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Solidariedade

Cidades

Novo Hamburgo realiza primeiro SDS na Comunidade no Kephas

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

Na manhã ensolarada deste sábado, 02 de outubro, a população do bairro Kephas, em Novo Hamburgo, compareceu em grande número ao primeiro evento SDS na Comunidade. Promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), em parcerias com as secretarias da Saúde (SMS), de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Meio Ambiente (Semam), Cultura (Secult) e Guarda Municipal (GM), a atividade tem como proposta o encontro da comunidade e suas demandas, recebendo vários serviços da prefeitura.

“Este evento foi um sucesso, com muita procura aos nossos serviços e já estamos organizando para realizarmos nos bairros Santo Afonso e Canudos”, informou o Secretário de Desenvolvimento Social, Éliton Ávila.
Para a moradora Maria Conceição de Moura Chaves, o atendimento oferecido pela SDS sempre foi positivo “Para mim foi excelente este evento aqui, sempre sou muito bem atendida pelo CRAS, onde recebo o auxílio de informações e quando preciso de cestas básicas”, explicou.


A atividade que contou com protocolos sanitários, o uso de álcool em gel e máscaras, recebeu a Unidade Móvel da Saúde com a aplicação de vacina contra a covid-19, para pessoas com 12 anos ou mais, além dos serviços de CRAS Portas Abertas com cadastro de usuários, Cadastro Único, Fábrica da Cidadania, Coordenadorias (Idoso, Igualdade Racial, Juventude, Mulher e Pessoas com Deficiência – PCD), CREAS/Viva Mulher, Cadastro do Acessuas, Cadastro do projeto PÃO (curso de panificação), Divulgação do PETI (Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil), Divulgação e cadastro do Catavida, Divulgação do Centro Pop e Informações sobre carteira e o mercado de trabalho.

Estiveram presentes também ao local, o secretário de Saúde, Naasom Luciano, que participou da cerimônia de abertura e o secretário da Cultura, Ralf Cardoso.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 731 Visualizações
Cidades

Programa de Aquisição de Alimentos de Sapiranga entrega 47 toneladas de alimentos

Por Ester Ellwanger 01/10/2021
Por Ester Ellwanger

A prefeitura de Sapiranga investiu R$ 260.004,26 para compra de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) em 2021. Ao todo, foram 47.631 quilos de alimentos entregues às famílias em situações de vulnerabilidade social e insegurança familiar.

O secretário municipal de Agricultura, Valdes Cavalheiro de Araújo destaca o fortalecimento da agricultura familiar. “Este ano foi um sucesso para as famílias de agricultores que participaram, e todas ficaram muito felizes. Foram mais de 47 mil quilos de alimentos entregues, um investimento de 260 mil reais pagos em cotas aos agricultores participantes. Isso aumenta a nossa produção rural e melhora a renda dos agricultores de nosso município.”

Valdes também destaca o empenho do vice-prefeito e secretário municipal de Assistência Social, Adriano de Oliveira, que participou de reuniões no Ministério da Cidadania em Brasília, onde empenhou-se em fortalecer a parceria. A reunião promovida pelo vice-prefeito foi significativa e ampliou para mais um ano o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Em 2022, ele passará a ser chamado de Programa Alimenta Brasil.

“Chegamos ao final de mais um ano do programa PAA, e já com a feliz notícia do secretário de Assistência Social, Adriano de Oliveira, que esteve em Brasília tratando da renovação do programa. Ele será renovado para o ano de 2022 e sofrerá algumas alterações e ajustes, mas que vêm para melhorar ainda mais o programa”, finaliza Valdes.

Programa de Aquisição de Alimentos

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma parceria do Município de Sapiranga com o Ministério de Desenvolvimento Social. Ele foi criado em 2003 com a finalidade de promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar. Neste programa, a Prefeitura compra alimentos produzidos pela agricultura familiar e destina a entidades e famílias que estão em acompanhamento pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), onde são constatadas situações de vulnerabilidade social e de estrutura familiar.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2021 0 Comentários 553 Visualizações
Business

Stihl contribui com capacitação de cooperativas de reciclagem e ajuda mais de 100 famílias

Por Ester Ellwanger 30/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Sthil Ferramentas Motorizadas apoia seis cooperativas de reciclagem de São Leopoldo há mais de oito anos por meio das doações de resíduos recicláveis gerados na fábrica. A iniciativa impacta, diretamente, 108 famílias gaúchas, gerando renda para movimentar a economia local, além de encaminhar o destino correto dos detritos. Com o objetivo de desenvolver e profissionalizar o trabalho realizado nas cooperativas, a Sthil financiou, juntamente com o Sebrae/RS, 85% de uma capacitação dedicada à melhoria dos modelos de negócio. Nesta quarta-feira, 29 de setembro, à tarde, foi realizado o evento de encerramento do projeto na sede da Sthil para apresentação de resultados e entrega de certificados. O momento contou com a participação de lideranças da Sthil, Sebrae/RS, das cooperativas e representantes da secretaria municipal de Mobilidade e Serviços Urbanos, de São Leopoldo.

