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Saúde

Saúde

Balão intragástrico favorece o emagrecimento sem cirurgia

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

A vida moderna trouxe facilidades para a rotina, mas também acarretou uma série de hábitos cada vez menos saudáveis. Da alimentação baseada em comidas industrializadas até o sedentarismo induzido pelo dia a dia turbulento e tecnológico, forma-se a equação que multiplica o número de pessoas que vivem em guerra com a balança.

Atenta à saúde, a medicina se reinventa em recursos para quem precisa vencer o excesso de peso. Uma das soluções é o balão intragástrico, que dispensa a internação hospitalar e auxilia na perda média de 15% do peso do paciente em um semestre.

Especialista no procedimento e em Cirurgia Geral, Dr. Fábio Strauss explica que a técnica consiste na colocação temporária de um balão de silicone no interior do estômago.

“A presença do balão reduz o espaço destinado à comida e induz o estômago a enviar estímulos para o cérebro, gerando a sensação de saciedade e levando a pessoa a comer menos”, detalha.

Dr. Fábio Strauss, especialista em Cirurgia Geral | Foto: Divulgação

Segundo ele, a indicação é para pessoas com índice de massa corporal (IMC) superior a 27 ou que apresentem doenças agravadas pelo sobrepeso.

Vantagens e cuidados

Outra vantagem é que, por não ser um método invasivo, o procedimento é realizado com sedação muito semelhante a um exame de endoscopia, sem internação em hospital e com mínimos riscos.

Segundo Dr. Strauss, o balão é introduzido vazio pela boca do paciente e, já dentro do estômago, é preenchido com soro fisiológico e corante azul. “A tonalidade é acrescentada para servir de alerta ao paciente caso o balão se rompa acidentalmente”, alerta ele.

A colocação leva cerca de 30 minutos e deve ser seguida por um repouso de duas a três horas. Em seis meses, o balão é retirado através da endoscopia com sedação.

Como todo procedimento, o balão intragástrico requer cuidados e novos hábitos. Nos primeiros dias de adaptação do corpo, por exemplo, pode provocar náuseas e vômitos. Deve-se ingerir pequenos goles e porções e evitar o consumo de frituras, molhos e temperos fortes, comidas ácidas e cafeínados.

Além disso, a alimentação balanceada e a prática de exercícios são fundamentais para que o emagrecimento seja bem-sucedido. “Os hábitos de vida do paciente são fatores cruciais neste processo. É necessário encarar o balão como um eficiente aliado e não como uma saída fácil e singular. A caminhada do emagrecimento é sempre plural”, pondera Dr. Strauss.

Foto: Reprodução/Freepik | Fonte: Assessoria
02/09/2019 0 Comentários 748 Visualizações
Business

Oferta de produtos saudáveis cresce na capital gaúcha

Por Gabrielle Pacheco 12/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Seguindo uma tendência mundial, em busca de qualidade de vida os brasileiros estão começando a mudar seus hábitos de consumo. As novas escolhas podem ser percebidas não só em pesquisas de comportamento, mas também numa maior oferta de produtos alinhados a esse ideal, e de variados segmentos.

Adepta da vida saudável e atenta a essa onda global, a empresária Tatiane Seibel, de São Leopoldo, inaugurou na capital gaúcha, dia 2 de agosto, uma nova unidade da Armazém Fit Store, 100% focada em produtos naturais. “O grande diferencial da loja é que todos os produtos passam por uma avaliação da nutricionista da rede e devem se enquadrar em um ou mais pré-requisitos, como: fit, low carb, vegano, funcional, sem glúten, sem lactose e sem conservantes”, informa a proprietária.

A franquia, que é do Espírito Santo, está entre as principais redes de alimentação saudável do mercado, e já conta com, aproximadamente, 50 lojas no Brasil, sendo três no Rio Grande do Sul: Teutônia, Caxias do Sul e, agora, Porto Alegre. Atualmente, conta com mais de 10 mil produtos, de 500 marcas diferentes.

