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Sondagem Industrial

Business

Indústria gaúcha inicia ano com altas em emprego e intenção de investir

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

A indústria do Rio Grande do Sul registrou crescimento no emprego, queda na ociosidade e nos estoques e estabilidade na produção em janeiro de 2025, de acordo com a Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Além disso, o levantamento aponta também que quase 67% das indústrias gaúchas têm intenção de investir nos próximos seis meses.

A pesquisa mensal, realizada pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Fiergs, indicou ainda que o índice de produção em janeiro alcançou 50,1 pontos, o maior dado para o mês desde 2021. Para a entidade, o resultado mostra um ritmo de atividade acima do esperado para o início do ano.

O índice de número de empregados ficou em 51,7 pontos, apontando aumento no emprego industrial em relação a dezembro de 2024. Esse valor também superou a média histórica para o período, que é de 50,1 pontos. Nos índices da Sondagem Industrial, valores acima de 50 indicam crescimento em comparação ao mês anterior.

Capacidade instalada e estoques

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) atingiu 71% em janeiro, três pontos percentuais acima do registrado em dezembro e superior à média histórica do mês, de 68,1%.

Mesmo com a estabilidade na produção, os estoques de produtos finais recuaram pela quinta vez consecutiva e pela oitava vez em nove meses. O índice de estoques foi de 47,9 pontos em janeiro. Nesse caso, valores acima de 50 indicam que os estoques estão acima do nível planejado pelas empresas.

Intenção de investir

Com perspectiva de aumento da demanda, das exportações, do emprego e das compras de matérias-primas, a intenção de investir da indústria gaúcha alcançou, em fevereiro, o maior patamar desde setembro de 2022. O índice de intenção de investimento subiu de 57,6 pontos, em janeiro, para 61,5 pontos em fevereiro, quase dez pontos acima da média histórica.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que o levantamento retrata o momento atual do setor, mas reforçou a necessidade de ajustes fiscais. “O levantamento é um termômetro do momento atual e traz sinais positivos, mas não afasta a necessidade de uma reforma fiscal, com controle nos gastos públicos que reduza a pressão sobre indicadores como a inflação e os juros”, comentou Bier.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa consultou 145 empresas entre os dias 1º e 12 de fevereiro de 2025. Entre as participantes, 30 são pequenas empresas, 50 são médias e 65 são grandes. A íntegra da Sondagem Industrial está disponível no site do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 462 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta aumento na produção e no emprego

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Sondagem Industrial de agosto realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) revelou aumentos na produção e no emprego industrial no estado, além de menor ociosidade e baixos níveis de estoques. Os dados da pesquisa foram divulgados nesta quinta-feira (3).

O índice de produção subiu de 53,5 pontos em julho para 55,9 pontos em agosto, indicando duas altas consecutivas, com a de agosto sendo mais intensa e disseminada do que a anterior. O resultado é considerado o melhor em dois anos e está acima da média histórica para o mês de agosto, que é de 53,7 pontos. Segundo a pesquisa, 34% das empresas consultadas relataram aumento de produção, 52,5% mantiveram a produção estável e 13,5% registraram queda.

Em relação ao emprego industrial, o índice aumentou de 50,5 pontos em julho para 53,3 pontos em agosto, marcando a maior elevação em 36 meses e ficando acima da média histórica de 49,8 pontos. Aproximadamente 20% das empresas indicaram crescimento no número de empregados, enquanto 7,1% relataram queda, e 73% mantiveram a quantidade de trabalhadores.

A utilização da capacidade instalada (UCI) também apresentou crescimento, subindo para 73%, três pontos percentuais acima de julho. Entretanto, os empresários consideram a UCI ainda abaixo do nível usual para agosto, com um índice de 46 pontos, o mais próximo do nível considerado normal desde outubro de 2022.

Os estoques de produtos finais cresceram em agosto, após três meses de queda, com um índice de evolução de 50,6 pontos. O índice que compara os estoques ao planejado atingiu 48,2 pontos, indicando que os estoques estão abaixo do que as empresas esperavam, pelo quarto mês consecutivo.

Os empresários gaúchos mostraram-se mais otimistas em relação aos próximos seis meses, com todos os índices de expectativas crescendo na pesquisa realizada entre 2 e 11 de setembro. O índice de demanda subiu de 56,1 para 56,6 pontos, enquanto o índice de intenção de investimento aumentou de 54,8 para 58 pontos, superando a média histórica de 51,5 pontos. Em setembro, 62,8% das empresas consultadas expressaram intenção de investir em máquinas, equipamentos, pesquisa e desenvolvimento.

A pesquisa consultou 156 empresas, sendo 37 pequenas, 52 médias e 67 grandes. A pesquisa completa está disponível no site da Fiergs, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 388 Visualizações
Business

Sondagem da Fiergs prevê recuperação da indústria gaúcha no segundo semestre

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

Um cenário de recuperação para a indústria gaúcha no segundo semestre é apontado pela pesquisa Sondagem Industrial do RS, divulgada nesta terça-feira (3) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Em julho, aumentaram a produção e o emprego no setor, ao mesmo tempo que ocorreu maior utilização da capacidade instalada e uma baixa nos níveis de estoques de produtos finais pelo terceiro mês consecutivo.

