montagem de móveis, fretes e assistência técnica), realizados por cerca de 240 profissionais cadastrados.

A média de ganhos dos profissionais vinculados ao Triider é de R$ 3 mil – mas há relatos de prestadores que conseguem ganhos de até R$ 8 mil ao mês. “Esse faturamento depende do mês, da disponibilidade do profissional e de outras variáveis. Nós conseguimos criar um fluxo positivo tanto para o cliente quanto para os profissionais”, explica o CEO do Triider, Juliano Murlick. Do valor fechado entre cliente e profissional, a startup fica com um porcentual do negócio.

Para ter seus serviços disponíveis via Triider, os profissionais interessados precisam fazer um cadastro na plataforma. A fim de garantir a experiência e a segurança de quem contrata os serviços, a startup checa os antecedentes criminais dos trabalhadores, as referências profissionais, realiza treinamento presencial e obriga a apresentação de seus documentos oficiais, como RG, CPF e comprovante de residência.

Como funciona?

Para o cliente, é preciso selecionar o serviço desejado e realizar um cadastro com a solicitação. Na sequência, a plataforma disponibiliza aos prestadores de serviço qual é o trabalho buscado, que respondem com orçamentos. Os valores ficam visíveis ao usuário, que pode escolher conforme o preço, avaliação de serviços anteriores, entre outros critérios. É possível, também, contratar o serviço via chat no ato.

Os pagamentos são feitos com cartão de crédito por meio da plataforma, assim como acontece no Uber ou no Airbnb, com possibilidade de parcelamento em até seis vezes sem juros. A empresa já concluiu 20 mil serviços, com 95% dos atendimentos avaliados com 5 estrelas.

Os clientes, desde que mantenham relação com o fornecedor estritamente via plataforma, contam com seguro de até R$ 5 mil para negligências. Além de toda garantia via Triider, os serviços oferecidos podem ser parcelados no cartão de crédito.

“Com muito estudo de mercado e atendendo solicitações dos nossos usuários, conseguimos chegar a uma ferramenta extremamente segura, prática, ágil e que oferece serviços de excelência.”

“Com muito estudo de mercado e atendendo solicitações dos nossos usuários, conseguimos chegar a uma ferramenta extremamente segura, prática, ágil e que oferece serviços de excelência. E são essas características que levaremos para todo o país”, completa Juliano Murlick.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2019 0 Comentários 672 Visualizações
Business

Shark Tank Brasil investe em startup gaúcha

Por Gabrielle Pacheco 08/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A James Tip é uma startup criada para fazer a diferença no mundo do varejo, ajudando a reduzir as perdas com estoque e obter muito mais lucro a partir de uma inteligência artificial. Com o processamento de mais de dois bilhões de cálculo por segundo, o James, nome da inteligência artificial, é capaz de prever a venda futura e, assim, atender aos objetivos estabelecidos pela empresa: redução de ruptura e excesso de estoque, aumentar ticket médio, reduzir mix de produtos, auxiliar a realizar compras mais assertivas e melhorar a distribuição.

Recentemente, a startup gaúcha recebeu um aporte financeiro de R$ 500 mil através do Shark Tank Brasil, versão brasileira do reality show norte-americano com investidores interessados em apoiar grandes ideias de empreendedorismo. Para garantir o investimento, Guilherme Masseroni, sócio-fundador da James Tip, teve que convencer uma banca composta por especialistas.

Camila Farani, um dos maiores nomes em investimento-anjo do Brasil, e João Appolinário, fundador da Polishop, acreditaram no potencial da James Tip e fizeram suas apostas. Camila Farani acabou sendo escolhida, levando 11% da empresa.

“São mais de 2000 empresas no processo seletivo para participar do Shark Tank Brasil, então é uma grande troca de experiência e conhecimento. A pré-seleção é quase uma mentoria, vários executivos e investidores com experiência de mercado estão lá e acabam te dando dicas. Além disso, o contato traz visibilidade para a marca”, afirma Masseroni sobre a experiência de estar presente no famoso “tanque de tubarões”, sonho de muitos empresários.

A empresa não chegou onde está sozinha. Em 2017, quando foi criada, participou do programa StartupRS Digital, desenvolvido pelo Sebrae RS, em que foi escolhida como startup destaque. Masseroni ganhou, assim, uma vaga para o projeto sequência, StartupRS Scale. “Os projetos nos ajudaram a entrar no ritmo. O Sebrae RS é um braço externo ajudando internamente a empresa”, comenta o empresário.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2019 0 Comentários 736 Visualizações
Business

Startup do Feevale Techpark ingressa no mercado da China

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de alguns meses de rígidos testes realizados por duas grandes empresas do segmento de realidade virtual, a startup Mespper Tecnologia, incubada na unidade de Campo Bom do Feevale Techpark, venceu um concurso e começará, em setembro, a distribuir seu software para o mercado da China. O produto foi criado em laboratórios da Universidade Feevale, instituição que deverá continuar apoiando a empresa nesse trabalho.