Em comparação com o diagnóstico realizado previamente, as cooperativas registraram uma evolução média de 52% com a realização do denominado “Programa Coopera”, em pontos importantes como: controle e planejamento financeiro, fluxo de caixa, planejamento empresarial e desenvolvimento de lideranças. Foram registradas 338 horas de consultoria, com média de 56 horas por cooperativa. “Nós acreditamos no trabalho realizado por estes projetos, que são de extrema importância para o desenvolvimento social das pessoas envolvidas e também do cuidado com o meio-ambiente. Com isto, além de contribuir com a doação dos recursos, esta iniciativa contribuiu com a estruturação da gestão de cada negócio para ampliar os resultados alcançados e os preparou para o futuro”, afirma o presidente da Sthil Brasil, Cláudio Guenther.

Em 2020, foram mais de 804 toneladas doadas e gerada uma renda superior a R$ 508 mil reais. Até agosto deste ano, os valores já somam mais de 705 toneladas e R$ 565 mil reais. A analista de Serviço Social da Sthil, Eliane Dall’Agnese, ressalta o compromisso da organização com a comunidade local: “A sustentabilidade é um dos pilares da Sthil. Acreditamos que estimular o trabalho realizado pelas iniciativas de reciclagem agrega resultados não apenas para a Sthil e para as cooperativas, mas também para a comunidade, meio ambiente e economia da região. A organização possui o comprometimento em desenvolver a qualidade da vida das pessoas e o resultado apresentado na evolução após a capacitação permite entendermos o sucesso do movimento”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2021 0 Comentários 452 Visualizações
Saúde

Campo Bom terá evento de conscientização sobre doação de órgãos

Por Ester Ellwanger 29/09/2021
Por Ester Ellwanger

Campo Bom realizará no dia 5 de outubro, às 19h, no Teatro do CEI, um evento de conscientização sobre a doação de órgãos. Com apoio da prefeitura, a Fundação Ecarta levará ao município o painel Cultura Doadora: vamos falar sobre doação de órgãos?, onde esclarecerá como funciona o transplante de órgãos, quem pode doar e como proceder, além de sensibilizar a comunidade para a causa. O encontro será gratuito e aberto ao público. Também haverá transmissão ao vivo pelo Facebook da prefeitura.

O projeto Cultura Doadora, da Fundação Ecarta, trata dos diferentes aspectos entre a doação, o transplante e a vida após o transplante. Conforme a entidade, em junho 45.664 adultos e 865 crianças aguardavam por transplante no país. Em decorrência da pandemia de Covid-19, no ano passado o número de transplantes feitos pelo SUS foi o menor em oito anos. A doação de órgãos e de tecidos de um paciente por morte encefálica salva até oito pessoas e dá qualidade à vida de outros pacientes. Por desinformação, hoje mais de 40% dos familiares negam a doação de órgãos.

 

Doar salva vidas

Como ser um doador?
Para ser um doador de órgãos e tecidos, basta avisar a sua família. É ela quem pode autorizar a doação. Seja claro, não deixe dúvidas da sua intenção. Faça isso hoje mesmo.

Quais os tipos de doadores?
Doador falecido: paciente internado em UTI ou emergência, diagnosticado com morte encefálica, motivada por um traumatismo craniano, derrame cerebral (AVC) ou tumor. Somente após a autorização por escrito da família é que os órgãos serão retirados por uma equipe médica capacitada.

Doador vivo: qualquer pessoa saudável (parentes de até quarto grau), que concorde com a doação de rim ou medula óssea e, eventualmente, com parte do fígado ou pulmão. A doação entre não parentes somente pode ser feita com autorização judicial.

Como ter certeza da morte encefálica?
O diagnóstico da morte encefálica, regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, determina que dois médicos, especificamente capacitados, examinem o paciente e atestem o diagnóstico de forma inequívoca, sempre com a comprovação de exame complementar de imagem.

Quais órgãos podem ser doados?
Rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas, ossos, tecidos, córneas e pele. Um único doador pode salvar muitas vidas.

