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RS

Variedades

SBT RS exibe reportagem especial sobre transmissão exclusiva da final do Carioca

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Enquanto o estadual do RS não volta, os gaúchos vão poder assistir pela TV aberta a final do Carioca. O clássico Flamengo e Fluminense será transmitido com exclusividade pelo SBT a partir das 8h45 da noite. Nesta quarta-feira, o SBT Rio Grande vai exibir uma reportagem especial sobre o Fla x Flu sob um ponto de vista dos gaúchos.

“Vamos mostrar como o futebol gaúcho tem conexão com essa final, lembrando quem passou pelo clássico Fla x Flu e quem está lá e já esteve aqui. Além de contar a história de torcedores cariocas radicados no Rio Grande do Sul e que vão acompanhar a decisão na tela do SBT”, destaca o repórter espeortivo do SBT RS, Jeremias Wernek.

A narração da partida será feita por Téo José, liberado pela Fox Sports. A transmissão começa 8h45 da noite desta quarta-feira (15). O SBT Rio grande vai ao ar às 11h40.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 486 Visualizações
Variedades

Construtora gaúcha figura entre as maiores do país

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No ano em que se encaminha para o cinquentenário, a Construarte Engenharia e Construção comemora mais uma importante vitória. A empresa conquistou a 37ª posição entre as 100 maiores construtoras do Brasil, segundo o Ranking Intec Brasil 2020, subindo 23 posições em relação a 2019. 

A Intec afere a área construída a cada ano. Em 2019, a Construarte Engenharia e Construção somou 285 mil m² de área construída, o equivalente a mais de 6.000 casas populares.  A premiação destaca as 100 maiores construtoras e que mais contribuíram para a fazer girar a roda da economia. Nas construções, foram utilizadas 1.200 toneladas de aço, 16.000 m³ de concreto e 700.000 blocos e tijolos, impactando positivamente em toda a cadeia de produção do setor. Atualmente são 29 obras em andamento, em 13 municípios. 

O resultado é fruto de um longo trabalho, que contabiliza ao longo da história mais de 500 obras em 29 cidades do Rio Grande do Sul, como hotéis e resorts, indústrias, supermercados, hospitais, agências bancárias, restaurantes, centros profissionais, além de condomínios residenciais. Em 2020, a empresa conta com 250 funcionários diretos e cerca de 800 indiretos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 1,7K Visualizações
Variedades

Jornalista hamburguense volta para a telinha

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A partir desta terça-feira, 23, os hamburguenses contam com mais visibilidade na programação do SBT RS. A jornalista Aline Schneider fez sua estreia direto de Novo Hamburgo e, além de reportagens, terá entradas ao vivo no SBT Rio Grande de segunda a sexta-feira. “É muito importante essa parceria com a experiente jornalista Aline Schneider. Com isso, o SBT amplia a cobertura pelo estado. Teremos muito sucesso”, afirma o editor regional do SBT no RS, Danilo Teixeira.

A profissional, formada pela Unisinos, possui quase duas décadas de experiência em TV, com passagens pela Record RS e RBS TV Porto Alegre. Quando retornou para Novo Hamburgo, após 6 anos morando na capital, Aline passou a responder pela assessoria de imprensa da CDL NH, cargo que ainda exerce. “Estou muito feliz em voltar para a TV, principalmente pela oportunidade de divulgar as notícias do Vale do Sinos, região que merece destaque no nosso Estado. O factual, como chamamos no jornalismo, terá prioridade, a exemplo dos reflexos provocados pelo coronavírus no município. No entanto, espero que possamos trazer também histórias inspiradoras e felizes, como um professor do bairro Canudos que, em meio a pandemia, criou um canal no youtube para incentivar os alunos a se exercitarem enquanto ficam em casa com as famílias durante a quarentena”, comenta Aline animada com o novo momento profissional.

