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setor calçadista

Business

Mared Têxtil recebe certificação do Origem Sustentável

Por Marcel Vogt 23/10/2023
Por Marcel Vogt

Mais uma empresa de componentes para calçados acaba de ser certificada no âmbito do Origem Sustentável. A cerimônia de certificação da Mared Têxtil aconteceu no último dia 19 de outubro, na sede da indústria, em Sapiranga/RS, e contou com as presenças das diretorias da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e da empresa.

Certificada no nível Bronze, o que significa mais de 20% dos indicadores do programa alcançados, a empresa foi criada em 2008 e, desde lá, vem se destacando no cenário calçadista brasileiro por seus produtos têxteis de alta qualidade, além de uma ampla gama de produtos, incluindo atacadores, fitas, gorgorões e elásticos. Segundo a coordenadora administrativa da empresa, Morgana Araújo, um dos atributos que a Mared Têxtil oferece ao mercado é justamente a sustentabilidade, não somente no âmbito ambiental, mas também social e econômico. “A Mared Têxtil reconhece que a sustentabilidade não é apenas uma tendência, mas uma abordagem essencial para garantir seu próprio sucesso a longo prazo e contribuir para um mundo mais equilibrado e saudável”, destaca Morgana.

Transparência

Morgana ressalta, ainda, que a transparência do Origem Sustentável é um dos principais benefícios do programa, refletindo também na organização das empresas certificadas, especialmente porque deixa claro que a sustentabilidade é uma jornada e, portanto, deve ser permanente e acompanhada pela direção.  “Com essa abordagem instigada pelo programa, rastreamos e documentamos cada etapa de nossa cadeia de suprimentos, desde a matéria-prima até o produto final, aumentando nossa visibilidade perante os clientes e atraindo novos negócios, uma vez que muitos consumidores valorizam empresas comprometidas com a sustentabilidade”, avalia.

Sobre o programa

Criado pela Assintecal em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade, contando atualmente com mais de 90 empresas certificadas ou em processo de certificação. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como SENAI, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2023 0 Comentários 608 Visualizações
Variedades

Issur destaca 20 anos da Merkator na Assembleia na próxima semana

Por Marcel Vogt 20/10/2023
Por Marcel Vogt

Na próxima terça-feira, 24, o deputado estadual Issur Koch dedica o Grande Expediente da sessão da Assembleia Legislativa à Merkator Feiras e Eventos, de Novo Hamburgo, que completa este ano duas décadas de história e trabalho a favor do setor calçadista.

Comandada por seu idealizador, o empresário Frederico Pletsch (Fredão), a Merkator é a maior promotora de feiras de calçados do País e prepara-se para voos maiores, com a ambição de conquistar países da América Latina muito em breve.

“Com talento e visão empreendedora, ao lado de uma grande equipe com outras duas diretoras, sua filha Roberta (Beta) e Nice Barcelos, Fredão construiu uma empresa vencedora e conseguiu atrair para o Rio Grande do Sul os maiores eventos de calçados do Brasil. Esse trabalho de promoção da cadeia produtiva, com a geração de negócios e oportunidades precisa ser destacado e reconhecido pelo Parlamento Gaúcho”, justifica Issur.

A sessão inicia às 14h, com transmissão pela TV e redes sociais da Assembleia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/10/2023 0 Comentários 454 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam mais de US$ 900 milhões até setembro