Após a doação, como fica o corpo?
A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra. O corpo é reconstituído após a intervenção cirúrgica e o doador poderá ser velado normalmente.

Quem recebe os órgãos?
Aquele receptor que for compatível com o doador e estiver na lista única de espera gerenciada pela Central de Transplantes do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2021 0 Comentários 716 Visualizações
Variedades

Santander beneficia projetos sociais gaúchos no 19º Amigo de Valor

Por Gabrielle Pacheco 28/09/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Santander Brasil deu início à 19ª edição do Amigo de Valor, considerada a segunda maior campanha de destinação de Imposto de Renda no Brasil. A expectativa é arrecadar R$ 25 milhões até o dia 26 de novembro, estimulando a sociedade a conhecer e auxiliar 100 projetos sociais, escolhidos em 21 estados do País, um crescimento de 70% no número de iniciativas, que eram 59 no ano passado. Os projetos de 2021-2022 devem beneficiar mais de 12 mil pessoas.

No Rio Grande do Sul, quatro projetos sociais foram selecionados para participar desta edição do programa do Santander e, juntos, irão beneficiar diretamente 240 crianças e adolescentes em quatro municípios. Em Esteio, o projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos cria um Centro Integrado de atendimento à Criança e ao Adolescente vítimas de violência, que dará acesso à proteção integral com participação de toda a rede de apoio. O projeto da entidade Aldeias Infantis SOS Brasil, de Santo Antônio da Patrulha, tem o objetivo de prevenir rupturas entre as crianças e adolescentes e suas famílias, evitando o acolhimento institucional ou reintegrando aquelas que se encontram nessa situação. Em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, o projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social vai implantar Salas Comunitárias de Acessibilidade Digital para resgatar estudantes que abandonaram a escola por falta de acesso à tecnologia e à internet durante a pandemia. Em Vacaria, a iniciativa do Banco irá apoiar, pelo segundo ano, o projeto Passo Amigo de equoterapia, que foi ampliado e agora beneficiará 50 meninos e meninas com deficiência.


De acordo com o superintendente executivo da Rede Sul do Santander Brasil, Vitor Hugo Magni D Avila, além de os colaboradores do Banco realizarem suas próprias doações, existe dentro do time, em cada cidade, a figura do mobilizador que faz um trabalho de informar clientes e a comunidade de como é possível doar recursos para instituições sociais via a destinação de parte do Imposto de Renda devido. “O Amigo de Valor é um programa que mobiliza todo nosso time porque tem o grande propósito de transformar a vida de crianças que estão em situação de vulnerabilidade. Ter a certeza de que estamos fazendo a diferença e, principalmente, criando oportunidades para que meninos e meninas tenham um futuro digno realmente nos motiva”, conta D Avila.

Todas as iniciativas atuam em linha com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e são voltadas para menores em situação de risco social. São abordadas questões como acolhimento, educação profissionalizante, inclusão da criança e do adolescente deficiente, protagonismo de meninas, medidas socioeducativas e práticas socioassistenciais, maus-tratos, álcool e drogas, trabalho infantil e violência sexual.

“O Amigo de Valor é um projeto que nos orgulha muito. São quase duas décadas de dedicação e empenho de equipes inteiras, que se engajam para escolher com muito carinho e critério diversas causas sociais. Fico extremamente feliz de ver que essa mobilização, ano a ano, já foi capaz de auxiliar milhares de crianças e adolescentes, deixando um impacto positivo para a sociedade e, especificamente, em cada história de vida. Juntos, tenho certeza de que vamos auxiliar outros milhares”, celebra Patricia Audi, vice-presidente de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander.
Além de direcionar as doações para os projetos sociais escolhidos pelas áreas de Recursos Humanos e Sustentabilidade do Banco, o Amigo de Valor monitora e apoia, por meio de capacitação e gestão, as entidades selecionadas. Desde seu lançamento, o programa direcionou mais de R$ 160 milhões a 600 ações, entidades e instituições, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de mais de 54 mil crianças e adolescentes. Somente em 2020, arrecadou R$ 15 milhões e auxiliou mais de 8.000 jovens no Brasil inteiro, além de ter impactado indiretamente mais de 30 mil pessoas.

O Amigo de Valor incentiva que pessoas físicas e empresas direcionem recursos do Imposto de Renda devido aos Fundos Municipais dos Direitos das Crianças e Adolescentes. Quem declara a renda pelo formulário completo pode destinar até 6% do imposto devido – neste caso os recursos são dedutíveis, ou seja, até esse limite não há custo para o doador, que tem o valor restituído –, e quem opta pela declaração simplificada pode doar a partir de R$ 25. O direcionamento é de até 1% (também dedutíveis) para empresas tributadas pelo lucro real.