Localizada em um amplo espaço de 150 m², no coração do Moinhos de Vento (Rua Tobias da Silva nº 139), a unidade porto-alegrense comercializa suplementos, marmitas e lanches fit e funcionais, shakes, orgânicos, cereais, grãos, farinhas, alimentos variados e kombuchas.

Também são vendidos produtos de beleza e higiene, como desodorante de pepino, sem alumínio; sabonete facial sem glúten; pasta de dente 90% composta por produtos naturais e sem flúor; itens para tratamento capilar sem glúten; protetores solar com Tinosorb, ativo capaz de absorver e refletir energia, e creme antissinais desenvolvido com ciência epigenética.

“Os produtos seguem o mesmo conceito natural, sem aditivos químicos e, muito importante, não são testados em animais”, explica a empresária.

Para Seibel, que investiu R$ 700 mil na abertura da Armazém Fit Store, as pessoas estão tendo uma maior consciência de que qualidade de vida está diretamente ligada a um consumo saudável, e isso não tem a ver só com comida. “Por isso, a este mercado vem crescendo tanto”, afirma ela, que já projeta a expansão da rede com a abertura de mais uma loja para os próximos meses.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2019 0 Comentários 593 Visualizações
Cidades

Luciano Orsi confere melhorias no Hospital Lauro Reus

Por Gabrielle Pacheco 05/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O prefeito Luciano Orsi esteve, acompanhado do procurador Fauston Saraiva, conferindo diversas melhorias que estão sendo implementadas no Hospital Lauro Reus. Entre as ações que estão sendo desenvolvidas por meio da gestora do Hospital, a Multiclinicas, estão readequações de espaços para oferecer um melhor atendimento à comunidade.

Um deles é a adequação de uma sala exclusiva de recepção para pacientes que passam por coleta de exames clínicos e também para retirada de exames. A previsão é que o novo serviço esteja disponível para a comunidade ainda na primeira quinzena de agosto.

Outra ação é a mudança da sala de observação pediátrica para um espaço exclusivo e mais adequado para as crianças e acompanhantes, dando mais conforto para quem busca atendimento.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, são pequenas mudanças que podem trazer ainda mais agilidade, conforto e comodidade para a comunidade. “Essas ações se somam ao pacote de investimentos no Hospital Lauro Reus, que receberá revitalização e ampliação na área da emergência para otimizar o fluxo de atendimento e torná-lo mais humanizado, pois acreditamos que a saúde é uma área prioritária, e que deve ser vista de modo diferenciado”, destaca Orsi.

Foto: Eder Zucolotto/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2019 0 Comentários 713 Visualizações
Saúde

Governo lança programa Médicos pelo Brasil

Por Gabrielle Pacheco 01/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O programa Médicos pelo Brasil, lançado hoje (1º) pelo Ministério da Saúde, representa um novo tempo para a medicina e a saúde. Essa é a posição da Associação Médica Brasileira (AMB) diante da proposta que substitui o programa Mais Médicos.

O lançamento do programa também marca uma posição importante para assegurar a qualidade do atendimento médico no Brasil: a garantia do Exame Revalida como requisito mínimo para que médicos estrangeiros atuem no país, dentro ou fora do Médicos pelo Brasil. O compromisso foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em reunião com o presidente da AMB, Lincoln Ferreira, antes da coletiva de anúncio oficial do programa.

“O Médicos pelo Brasil indica o caminho para a resolução dos conflitos envolvendo os intercambistas que atuam no Mais Médicos. Entendemos que são necessárias ações humanitárias de acolhimento dos profissionais que estão em situação de refúgio e vulnerabilidade no Brasil. Muitos deles não têm, sequer, a documentação que comprova a formação em medicina. Por isso, é legítima a ideia de apoio à preparação deles para o Revalida. Porém, é preciso considerá-los inaptos para a prática de medicina no país até que eles tenham o diploma comprovado e revalidado”, reforça Diogo Leite Sampaio, vice-presidente da AMB.

O presidente e o ministro da saúde também se comprometeram a manter a moratória que proíbe a abertura de novas escolas médicas no Brasil, o que tem impacto significativo na qualidade da formação médica no país.

