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Business

Empreendedores gaúchos apontam melhora no ambiente de negócios

Por Ester Ellwanger 24/11/2021
Por Ester Ellwanger

O ambiente empreendedor está definitivamente em uma trajetória ascendente de fortalecimento e retomada dos negócios rumo ao final do ano no Estado. É o que indica o Sebrae RS. Segundo estudo da organização, dois em cada três empresários (63%) percebem melhora nos seus negócios. Na comparação com o período pré-pandemia – fevereiro de 2020 -, 19% indicam ter retornado ao mesmo nível de atividade econômica enquanto outros 19% dizem ter ultrapassado a marca.

Os resultados são da 17ª edição da Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise, a qual ouviu 404 respondentes entre os dias 14 e 31 de outubro, com nível de confiança de 95%. Conforme a pesquisa, para 37% dos negócios que ainda não retornaram as atividades no nível pré-pandemia, o tempo estimado para a recuperação é entre 6 e 12 meses. No que diz respeito à busca por financiamento, uma em cada quatro empresas buscaram crédito sendo 69% com a finalidade de pagar as contas ou dívidas enquanto, para 29% o objetivo era compra de estoque. O valor médio obtido foi de R$ 70.153,85.

No que diz respeito ao faturamento das empresas, o estudo aponta uma retomada gradual dos rendimentos com maior percentual de empresas sinalizando aumento e estabilidade no faturamento. Para 22% dos entrevistados o faturamento apresentou aumento no mês de outubro (em setembro o número era de 21%). Com o mesmo viés positivo, enquanto em setembro 41% das empresas indicaram redução no faturamento, o índice caiu para 32% em outubro.

Outro dado da pesquisa revela a tendência por atualização: duas em cada quatro empresas afirmaram que remodelaram suas atividades após o início da pandemia. O uso de ferramentas digitais para venda e relacionamento com os clientes, a adoção de trabalho remoto e a readequação da estrutura física são os destaques das mudanças.

A pesquisa em números

Situação atual
35% piorou
34% sem alteração
31% melhorou

Faturamento
32% diminuiu
46% Manteve inalterado
22% aumentou

Financiamento
75% não precisou
25% precisou

O que o empreendedor precisa

31% recurso para capital de giro
30% recurso para investimento
31% orientação sobre uso de ferramentas digitais
26% consultoria/orientação para gestão financeira
23% análise sobre tendências e perspectivas do mercado
21% parcerias com outras empresas para otimizar negócios
19% análise do comportamento do consumidor
20% alternativas para diversificar produtos/serviços
14% busca de novos fornecedores
15% consultoria para readequação/remodelagem do negócio
18% consultoria para adequação de custos
13% consultoria para gestão da crise
9% orientações sobre questões legais (decretos, protocolos e medidas provisórias etc)
7% orientações sobre assuntos trabalhistas

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

24/11/2021 0 Comentários 743 Visualizações
Variedades

Prefeitos da Granpal e Sebrae debatem projeto de desenvolvimento metropolitano

Por Stephany Foscarini 14/10/2021
Por Stephany Foscarini

Prefeitos que integram a gestão compartilhada da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) discutiram, nesta quarta-feira (13), um projeto de desenvolvimento metropolitano. A iniciativa, apresentada no Instituto Caldeira, espaço da capital voltado à inovação, está sendo desenvolvida em parceria entre as prefeituras e o Sebrae.

A proposta inicial — que deverá ser aprofundada e apresentada a todos os prefeitos na assembleia geral de novembro — prevê uma gestão compartilhada a fim de encontrar as potencialidades dos 19 municípios da associação. Temas como transporte, esgoto e plano diretor farão parte do projeto, que foi exposto por representantes do Sebrae.

Segundo o presidente da Granpal, Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre, não haverá melhorias na vida da população sem um trabalho compartilhado. “O Plano Diretor da capital estabelece o diálogo com municípios vizinhos e nunca discutimos. Não temos uma autoridade metropolitana que unifique o processo”, constatou.

O prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal, frisou a importância de se construir um debate sobre o tema através de uma agenda coletiva de trabalho, envolvendo temas como transporte e plano diretor metropolitano. Os prefeitos de Nova Santa Rita, Rodrigo Batistella, e de Guaíba, Marcelo Maranata, também apoiaram a iniciativa.

Foto: Mauteus Raugust/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/10/2021 0 Comentários 529 Visualizações
Business

Empresários vêem custos e burocracia no Brasil como barreiras para o crescimento

Por Stephany Foscarini 05/10/2021
Por Stephany Foscarini

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), SPC Brasil e Sebrae retrata a realidade do comércio no País. O conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e econômicas que atrapalham o crescimento do país, conhecido como Custo Brasil, é considerado por 9 a cada 10 empresários brasileiros como uma barreira para o crescimento de suas empresas.

Os maiores problemas relatados pelos empresários entrevistados são: os juros altos (44%), excesso de burocracia para abrir/manter/fechar empresas, contratação e dispensa de funcionários (34%), alta carga tributária sobre fabricação e venda de produtos/serviços (32%) e alto custo para empregar/tributação elevada da folha de pagamento (32%).

O presidente da CDL Santa Cruz, Ricardo Fernando Bartz, destaca que essa é uma realidade geral no Brasil. “O empreendedor do setor do comércio tem uma dificuldade em investir em novos negócios e é preciso que se crie melhores condições para isso acontecer”, observa.

Ricardo Fernando Bartz

A pesquisa buscou identificar possíveis entraves para o crescimento das empresas e coletar insumos para a proposição de políticas públicas que contribuam para a melhoria do ambiente de negócios no país e, consequentemente, apoiem o desenvolvimento do varejo.

A dificuldade de acesso ao crédito também é um entrave para o crescimento dos negócios no país, destacado por 23% dos empresários. Na opinião deles, a dificuldade dos varejistas de conseguir crédito em instituições financeiras no Brasil está ligada, principalmente, às taxas de juros excessivamente altas (56%), ao excesso de garantias exigido pelas instituições financeiras (34%), às barreiras colocadas às empresas inadimplentes para terem o crédito aprovado (26%) e ao baixo conhecimento das linhas de crédito existentes (16%).

A importância da interferência macroeconômica é destacada pelos empresários, a ponto de considerá-la mais importante que o lockdown estabelecido nas cidades ao longo da pandemia, pois quatro em cada dez (40%) acreditam que a política econômica e seus resultados (inflação, juros, desemprego) é o fator que mais influencia o faturamento da empresa. Por outro lado: 37% afirmam que os períodos de abertura e fechamento das cidades impostos no período da pandemia foram decisivos para o faturamento.

Independentemente da avaliação sobre o fator que mais importa para o faturamento, os empresários se mantêm mais otimistas que pessimistas: 38% se dizem otimistas ou muito otimistas em relação ao atual governo e as medidas tomadas para aumentar as vendas do varejo até o final do ano, ao passo que 24% estão pessimistas ou muito pessimistas (percentual que chega a 31% nas capitais). Outros 34% permanecem neutros na avaliação e não estão nem otimistas, nem pessimistas.

As medidas do governo direcionadas à contenção dos efeitos econômicos da COVID-19 foram adotadas/aderidas por 35% dos empresários, principalmente entre os de grande porte (49%). As medidas que mais ganharam adesão foram: redução da jornada e salário e suspensão do contrato de trabalho (11%), nova rodada do Auxílio Emergencial (6%) e flexibilizações de regras trabalhistas referentes ao teletrabalho (5%). Já a maioria dos empresários (60%) não aderiu a nenhuma medida.

Mão de obra

Em relação aos desafios ligados à gestão empresarial, aproximadamente quatro em cada cinco empresários relataram algum problema (78%), com destaque para a dificuldade na contração de mão de obra qualificada (29%), a falta de recursos financeiros para adquirir dados sobre o mercado de atuação da empresa e dos seus clientes (21%) e o baixo acesso às tecnologias e inovações em função dos custos elevados (17%). Por outro lado, 17% dizem não haver problemas relacionados à gestão empresarial que interfiram na empresa.