Sugestões de pauta podem ser enviadas para jornalismosbtrs@gmail.com

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2020 0 Comentários 696 Visualizações
Saúde

Estudo Inédito mostra que pico de contaminação da Covid-19 no Rio Grande do Sul será no dia 30 de julho

Por Gabrielle Pacheco 19/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

ia 30 de julho será o pico de contaminação pela Covid-19 no estado do Rio Grande do Sul. É o que revela um estudo inédito desenvolvido por cientistas de dados e atuários da Funcional Health Tech – maior plataforma independente de dados do setor de saúde no país. O resultado dessa análise apresenta um cenário mais alarmante do que o previsto até agora por outras projeções, mas chegou-se a ele a partir de uma modelagem matemática utilizada com êxito nas principais epidemias vividas no mundo nos últimos 100 anos.

De acordo com a projeção, o estado chegará a 114,341 mil de contaminados ativos, excluindo casos de pessoas recuperadas ou que foram a óbito. Ou seja, esse dado corresponde ao número de pessoas que estarão contaminadas naquela data específica e não o total acumulado de infectados durante todo o período de pandemia.

“Nosso objetivo com essa pesquisa é mostrar para os gestores de saúde de cada município que é possível fazer análises regionais com o suporte da ciência de dados para apoiá-los na definição de protocolos mais assertivos de acordo com o cenário local. Por isso, disponibilizamos no final de março uma plataforma gratuita, no modelo open source (código aberto), para que qualquer profissional no Brasil tenha acesso aos nossos algoritmos e possa gerar suas próprias análises. Foi a forma que encontramos para apoiar o país nesse momento tão crítico”, explica Raquel Marimon, Diretora Executiva da Funcional .

No Brasil, o levantamento revela ainda que o pico de contaminação será em 6 de julho com 1,780 milhões de contaminados, 0,85% da população brasileira .

Para a executiva, os números acumulados no Rio Grande do Sul preocupam. “O número acumulado de pessoas infectadas é 3 milhões, porém acreditamos que somente uma parte será diagnosticada com o vírus, o qual estimamos em cerca de 428,5 mil”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2020 0 Comentários 456 Visualizações
Variedades

Sindifisco-RS doa 1,5 mil cobertores e 540 peças de roupas para Campanha do Agasalho

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Campanha do Agasalho Estadual começou há poucos dias e nesta segunda-feira, 15, recebeu um grande reforço nas doações. O Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Tributária do Estado do Rio Grande do Sul (Sindifisco-RS) entregou 1,5 mil cobertores e 540 peças de roupas infantis novas. A entrega foi realizada na Central de Doações da Defesa Civil Estadual, em Porto Alegre.

O coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Júlio César Rocha Lopes, ressaltou a importância das doações neste momento de pandemia. Cobertores e roupas infantis são os itens menos doados e, ao mesmo tempo, os mais solicitados para auxiliar as comunidades carentes. “Mais uma vez contamos com o apoio do Sindifisco na Campanha do Agasalho. Os cobertores e agasalhos serão destinadas para municípios e entidades beneficentes em diversas regiões do Estado”, destacou o coronel Rocha.

As doações feitas na campanha destinam-se a pessoas carentes em situação de vulnerabilidade social, crianças, idosos e vítimas de enchentes. As peças e calçados arrecadados também são encaminhados para entidades que prestam assistência a refugiados em diversas regiões do Estado.

Parceiros da campanha

Neste ano, a Campanha do Agasalho conta com o apoio de Grupo Zaffari, Sesc-RS, Sindifisco-RS, 99, Instituto Unimed, Farmácias São João e Panvel.

Até 30 de junho, o aplicativo de mobilidade urbana 99 subsidiará até metade do valor de corridas para pontos de coleta drive-thru de doações da Campanha do Agasalho do Rio Grande do Sul.

Os interessados em realizar as doações não precisam se deslocar até o local. Há possibilidade de enviar as peças sem que o passageiro embarque no carro. Para participar, basta solicitar a corrida pelo aplicativo da 99 e colocar as doações diretamente no porta-malas ou, se desejar, embarcar e ir até o destino.