Por Marcel Vogt 10/10/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e setembro, foram exportados 90,63 milhões de pares, os quais geraram US$ 907,17 milhões, resultados inferiores tanto em volume (-16%) quanto em valores (-8,4%) em relação ao mesmo período do ano passado. O recorte mensal de setembro aponta para a exportação de 8,36 milhões de pares e US$ 84 milhões, quedas de 19% e 23,2%, respectivamente, ante o mês nove de 2022. Na comparação com os nove primeiros meses da pré-pandemia, em 2019, o setor segue positivo em 6,1% em volume e em 23,7%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, infelizmente, a queda nos embarques já estava “mapeada” pelo setor. “As exportações de calçados vêm caindo desde o início do ano por fatores macroeconômicos e também porque a base do ano passado é muito forte, então não existe nada de novo. No ano passado, não custa lembrar, tivemos o melhor resultado em 12 anos nas exportações de calçados. Em 2023, fatores como o retorno forte da China ao mercado, depois de rigorosas políticas de Covid Zero que atrasaram sua produção, a normalização dos preços dos fretes, o desaquecimento da economia mundial, em especial, a do nosso principal destino (Estados Unidos) e a alta da inflação têm prejudicado a nossa performance”, avalia. Segundo o executivo, nos próximos meses a queda deve ser menor, já que a base dos últimos meses de 2022 é mais fraca. “A estimativa da Abicalçados é de encerrarmos o ano com uma queda aproximada de 9% nos embarques”, prevê.

Ultrapassando os Estados Unidos como o principal destino das exportações de calçados brasileiros, entre janeiro e setembro, a Argentina importou 11,8 milhões de pares por US$ 185,36 milhões, queda de 11,7% em volume e alta de 27,6% em receita, no comparativo com o período correspondente de 2022. “A Argentina, apesar de todos os seus problemas, como o represamento de pagamentos e a grave crise econômica interna, é um mercado fundamental para o calçado brasileiro”, avalia Ferreira.

O segundo destino, com importante retração nas suas importações de calçados verde-amarelos, é os Estados Unidos. Enfrentando uma crise inflacionária, os consumidores norte-americanos vêm consumindo menos calçados. Além disso, o Brasil, que tem um market share de 1% daquele mercado, vem perdendo posições para os asiáticos. Entre janeiro e setembro, foram embarcados para lá 7,9 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 174 milhões, quedas de 48,4% em volume e de 35,7% em receita em relação aos registros do mesmo ínterim de 2022.

Na terceira posição entre os destinos do calçado nacional, apareceu a França, para onde foram embarcados 2,23 milhões de pares por US$ 42 milhões, quedas de 57,8% em volume e de 14% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Estados

Entre janeiro e setembro, o principal exportador de calçados foi o Rio Grande do Sul. No período, partiram das fábricas gaúchas 27,28 milhões de pares, que geraram US$ 418,2 milhões, quedas de 17,8% em volume e de 11,4% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará, que entre janeiro e setembro embarcou ao exterior 27,2 milhões de pares por US$ 200,88 milhões, queda de 13,5% em volume e incremento de 0,2% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

Apesar de registrar quedas tanto em volume embarcado (-26%) quanto em receita gerada (-17,7%), São Paulo segue como o terceiro maior exportador do produto no Brasil. Nos nove primeiros meses de 2023, as fábricas paulistas exportaram 5,93 milhões de pares por US$ 85 milhões.

Importações em alta

Ao contrário das exportações, as importações de calçados seguem em alta. Entre janeiro e setembro, entraram no Brasil 23 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 348 milhões, incrementos tanto em volume (+13,4%) quanto em receita (+28,2%) em relação ao mesmo período do ano passado. As principais origens seguem sendo os países asiáticos, que respondem por mais de 85% do total de calçados que entram no País.

Entre janeiro e setembro, o Vietnã embarcou 7,64 milhões de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 170,44 milhões, incrementos tanto em volume (+26,8%) quanto em receita (+35,2%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Na sequência, apareceram a Indonésia, que exportou ao Brasil 3,27 milhões de pares por US$ 65,6 milhões, incrementos de 43% e 42,6%, respectivamente, ante 2022; e a China, com 8,45 milhões de pares e US$ 39,17 milhões, queda de 3,7% em volume e incremento de 1,5% em receita.