A implantação tecnológica também representa uma dificuldade enfrentada por 79% das empresas. Os principais desafios são a dificuldade com custos (40%), encontrar profissionais capacitados (25%) e tempo para avaliar o custo-benefício (20%).

Os maiores problemas relatados pelos empresários entrevistados

  • Juros altos (44%)
  • Excesso de burocracia para abrir/manter/fechar empresas, contratação e dispensa de funcionários (34%)
  • Alta carga tributária sobre fabricação e venda de produtos/serviços (32%)
  • Alto custo para empregar/tributação elevada da folha de pagamento (32%)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 584 Visualizações
Business

ACIST-SL, Sebrae e Sicredi unidas para apoiar empreendedores

Por Ester Ellwanger 17/09/2021
Por Ester Ellwanger

No próximo dia 23 de setembro, a sede social da ACIST-SL será palco do evento que irá formalizar o Programa Acelera, que será desenvolvido pela entidade em parceria com o Sebrae e Sicredi Pioneira. Seu principal objetivo é alavancar negócios por meio de consultorias, contribuindo para a reversão das dificuldades causadas pela pandemia. A gerente executiva da ACIST-SL, Maiara Fangueiro, explica que o evento de lançamento é gratuito e aberto para todos os interessados, sejam empreendedores de micro e pequeno porte, ou enquadrados como MEI e pessoas físicas que desejam iniciar no empreendedorismo. As reservas devem ser feitas antecipadamente, tendo em vista os protocolos sanitários e de distanciamento.

O lançamento do Programa contará com a palestra Conexões e Ecossistemas de Inovação, que será abordada por Alexandre Dal Pai Tessari, desenvolvedor de Negócios da DellaMED S.A e palestrante de entidades como a CNI e Sebrae/RS. Ele adianta que irá sensibilizar os participantes sobre a importância e os benefícios de estar conectado com um ecossistema de inovação. “A maioria das empresas está viciada em ganhar dinheiro naquilo que elas sabem fazer. Porém, inovar é experimentar o novo. Não é fácil, mas é essencial”, destaca, acrescentando que a melhor maneira de incorporar isso na cultura de uma empresa é ligando a outros atores do ecossistema de inovação. “Quanto mais conexões, mais ideias, e quanto mais ideias, maior a possibilidade de inovar”, ressalta.

O evento acontecerá das 18h30 às 20h30, na sede social da ACIST-SL. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail eventos@acistsl.com.br ou pelo fone 51 3037 6065.

Serviço:

Formalização do Programa Acelera realizado pela ACIST-SL, Sebrae e Sicredi Pioneira
Quando: 23 de setembro, das 18h30 às 20h30.
Palestrante: Alexandre Dal Pai Tessari
Local: Sede Social ACIST-SL – Rua Alfredo Adolfo Casse, 55, bairro Jardim América, São Leopoldo
Investimento: Gratuito
Inscrições:eventos@acistsl.com.br ou 51 30376065

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

17/09/2021 0 Comentários 678 Visualizações
Business

RS chega com força no maior encontro de empreendedorismo jovem do mundo

Por Ester Ellwanger 15/09/2021
Por Ester Ellwanger

Com uma comitiva de mais de 400 inscritos, o Rio Grande do Sul estará entre os maiores participantes do Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ). O evento, maior encontro de empreendedorismo jovem do mundo, acontece entre os dias 17, 18 e 19 de setembro e celebra a 28ª edição do ENEJ que, este ano, terá como sede Recife (PE). O evento já impactou mais de 70 mil jovens em edições anteriores e seu principal objetivo é despertar a capacidade de transformação de empreendedores do Movimento Empresa Júnior (MEJ). A programação será inteiramente digital e até o momento, estão confirmados mais de 7,1 mil inscritos.

O Movimento Empresa Júnior mobiliza mais de 25 mil jovens e conta com 1.400 empresas juniores, espalhadas nas 27 unidades federativas do país. Ano passado, alcançamos um volume de R﹩ 49 milhões que foram revertidos em 34 mil projetos para a capacitação e formação empreendedora de jovens. Temos uma agenda socioeconômica significativa para o Brasil – revela a presidente-executiva da Confederação Nacional de Empresas Juniores (Brasil Júnior), Fernanda Amorim.