Para usar os descontos, limitados a R$ 15 para viagens de ida aos pontos de coleta da cidade, basta inserir o endereço do ponto de coleta no campo de destino da corrida pelo app da 99. Todos os ganhos dessas corridas serão destinados aos motoristas parceiros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2020 0 Comentários 411 Visualizações
Variedades

RS recebe doação de 12 mil máscaras da província-irmã chinesa de Hubei

Por Gabrielle Pacheco 15/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul recebeu, na manhã desta segunda-feira, 15, uma ajuda humanitária vinda do outro lado do mundo. A província-irmã de Hubei, na China, enviou caixas com 12 mil máscaras – 10 mil descartáveis e 2 mil do tipo N95.

A doação atende a um pedido do governador Eduardo Leite feito em março, já que a capital da província, Wuhan, foi o primeiro epicentro de coronavírus no mundo e tornou-se referência no combate à pandemia.

“Pedimos atenção e cooperação do povo de Hubei para o enfrentamento ao coronavírus e ficamos muito contentes com a solidariedade. Receber hoje essa ajuda material é muito importante, mas esperamos também pela cooperação técnica para melhor enfrentarmos a pandemia”, disse o governador.

O Estado está conectado a Hubei pelo Acordo de Fraternidade e Cooperação, que prevê intercâmbio bilateral, entre outros projetos, nas áreas de ciência e tecnologia, cultura, educação, esportes, saúde, comércio, recursos humanos e agricultura.

“Hubei entendeu a necessidade de ajuda e enviou as máscaras, mas continua com a disposição de trabalhar em conjunto tanto no combate à pandemia como nas relações econômicas”, afirmou o representante da província chinesa, David Chen.

De acordo com a diretora do Departamento de Ações em Saúde (DAS), Ana Costa, os equipamentos de proteção individual serão destinados aos 108 mil profissionais da saúde, especialmente aos que atuam na linha de frente no combate ao coronavírus, obedecendo aos critérios de distribuição da Secretaria da Saúde.

“É uma ajuda relevante porque é dupla, permite tanto a proteção ao profissional como ao usuário, porque vai evitar o afastamento dos profissionais e os mantêm no trabalho de assistência à população”, destacou a diretora.

Também presente no ato simbólico de entrega dos EPIs, o novo secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rodrigo Lorenzoni, afirmou que a pasta segue trabalhando para estreitar os laços com Hubei para que, após a pandemia, o Estado possa retomar os planos de fazer uma missão internacional à China.

Em junho do ano passado, Leite havia recebido David Chen no Palácio Piratini, buscando uma aproximação. Uma possível ida ao país foi suspensa da por conta do coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2020 0 Comentários 541 Visualizações
Variedades

RS alcança topo de ranking de transparência de dados sobre a Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 15/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em uma semana, o Rio Grande do Sul subiu duas colocações e alcançou, na quinta-feira, 11, o topo do ranking de transparência sobre dados epidemiológicos da Covid-19 da Open Knowledge Brasil, com 100 pontos, ao lado de Ceará, Goiás, Minas Gerais e Rondônia, que também somam a pontuação máxima.

No primeiro levantamento, em 3 de abril, o RS aparecia em oitavo lugar, com 36 pontos. Por demanda do governador Eduardo Leite, houve um esforço para desenvolvimento de novas versões das plataformas digitais oficiais que fornecem dados sobre o enfrentamento ao coronavírus.

“Transparência sempre foi o norte da nossa gestão. Devido à pandemia, criamos sistemas novos, como o monitoramento de leitos, que exigiu um trabalho intenso e integrado de diversas secretarias e órgãos, mas desde o início tivemos a intenção de que tudo fosse público e disponível para qualquer pessoa. E agora está. Ficamos satisfeitos com o resultado do ranking e isso nos motiva ainda mais a seguirmos trabalhando firmes no enfrentamento ao coronavírus e, juntamente, não menos importante, no enfrentamento à corrupção, para o que a transparência é fundamental”, destacou o governador.

Com esse esforço conjunto, o RS subiu para o terceiro lugar no levantamento da semana passada, divulgado em 4 de junho, chegando a 95 do total de 100 pontos. Para alcançar essa posição, foi decisivo o trabalho da equipe da Secretaria da Saúde na disponibilização de microdados e a reformulação do principal site de indicadores de Covid-19, o Painel Coronavírus RS, disponível no site.