O montante pode ser direcionado para quantos projetos o doador escolher abraçar, e os valores são debitados diretamente de sua conta corrente. O processo é realizado por meio de uma plataforma criada pelo Santander para simplificar a doação e apresentar todos os projetos apoiados pelo programa, de forma detalhada. No site é possível conferir a descrição das ações, ver imagens, saber a quantidade de crianças atendidas e a meta de arrecadação, entre outras informações. Neste ano, também estão disponíveis as doações pelo celular para pessoas físicas. Para clientes Pessoa Jurídica, as doações podem ser realizadas pelo Internet Banking do Santander.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/09/2021 0 Comentários 770 Visualizações
Cidades

Restaurante Popular de Canoas serve 20 mil refeições

Por Ester Ellwanger 24/09/2021
Por Ester Ellwanger

Reaberto em 30 de abril, após mais de dois anos de portas fechadas, o Restaurante Popular de Canoas atingiu, nesta quinta-feira, 23 de setembro, a marca de 20 mil refeições servidas para pessoas em vulnerabilidade social, o que representa 16 toneladas de comida. O espaço oferece duzentos almoços por dia ao preço de R$1 para os cadastrados no CadÚnico. Já para pessoas em situação de rua, a refeição não tem custos. A meta é servir cerca de 35 mil refeições até o fim do ano. O dinheiro arrecadado é utilizado para melhorias no restaurante.

O preço baixo, a qualidade da comida e o acolhimento atraem as pessoas, a maioria delas com poucos recursos para pagar um buffet tradicional. É o caso da Carla Aveline Juver, 61 anos, que almoça no local desde a sua reabertura.

Ela pega comida para si e para a sua mãe, de 78 anos, que sofre de mal de alzheimer. “Pra mim, está sendo uma grande ajuda. A comida é muito boa e bem feita. Tem pouco sal, como tem que ser. A minha mãe é hipertensa. A gente tem que se cuidar desde cedo. Esse atendimento está sendo essencial para nós e para muitas pessoas. É uma mão na roda”, elogiou.

Gelson Oliveira, 60 anos, que se encontra em situação de rua, começou a almoçar no espaço desde que o restaurante foi inaugurado, há mais de 10 anos. Ele relata que teve muitas dificuldades no período em que o local ficou fechado. “A gente se virava. Pedia ajuda para alguns conhecidos. Foi um período muito difícil. Eu venho aqui por necessidade. Moro sozinho. Não sou aposentado. Não tenho bens e renda nenhuma. É o meu alimento de todo dia. Não só meu, como de muitos, ou até todos”, comentou.

Segundo o prefeito Jairo Jorge, um dos principais compromissos da atual gestão é cuidar das pessoas. “Para isso, o Restaurante Popular é extremamente importante, como forma de estender a mão aos canoenses que mais precisam. Chegar a 20 mil refeições é uma marca relevante, que nos motiva a ampliar ainda mais o serviço. Juntos, podemos amenizar o sofrimento de quem vive em situação de vulnerabilidade e promover a justiça social em nossa cidade”, destacou.

Para o secretário municipal de Cidadania, Paulo Bogado, o Restaurante Popular representa um serviço de acolhimento social para as famílias que mais necessitam. “Alcançar 20 mil refeições é um marco. É uma ação do prefeito Jairo Jorge, que é fundamental. Essas pessoas, em sua grande maioria, não têm o que comer e nem dinheiro para comprar comida. E isso o prefeito não admite. Por isso, que determinou que reabríssemos o restaurante para que a gente pudesse dar comida para as pessoas que vivem em extrema pobreza”, ressaltou.

 

Cardápio

O menu muda diariamente e é feito com base em orientações do setor de nutrição da Prefeitura. O cardápio é sempre composto por arroz, feijão, guarnição (massa, batata, aipim, polenta ou legumes), uma fonte de proteína animal (carne de gado ou frango) e verduras e uma fruta de sobremesa.

Atendimento

Para facilitar o acesso ao Restaurante Popular, a Prefeitura de Canoas cadastra os interessados diretamente no local. Para se inscrever, basta apresentar documento de identidade com foto e número de registro no Cadastro Único.

Abordagem

A prefeitura mantém um cadastro interno do restaurante com informações de todas as pessoas que passam pelo local. Os dados são importantes para verificar se os usuários estão sendo beneficiados por todos os projetos sociais oferecidos pelo município.