O evento conta com as parcerias de empresas e instituições, como Bradesco, Sicoob, Movile, AMBEV, Suzano, SEBRAE, AD Diper, Copergás, Boticário, XPInc, Deloitte, Pirelli, Falconi, Renova BR, BTG, Azul, Bunge, Stone, Scania, Globo, Loft, Via Varejo, RedBull, Americanas, Ray, TPF, Lojas Renner, Hackeando Processos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2021 0 Comentários 512 Visualizações
Business

Pesquisa aponta que indústria interrompe crescimento da confiança dos empreendedores

Por Ester Ellwanger 14/09/2021
Por Ester Ellwanger

Após quatro meses de sucessivos aumentos na confiança dos donos de micro e pequenas empresas, o Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE), medido mensalmente pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), constatou em agosto uma estagnação. De acordo com a Sondagem, influenciado principalmente pela queda da confiança dos empreendedores da Indústria em 3,2 pontos, a média geral do Índice de Confiança das MPE se manteve estável em 100 pontos – nível considerado neutro – ou seja, houve uma acomodação da confiança no patamar atual, o que demonstra que a economia parou de crescer e está “andando de lado”.

Em julho, o Índice de Confiança das MPE da Indústria tinha atingido o patamar de 106,7 pontos. Com a queda do último mês, ele ficou em 103,5. “A variação da confiança foi positiva nos últimos meses em todos os setores, mas agora variou zero, influenciada principalmente pela Indústria. Apesar da confiança dos empreendedores desse setor continuar acima do nível considerado neutro, essa queda acende um sinal vermelho, já que, geralmente, esse setor é o que puxa os demais para cima. Se a Indústria está em queda é porque a economia pode estar estagnada”, alerta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Essa queda revela um enfraquecimento da recuperação da Indústria”.

Segundo Melles, diversos segmentos da Indústria apresentaram queda na confiança e o setor que vinha demonstrando o melhor desempenho, desde o ano passado, com crescimento na maior parte desse período, mostrou um resultado inverso, neste mês. “Essa queda revela um enfraquecimento da recuperação da Indústria”, pontua. As indústrias de alimentos, vestuário, refino e produtos químicos, metalurgia e produtos de metal foram as que mais influenciaram nesse resultado. Quando analisadas por região, apenas as indústrias do Sul apresentaram alta no índice de confiança, que subiu 5,2 pontos.

Comércio

O Índice de Confiança das MPE do Comércio também apresentou uma variação negativa de 0,4 e caiu para o patamar de 96,6 pontos, motivado pela redução do volume da demanda e compras atual. “As vendas de agosto não foram tão boas quantos os empreendedores imaginavam e apesar do comércio de bens de consumo não duráveis mostrar um certo aquecimento, atividades ligadas às vendas de materiais de construção, veículos, motos e peças contribuíram negativamente para esse resultado”, ressalta o presidente do Sebrae. O crescimento modesto tanto no quesito de emprego previsto para os próximos meses quanto no de tendência dos negócios evitou que a queda no Índice de Confiança das MPE fosse ainda maior do que a registrada.

Serviços

O único setor com aumento no Índice de Confiança foi o de Serviços, que apresentou um modesto incremento de 0,3 pontos, influenciado, principalmente, pela situação atual dos negócios e pelo aumento da demanda atual. “Esse foi o setor mais afetado pela pandemia e nos últimos meses, vinha se recuperando, mas agora, apesar desse leve aumento, mostra tendências de estar andando de lado também”, comenta Melles. A melhoria foi motivada em certa parte pela prestação de serviços profissionais e de informação e comunicação. Já atividades como serviços de transporte e prestados às famílias apresentaram um desempenho mais fraco.