Segundo Ferreira, o aumento das importações é potencializado pelo problema da isenção de impostos para remessas de plataformas cross border (e-commerce internacional) em produtos de até US$ 50. “A junção dos fatores traz uma concorrência desleal e extremamente dura para a indústria brasileira de calçados”, comenta.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc -, as importações de janeiro a setembro somaram US$ 20,9 milhões, 4,4% menos do que no mesmo período de 2022. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2023 0 Comentários 386 Visualizações
Business

Bibi é a primeira empresa três vezes certificada pelo Origem Sustentável

Por Marcel Vogt 09/10/2023
Por Marcel Vogt

A Calçados Bibi, de Parobé/RS, segue fazendo história em sua jornada de sustentabilidade. No dia 9 de outubro, mais uma importante etapa foi cumprida. Em cerimônia realizada na sede da empresa, acompanhada pela sua diretoria e colaboradores, além do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, a calçadista foi certificada pela terceira vez seguida no nível máximo (Diamante) do Origem Sustentável, único programa de certificação de ESG para empresas da cadeia produtiva de calçados no mundo.

Na oportunidade, a presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch, destacou a importância da trajetória sustentável da calçadista, que há mais de 70 anos inova nas suas criações para os pequenos e pequenas sem perder suas características de sustentabilidade. “O posicionamento e as estratégias adotadas mostram que a Bibi está contribuindo para o desenvolvimento de melhores práticas no setor. Somos a primeira empresa a realizar estudos científicos com o objetivo de criar o calçado ideal para crianças e sempre buscamos ser uma empresa que trabalha com foco em questões sustentáveis”, comentou Andrea, ressaltando o orgulho de ser a primeira empresa três vezes certificada nível máximo do programa. Entre os destaques da calçadista está a utilização de matéria-prima 100% atóxica, alinhamento das questões de sustentabilidade com fornecedores, o não descarte das sobras da indústria, a Fábrica de Talentos, entre muitas outras.

Ferreira ressaltou que o Origem Sustentável já é uma referência internacional, auxiliando a indústria calçadista brasileira na sua competitividade. “O Origem Sustentável é um programa único no mundo e coloca a nossa indústria em uma posição de vantagem, especialmente em relação às grandes produtoras da Ásia, que não respeitam as questões de ESG. A Bibi, com essa terceira certificação, além de confirmar o seu compromisso com o planeta, ganha um diferencial importante no mercado nacional e internacional”, comentou o dirigente.

Sobre o Origem Sustentável

Criado pela Abicalçados em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade, contando atualmente com mais de 100 empresas certificadas ou em processo de certificação. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como SENAI, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2023 0 Comentários 613 Visualizações
Business

Feira de calçados Bfshow terá mais de 100 marcas exclusivas

Por Marcel Vogt 03/10/2023
Por Marcel Vogt

Criada para ser a principal feira de calçados do Brasil, reunindo todos os polos e segmentos do setor, a Brazilian Footwear Show (Bfshow) anuncia que, há pouco menos de 60 dias da sua inauguração, está com 96% dos espaços de exposição comercializados com a presença das principais marcas do País. Das marcas confirmadas, mais de 100 estarão exclusivamente na Bfshow, em Porto Alegre/RS.

A feira promovida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e operacionalizada pela NürnbergMesse Brasil apresenta sua primeira edição entre os dias 21 e 23 de novembro, no Centro de Eventos FIERGS, na capital gaúcha.

Uma das grandes empresas confirmadas é a Vulcabras, de Parobé/RS. Conforme o CEO do grupo, Pedro Bartelle, a escolha pela mostra é estratégica para o fortalecimento do setor calçadista brasileiro. “A Vulcabras entende a importância de posicionar o Brasil, a tecnologia e a inovação no setor calçadista brasileiro. É a oportunidade de voltarmos a discutir a importância da maior indústria de calçados fora da Ásia, uma das mais sustentáveis do mundo”, comenta.

A PG4 Galleria, indústria de calçados masculinos de alto valor agregado de Franca/SP, também já garantiu presença exclusivamente na Bfshow. O diretor da empresa, Giuliano Spinelli, destaca que as marcas líderes de cada segmento estarão na feira, o que a posiciona como a principal e mais atrativa feira de negócios para o setor no Brasil. “O foco será em negócios, então o lojista ou o importador que vir ao evento, estará no local certo para o seu abastecimento, pois vai encontrar as principais marcas, de todos os nichos, segmentos e polos”, avalia.

