Com vacinação recentemente aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as crianças entre 5 e 11 anos totalizaram 13 falecimentos por Covid-19 desde o início da pandemia. Este foi o número de óbitos para esta faixa etária registrados pelos Cartórios de Registro Civil gaúchos no período de março de 2020 à primeira semana de janeiro de 2022.
O levantamento mostra ainda que as crianças mais afetadas pela doença foram aquelas de seis anos, com três mortes registradas, seguida pelas que tinham sete, oito, dez e 11 anos, com dois falecimentos registrados em cada uma destas idades. Crianças de cinco e novo anos totalizaram um óbito cada.
Os dados contabilizados fazem parte do Portal da Transparência do Registro Civil, base de dados que reúne as informações de nascimentos, casamentos e óbitos registrados pelos 7.663 Cartórios brasileiros -, administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), e que retrata ainda que esta faixa etária registrou cinco mortes em razão de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), uma por causa indeterminada e duas por morte súbita.

O ano de 2021 foi aquele que registrou o maior número de mortes cuja causa mortis consta como Covid-19 (nove), enquanto, em 2020, foram quatro. Na primeira semana de janeiro de 2022 não foram contabilizados óbitos por Covid-19 de crianças entre 5 e 11 anos, embora os Cartórios de Registro Civil tenham o prazo legal de até 10 dias para enviar os dados ao Portal da Transparência do Registro Civil.
“Os números publicados no Portal da Transparência, disponibilizam os óbitos registrados em Cartórios de Registro Civil e informam a sociedade sobre o atual estágio da pandemia. No caso das crianças, os tristes números também fazem parte do momento que estamos vivendo e indicam que a vacinação pode ser o melhor caminho para salvar vidas”, destaca Sidnei Birmann, presidente da Arpen-RS.
Contabilizando-se todas as mortes por causas naturais no Rio Grande do Sul, a faixa etária entre 5 e 11 anos registrou 196 óbitos, sendo 83 em 2020 e 112 em 2021. Dentre as causas de mortis segmentadas pelo Portal, Septicemia foi a causa de 30 mortes, Pneumonia (25), AVC (12), Insuficiência Respiratória (21) e Covid-19 (13). Importante constatar que os Demais Óbitos, que reúnem várias doenças não segmentadas no Portal, totalizaram 81 mortes.
Já no caso de Covid-19, as crianças entre 5 e 11 anos totalizaram 324 falecimentos por Covid-19 desde o início da pandemia. Entre os Estados brasileiros, São Paulo, estado mais populoso do país respondeu percentualmente por 22,8% dos óbitos de crianças nesta faixa etária, seguido por Bahia (9,3%), Ceará (6,8%), Minas Gerais (6,5%), Paraná (6,2%), Rio de Janeiro (5,9%) e Rio Grande do Sul (4%). Amapá, Mato Grosso e Tocantins foram as unidades que registraram o menor número de óbitos na faixa etária.







A meditação de atenção plena é um dos métodos que podem ajudar as pessoas a lidarem melhor com o estresse, que é uma reação do nosso corpo às pressões externas. Os seus efeitos nocivos, no entanto, nos fazem querer eliminá-lo de forma imediata, ignorando suas causas. Com as práticas de atenção plena, podemos processar emoções desafiadoras, renovando nosso senso de tranquilidade e segurança. Quando reconhecemos os motivos do estresse, passamos a procurar recursos e tomar medidas para aliviar seus efeitos.
A prática frequente da meditação não só facilita o processo de lidar com o estresse e a ansiedade, mas também ajuda as pessoas a permanecerem no momento presente, permitindo que durmam de forma mais fácil. O impacto de um sono de qualidade também pode ser visto no dia a dia, porque temos mais energia para atender às nossas necessidades e cumprir com as obrigações.
Mesmo que você esteja praticando a meditação de atenção plena a sós em sua casa, você vai perceber que o efeito dela se espalha na sua vida. Quanto mais você se aprofunda na prática, mais você permanece presente, inclusive nos relacionamentos: você vai passar a sentir o calor de um relacionamento mais íntimo ou aproveitar mais uma conversa divertida. Ao observar a sua mente sem julgamento, você vai conseguir ver de forma mais clara a sua reação a situações e pessoas diferentes. Essa consciência maior vai permitir que você compreenda melhor as suas questões e as questões das outras pessoas, o que tornará mais fácil estabelecer limites saudáveis e comunicar as suas necessidades.
Nossa mente geralmente fica perdida em pensamentos. Às vezes, ficamos ruminando algo que aconteceu, fazendo planos ou imaginando a nossa história no futuro. Talvez seja difícil permanecer no momento atual e focar no fluxo do dia a dia, especialmente quando temos tantas distrações. Assim como os músculos ficam mais fortes quando fazemos mais exercícios, a nossa capacidade de permanecer presente cresce conforme praticamos e nos tratamos com paciência e compaixão. Assim, nos tornamos capazes de nos concentrarmos no presente por períodos cada vez mais longos.
Infelizmente, nem tudo na vida acontece do jeito que queremos. Às vezes, nos chateamos porque uma situação não saiu da forma planejada. Ao contrário do que muita gente pensa, a meditação de atenção plena não insiste que você fique feliz com tudo o que a vida coloca no seu caminho. Na verdade, a autoconsciência nos ajuda a perceber e aceitar momentos desconfortáveis ou que nos incomodam. A atenção plena nos dá coragem para investigar as fontes de resistência dentro de nós e, quando você aceita, sua capacidade de resolver a situação com compaixão e cuidado aumenta gradativamente. É possível abordar a vida com aceitação e equilíbrio. Quando você aceita a vida como ela é, você está se dando tempo e espaço para aproveitá-la, mesmo com os desafios que ela apresenta.