Emprego

Apesar da queda da confiança, a geração de empregos deve continuar ocorrendo entre os pequenos negócios no próximo trimestre nos três setores, e fazer com que as micro e pequenas empresas continuem sendo as principais responsáveis pelas novas vagas de trabalho no país, porém, de forma mais lenta. “Assim, embora devamos ter ainda alguma melhora no emprego, nos próximos meses, é provável que este aumento tenda a ocorrer em um ritmo mais modesto”, afirma o presidente Carlos Melles.

Assim, embora devamos ter ainda alguma melhora no emprego, nos próximos meses, é provável que este aumento tenda a ocorrer em um ritmo mais modesto”.

De acordo com a Sondagem, especificamente no comércio, a expectativa de que o número de pessoas empregadas aumentará atingiu seu maior resultado de 2021, com aumento de 5,5 pontos percentuais, passando de 10,6%, em julho, para 16,1%, em agosto. Já entre os empreendedores de Serviços, setor mais prejudicado durante toda a pandemia, a expectativa de que o número de pessoas empregadas aumentará obteve seu melhor resultado desde outubro de 2013, chegando ao patamar de 18,9%, o que confirma a tendência demonstrada na edição da Sondagem de julho.

Já entre os donos de micro e pequenas empresas da Indústria, a expectativa de contratação caminha junto com a queda da confiança. Em agosto de 2021 houve queda na previsão de aumento do quadro de 1,5 pontos percentuais: 18,4% pretendem contratar contra 12% que acreditam que reduzirão o quadro de pessoal. Assim, quando considerado o índice sintético do emprego previsto, dos 3 setores juntos, o que se verifica é uma tendência de crescimento apenas modesto no emprego, para os meses de setembro, outubro e novembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

14/09/2021 0 Comentários 454 Visualizações
Variedades

Feira do Empreendedor realizará rodadas de negócios virtuais para diversos segmentos

Por Stephany Foscarini 11/09/2021
Por Stephany Foscarini

Entre os dias 23 e 27 de outubro, acontece a Feira do Empreendedor 2021 de forma totalmente online e gratuita e com uma ampla programação que inclui a realização de rodadas de negócios virtuais. A expectativa do Sebrae é que mais de 300 micro e pequenas empresas se reúnam no ambiente da feira para negociar seus produtos e serviços com compradores nacionais e internacionais. Considerada a maior feira de empreendedorismo do mundo, o evento é uma oportunidade para os donos de pequenos negócios encontrarem parceiros e se relacionarem com o mercado dentro e fora do país.

As rodadas de negócios serão realizadas dentro do ambiente virtual da plataforma Sebrae Experience, desenvolvida com uso de tecnologia 3D, de fácil acesso e navegação dos participantes. Os agendamentos das sessões serão realizados previamente para os inscritos, sem possibilidade de entrar na hora. Para os compradores nacionais, as rodadas acontecerão entre os dias 23 e 25 de outubro. Já nos dias 26 e 27 de outubro será a vez dos compradores internacionais.

No primeiro dia está prevista uma rodada voltada para as micro e pequenas empresas paulistas do setor do Agronegócio com compradores interessados nos produtos do estado de São Paulo. Nos dias seguintes, 24 e 25 de outubro serão realizadas rodadas multissetoriais, de acordo com o mapeamento das demandas e dos segmentos. No caso das rodadas internacionais, o foco será no setor de alimentos e bebidas, moda, couro e calçados, além do agronegócio.

De acordo com o analista de Competitividade do Sebrae Gustavo Reis, neste ano, como é a primeira vez que o evento acontece de forma 100% digital para todo o Brasil, a expectativa é que o volume de negócios passe da casa dos R$ 25 milhões. Segundo ele, os agendamentos das rodadas serão feitos de acordo com a demanda do evento. “Em um primeiro momento iremos mapear a demanda dos compradores por meio do preenchimento do formulário de inscrição. Já no segundo momento, abriremos as inscrições para os pequenos negócios interessados em vender, a partir dessa demanda já mais clara”, explicou.

Queremos que seja um momento para que os empresários identifiquem oportunidades de negócios e tenham conhecimento de outras rodadas que irão acontecer até o final do ano”.