União do setor

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o sucesso da Bfshow é fruto da união do setor calçadista nacional que, em sua grande parte, entendeu a importância de ter uma feira de nível internacional que reverta em investimentos para o próprio setor por meio de projetos e, não para uma empresa privada. “Prova disso é que mais de 90% das marcas que estarão na Bfshow, estarão exclusivamente conosco e em nenhuma outra feira. Certamente, os compradores, tanto nacionais quanto internacionais que vierem para a mostra ficarão positivamente satisfeitos em encontrar as principais marcas de cada segmento em um ambiente todo preparado para a efetivação de negócios. Será um verdadeiro show do calçado nacional”, comenta.

Novo modelo de feiras no Brasil

A NürnbergMesse Brasil, empresa promotora ligada ao grupo alemão NürnbergMesse responsável pela operacionalização da Bfshow, reporta que mais de 10 mil compradores devem visitar a primeira edição da feira calçadista. “A Bfshow já é um sucesso desde o seu anúncio. Seguindo uma tendência internacional das principais mostras, como a Micam Milano, que é promovida pela associação de calçadistas italianos, a feira foi criada pelo mercado e para o mercado, revertendo recursos para reinvestir no próprio setor por meio da sua associação de classe. É um novo modelo de feiras de calçados que está nascendo no Brasil”, comenta o CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo.

O credenciamento para a primeira edição da BFSHOW está aberto no site https://bfshow.com.br/, local em que poderão ser consultadas as marcas já confirmadas e demais informações sobre o evento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2023 0 Comentários 529 Visualizações
Business

Abicalçados divulgará projeções do setor no próximo dia 10

Por Marcel Vogt 29/09/2023
Por Marcel Vogt

Visando auxiliar as empresas do setor na tomada de decisões e estratégias comerciais nos curto e médio prazos, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) realizará, no próximo dia 10 de outubro, mais uma edição do evento Análise de Cenários. No evento, que será on-line e gratuito, serão divulgadas revisões das projeções de crescimento da produção e exportações de calçados para 2023 e divulgadas as projeções para 2024, além de apresentadas análises da macroeconomia mundial, nacional e setorial.

Segundo Priscila Linck, coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados que apresentará o Análise de Cenários juntamente com o doutor em Economia Marcos Lélis, a baixa dinâmica das exportações de calçados brasileiros, somada à queda nas vendas do varejo, provocaram uma revisão da projeção de crescimento da produção. Antes em uma banda de incremento entre 2,1% e 3,8%, a projeção da Abicalçados aponta agora para um crescimento entre 1% e 1,7%, totalizando entre 857 e 863 milhões de pares produzidos. Para 2024, Priscila adianta que o setor seguirá em recuperação, inclusive em índices mais elevados. “Seguiremos mais dependentes do mercado doméstico, como em 2023. Na Análise de Cenários apresentaremos esses números em primeira mão ao mercado”, conclui.

Para participar do evento é necessário realizar a inscrição no site

Serviço

O que: Análise de Cenários
Quando: 10/10/2023 ás 15h30
Onde: On-line
Quanto: Evento gratuito
Inscrições: https://bit.ly/AnaliseDeCenarios2023.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2023 0 Comentários 403 Visualizações
Business

Cadeia produtiva do setor calçadista avalia cenário internacional

Por Marcel Vogt 27/09/2023
Por Marcel Vogt

Após um ano de bons resultados, em 2022, a maior parte da cadeia produtiva do calçado tem sofrido reveses consecutivos no comércio internacional ao longo do ano corrente. As explicações, além do cenário econômico conturbado, são desde barreiras comerciais para pagamentos até a concorrência com produtores asiáticos, que voltaram com apetite ao mercado após políticas rígidas para contenção da pandemia de Covid-19 e a normalização dos preços do frete internacional.