A chegada ao topo do ranking foi graças à nova versão do Mapa de Leitos. Disponível no site, o painel que antes contava com taxa de ocupação hospitais em três níveis – Estado, macrorregião e região Covid (as 20 divisões usadas no modelo de Distanciamento Controlado) – agora, também disponibiliza por município e hospital.

O trabalho de ampliação de dados foi realizado em conjunto pela Secretaria de Governança e Gestão Estratégica (SGGE) – com colaboração do Escritório de Desenvolvimento de Projetos (EDP) e do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do RS S.A. (Procergs), vinculadas da pasta – e pela Secretaria da Saúde (SES).

“O mesmo conjunto de informações que o cidadão conseguia ver no macro, como total de leitos e sua taxa de ocupação, uso de respiradores, pacientes com Covid, a sinalização em diferentes cores, conforme for maior ou menor taxa de ocupação, e o histórico dos últimos 14 dias, tudo ele consegue ver, agora, no seu município e no hospital que quiser, dentre o total de 295, com atualizações de hora em hora”, disse o diretor-presidente da Procergs, José Antônio Leal.

Além de consultar os dados, gráficos e históricos, tudo está disponível para download, em formato CSV, que pode ser utilizado para armazenamento de dados e interpretado em diferentes programas, como Microsoft Excel, Google Sheets e Apple Numbers. Esse foi o segundo motivo para que o RS chegasse ao primeiro lugar do ranking.

“Dar transparência é uma obrigação e primamos, principalmente na ótica da saúde, por isso, uma vez que é um direito do cidadão saber a real situação da pandemia no Estado, tanto para se manter informado como para exercer o seu papel de agente responsável no enfrentamento ao vírus”, afirmou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

Todos esses dados, Mapa dos Leitos e indicadores de Covid-19, além de notícias, orientações técnicas, legislações, entre outros conteúdos relacionados ao enfrentamento à pandemia estão unificados em um único site.

“O governo já vinha trabalhando para tornar o governo cada vez mais digital, mas, neste caso especifico da pandemia, fizemos um esforço conjunto muito grande para que todos os cidadãos pudessem ter os dados estruturados da pandemia de forma clara, em um único ambiente, com acesso de qualquer plataforma, facilitando a vida de quem quer ter a informação”, reforçou a secretária adjunta de Governança e Gestão Estratégica, Izabel Matte.

Todas as informações disponibilizadas são usadas internamente pelo governo, no monitoramento do Gabinete de Crise e seus comitês para a tomada de decisão de políticas públicas e no Distanciamento Controlado, modelo que determina regras proporcionais na medida e no local necessário do Estado.

“O governo toma suas decisões com base em evidências científicas, adota modelos de enfrentamento da pandemia com diálogo, busca a contribuição de especialistas. Faz tudo isso com transparência, e é a sociedade que ganha. Todo esse esforço tem esse sentido: o de preservar vidas”, destacou a coordenadora do Comitê de Dados do governo, Leany Lemos.

O ranking

Também chamada de Rede pelo Conhecimento Livre, a Open Knowledge Brasil pertence a Open Knowledge Internacional e é uma organização sem fins lucrativos e apartidária que atua no país desde 2013.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2020 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

Empresa Gaúcha abre 150 vagas de emprego

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo Marpa – Marcas, Patentes, Inovações e Gestão Tributária está contratando colaboradores para o departamento comercial. A projeção do Grupo é que sejam treinados e contratados 100 representantes comerciais somente para atuação no Rio Grande do Sul e 50 profissionais para a filial no Paraná.

Segundo o presidente do Grupo Marpa, Valdomiro Soares, a ação faz parte da estratégia de se reinventar em um momento delicado. “Muitas empresas ainda não sabem que são as marcas fortes e com credibilidade que farão a economia girar. Então, dentro dessa premissa e da estratégia de que é preciso investir na divulgação dos registros de marcas no Rio Grande do Sul e Paraná, estamos aumentando e realizando treinamentos com nosso departamento comercial. Já estamos fazendo as contratações aqui no Estado, mas no Paraná, assim que for possível, faremos os treinamentos”, afirmo.