Ele explica ainda que os interessados em participar das rodadas poderão acompanhar o número de reuniões e valores negociados durante o evento. “Queremos que seja um momento para que os empresários identifiquem oportunidades de negócios e tenham conhecimento de outras rodadas que irão acontecer até o final do ano”, destacou.

A plataforma da Feira do Empreendedor permanecerá ativa com possibilidade para que as empresas continuem a se comunicar para fechar acordos comerciais até o dia 12 de novembro. Após essa data, as empresas expositoras terão espaço garantido no Catálogo Oficial do evento, que ficará disponível para download para os empreendedores que procuram novos negócios.

Em 2019, a última edição presencial do evento em São Paulo atingiu mais de R$ 85,9 milhões em negócios fechados, durante o evento e com a perspectiva de gerar R$ 900 milhões em negócios nos 12 meses seguintes. Já em 2018, somente na arena de negócios internacionais, o volume de negócios alcançou R$ 21,6 milhões.

As inscrições para a Feira do Empreendedor 2021 já estão abertas. Para saber mais, basta clicar aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2021 0 Comentários 569 Visualizações
Business

Braskem e Sebrae RS firmam parceria para apoiar pequenos negócios

Por Ester Ellwanger 10/09/2021
Por Ester Ellwanger

Com o objetivo promover o crescimento sustentável das micro e pequenas empresas a partir da aplicação de práticas de gestão, a Braskem e o Sebrae RS criaram o Programa de Apoio ao Empreendedorismo local. O objetivo é orientar 60 micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs) com consultorias online gratuitas nas áreas de estratégia e planejamento, finanças, pessoas, marketing e vendas. As inscrições serão abertas a partir de 14 de setembro pelo site do Sebrae/RS.

“A pandemia acelerou a mudança nos modelos de alguns negócios, e fará toda a diferença para esses empresários locais se atualizarem e aprender a lidar com outras ferramentas para encararem as novas exigências do mercado. A iniciativa integra as ações da Braskem voltadas ao desenvolvimento socioeconômico das comunidades do seu entorno e por isso encontramos na parceria estratégica com o Sebrae RS o diferencial para apoiar e garantir o acesso gratuito a empreendedores da região do Polo Petroquímico”, afirma o gerente de Relações Institucionais da Braskem, Daniel Fleischer.

“O compromisso da Braskem com o ambiente onde está inserida encontrou a missão do Sebrae em transformar empreendedores, assim nasce o Programa de Apoio ao Empreendedorismo Local. Tomamos por desafio proporcionar um impacto positivo para a comunidade local gerando mais emprego e renda na região. O empreendedorismo e a sustentabilidade empresarial são duas variáveis consagradas como de alto impacto no cenário sócio econômico dos ambientes. O trabalho visa trazer conteúdos atuais e ao mesmo tempo customizar a evolução dos 60 empreendedores. Inteiramente subsidiado pela parceira Braskem e Sebrae RS”, afirma Paulo Cesar da Cunha Bruscato, gerente Regional do Sebrae RS.

Serão oferecidas até 19h de consultorias online de acordo com as necessidades do empreendedor e que serão mapeadas a partir da definição do Perfil Empresarial de cada um, por meio de ferramenta utilizada pelo Sebrae para medir a maturidade de gestão. O programa gratuito de capacitação é voltado a empresas de qualquer segmento das regiões de Triunfo, Nova Santa Rita e Montenegro, com faturamento anual bruto de até R$ 4.800.000,00.

Com as consultorias, os empreendedores poderão desenvolver melhor os seus negócios com base na aquisição de novos conhecimentos sobre gestão, gerando renda e empregos em suas comunidades. Na Consultoria Plano de Negócio, por exemplo, o empresário chegará ao final dos encontros com orientações sobre análise de mercado, estudo dos concorrentes e dos fornecedores, plano de marketing, plano operacional e plano financeiro. Também terá condições de construir cenários para o crescimento da sua empresa.

O programa também prevê a realização de palestras online para sensibilizar os participantes sobre temas atuais e importantes para a empresa. Entre os temas estão liderança, inovação, atendimento e marketing.