Representando mais de 4,5 mil indústrias de calçados brasileiras, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) destaca que as exportações do setor vêm caindo desde o final de 2022. Conforme dado mais recente, entre janeiro e agosto as exportações do setor somaram 82,28 milhões de pares, que geraram US$ 823,15 milhões, quedas de 15,7% em volume e de 6,6% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado. Em 2022, o crescimento foi de 14,8% em volume (142 milhões de pares) e 45,5% em receita (US$ 1,3 bilhão) em relação a 2021.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, destaca que impactaram negativamente no resultado o desaquecimento da economia internacional, que deve crescer 3% em 2023, bem abaixo dos níveis históricos. “A combinação do cenário internacional de inflação, alta de juros e queda na demanda dos nossos principais destinos não traz boas expectativas para as exportações brasileiras. Para 2023, trabalhamos com uma projeção de queda entre 6,7% e 9,1% em volumes e de 8,7% a 9,7% em receita na relação com 2022”, comenta.

Principal destino do calçado brasileiro no exterior, a Argentina vem diminuindo suas importações de forma generalizada devido à crise econômica interna e à tentativa de preservação de suas parcas reservas internacionais por meio de barreiras como a medida do Banco Central da República Argentina (BCRA), que alterou as condições de acesso ao Mercado Único de Câmbio para pagamento de importações. Segundo Priscila, muitos calçadistas brasileiros, em função desta resolução, estão deixando de exportar ou exportando menos para a Argentina. “Soma-se a essa barreira, a projeção negativa da economia argentina, que deve encolher 2,5% em 2022”, acrescenta. Entre janeiro e julho, os argentinos importaram 9,36 milhões de pares verde-amarelos, 8,3% menos do que no mesmo período do ano passado. Já as importações de calçados totais na Argentina também caíram, mas menos, o que aponta para uma perda de market share local para o calçado brasileiro. Entre janeiro e julho, as importações de calçados na Argentina caíram 3,4%, no comparativo com o mesmo intervalo de 2022. “A participação do Brasil, nos sete primeiros meses, passou de 53% para 40%. E dos asiáticos, somados (China, Indonésia e Vietnã), de 44% para 56%”, conta Priscila.

Segundo destino do calçado brasileiro no exterior, os Estados Unidos também vêm importando menos produtos verde-amarelos em função da crise interna e da tentativa de conter a inflação por meio de taxas de juros históricas (as maiores em 22 anos). Entre janeiro e julho, os exportadores brasileiros enviaram para lá 6,3 milhões de pares, 51,4% menos do que no mesmo intervalo do ano passado. No mesmo período, as importações totais de calçados dos Estados Unidos caíram 33% em volume – o que significa mais de 500 milhões de pares. “A participação da China no mercado dos Estados Unidos aumentou de 60% para 61% no período, enquanto a brasileira caiu de 1% para 0,5%”, diz. Para 2023, a expectativa é de que a economia norte-americana cresça apenas 1,8%, bem abaixo dos patamares históricos.

Couros: caminho inverso

Exportando entre 70% e 80% de sua produção de mais de 40 milhões de peles todos os anos, a indústria de couros brasileira está com resultados inversos aos registrados pelas calçadistas e empresas de componentes e químicos. Diferentemente dos outros setores da cadeia, os curtumes registraram dificuldades também ao longo de 2022, em função das restrições ainda vigentes àquela época sobre a pandemia na Ásia e com o conflito Ucrânia e Rússia. “A indústria brasileira de couros teve avanços importantes em 2022, apesar dos grandes desafios relacionados ao mercado e à situação econômica e política global, especialmente na Ásia e na Europa, onde grandes clientes do nosso material estão. Em números, as exportações de couros do Brasil, em 2022, chegaram a US$ 1,22 bilhão, o que representou uma redução de 13,8% sobre 2021”, conta o gestor de Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Rogério Cunha.

Já em 2023, os números estão melhores para a indústria do couro brasileiro. Dados elaborados pelo CICB apontam que, de janeiro a julho de 2023, o país vendeu ao mercado externo um total de 89,7 milhões de metros quadrados de couros, 9,3% mais do que no mesmo intervalo do ano passado. “Tivemos no final de agosto a feira All China Leather Exhibition, em Xangai, que não ocorria desde 2019, e seu retorno teve um excelente resultado para os 13 curtumes brasileiros expositores. Há um sentimento geral de que a China venha a melhorar sua economia ainda em 2023, considerando o crescimento de 5,5% de seu PIB no primeiro semestre do ano”, destaca Cunha, acrescentando que a China, como principal destino internacional do couro brasileiro – market share de mais de 27% -, tem reflexos importantes nas exportações do setor. “Vemos com otimismo as perspectivas das exportações para o segundo semestre do ano, com a possibilidade de crescimento em volume”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2023 0 Comentários 655 Visualizações
Variedades