Carreira médica

O Médicos pelo Brasil prevê que os profissionais serão selecionados por meio de prova objetiva e contratados via CLT e propõe a estratificação do Brasil em regiões, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): zona rural, semi-remota, remota e metropolitana. Os médicos vão receber um adicional de salário de acordo com o grau de complexidade e distância do local onde vão atuar.

“Este é um passo extremamente importante para instituirmos a carreira de médico, uma reivindicação histórica da AMB e das demais entidades médicas. É um fator primordial e estratégico de estímulo à migração e à fixação do profissional de saúde em áreas de difícil acesso. A AMB sempre pontuou que não faltam médicos no Brasil. Faltava um programa que oferecesse a ele as condições necessárias para a prática digna da medicina.”, afirma Lincoln Ferreira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2019 0 Comentários 713 Visualizações
Saúde

Tratamento para hepatite C no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Como parte da estratégia de prevenção das atividades do Julho Amarelo, que alerta para a importância do diagnóstico e tratamento contra as hepatites, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, esteve em Campo Grande (MS), nesta segunda-feira (22), onde divulgou o novo Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais.

Atualmente, mais de 500 mil pessoas vivem com o vírus da hepatite do tipo C e ainda não sabem, já que se trata de uma doença silenciosa e que geralmente não apresenta sintomas até que se torne mais grave. Desde janeiro deste ano, foram enviados para todos os estados 24 mil tratamentos completos para hepatite C.

A previsão é que cerca de 50 mil pessoas sejam tratadas pelo Sistema Único de Saúde ainda neste ano.

Para incentivar a busca pelo diagnóstico e tratamento da doença, o Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, pactuaram o plano de eliminação da hepatite C até 2030. Segundo Luiz Henrique Mandetta, essa é uma meta possível de ser alcançada.

“Hoje nós estamos com todas as possibilidades que os médicos pediam para poder fazer o tratamento melhor para cada uma dessas pessoas. Temos a expectativa de que, com o aumento da testagem, possamos chegar nesses 50 mil por ano. Nós temos uma meta, uma meta difícil, mas a gente precisa ter até 2030, com vacina e tratamento, número praticamente zero de hepatites no Brasil”.

Todas as pessoas diagnosticadas com hepatite C têm a garantia de acesso ao tratamento, sendo que agora em 2019, o Governo Federal fez a maior compra já realizada no Brasil para o tratamento da hepatite C. Foram quase 43 mil tratamentos e outros sete mil estão em processo de compra. Essa ação coloca o Brasil como protagonista mundial no combate a essa doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/07/2019 0 Comentários 623 Visualizações
Saúde

IBGE realiza a Pesquisa Nacional de Saúde

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de agosto deste ano, pesquisadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), terão a missão de levantar dados sobre as condições de vida e de saúde da população brasileira.

Essa é a Pesquisa Nacional de Saúde, que vai ajudar o Ministério da Saúde com informações que colaborem no aperfeiçoamento e formulação de políticas públicas eficientes. É o que explica a coordenadora Geral de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Luciana Sardinha.

“O objetivo da pesquisa é produzir dados para todo o território nacional sobre as condições de vida e de saúde de toda a população. E isso vai ajudar a fazer todas as políticas na área de saúde e os programas para população, para agirmos nas áreas de atenção à saúde, principalmente, em programas como o tabagismo, a estratégia saúde da família, Farmácia Popular e tantos outros programas que a gente tem dentro do Ministério da Saúde”.

As visitas dos pesquisadores do IBGE vão percorrer todo o país e entrevistar mais de 108 mil residências em mais de três mil municípios, pelas regiões urbanas e rurais.

“Eles estarão uniformizados com colete e crachá de identificação do IBGE. Por isso, é importante a população colaborar”, afirma Luciana Sardinha.

“Os entrevistadores têm uma conduta de abordagem nos domicílios. E a população pode nos ajudar muito recebendo essas pessoas e informando com a maior veracidade as informações que serão solicitadas. Isso vai nos ajudar muito com esses resultados para depois trazer as melhores políticas e programas para atender a população”.