Confira as consultorias oferecidas:

Estratégia e planejamento:
* Modelagem de negócios – 8 horas
* Planejamento empresarial- 16 horas
* Revisão do planejamento empresarial – 10 horas

Finanças:
* Controles financeiros básicos – 8 horas
* Indicadores de resultado econômico e financeiros – 10h
* Gestão do fluxo de caixa – 12 horas
* Gestão de compras e estoques – 12 horas
* Planejamento financeiro – 14 horas
* Plano de gerenciamento de crises – 12 horas

Pessoas:
* Políticas de gestão de pessoas – 16 horas
* Treinamento e desenvolvimento – 10 horas
* Remuneração variável – 12 horas
* Gestão de conflitos – 12 horas
* Desenvolvimento de lideranças – 14 horas

Marketing e vendas:

* Estratégias de comunicação – 10 horas
* Plano de marketing – 14 horas
* Planejamento e gestão de vendas – 20 horas
* Política comercial – 14 horas
* Marketing digital – 18 horas

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2021 0 Comentários 544 Visualizações
Business

Sicoob possibilitou mais créditos a pequenos negócios na pandemia, segundo Sebrae e FGV

Por Stephany Foscarini 27/08/2021
Por Stephany Foscarini

De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Sicoob é a instituição financeira na qual os pequenos negócios obtiveram maior sucesso ao procurar crédito durante a pandemia. Comparado com grandes players, tanto do mercado bancário quanto do cooperativo, o Sicoob obteve uma taxa de 52% neste quesito.

Esse número representa um grande crescimento com relação às últimas edições da pesquisa. O Sicoob cresceu de 25% na oitava edição, divulgada em setembro de 2020, para o atual percentual. “Nós já estávamos nas primeiras colocações nas outras publicações, mas assumimos a primeira posição nesta. Esse é o reflexo de nossa atuação ao oferecer um crédito mais justo e sustentável, demonstrando que realmente estivemos ao lado dos nossos cooperados durante a crise”, diz o diretor comercial e de canais do Sicoob, Francisco Reposse Júnior.

Na pesquisa, o Sebrae destaca que o Sicoob foi uma das instituições que proporcionalmente liberaram mais crédito e quase todos os bancos obtiveram melhoria expressiva nas taxas de sucesso. Foram entrevistadas 7.820 pessoas em todo o Brasil durante o mês de maio.

O Sicoob também foi destaque entre as instituições mais buscadas, ficando atrás apenas dos cinco principais conglomerados bancários do país. A fatia de mercado do Sicoob, neste comparativo, chega a 10%, e representa um papel fundamental no Sistema Financeiro Nacional ao conferir maior competitividade para o setor e ampliar o acesso da população a serviços financeiros.

“Mantivemos as taxas nos patamares do pré-Covid 19 e estivemos sempre dispostos a conversar e negociar com todos”.

Com taxas mais justas do que as praticadas no mercado, o Sicoob tem se mostrado um escape para as micro, pequenas e médias empresas que não conseguiram nos bancos ou que se assustaram com juros altos durante a crise. “Mantivemos as taxas nos patamares do pré-Covid 19 e estivemos sempre dispostos a conversar e negociar com todos”.

Com relação ao público PJ, o Sicoob observou um aumento de quase 50% na carteira de crédito em um ano, saltando de R$ 30,7 bilhões para mais de R$ 45,3 bilhões. A taxa de inadimplência, por sua vez, caiu 1 ponto percentual, atingindo apenas 1,8% em junho de 2021.

Somente em 2020, os cooperados do Sicoob deixaram de gastar mais de R$ 8,3 bilhões em taxas, juros e tarifas. Uma economia de mais de R$ 3 mil por cooperado ativo, segundo pesquisa da instituição. Somando-se as sobras cooperativas, o retorno aos cooperados superou os R$ 11 bilhões, mesmo durante a pandemia.