Medalha da Legislatura para Celso Jorge

Por Marcel Vogt 27/09/2023
Por Marcel Vogt

O setor calçadista é parte fundamental da economia e é feito por pessoas abnegadas. Nesta terça-feira, em solenidade na Assembleia Legislativa, o deputado Issur Koch reconheceu o trabalho do calçadista Celso Jorge, diretor presidente da Luz da Lua, com a Medalha da 56ª Legislatura.

“É graças a visionários como ele que nossa indústria prospera. Este empresário não apenas construiu um modelo de negócio, mas impactou a vida de milhares de pessoas e de muitas comunidades que hoje contam com suas unidades e franquias”, justificou Issur.

Emocionado, Celso destacou o apoio de seus colaboradores na construção da marca. “As dificuldades de mercado são para todos, mas as pessoas fazem a diferença se estiverem motivadas. Temos uma equipe maravilhosa e esse reconhecimento que recebo hoje é dedicado a eles, ao meu sócio Delmar Bender e à minha família”, destacou.

Foto: Celso Bender/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2023 0 Comentários 571 Visualizações
Business

Feira italiana deve gerar mais de US$ 30 milhões

Por Marcel Vogt 25/09/2023
Por Marcel Vogt

A feira italiana Micam Milano, que aconteceu entre os dias 17 e 20 de setembro, em Milão, deve gerar mais de US$ 30 milhões para as 76 marcas brasileiras expositoras. Integrando a terceira maior delegação estrangeira do evento, atrás da espanhola e turca, as empresas verde-amarelas foram apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de fomento à exportação de calçados.

A analista de Promoção Comercial da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Paola Pontin, destaca que a feira confirmou as boas expectativas e até mesmo surpreendeu algumas empresas. “O evento não somente teve grande movimentação nos primeiros dias, mas também contou com compradores qualificados”, comentou.

Segundo a analista, mesmo com os problemas macroeconômicos, a Europa se destacou como um grande consumidor de calçados brasileiros durante o evento. “Além de europeus, as marcas brasileiras reportaram visitação de compradores do Oriente Médio, Ásia, Oceania e Américas. Foi uma Micam Milano bastante internacionalizada”, acrescenta. Relatório da Abicalçados aponta que, in loco, foram comercializados mais de 740 mil pares de calçados brasileiros, que geraram mais de US$ 10,3 milhões.

Expositores

O coordenador de exportações da Andacco, Leandro Fernandes de Oliveira, conta que muitos pedidos foram concretizados no evento, o que transformou a edição da Micam Milano na melhor dos anos mais recentes. “Em comparação com a feira do ano passado, vendemos mais do que o dobro de calçados”, comemora. Segundo ele, além de clientes tradicionais, a empresa recebeu novos contatos de mercados da Austrália, Suíça, Arábia Saudita, Chile, entre outros. Com uma produção de 4 mil pares de calçados por dia, a empresa de São Sebastião do Paraíso/MG exporta cerca de 50% dos seus produtos, especialmente para os Estados Unidos, Europa e América Latina.

A CEO da marca Guilhermina, de Sapiranga/RS, Maristela Becker Hübner, avalia a participação como bastante positiva. “Recebemos clientes antigos e novos, principalmente dos Emirados Árabes Unidos, Israel, Austrália, Itália, França, Sérvia e até mesmo Ucrânia e Rússia”, conta. A empresa está buscando distribuidores para a Europa. “Na BFSHOW, em Porto Alegre/RS, receberemos um distribuidor italiano com o qual estamos negociando”, afirma a CEO. Produzindo de 800 a 1.000 pares diariamente, a Guilhermina exporta 50% de sua produção de calçados femininos premium para os Estados Unidos, Inglaterra, Emirados Árabes Unidos, Israel, Bélgica, África do Sul, República Dominicana, entre outros.

