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Saúde

Entidades médicas gaúchas alertam população após aumento de casos de Mpox no Brasil

Por Jonathan da Silva 23/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e a Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI) divulgaram orientações à população diante do registro de casos de Mpox no Brasil em 2026. A nota conjunta foi publicada com base em dados atualizados do Ministério da Saúde em março, que apontam 149 registros relacionados à doença no país neste ano, sendo 140 confirmados e nove prováveis. O objetivo das entidades é informar sobre sintomas, formas de transmissão e prevenção, além de reforçar a importância do diagnóstico precoce e da vigilância epidemiológica.

De acordo com o levantamento, há ainda 539 casos suspeitos em investigação e não foram registradas mortes no período. A maior concentração de ocorrências está em São Paulo, com 93 registros confirmados ou prováveis, seguido por Rio de Janeiro, com 18, e pelos estados de Minas Gerais e Rondônia, com 11 casos cada.

No Rio Grande do Sul, de acordo com o monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde, não há aumento significativo de casos até o momento. Ainda assim, a circulação do vírus em outras regiões do país é considerada um fator de atenção, especialmente devido ao fluxo de pessoas entre estados.

O que é a Mpox

A Mpox é uma infecção viral do mesmo grupo da varíola humana, geralmente com menor gravidade. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões de pele, secreções ou objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas, além de situações de proximidade prolongada ou contato íntimo.

As entidades destacam que a circulação de pessoas, especialmente em viagens e eventos, pode favorecer a introdução de novos casos em regiões sem aumento expressivo, como o Rio Grande do Sul.

Quais são os sintomas

Entre os principais sinais da doença estão febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço, aumento dos gânglios e lesões na pele ou mucosas. As manifestações podem incluir bolhas ou feridas em regiões como rosto, mãos, pés, boca, área genital ou anal, além de dor ao urinar, ao engolir ou desconforto anorretal.

O que orientam os especialistas

A recomendação é buscar atendimento em serviços de saúde diante do surgimento desses sintomas, especialmente quando houver lesões cutâneas associadas a febre ou mal-estar. A confirmação do diagnóstico pode exigir exames laboratoriais, já que a doença pode ser confundida com outras condições.

As medidas de prevenção incluem evitar contato direto com lesões de pessoas com suspeita da doença, não compartilhar objetos pessoais e manter a higiene frequente das mãos. Também é orientado procurar avaliação médica ao identificar alterações na pele ou outros sintomas.

As entidades ressaltam que o país conta com sistemas de vigilância epidemiológica, notificação obrigatória e fluxos de diagnóstico e acompanhamento. A resposta ao cenário depende do reconhecimento precoce dos sinais e da comunicação com a população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2026 0 Comentários 125 Visualizações
Saúde

Amrigs e SGI emitem Nota Pública sobre a dengue

Por Jonathan da Silva 14/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e a Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI) emitiram nesta terça-feira (12) uma nota pública conjunta em alerta à população sobre o aumento dos casos de dengue no estado e o decreto de situação de emergência no Rio Grande do Sul. Diante da elevação de casos confirmados até o momento em 2024 e o registro de vinte mortes pela doença, as entidades destacam a necessidade de medidas preventivas urgentes.

Segundo Dra. Rafaela Mafaciolli, infectologista e diretora de Comunicação da SGI, a situação configura uma epidemia de dengue, exigindo ações imediatas para conter a propagação do vírus.

A Nota Pública também oferece orientações sobre como identificar os sintomas e diferenciá-los de outras infecções, destacando a importância da consulta médica em casos de suspeita. Quanto às medidas preventivas, são enfatizadas a eliminação de possíveis criadouros do mosquito, o uso de repelentes e telas em janelas, além da vacinação disponível em clínicas privadas. “Um alerta que estamos reforçando é que as pessoas não se automediquem. Há riscos sérios de complicações. É preciso atenção em duas frentes: uma na prevenção, eliminando os focos do mosquito transmissor; e outra no manejo adequado dos pacientes que, infelizmente, são infectados”, afirma o presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr.

Identificação dos sintomas

A dengue pode variar desde uma doença assintomática (sem sintomas), e mesmo até quadros graves, como hemorragia, podendo causar morte.

Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39°C a 40°C) com início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Também é comum ocorrerem náuseas e vômitos. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.

Sinais de alguma outra eventual infecção

Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante a avaliação médica rápida em caso de suspeita e, em casos confirmados, ter acompanhamento médicos nos dias seguintes ao diagnóstico.

Médico certo

Em caso de suspeita, orienta-se procurar atendimento médico com clínico geral (podendo ser nas Unidades Básicas de Saúde), médico internista ou infectologista. Dependendo da gravidade dos sinais e sintomas do paciente, pode ser necessário procurar atendimento em unidades de pronto atendimento.

Medidas preventivas mais importantes

A principal forma de prevenir a dengue é reduzir a infestação do mosquito Aedes aegypti. Destaca-se também a eliminação de água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros (como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos), e a revisão periódica (semanal) dos focos de proliferação dos mosquitos.

O uso de repelentes, telas em janelas, também ajudam na prevenção.

Além disso, o SUS está destinando vacinas para regiões de saúde com municípios de grande porte, com alta transmissão nos últimos dez anos. O Rio Grande do Sul, inicialmente, não está nessa lista, mas estão disponíveis em clínicas privadas.

O uso de repelente

Os repelentes também ajudam a prevenção, desde que usados conforme as instruções do rótulo.

Cuidados em apartamentos

Os cuidados seguem os mesmos: não deixar água parada em vasos de plantas, colocar telas mosquiteiras nas janelas e uso de repelente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2024 1 Comentário 469 Visualizações

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