No começo deste ano, o Sicoob viu sua carteira de crédito crescer 37% com relação ao início de 2020, e ultrapassou os R$ 100 bilhões de saldo no fechamento do primeiro semestre de 2021. A instituição é formada por 16 centrais e 366 singulares e conta, hoje, com mais de 5,2 milhões de cooperados. Somente o público PJ representa quase 20% desta quantidade.

Impacto Social Positivo

Segundo Júnior, o grande objetivo do Sicoob sempre foi gerar impacto social positivo no dia a dia dos cooperados e comunidades em que eles estão inseridos, o que é reforçado em períodos de crise. O Sicoob permite a livre-admissão, ou seja, é aberto a qualquer pessoa física ou jurídica que deseje ser um cooperado.

Entre os serviços prestados, estão conta corrente, cartões de débito e crédito, crédito pessoal, imobiliário, rural e empresarial, previdência, consórcios, financiamentos, investimentos, seguros, adquirência (por meio das maquininhas Sipag), marketplace e programa de fidelidade (com o Coopera), entre outros.

Além disso, o Sicoob conta com um robusto sistema de atendimento digital, no qual os cooperados podem realizar suas transações financeiras de onde estiverem, pelo App Sicoob ou pelo internet banking.

“Quando alguém utiliza os produtos e serviços do Sicoob, está fazendo mais do que apenas uma escolha financeira, mas contribuindo com o desenvolvimento social e econômico de milhões de brasileiros”, finaliza Reposse.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2021 0 Comentários 577 Visualizações
Business

Sebrae reúne dicas para implementar o delivery nos pequenos negócios

Por Milena Costa 23/07/2021
Por Milena Costa

Praticidade e a rapidez de entrega de produtos, solicitados pela internet, tornam-se cada vez mais indispensáveis na nova rotina dos brasileiros. Hoje, o delivery é visto especialmente como uma solução para os clientes, com a conveniência em primeiro plano neste período de pandemia. Além disso, esse serviço contribuiu diretamente com a dinâmica dos donos de pequenos negócios, possibilitando que eles não encerrassem as atividades, conforme se verificou o avanço das medidas restritivas de funcionamento das diferentes atividades econômicas.

Tempo de envio

É indispensável que o empreendedor fique atento aos prazos, evitando contratempos. Ao operar no marketplace, por exemplo, o não cumprimento do prazo definido desencadeia penalização. Na loja virtual e nas redes sociais, ele é punido pelos clientes. Por isso, se surgir alguma falha no decurso, torna-se indispensável abordar proativamente o cliente e antecipar isso, propondo soluções, além colocar-se à disposição para resolver os problemas.

Veja 10 dicas de como não falhar no delivery

1 – Saiba que o pequeno negócio deve estar adequado a todo o processo logístico.
2 – Ainda que o empreendedor não saiba como funciona o fluxo logístico, ele deve estar aberto para aprender. Afinal, só se aprende operando.
3 – É importante comprar a quantidade de produtos adequada para que haja a manutenção da oferta.
4 – Considere que o armazenamento dos produtos seja eficaz, facilitando a coleta por quem fará a embalagem.
5 – Aposte na conferência de produtos para evitar erros.
6 – Os processos de embalagem e envio dos produtos devem ser feitos em prazo mínimo adequado, proposto ao cliente.
7 – Antes de definir quais serviços da empresa contarão com entrega de produtos, é fundamental que o empreendedor faça uma pesquisa detalhada.
8 – Se a entrega delivery for feita no mesmo dia do pedido, as alternativas são: contratar operadores logísticos que prestem esse tipo de serviço ou montar uma equipe própria de motoboys profissionais.
9 – Ao analisar a logística própria e uma logística terceirizada, é preciso considerar os custos de manutenção de uma pessoa que trabalha com exclusividade na operação do negócio.
10 – É recomendável que o empreendedor não atue apenas com uma única solução de entrega, quando o destino é um cliente fora da cidade ou do estado. É essencial que o consumidor tenha possibilidades de escolha, podendo verificar qual delas faz mais sentido para ele. A utilização de comparadores de frete é um recurso que pode fazer toda a diferença nesse momento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2021 0 Comentários 664 Visualizações
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