O índice de evolução da produção atingiu 53,5 pontos, valor que, acima de 50, indica crescimento na comparação a junho. O resultado revela ainda um avanço mais intenso e disseminado do que o observado historicamente para o mês de julho, cuja média é de 51,1 pontos. Já o índice do número de empregados foi de 50,5. Apesar de pouco acima de 50, o aumento do emprego ocorreu em um mês cuja sazonalidade é negativa, ou seja, tende a cair. A média dos meses de julho é de 48,1 pontos.

Foi uma mudança após dois meses seguidos de quedas na produção. O emprego apresentou a primeira alta depois de três meses de queda, uma situação atípica, pois historicamente julho é um mês com redução nas vagas da indústria”, destaca o presidente da Fiergs, Claudio Bier.

Em julho, a indústria gaúcha utilizou 70% da sua capacidade instalada (UCI), aumento em relação aos 65% de junho, e o mesmo patamar da média histórica do mês (70,1%). Segundo a avaliação dos empresários, contudo, a UCI foi inferior ao normal para o período. O índice de UCI em relação à usual atingiu 43,3 pontos, 3,3 acima de junho. O índice varia de zero a cem. Quanto mais próximo de 50, mais perto do nível de UCI normal.

Apesar da alta na produção, os estoques de produtos finais caíram pela terceira vez seguida na passagem de junho para julho. O índice de evolução foi de 48,5 pontos. Neste caso, valores menores do que 50 indicam queda dos estoques ante o mês anterior. Os estoques efetivos também ficaram abaixo dos patamares desejados pelas empresas para seus produtos em julho, repetindo o comportamento dos dois meses anteriores. O índice registrou 48,5 pontos, revelando níveis abaixo do planejado no mês.

Todos os índices de expectativas avançaram na pesquisa realizada entre 1º e 9 de agosto com 152 empresas, sendo 35 pequenas, 53 médias e 64 grandes. Com exceção da quantidade exportada, revelam otimismo, com índices acima de 50 pontos. Para os próximos seis meses, os empresários gaúchos projetam aumento da demanda, 56,1 pontos (1,6 a mais em relação ao mês anterior), do emprego, 51,5 (1,8 a mais) e das compras de matérias-primas, 54,3 (1,8 a mais). Ao mesmo tempo, a Sondagem mostrou uma leve redução, quase uma estabilidade, na quantidade exportada, com o resultado de 49,7 pontos.

Investimentos

Com o maior otimismo, os empresários demonstram propensão para realizar investimentos nos próximos seis meses. O índice de intenção de investir recuperou a queda do mês anterior e atingiu 54,8 em agosto, 1,7 e 3,4 pontos, respectivamente, acima de julho e da média histórica. Em agosto, 57,9% das empresas (56,2% em julho) revelaram disposição de investir em máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento e inovação de produto ou processo nos próximos seis meses.

A pesquisa completa pode ser acessada em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial/.

Foto: Senivpetro/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 472 Visualizações
Business

Sondagem industrial aponta otimismo para 2019

Por Gabrielle Pacheco 30/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Sondagem Industrial, elaborada e divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), apresentou otimismo para 2019. Os estoques ajustados e as boas expectativas para demanda, emprego e investimentos dão um bom indicativo para a indústria gaúcha este ano. Apesar da queda na produção (38,1) e no emprego (47) em dezembro comparado ao mês anterior, os baixos níveis de estoque (48,3 pontos) sugerem que a demanda foi superior à prevista e colocam um viés de alta para a atividade industrial nos próximos meses. Dentro de uma escala que vai de 0 a 100, abaixo dos 50, os índices significam quedas em relação ao mês anterior e estoques abaixo do nível planejado pelas empresas. Vale lembrar que a queda de emprego e produção são comuns nesse período de férias coletivas e feriados de fim de ano.

Também é normal no período a menor utilização da capacidade instalada (UCI). Em dezembro, o grau médio atingiu 67,0%, 4,0 p.p. abaixo de novembro. Os empresários da indústria gaúcha também mostraram otimismo com a demanda futura (62,5 pontos) e maior disposição em investir (58,3 pontos) e contratar (56,6). “A boa expectativa está ligada ao momento político do País e à disposição do governo em fazer as reformas necessárias. Há forte intenção de investir e trabalhar quando o cenário se apresenta favorável à produção”, destaca o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

A insatisfação com as condições financeiras da empresa diminuiu no quarto trimestre, em relação ao período anterior. O índice de satisfação com a margem de lucro operacional subiu para 41,5 pontos (40,4 no terceiro), e o de satisfação com a situação financeira cresceu para 47,4 (46,3 pontos no anterior). Abaixo de 50 pontos os indicadores mostram insatisfação. O avanço bem menor nos preços das matérias-primas, cujo índice caiu de 72,4 pontos para 60,2 pontos no mesmo período, amenizou a situação financeira das empresas.

A elevação da carga tributária (indicada por 47,8% das empresas pesquisadas, principalmente pequenas e médias), e a demanda interna insuficiente (33,2%) foram os principais problemas enfrentados no quarto trimestre, conforme a Sondagem Industrial. A taxa de câmbio foi o item que mais perdeu relevância na passagem do terceiro para o quarto trimestre, de 32% para 17,1%, movimento comum a todos os portes de empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/01/2019 0 Comentários 694 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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