Fechamento

O espaço ficou fechado por dois anos, prejudicando a população beneficiada e gerando custos para os caixas do município. Com o valor gasto no período em que as portas ficaram fechadas poderiam ter sido servidas 20 mil refeições.

A prefeitura já trabalha para ampliar o número de refeições servidas no restaurante atual e abrir uma nova unidade em outro quadrante.

O Restaurante Popular fica localizado na Av Boqueirão, 2.751, no bairro Estância Velha. O modelo serve como referência para diversas cidades gaúchas, devido à enorme aceitação por parte da população vulnerável.

Foto: Alisson Moura/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2021 0 Comentários 696 Visualizações
Cidades

Espaço Nutrir é reinaugurado em Novo Hamburgo

Por Ester Ellwanger 02/09/2021
Por Ester Ellwanger

Com a condição de permanecer ao lado da filha, que tem autismo, e ao mesmo tempo aprender um novo ofício, Jaqueline Pinto, 43 anos, decidiu participar da oficina de panificação, que integra o Projeto Pão – Protagonismo, Ação e Oportunidade. E na manhã desta quinta-feira, 2 de setembro, essa pequena parte da vida das duas teve um desfecho muito especial. Mãe e filha receberam o certificado de conclusão da oficina, aptas a prepararem pães e complementarem tanto o consumo próprio quanto a renda da família. Jaqueline e a filha Manoela, 14, fazem parte do grupo de 1.020 pessoas a serem beneficiadas pelo projeto Pão, lançado nesta quinta-feira durante a reinauguração do Espaço Nutrir e entrega dos certificados.

“Vamos continuar com projetos sociais em nossa cidade. São importantes, pois acolhem a comunidade. Aqui, além de fazer pão, a comunidade também compartilha seus problemas e soluções”, destacou a prefeita Fátima Daudt durante a reinauguração. Localizado na Rua Padre Pedro Cyrillo Wolf, s/n, esquina com a Rua Leopoldo Wasun, junto às escolas Favo de Mel e Arnaldo Grin, no bairro Santo Afonso, o local é coordenado pelo Comitê Intersetorial do Bolsa Família, que integra a ação das secretarias municipais de Desenvolvimento Social (SDS), de Educação (Smed) e da Saúde (SMS).

As oficinas começaram em 16 de agosto e seguem com quatro turmas semanais até 16 de dezembro. Inscritos no Bolsa Família estão aptos automaticamente a participar, e a Prefeitura tem feito o trabalho de captação de alunos. Quem não está inscrito neste programa e tem interesse em participar deve se dirigir ao Cadastro Único (CadÚnico) na SDS, que fica na Rua David Canabarro, 20, Centro.

O que era bom ficou ainda melhor

Ao receber o certificado, Jaqueline não escondeu o orgulho. Por ela e principalmente pela filha. “Nossa relação sempre foi boa, sempre estamos juntas e, agora, vamos fazer pão juntas também. Se era bom, ficou ainda melhor”, diz Jaqueline que pretende fazer pães para vender e complementar a renda da família.

“Meu coração está cheio, é um dia feliz. Tenho certeza de que este projeto vai ajudar muitas pessoas e vamos seguir trabalhando por isso”, completou a prefeita. Para Fátima, o processo deste tipo de programa é ainda mais eficiente à medida em que é uma oportunidade de ouvir a comunidade, conhecer sua realidade e necessidades. O secretário de Desenvolvimento Social ressaltou a importância de acreditar nos sonhos e nas vocações e levar adiante o que se aprende, sempre em busca de crescimento.

 

Não é só o pão

Além de Manoela e Jaqueline, receberam os certificados Adelar Miguel da Fonseca Júnior e Daiane Natel. Daiane falou em nome dos usuários do projeto e se emocionou ao demonstrar sua gratidão pelas pessoas que proporcionaram sua formação. “Nem todo mundo gosta de ensinar o que aprende, não transmite conhecimento. Mas aqui é diferente”, disse Daiane. Exemplo dessas pessoas é o professor das oficinas, o jovem Tainan Sansigolo, que ensina a fazer os pães por meio de uma parceria com o Senac. Está no olhar de Tainan a satisfação em ensinar a preparar a massa. “Não é só fazer o pão, quem vem pra cá também tem a oportunidade de falar de si, ouvir os outros, sair da realidade que muitas vezes traz sofrimento ou agonia. São trocas muito especiais”, considera o professor.