Promovido pela Pico Interactive, segunda maior distribuidora de hardware em realidade virtual, juntamente com a gigante em processadores Qualcomm, o concurso foi vencido pela Mespper e por uma empresa da Coreia do Sul. Os jurados analisaram aplicativos para experiências e para games. O software da startup gaúcha é destinado à experiência ao usuário final (B2C). No final deste mês, Eloi Gerard, representante da Mespper em Xangai, deverá receber a premiação.

A partir de setembro, o software será distribuído na China, que é o maior mercado de realidade virtual do mundo.

Com ele, o usuário sobe todos os seus arquivos (imagens, vídeos e objetos, entre outros) em um ambiente de realidade virtual para visualizar em uma imersão maior do que o smartphone. Ele poderá compartilhar esse ambiente com outras pessoas e fazer conexões com os arquivos dentro do cenário, extraindo dessa experiência uma imersão maior nos arquivos e aproveitando tanto para treinamento como para marketing ou diversão.

Segundo Messias de Paula Pereira, fundador da Mespper Tecnologia, essa conquista representa um grande passo para a startup, pois grandes especialistas do setor imputaram valor ao produto. “Alinhamos o software ao mercado da China e, futuramente, estaremos prontos para o mercado B2C no Brasil”, afirma.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 505 Visualizações
Business

Empresa gaúcha integra programa de aceleração nos EUA

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de participar do StartupRS Agrotech em 2018, desenvolvido pelo Sebrae RS, a Raks Tecnologia Agrícola ingressa, agora, no programa Iowa Agritech Accelerator, com foco no desenvolvimento internacional de empresas com soluções para o agronegócio. A startup gaúcha, incubada no Tecnosinos, em São Leopoldo, participará de 100 dias de aceleração na cidade de Des Moines (EUA).

A empresa desenvolveu um programa de otimização e automatização do processo de irrigação do solo.

Sensores de umidade movidos a energia solar comunicam-se com um sistema central e, assim, os produtores podem acompanhar os dados de umidade do solo por site ou aplicativo. Sem necessidade de deslocamento até a lavoura, os produtores recebem um alerta sobre a necessidade de irrigação, que é acionada à distância.

Eles também têm a opção de configurar o sistema para que a irrigação seja acionada automaticamente, sempre que detectada a necessidade. A solução reduz gastos, aumenta a produtividade e diminui o impacto ambiental, já que evita o desperdício de água.

O foco, destaca Fabiane Kuhn, co-fundadora da Raks Tecnologia Agrícola e diretora de software, está na agricultura familiar. “Por ter muita representatividade na produção de alimentos e ainda usar pouca tecnologia”, explica.

Na avaliação da empreendedora, a participação da empresa, em 2018, do StartupRS Agrotech, contribuiu para que a startup chegasse hoje ao programa de aceleração americano. “O StartupRS abriu a porta da Expointer, nos colocou em contato com produtores, nos capacitou, trabalhou nossa habilidade empreendedora. Todo o processo nos ajudou a ter um modelo de negócio mais definido e um produto mais concluído”, avalia.

O gestor de projetos do Sebrae RS, João Antônio Pinheiro Neto, acrescenta: “Eles tiveram a oportunidade de desenvolver ainda mais o produto, de pensar o negócio de forma estratégica, além de contato com o público-alvo. O programa conectou a empresa aos produtores, isso também gerou feedbacks e possibilitou que melhorias fossem pensadas”, resume.

O Iowa Agritech Accelerator tem início em 3 de junho. Nos Estados Unidos, representantes da startup gaúcha participarão de rodadas de mentorias, workshops, capacitações, visitas a empresas parceiras e a lavouras que são referência em tecnologia. Eles também irão participar de feiras agrícolas, apresentando o produto a investidores e agricultores norte-americanos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
01/06/2019 0 Comentários 515 Visualizações
Variedades

Startup Quero Educação é selecionada para programa internacional de empreendedorismo

Por Gabrielle Pacheco 29/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com base em seu modelo de negócios, potencial de crescimento e resultados positivos, a Quero Educação, startup líder em tecnologia para Educação no País, foi selecionada para sediar o projeto Global Entrepreneurship Laboratory (G-Lab), realizado pela Massachusetts Institute of Technology (MIT, uma das escolas de negócios mais bem conceituadas do mundo e fundadora do programa internacional, com sede em Cambridge, EUA.

