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Secex

Business

Exportações de calçados somam US$ 1,2 bilhão até novembro

Por Amanda Krohn 07/12/2022
Por Amanda Krohn

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e novembro, as exportações do setor somaram 129,2 milhões de pares e geraram US$ 1,2 bilhão, altas de 16,7% em volume e de 49% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de novembro, foram embarcados 10 milhões de pares, que geraram US$ 95,5 milhões, queda de 13,4% em pares e incremento de 2,5% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, embora os três últimos meses já reflitam a desaceleração do cenário internacional – redução do poder de compra dos consumidores e os efeitos da reinserção gradual da China no mercado -, os dados ainda apontam para uma performance positiva e acima da registrada pela Indústria de Transformação brasileira. “O crescimento do PIB mundial para 2022, previsto inicialmente para alcançar 4,4%, foi revisto para 3,2%. Ainda assim, as exportações brasileiras de calçados têm mantido sua recuperação de preço médio, agregando valor à pauta exportadora”, avalia o executivo, ressaltando que nos 11 primeiros meses do ano o preço médio dos calçados exportados situou-se 9,2% acima do nível prévio à pandemia.

Principal destino do calçado brasileiro no exterior, os Estados Unidos é um dos principais responsáveis pela desaceleração internacional do setor. “As importações do mercado vinham crescendo acima da resposta do varejo norte americano ao longo do ano. O ajuste que percebemos nos últimos meses é reflexo da menor demanda local”, explica Ferreira, ressaltando que em novembro as exportações para lá registraram uma queda de 44,4%, em volume, em relação ao mesmo correspondente de 2021. Entre janeiro e novembro, foram embarcados para os Estados Unidos 16,8 milhões de pares, que geraram US$ 310,8 milhões, incrementos tanto em volume (+24%) quanto em receita (+52%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo destino do calçado brasileiro no exterior foi a Argentina. Entre janeiro e novembro, os hermanos importaram 15 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 168,7 milhões, altas de 28,3% em volume e de 67,2% em receita na relação com o mesmo período de 2021. O terceiro destino dos 11 meses foi a França, para onde foram embarcados 5,83 milhões de pares por US$ 59,47 milhões, queda de 17,7% em volume e incremento de 5% em valores na relação com o mesmo ínterim do ano passado.

RS responde por quase metade da receita

Com US$ 566,9 milhões gerados nos 11 primeiros meses do ano, o Rio Grande do Sul é o maior exportador de calçados do Brasil. Somando o embarque de 39,67 milhões de pares no período, o Estado está com índices superiores tanto em volume (+34,3%) quanto em receita (+55,8%) na relação com o mesmo período de 2021. O segundo maior exportador de calçados do Brasil é o Ceará. Entre janeiro e novembro, partiram das fábricas cearenses 37 milhões de pares, que geraram US$ 244,4 milhões, incrementos de 13% em volume e de 33% em receita na relação com o período correspondente do ano passado.

O terceiro estado exportador de calçados no ranking nacional é São Paulo. De janeiro a novembro, as exportações paulistas somaram 10 milhões de pares e US$ 129,47 milhões, altas tanto em volume (+33,3%) quanto em receita (+51,7%) em relação ao mesmo período de 2021.  Fechando o ranking dos quatro maiores exportadores brasileiros do setor calçadista, Minas Gerais soma o embarque de 11,9 milhões por US$ 75 milhões nos 11 meses de 2022. Os resultados são superiores tanto em pares (+23,4%) quanto em receita (+66,3%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

Importações asiáticas em alta

Registrando incremento de 84,2% em receita (para US$ 28,5 milhões), em novembro as importações de calçados seguiram a tendência de elevação, principalmente as provenientes dos países asiáticos. Já no acumulado entre janeiro e novembro, as importações registraram quedas de 3,5% em receita e de 9,8% em volume em relação ao mesmo período de 2021. No período, as importações somaram 23,57 milhões de pares e US$ 332,9 milhões.

Nos 11 meses, as principais origens das importações de calçados foram: Vietnã (7,37 milhões de pares e US$ 156,45 milhões, incrementos de 1,2% e 10,6%, respectivamente, ante 2021); Indonésia (2,8 milhões de pares e US$ 56,23 milhões, incrementos de 20,4% e 26,7%); e China (9,6 milhões de pares e US$ 45,8 milhões, altas de 15,7% e 43%). Em partes para calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc -, as importações até novembro somaram US$ 25,4 milhões, 18% mais do que no mesmo período de 2021. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2022 0 Comentários 463 Visualizações
Business

Secex prorroga consulta pública que trata de defesa comercial

Por Gabrielle Pacheco 25/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi publicado no Diário Oficial da União a prorrogação do prazo para apresentação de sugestões de alterações na política federal de Defesa Comercial, realizada no âmbito de Consulta Pública aberta pela Secretaria Especial de Comércio Exterior (Secex). A prorrogação, concedida até o dia 27 de julho, era um pleito das entidades da cadeia coureiro-calçadista brasileira, como a Abicalçados (calçados), Abrameq (máquinas), Assintecal (fornecedores de componentes) e CICB (couros), que contavam com o apoio do presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, o deputado federal Lucas Redecker.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, que participou de reunião virtual com o secretário de Comércio Exterior, Lucas Pedreira do Couto Ferraz e lideranças setoriais para tratar do tema, ressalta que a dilatação do prazo dará mais tempo para o setor discutir temas importantes de defesa comercial, entre eles a manutenção do direito antidumping aplicado contra o calçado chinês, que hoje sobretaxa o produto em US$ 10,22 por par importado. “O prazo anterior, findo em plena pandemia, iria prejudicar as discussões, podendo causar danos irreversíveis à atividade, já combalida em função do alastramento da doença e dos seus impactos na economia brasileira e mundial”, comenta Ferreira.

Redecker, que desde o princípio das discussões trabalhou junto à Secex para a dilação do prazo da Consulta Pública, ressalta que o prazo anterior, de 60 dias, se tornou particularmente curto por conta da pandemia e do combate ao novo coronavírus. “Além do mais, as portarias tratam de temas complexos e sobre os quais não há um consenso. O assunto é importante para o setor e merece ser analisado com calma e em momento mais oportuno”, avalia, comemorando a dilação dos prazos.

Saiba mais

No dia 27 de abril foi publicada a circular nº 29, com intuito de abrir consulta pública a respeito de quatro minutas de portarias sobre o sistema de defesa comercial, pelo prazo de 60 dias, prevista para encerrar no dia 26 de junho. As minutas de portarias têm o intuito de reestruturar o sistema de defesa comercial, e segundo a Secex “propor mecanismos para aperfeiçoamento do sistema de defesa comercial do Brasil.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2020 0 Comentários 412 Visualizações

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