A proposta do projeto Pão

A proposta é a implantação de oficinas de geração de renda, na área de panificação, como uma das alternativas não só para capacitar os usuários para o mundo do trabalho bem como fortalecer o vínculo com as três esferas do Programa: saúde, assistência social e educação. Assim, com esta ação intersetorial, a proposta poderá minimizar a médio prazo, os impactos causados pela pandemia na vida das pessoas, entendendo as condicionalidades do programa como direitos do cidadão.
As ações do Comitê Intersetorial se iniciaram em 2019 com propostas que contemplavam a oferta de oficinas de culinária para as famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa Família no Centro de Educação Nutricional, o Nutrir. Por causa da pandemia do coronavírus, a ação teve de ser cancelada. Após um ano de pandemia, a situação financeira das famílias se agravou aumentando a vulnerabilidade, se observando um aumento de 40% na busca por programas sociais, mesmo que os valores dos benefícios sejam insuficientes para dar conta de necessidades básicas, como alimentação.

Assim, o Comitê retoma a oferta de oficinas com o cumprimento de todos os protocolos de biossegurança. A escolha pela panificação levou em consideração dois aspectos, uma pesquisa realizada pelo CadÚnico, em 2019, junto aos beneficiários do município, sendo a temática da alimentação a mais prevalente entre as respostas e também a experiência da equipe do Nutrir, que ao longo de 23 anos, realizou inúmeras oficinas de culinária com usuários das redes de saúde e educação, com base na Política de Alimentação e Nutrição/MS.

Esta política, está organizada em diretrizes que abrangem o escopo da atenção nutricional no SUS com foco na vigilância, na promoção, na prevenção e no cuidado integral de agravos relacionados à alimentação e à nutrição; atividades, essas, que devem ser integradas às demais ações de saúde nas redes de atenção.

Outro aspecto considerado foi o processo de produção dos pães, do tempo de preparo ao cozimento, que permite a realização das outras duas oficinas citadas acima, favorecendo que, no mesmo turno, o participante possa receber várias informações que se complementam na atividade de geração de renda.

Serão público alvo deste projeto os residentes em Novo Hamburgo, com idade de 14 a 59 anos (preferencialmente mulheres entre 14 a 44 anos), beneficiários do Programa Bolsa Família ou inseridos no Cadastro Único habilitados para receber o benefício.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2021 0 Comentários 699 Visualizações
Variedades

Bibi doa 3 mil pares de calçados para instituições sociais brasileiras

Por Ester Ellwanger 01/09/2021
Por Ester Ellwanger

Neste ano, a Bibi promoveu no mês de julho uma liquidação que permitia que na compra de dois pares de calçados, o cliente levaria o terceiro e um quarto produto seria doado para instituições próximas das mais de 130 lojas da rede espalhadas pelo Brasil, selecionadas pelos próprios franqueados. Seguindo seu propósito, o objetivo da marca é o de criar boas lembranças para quem mais precisa e inspirar o bem.

Os calçados arrecadados pela ação foram doados às instituições durante o mês de agosto, em um ato que envolveu franqueados da rede, além dos colaboradores das lojas e das fábricas, que ficam localizadas em Parobé, no Rio Grande do Sul, e em Cruz das Almas, na Bahia. “Está no DNA da Bibi fazer e propagar o bem. Iniciativas com cunho social e ambiental são praticadas na empresa e também nas regiões onde atuamos. Acreditamos na força das comunidades locais para construímos essas boas lembranças”, comenta a presidente da empresa, Andrea Kohlrausch.

A marca, que está presente em todo o Brasil e em alguns países da América Latina com lojas exclusivas e via e-commerce, completou 72 anos de atuação no mercado calçadista infantil em 2021. Referência na produção e comercialização de produtos que permitem o desenvolvimento saudável nos pés das crianças, a Bibi também é pioneira e líder de mercado no que diz respeito ao desenvolvimento de produtos não tóxicos, produzidos a partir de pesquisas e estudos científicos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2021 0 Comentários 805 Visualizações
Variedades

Campanha Solidária da Pizza Hut encerra com mais de 1,4 tonelada arrecadada

Por Ester Ellwanger 31/08/2021
Por Ester Ellwanger

A Pizza Solidária, campanha idealizada pela Pizza Hut em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre que incentivou a doação de alimentos não-perecíveis em troca de desconto na pizza, encerrou com superação da meta de arrecadação. Com um montante de 1,4 tonelada de alimentos arrecadados na ação solidária, muitas famílias em vulnerabilidade social da capital foram ajudadas. A campanha também gerou mais de RS 15 mil reais em descontos para os clientes que participaram.

