Santa Cruz do Sul deve contar, ainda neste ano, com a criação de um centro municipal de atendimento a pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). O anúncio foi feito pela prefeita Helena Hermany, durante sessão pública na Câmara de Vereadores, na tarde desta segunda-feira, 04 de abril.
A reunião marcou a passagem do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado anualmente em 2 de abril e foi proposta pelo vereador Bruno Faller.
Queríamos fazer com que as pessoas tivessem uma motivação para acordarem pela manhã”.
Em sua fala, a prefeita lembrou de quando, ainda nos anos 90, trabalhou para a criação do Centro Ocupacional de Deficientes de Santa Cruz do Sul (Codesc), hoje transformado no Centro-Dia, sensibilizada pela situação em que encontrou muitas pessoas com necessidades especiais. “Queríamos fazer com que as pessoas tivessem uma motivação para acordarem pela manhã”, frisou.
A mobilização de Helena em torno da questão seguiu e, durante sua gestão à frente do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), ocorreu a confirmação da implantação do Centro Regional de Referência ao Autismo, através de convênio com o Governo do Estado. Conforme Helena, o local irá dispor de espaço e profissionais habilitados para atendimento aos portadores de autismo.
Isso será uma prioridade ainda neste ano. Temos que acolher essas pessoas. Está faltando falarmos mais sobre esse assunto e colocar em prática o centro de acolhimento. Nós vamos conseguir”.
A prefeita salientou a importância de seguir promovendo iniciativas que contribuam para a inclusão e a melhoria da qualidade de vida das pessoas com TEA e portadores de deficiência. Helena anunciou a intenção do município em construir um centro de acolhimento municipal, na área recuperada onde ficava a Escola Normal Rural Murilo Braga de Carvalho. “Estamos trabalhando neste sentido. Queremos desenvolver um trabalho com as pessoas e suas famílias”, defendeu.
Helena enfatizou a necessidade de aprimorar o acolhimento aos autistas e seus familiares. “Isso será uma prioridade ainda neste ano. Temos que acolher essas pessoas. Está faltando falarmos mais sobre esse assunto e colocar em prática o centro de acolhimento. Nós vamos conseguir”, concluiu.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria





A ação mobilizou 11 agentes de combate às endemias, 10 agentes comunitários de saúde e 20 soldados do de 7º BIB. A operação, coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde, também contou com o apoio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, que forneceu uma retroescavadeira, dois caminhões e três picapes para a coleta de entulhos retirados dos imóveis.
Moradora do bairro há mais de 20 anos, Ângela Maria Rodrigues tem uma horta no pátio. Ela procura manter a área sempre limpa e ouviu com atenção as orientações da agente municipal. “É uma iniciativa muito boa, para limpar o bairro”, comentou.


Ao longo do dia, eles promoveram atos intimidatórios e ofensas pessoais à prefeita, impedindo sua saída do prédio do Palacinho e, mais tarde, dirigindo-se até a residência dela para prosseguir com o constrangimento. Os jornalistas assistiram a vídeos que demonstraram a falta de respeito e a agressividade com que a Helena foi tratada. “Mesmo depois de ter falado com eles de forma pacífica à tarde e ter avisado que conversaríamos novamente quando o projeto estivesse pronto, fui surpreendida pela baderna em frente à minha casa”, lamentou.