A Pesquisa Nacional de Saúde é realizada a cada cinco anos pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, e os resultados deste levantamento devem ficar prontos em 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 588 Visualizações
Business

Setor da saúde tem mais de 37 mil pequenos negócios no RS

Por Gabrielle Pacheco 13/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de desenvolver e fortalecer a cadeia produtiva da saúde, promover a aproximação comercial e a gerar negócios junto ao seu mercado-alvo, o Sebrae RS oferece seis projetos específicos voltados ao setor. A iniciativa visa atender um mercado que conta com mais de 312 mil estabelecimentos de saúde no País (6,8 mil hospitais).

No Rio Grande do Sul, há 37.829 pequenos negócios no setor, com concentração de empresas no segmento de serviços. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae RS, as principais preocupações da cadeia produtiva estão relacionadas a tendências e conhecimento de mercado e novas tecnologias. No segmento de serviços de saúde, outro gargalo está na mão de obra qualificada.

Também são apontados como pontos de atenção na indústria da saúde o tempo de desenvolvimento, o conhecimento técnico, a comercialização (escala de vendas), a capacidade de inovação e a prospecção de clientes. “Nosso desafio é compreender cada vez mais os diferentes elos desta cadeia produtiva, identificar os gaps de competitividade e oportunidades de intervenções que possam beneficiar os atores e adicionar valor na percepção dos empresários da indústria e nos serviços da saúde”, avalia a coordenadora dos projetos de Saúde do Sebrae RS, Ana Paula Rezende.

Para o Sebrae RS, o fortalecimento do sistema de saúde gera possibilidade de impactar um maior número de empresas, utilizando de forma mais integrada diferentes canais de relacionamento e de atendimento, com respostas personalizadas para cada tipo de paciente. “A nossa proposta para a estratégia de atuação na cadeia de saúde e bem-estar é conectar iniciativas, ampliando mercado para a MPE e facilitando acesso à saúde e ao bem-estar da população”, acrescenta Ana Paula.

No Rio Grande do Sul, com aproximadamente 37 mil micro e pequenas empresas, o elo de serviços na saúde representa importante gerador de empregos e atende uma das principais demandas da população. A indústria do setor também vem apresentando crescimento, principalmente devido à criação de produtos com tecnologia embarcada.

“A complexidade no setor exigirá o envolvimento de toda a cadeia produtiva para assegurar a sustentabilidade financeira”, complementa Ana Paula.

Projetos na Região Metropolitana

Na região metropolitana da capital, o Sebrae RS vem impulsionando sua atuação no setor com projetos de conexão para alta performance que promovem o desenvolvimento de empresas na cadeia da saúde, conforme detalha o gestor de projetos da Cadeia Produtiva da Saúde na região, Lucas Alves.

“Um dos nossos projetos tem como objetivo o desenvolvimento de pequenas indústrias da cadeia de valor da saúde, promovendo a aproximação comercial e a geração de negócios junto ao seu mercado-alvo, em que, através da qualificação da gestão comercial e de competências estratégicas para o negócio, promovemos a participação das empresas envolvidas com exposições em feiras especializadas do setor, como a Feira Hospitalar e missões empresariais para eventos de negócios em busca da aceleração comercial”, destaca Alves.

Esse projeto, que conta com a participação de 21 empresas de soluções, produtos, equipamentos e tecnologias para o setor da saúde se chama Conexão Saúde e vem alavancando os pequenos negócios que se beneficiam de suas ações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2019 0 Comentários 615 Visualizações
Cidades

Secretaria de Agricultura participa de reunião com ACS

Por Gabrielle Pacheco 12/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A equipe da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente e médicos veterinários da Inspetoria Veterinária e Zootécnica de Nova Petrópolis participaram da capacitação dos Agentes Comunitários de Saúde na quinta-feira (11), no Espaço Mais Cultura Professor Renato Urbano Seibt.

Resíduos sólidos, proteção aos animais domésticos, doenças transmissíveis pelos animais ao homem, tuberculose e brucelose bovina foram temáticas apresentadas a mais de 40 profissionais de saúde.

O secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Lucas da Costa de Lima; a secretária adjunta de Saúde e Assistência Social, Veroni Meyer Fagundes; o coordenador da Vigilância Sanitária em Saúde, Rafael Altreiter; a fiscal ambiental, Cássia Hoffman; a médica veterinária responsável pelo Sistema de Inspeção Municipal (S.I.M.), Raquel Mesquita; a gestora ambiental, Lilian Fischer e os servidores da Inspetoria Veterinária e Zootécnica (IVZ) de Nova Petrópolis, Danilo Cavalcanti Gomes e Regis Mazzoni Vivas, ambos médicos veterinários, participaram da capacitação dos Agentes Comunitários de Saúde.

“Pensamos em fazer essa capacitação com os Agentes Comunitários de Saúde, que estão mais próximos dos munícipies, para orientá-los com relação aos cuidados que todos devem ter com os animais domésticos, a fim de evitar problemas com zoonoses, que podem ser transmissíveis ao humano e para evitar que estes animais vivam em situação de vulnerabilidade. Apresentamos exemplos das consequências de posse irresponsável, exemplificando com ocorrências do Município. Também fizemos orientações para identificação de situações de vulnerabilidade, com o intuito de evitar que estes animais sejam submetidos a atos de maus tratos”, destacou a fiscal ambiental, Cássia Hoffman.

Os servidores da Inspetoria Veterinária e Zootécnica (IVZ) de Nova Petrópolis, Danilo Cavalcanti Gomes e Regis Mazzoni Vivas, ambos médicos veterinários, falaram aos ACSs sobre tuberculose e brucelose e apresentaram dados estatísticos no Estado e ocorrências no Município. Discorreram sobre formas de identificação da tuberculose bovina e, em casos positivo para a doença, informaram sobre a necessidade de abater o animal e as formas de ressarcimento oferecidas pelo Município, Estado e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A médica veterinária responsável pelo Sistema de Inspeção Municipal (S.I.M.), Raquel Mesquita, falou sobre as zoonoses transmissíveis pelos animais domésticos por meio do contato ou de alimento contaminado. E a gestora ambiental, Lilian Fischer, falou sobre os resíduos domésticos com enfoque em casos de lixeiras comunitárias onde a população não realiza a separação adequada dos resíduos, tampouco, respeita datas e horários de coleta e soluções adotadas nestes casos.

O secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Lucas da Costa de Lima, agradeceu o trabalho realizado pelos Agentes Comunitários de Saúde. “É imensurável a importância do trabalho que vocês realizam. Este contato com a população, o acesso à comunidade é fundamental para o Município”, declarou.

Foto: Kassandra Dorneles/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2019 0 Comentários 530 Visualizações
Cidades

Santa Catarina recebe Ciclo de Conscientização

Por Gabrielle Pacheco 04/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um grande público participou do 11º Ciclo de Conscientização sobre Saúde e Segurança do Produtor e Proteção da Criança e do Adolescente, na tarde desta terça-feira (2) em Papanduva (SC).

Aproximadamente 500 pessoas, entre produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escolas, conselheiros tutelares e autoridades compareceram ao evento com o objetivo de discutir temas importantes como trabalho infantil, utilização da vestimenta de colheita e cuidados no manejo de agrotóxicos.

Promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), desde 2009, o Ciclo de Conscientização atende aos acordos firmados perante o MPT-RS e MPT-Brasília e já conta com a participação de mais de 25 mil pessoas de 60 municípios.

Para o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, “ao adotar condutas que cuidam da saúde e bem-estar de todos os envolvidos no processo de produção, preservamos também o próprio negócio, considerando que exportamos boa parte da nossa produção e o mercado externo busca produção sustentável, com garantias de que não foi produzido por mão de obra infantil ou às custas da saúde e segurança dos produtores”.

O gerente de assuntos ambientais da Afubra e coordenador geral do Projeto Verde é Vida, Adalberto Huve, endossa o movimento de conscientização. “Nós sabemos o quanto o tabaco é importante aqui no Sul do Brasil. Educação hoje é a melhor herança que podemos deixar para os nossos filhos. Se todos nós trabalharmos em conjunto para levar o conhecimento e esclarecimento à cadeia produtiva a sustentabilidade do negócio se torna mais nobre”.