Segundo Dana Chmelnitsky, gerente de comunicação da Pizza Hut, as empresas precisam ter um papel ativo na sociedade e perceber que suas ações influenciam os seus consumidores. “A Pizza Solidária foi lançada pelo Pizza Hut com apoio da Prefeitura de Porto Alegre, mas os responsáveis pelo sucesso da campanha, foram os clientes. Nosso intuito além de ajudar as inúmeras famílias que passam fome, é trazer a mensagem que se cada um fizer o que está a seu alcance teremos um mundo melhor”, afirma.

Com o auxílio da Prefeitura de Porto Alegre foi realizada a coleta das doações e repassada integralmente às famílias mais necessitadas. De acordo com a primeira-dama da capital, Valéria Leopoldino, “toda vez que passávamos por algumas avenidas com o outdoor da campanha solidária da Pizza Hut, nosso coração se enchia de esperança por ver em lugar tão alto o reflexo das parcerias que dão certo, que alcançam aqueles que mais precisam num momento bem difícil como sociedade. Agradecemos de coração a Pizza Hut e que seja a primeira de muitas ações conjuntas, vocês trouxeram um verdadeiro sabor de vida”.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

31/08/2021 0 Comentários 754 Visualizações
Variedades

Políticas públicas para o bem-estar animal é tema de debate na Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo

Por Ester Ellwanger 27/08/2021
Por Ester Ellwanger

Em meio à pandemia, houve aumento significativo no número de adoções e compras de bichos de estimação, alguns deles por impulso de seus tutores, ocasionando na sequência abandonos. Essa é uma pauta recorrente no dia a dia e foi trazida para debate no Plenário da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo na noite desta quinta-feira, 26 de agosto. A médica veterinária Ana Caroline Rossi, que trabalha na Secretaria do Meio Ambiente de Caxias do Sul, destacou a necessidade de políticas públicas para tratar do bem-estar e da proteção animal. Ela é palestrante da atividade que também teve como debatedores Ráfaga Fontoura, secretário de Meio Ambiente de Novo Hamburgo; Fátima Ferreira, diretora do Canil Municipal; e Maicon Bonini, veterinário que também atua no local. A ação foi proposta por meio do requerimento de autoria do vereador Darlan Oliveira (PDT), relator da Comissão de Meio Ambiente. O presidente da Coman, Cristiano Coller (PTB), e o presidente da Casa, Raizer Ferreira (PSDB), uniram-se à promoção da iniciativa.

“Acredito na aprovação unânime do nosso projeto em segundo turno. Nó queremos trazer a iniciativa privada junto ao poder público. Incentivar uma agropecuária, por exemplo, dentro daquela semana, a abrigar animais para adoção. E fazer isso também dentro das escolas e da secretaria de Meio Ambiente. Com a eficiência do nosso canil, em parceria com a iniciativa privada, tenho certeza que vamos avançar neste acolhimento”, apontou o presidente do Legislativo.

Ráfaga Fontoura destacou que o Cempra (Centro de Proteção aos Animais) é responsável pelo canil municipal, pela fiscalização do bem-estar animal e pela política da zoonose. “Hoje, temos, entre gatos, cães e outros animais de grande porte, 40 mil em situação de rua em Novo Hamburgo. E esse número só aumenta. O canil comporta até 140 bichos embora estejamos abrigando 150. Realizamos uma média de 10 castrações por dia. E buscamos parceiros para que outras clínicas possam nos ajudar a aumentar esse número. Eu acredito que uma das melhores políticas de cuidado animal é justamente a castração”, salientou o secretario de meio ambiente.

No início de 2021, tivemos um aumento do abandono de animais, ao contrário do vivido em 2020. Por isso, temos de educar a população. Animal não é brinquedo, é um ser vivo, ainda que o código penal os tratasse durante muitos anos como objetos. Hoje, em relação a cães e gatos, já temos uma legislação bem estabelecida”.

Ele contou que o Projeto Castramóvel teve o funcionamento interrompido durante a pandemia. De acordo com a Seman, a ideia consiste em uma unidade móvel que realiza intervenção cirúrgica gratuitamente. O trabalho é realizado junto aos Agentes Comunitários de Saúde das Unidades de Saúde da Família (USFs) de cada bairro, que apontam as principais necessidades. Além disso, por meio do projeto, os moradores são orientados sobre a importância do controle populacional e da guarda responsável. “No início de 2021, tivemos um aumento do abandono de animais, ao contrário do vivido em 2020. Por isso, temos de educar a população. Animal não é brinquedo, é um ser vivo, ainda que o código penal os tratasse durante muitos anos como objetos. Hoje, em relação a cães e gatos, já temos uma legislação bem estabelecida”, falou. Ráfaga acredita que a castração resolverá o problema e não a retirada dos animais das ruas. “Dessa forma, podemos dar mais atenção às vítimas de maus-tratos e aos que precisam de cuidados especiais”, disse.