Durante o mês de janeiro, a startup brasileira será anfitriã de 4 alunos de MBA do MIT Sloan que participam do MIT Sloan G-Lab, projeto que ajuda a promover o empreendedorismo no Brasil, conectando estudantes às empresas, trazendo melhorias de alto impacto e análises. Na Quero Educação, a tarefa da equipe do MIT Sloan G-Lab é examinar as forças por trás das taxas de conversão, permitindo ajustes nas operações, oferecendo a melhor busca de bolsas para cada aluno.

A Quero Educação é responsável por conectar, de forma inovadora, mais de 450 mil estudantes junto às principais instituições de ensino superior do Brasil nos últimos anos. Por meio das plataformas Quero Bolsa e Quero Bolsa Idiomas, é possível o aluno encontrar informações sobre cursos e instituições, além de oportunidades de bolsas de estudo de até 70%.

Segundo Pedro Balerine, diretor de Inteligência Educacional da Quero Educação, o projeto do G-LAB tem rendido muitas discussões importantes sobre a dinâmica de produtos e leads da startup. “Já temos alguns primeiros resultados que nos mostram conclusões importantes sobre o processo decisório do aluno e como isso pode ser aproveitado nas análises de dinâmica competitiva. As outras frentes do projeto estão bastante avançadas e o conjunto das soluções desenvolvidas serão de extrema importância para ajustarmos a operação e os produtos da Quero”, afirma.

Desde 2000, as equipes do laboratório MIT Sloan G-Lab trabalharam em problemas empresariais de mais de 375 empresas anfitriãs em mercados emergentes de todo o mundo em áreas críticas como crescimento estratégico, entrada no mercado, precificação, marketing, benchmarking, captação de recursos e estratégia financeira. No processo, os alunos do MBA ganham experiência no mundo real na criação, desenvolvimento e gestão de empresas jovens com diversas infraestruturas, bem como no papel da política, da cultura e de outras variáveis não econômicas.

O trabalho externo dos alunos do MIT Sloan G-Lab com a Quero Educação começou em setembro de 2018 e culminará em fevereiro de 2019 com uma análise final e profunda. Os resultados finais das equipes incluirão uma apresentação formal das conclusões dos estudos e a entrega das ferramentas de alto impacto, que podem ser usadas imediatamente.

“Trabalhamos com empreendedores em toda a América Latina por quase vinte anos”, diz Simon Johnson, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional e co-fundador do G-Lab. “Esses homens e mulheres são notavelmente resilientes e oferecem grandes perspectivas para o futuro. É um privilégio para os nossos alunos – e para a educação – encontrarem formas de ajudar. Todos retornam aos Estados Unidos impressionados com a energia e a intensidade dos CEOs dessas empresas”.

O G-Lab é um dos 15 laboratórios pioneiros de Action Learningdisponíveis para estudantes do MIT Sloan. Embora as atividades do projeto variem, elas estão unidas por temas comuns, incluindo aprendizagem, experiência, e reflexões em conjunto; mentoria docente; solução de problemas do mundo real; transferência de conhecimento; e, talvez exclusivo do MIT Sloan, o envolvimento de uma equipe de estudantes tem como objetivo um impacto mensurável nos negócios e/ou social. Esses desafios de gerenciamento em tempo real trazem a teoria à vida.

A Startup

A Quero Educação é uma startup brasileira de tecnologia, especializada em marketing educacional, que desenvolve soluções para que mais pessoas tenham acesso a uma educação de qualidade. Sua missão é modificar o atual cenário da Educação no país, conectando estudantes e instituições de ensino para transformar a realidade de milhares de brasileiros que buscam no conhecimento novas oportunidades. Seu principal produto é o Quero Bolsa, site onde é possível encontrar informações sobre cursos, instituições de ensino, comparar preços e conseguir bolsas de estudo de até 70% em mais de mil instituições parceiras. Ao agregar e mensurar a demanda dos alunos no Quero Bolsa, a Quero Educação oferece ainda inteligência para que as instituições parceiras do site ampliem seu alcance e rentabilidade. Fundada em 2012 na cidade de São José dos Campos, no Estado de São Paulo, já ajudou a matricular mais de 300 mil estudantes no ensino superior e foi a primeira startup brasileira de educação acelerada pela Y Combinator, por onde já passaram empresas como Airbnb, Reddit e Dropbox.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2019 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Startup de mobilidade urbana Vela capta R$500 mil por meio de empréstimo coletivo

Por Gabrielle Pacheco 22/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A startup de bicicletas elétricas Vela captou R$ 500 mil em apenas 16 dias por meio de um empréstimo coletivo realizado via Rede Dinheiro Consciência, plataforma que conecta diretamente investidores a negócios de impacto socioambiental positivo. A RDC analisou 34 projetos e a Vela foi uma das três empresas aprovadas.

De acordo com o fundador e CEO da Vela Bikes, Victor Hugo Cruz, é uma honra entre os empreendimentos escolhidos pela instituição. “Trata-se de um grupo de pessoas determinadas a encontrar meios e maneiras de se viver com mais qualidade e eficiência. A sensibilização para o potencial da bicicleta elétrica da Vela como um veículo prático, sustentável, saudável e que pode ser o principal meio de transporte, sem dúvida, é muito gratificante”.