Com quase 1,4 mil produtores de tabaco, Papanduva está entre os maiores produtores da folha em Santa Catarina, estado responsável por aproximadamente 30% da produção de tabaco no País.

O prefeito em exercício de Papanduva, João Jaime Ianskoski, o presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Tafarel Schons, além de autoridades locais, acompanharam a programação que iniciou com um bate-papo sobre proteção da criança e do adolescente com a participação do procurador aposentado pelo Ministério Público do Trabalho, Veloir Dirceu Fürst, e da advogada e socióloga, Dra. Ana Paula Motta Costa. Em um vídeo em formato de perguntas e respostas, eles responderam questionamentos comuns dos produtores sobre o tema trabalho infantil.

No Brasil, o decreto 6481/2008 regulamentou duas convenções internacionais, seguindo a recomendação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o que colocou o tabaco na lista de formas de trabalho e, portanto, proibidas para menores de 18 anos. O trabalho infantil se caracteriza ao utilizar crianças ou adolescentes para substituir a mão de obra adulta necessária, privando-a de educação ou de momentos de lazer.

Na sequência, o Dr. NikoTino trouxe informações sobre a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos, bem como sobre a utilização da vestimenta de colheita.

O encerramento ficou por conta da peça teatral Rádio Fascinação, encenada pelo grupo de atores de Santa Cruz do Sul (RS), Espaço Camarim, que também interagiu com o público e relembrou os principais pontos de forma lúdica e bem-humorada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2019 0 Comentários 535 Visualizações
Business

Sesi aplica metodologia de Harvard em indústrias brasileiras

Por Gabrielle Pacheco 30/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os transtornos mentais e comportamentais já são a terceira causa de afastamento do ambiente laboral. Cerca de 90% dos brasileiros no mercado de trabalho lidam com algum grau de ansiedade, segundo dados da Internacional Stress Management Association (Isma). De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada um euro aplicado no tratamento de depressão e ansiedade, registram-se 4 euros de retorno em melhoria da saúde e capacidade para o trabalho.

Atento a essa realidade e ao desafio de auxiliar as indústrias brasileiras na criação simultânea de resultados positivos para a saúde dos trabalhadores e de seus negócios, o Serviço Social da Indústria (Sesi), recorreu a uma metodologia reconhecida internacionalmente, o Total Worker Health (TWH), em parceria com a Escola de Saúde Pública de Harvard T.H. Chan.

Por isso o Centro Sesi de Inovação em Fatores Psicossociais, buscou uma solução eficaz que pudesse ser aplicada a vários tipos de negócios e chegou à metodologia desenvolvida pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos Estados Unidos. Profissionais do Centro foram capacitados por meio de um treinamento focado na realidade das indústrias brasileiras, contribuindo para a construção de uma metodologia que integra as ações de Promoção de Saúde com as políticas de Segurança e Saúde no Trabalho das empresas.

“O Centro de Inovação Sesi em Fatores Psicossociais está sempre atento às tecnologias de ponta, e reconhecidas por sua eficácia, para adaptá-las à realidade brasileira, com o objetivo de promover ambientes de trabalho saudáveis, que contribuam para a sustentabilidade da indústria do País”, avalia o superintendente do Sesi-RS, Juliano Colombo.

Após a capacitação, o Cis-FPS produziu protótipos de soluções baseadas na metodologia TWH, que é definida como políticas, programas e práticas que integram a proteção contra riscos de segurança e saúde relacionados ao trabalho. Para traduzir o aprendizado em prática, foram aplicadas em duas empresas brasileiras, de diferentes portes e segmentos. Segundo os profissionais das companhias envolvidos no processo, o trabalho vai contribuir para criação de um ambiente de saúde e segurança mais forte, melhorar o clima e a satisfação dos funcionários e a comunicação entre líderes e liderados.

Os resultados da parceria foram reconhecidos como exemplo das boas práticas de implementação da metodologia TWH em todo o mundo, a partir da publicação de artigo no Centro de Prevenção e Controle de Doença pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos Estados Unidos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/06/2019 0 Comentários 583 Visualizações
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