Coller ressaltou que um animal precisa de cuidado, atenção, amor, carinho, condições de levar ao veterinário e responsabilidade. “Vejo muito animal abandonado, maltratado. Animal não é brinquedo, cresce e não deve ser trocado por outro ou descartado. Gosto de animais, mas nunca fui desta causa animal. Mas percebo que temos de fazer algo para proteger e apoiar tantas ONGS que fazem um trabalho tão bom nesta área”, disse. O gabinete do petebista é responsável pelo Projeto Melhor Amigo NH que ajuda a castrar animais por preços subsidiados e que já possui diversos apoiadores.
Diretora do Canil de Novo Hamburgo, Fátima Ferreira concordou que o trabalho de educação e castração é lento e longo. “Enxugamos gelo, muitos dizem, mas sem isso não vamos a lugar nenhum. A longo prazo obteremos um bom resultado”, apontou. Ela também defende que os problemas dos animais de rua são de todas pessoas. “Se trabalharmos juntos, o resultado será bem melhor. Temos muitos bichos abandonados, e a pandemia piorou essa situação. Bichinhos semi-domiciliados são atropelados quando largados na rua. No canil, tem comida, atenção, mas não é o melhor lugar para eles ficarem. É triste”, disse.

 

Há cinco anos, tínhamos muito menos consciência da importância da castração. Antigamente, as pessoas não procuravam. Com muito amor, aos poucos, com dedicação, agradeço a todos os protetores que estão mudando esta realidade”.

Ela contou que a equipe do canil realiza a castração e devolve o animal para o local onde ele vive e no qual a comunidade cuida de forma coletiva, por exemplo. “Fazemos tudo o que está ao nosso alcance e vamos em busca de alternativas para o que não está”. O canil, segundo Fátima, realiza feirinhas de filhotes nas praças e enfatiza a importância da adoção consciente, de criar o animal solto e sem correntes. “Há cinco anos, tínhamos muito menos consciência da importância da castração. Antigamente, as pessoas não procuravam. Com muito amor, aos poucos, com dedicação, agradeço a todos os protetores que estão mudando esta realidade”. Ela convidou a todos para conhecer o canil de perto e as atividades que realizam.

Políticas Públicas

Palestrante da noite, a veterinária Ana Caroline Rossi, responsável pelo Canil de Caxias do Sul desde 2016 (que abriga cerca de 500 animais), revelou que o debate está sendo realizado justamente no Dia Mundial do Cão. “Que dia legal para promover este evento e estarmos todos aqui reunidos, com pensamentos parecidos, com o mesmo objetivo, que é o bem-estar dos bichos. Não suportamos ver o sofrimento dos animais de rua e lutamos para minimizar os danos e o abandono”, disse.

Ela falou sobre as políticas públicas adotadas pela cidade da Serra para garantir uma vida melhor e com mais qualidade aos bichinhos. Segundo Ana, é preciso educar a população, atualizar a legislação, fiscalizar e disponibilizar formas para que a comunidade realize denúncias sobre maus-tratos, além de realizar o controle populacional. A veterinária alertou ainda para a necessidade de o município estruturar um setor para resgate, abrigo, tratamento e adoção.

Fátima relatou que Caxias do Sul tem uma clínica licitada para realizar as castrações. Segundo ela, são R$ 496 mil investidos por ano para castrar 6.280 animais (523 por mês). Além disso, também detalhou que também desenvolvem ações de conscientização em bairros carentes e convênios com instituições de ensino superior. Por fim, destalhou como o setor é estruturado: Resgate (veículo, pessoal, material de captura, bombeiros); Tratamento (clínica licitada e convênio com Universidades); Abrigo (Canil Municipal e Lares Temporários de ONGs); Adoção (campanhas permanentes de adoção, com divulgação na mídia e equipe dedicada para este fim).

O público fez diversos questionamentos no decorrer da atividade, tanto de forma presencial quanto pelo Youtube. A diferença entre os cuidadores de animais e os acumuladores foi trazida à tona, sendo o segundo considerado um problema de saúde pública.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2021 0 Comentários 875 Visualizações
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