Quanto aos planos para o aporte, Victor afirma que o investimento será aplicado no fluxo produtivo da empresa, com foco em atender a demanda em franca expansão. “Vamos investir em estoque, capital de giro e operação. Só este ano inauguramos PocketShops em Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília e ampliamos nossa fábrica, cujo potencial de produção saltou de 60 para 500 bikes por mês. Então esse capital vem para nos ajudar a sustentar esse crescimento”, detalha.
Para Marcos Pedote, porta-voz da Rede Dinheiro Consciência, a Vela oferece uma alternativa inteligente para a grave situação do trânsito e do transporte público nas grandes cidades. “Bicicleta elétrica é uma tendência global e os brasileiros estão cada vez mais convencidos dessa ideia. E o modelo de negócio proposto pela Vela está muito alinhado ao que entendemos ser o coerente, então estamos muito contentes por ajudar a fomentar e incentivar a empresa”.

Desintermediação financeira

A captação da Vela é mais um fruto da tendência de empresas e investidores buscarem alternativas menos burocráticas para acessar capital e mais rentáveis. A captação por meio de empréstimos, conhecida como Peer to Peer Lending é uma das opções que vem ganhando força no mercado, já que se mostra benéfica tanto para o investidor como para a empresa.
Resumidamente, comparadas às taxas do mercado tradicional, quem investe recebe juros maiores, mas quem pega emprestado, paga juros menores. Há também as taxas das empresas envolvidas na intermediação – no caso, RDC – mas ainda assim a proposta é mais vantajosa para todos. A título de exemplo, quem investiu por empréstimo na Vela, deve receber uma taxa de juros de 198% do CDI. As maiores taxas do mercado não passam de 130%.

Sobre a Vela

A Vela é uma startup brasileira de bicicletas elétricas com desenvolvimento e equipe 100% nacional. Fundada em 2012 pelo engenheiro e empreendedor, Victor Hugo Cruz, 29 anos, o projeto desenvolve modelos de bikes e acessórios que harmonizam simplicidade à tecnologia de ponta, de forma a viabilizar uma solução de alta performance, econômica e sustentável para os problemas de mobilidade urbana. A empresa conta com uma fábrica em São Paulo, quatro lojas no modelo PocketShop (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba), além de um e-commerce, no site .

Sobre a Rede Dinheiro e Consciência

A Rede Dinheiro e Consciência é uma organização cujo propósito é contribuir para o florescimento de uma nova economia, capaz de promover mudanças positivas na sociedade e no meio-ambiente, a partir do uso consciente do dinheiro.

Para que este objetivo se torne realidade, a organização trabalha com o compromisso de criar produtos e serviços financeiros que viabilizem o uso do capital com consciência para gerar impacto socioambiental positivo.
A iniciativa, que hoje já reúne mais de 110 membros, é fruto da parceria do EcoSocial, consultoria e coaching para o desenvolvimento humano e organizacional com base antroposófica, com a Fundação Avina, instituição internacional que trabalha para o desenvolvimento sustentável na América Latina. Mais informações: http://dinheiroeconsciencia.com.br/

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/01/2019 0 Comentários 580 Visualizações
Business

BCS Automação constrói nova sede no Feevale Techpark

Por Gabrielle Pacheco 17/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A BCS Automação, especializada em soluções para operacionalização de eventos e conexão entre expositores, visitantes e compradores, em dezembro começou a construir um prédio de 330 m² em um terreno de 2,5 mil m² na unidade Campo Bom do Feevale Techpark. Com investimento de R$ 1 milhão, o prazo de término é maio. Na nova sede, serão concentrados todos os setores da empresa.

Fundada em 1997, a partir de 2001 a BCS passou a atuar com exclusividade no segmento de eventos. O ingresso no Feevale Techpark ocorreu em 2015. “Com a nova sede, temos o objetivo de ampliar a oferta de serviços, principalmente aos clientes dos nossos clientes, no caso os expositores dos eventos. Também queremos expandir nossas soluções para os países do Mercosul”, projeta o diretor da BCS, Edson Lamb.

Conforme o executivo, o propósito principal do ingresso no parque tecnológico foi inserir a BCS em uma comunidade de TI (tecnologia da informação), obtendo maior reconhecimento como uma empresa de soluções inovadoras. “Neste mercado de tecnologia, é necessário, cada vez mais, somar esforços e compartilhar soluções. Vemos o Feevale Techpark como o espaço onde isso pode e deve acontecer, onde pequenas soluções possam se somar e virar grandes soluções”, afirma Lamb.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/01/2019 0 Comentários 522 Visualizações
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