Estreando em feiras internacionais, a Kenner e a Redley, produzidas pelo grupo S2 Holding, do Rio de Janeiro/RJ, tiveram uma exposição positiva. Chamado para realizar a internacionalização das duas marcas, o diretor de exportações da empresa, Jefferson Berz, ressalta que a Micam Milano foi um marco na história das marcas. “Tivemos um feedback extremamente positivo, com negócios fechados já na feira e outros que ficaram alinhavados e que devem ocorrer na nossa próxima mostra, a BFSHOW”, avalia. Segundo o diretor, pelo menos 20% dos compradores que passaram no estande durante a mostra demonstraram interesse na mais nova feira internacional do calçado verde-amarelo que terá sua primeira edição na capital gaúcha. Com uma produção que totaliza 9 milhões de pares – somando Kenner e Redley -, a empresa busca a meta de exportar entre 10% e 20% dos seus calçados até 2028. “Para isso, as feiras internacionais são fundamentais”, conclui Berz.

Sustentável

No estande institucional do Brazilian Footwear uma exposição de calçados produzidos por empresas certificadas pelo Origem Sustentável, única certificação de ESG para a cadeia produtiva do setor no mundo, chamou a atenção. No total, foram expostos produtos de nove empresas que estavam com estandes na Micam Milano – Ramarim, Bibi, Calçados Beira Rio, Grendene, Kenner, Wirth, Piccadilly, Usaflex e Pegada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2023 0 Comentários 536 Visualizações
Business

Bibi participará da 1ª edição da BFSHOW em Porto Alegre

Por Marcel Vogt 21/09/2023
Por Marcel Vogt

A Calçados Bibi, marca pioneira no mercado infantil, é presença confirmada na primeira edição da Brazilian Footwear Show (BFSHOW). A feira será realizada de 21 a 23 de novembro, em Porto Alegre, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). A Bibi irá apresentar aos compradores nacionais e internacionais a coleção Inverno 2024. Segundo a organização, são esperados mais de 10 mil visitantes.

A BFSHOW é considerada uma vitrine do calçado brasileiro. Dessa forma, o evento apresenta oportunidades de conexão para que clientes encontrem a diversidade e qualidade de calçados femininos, masculinos, infantis e esportivos de diferentes portes e polos produtivos, que irão apresentar os diferenciais da indústria calçadista nacional. A iniciativa contará com duas edições anuais, sendo a segunda marcada entre 21 e 23 de maio de 2024, para o lançamento das coleções de primavera/verão 2025, dessa vez em São Paulo, no Transamérica Expo Center, localizado na capital paulista.

“A Bibi escolheu a BFSHOW para participar e efetuar o lançamento da coleção Inverno 2024 para o canal multimarca e alguns importadores da região. Esta será a primeira edição, mas estamos junto com o setor calçadista que fez uma pesquisa em parceria com as indústrias e outros canais, buscando viabilizar um novo formato de feira, que será em Porto Alegre, além de trazer melhorias para a logística das marcas participantes e dos visitantes. Diante de tudo isso, estamos com boas expectativas para darmos início à divulgação da nossa nova coleção voltada para crianças de 0 a 9 anos. Assim, buscamos colocar em prática o nosso propósito de fazer o bem, auxiliando o desenvolvimento infantil por meio de produtos com conforto e qualidade”, ressalta a presidente da marca, Andrea Kohlrausch.

Atualmente, a Bibi conta com mais de 150 lojas espalhadas pelo mundo, sendo 20 delas localizadas em países da América Latina. Com dois parques fabris localizados em Parobé, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, a marca produz mais de 2,6 milhões de pares de calçados por ano. Destes, cerca de 20% são destinados à exportação para mais de 60 países nos cinco continentes. A Bibi também tem uma forte atuação no canal de e-commerce própria e em mais de 3 mil lojas multimarcas em diferentes regiões brasileiras.

Sobre a Calçados Bibi

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço.

Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2,6 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 60 países nos cinco continentes, no Brasil está em 3 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 150 lojas. A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico, Cultural e Social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/09/2023 0 Comentários 715 Visualizações
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