“Estamos seguindo a regra que falo há muitos anos para nossos parceiros do Grupo Marpa, o que faz uma empresa se destacar são os seus vendedores”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 858 Visualizações
Variedades

Feminicídios têm queda de 45,5% no RS

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após quatro meses de alta ou estabilidade, os assassinatos de mulheres por motivação de gênero no Rio Grande do Sul voltaram a registrar queda. Em maio, houve seis feminicídios no Estado – 45,5% a menos do que os 11 registros no mesmo mês do ano passado. O resultado é verificado após a implantação de uma série de iniciativas pelas instituições vinculadas à Secretaria da Segurança Pública (SSP) para intensificar o combate à violência contra a mulher e reforçar a importância das denúncias, em especial neste momento em que enfrentamos a pandemia da Covid-19.

Em maio, a SSP lançou campanha para ampliar a divulgação dos canais de alertas de violência contra a mulher. O objetivo é incentivar entre mulheres, familiares, amigos, vizinhos e até desconhecidos a realização das denúncias anônimas, que podem fazer a diferença para salvar vidas. Nenhuma das seis vítimas de feminicídio no RS no mês passado tinha qualquer registro de ocorrência anterior contra o agressor – em cinco dos casos, havia relação íntima entre a mulher e o autor do crime.

“A campanha fomenta que não apenas as mulheres vítimas, mas também as pessoas que estão na sua volta, vizinhos, amigos, familiares, que ao tomarem conhecimento de qualquer situação de violência doméstica, assumam o dever moral de comunicar às instituições. É preciso romper o silêncio e denunciar”, disse a major Karine Brum, coordenadora das Patrulhas Maria da Penhas da Brigada Militar.

A campanha “Rompa o Silêncio” é composta por seis cards e dois vídeos, em arquivos pequenos para facilitar o download, disponibilizados em todas as redes sociais da SSP e do Governo do Estado. Os vídeos, criados com foco especial no compartilhamento via WhatsApp, foram propositalmente produzidos sem som. Esse formato possibilita que sejam assistidos a qualquer momento, evitando o constrangimento de mulheres que se sintam de alguma maneira ameaçadas nesse momento de quarentena doméstica em razão da Covid-19. A ausência de áudio ainda instiga a reflexão sobre a urgência de romper o silêncio.

Enquanto na soma dos quatro primeiros meses do ano o WhatsApp da Polícia Civil havia recebido apenas 13 denúncias, com a campanha, só nas últimas duas semanas de maio houve 19 alertas. 

Os casos podem, e devem, ser comunicados pelos seguintes canais:

– Disque Denúncia 181

– WhatsApp (51) 9.8444.0606

– Denúncia Digital 181, no site da SSP (clique aqui)

– Emergências pelo 190

– Disque 180

No início de maio, a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Porto Alegre, em parceria com o Instituto-Geral de Perícias (IGP), inaugurou o serviço de plantão psicológico online para vítimas diretas e indiretas de violência doméstica. O atendimento, que tem o objetivo de ouvir a mulher, auxiliar no preenchimento do questionário de avaliação de risco e facilitar sua organização mental para o depoimento, será implantado em todas as 23 DEAMs do Estado até o final deste mês.

Após a recepção na DEAM da Capital, com a anuência da vítima, seu número de telefone é repassado para a psicóloga responsável do Departamento Médico-Legal. Em seguida, em sala reservada ao acolhimento psicossocial, enquanto a vítima aguarda para prestar depoimento, a profissional de saúde faz contato por videochamada para uma conversa que dura de 20 a 25 minutos.

O serviço é realizado na segunda-feira, das 9h às 17h, e no sábado, das 10h às 15h. Para as vítimas que procuram a DEAM entre terça e sexta-feira, é possível combinar um horário para a realização do atendimento remoto.

As 23 Delegacias Especializadas ainda reforçaram o trabalho proativo de prisão de agressores e de busca em locais onde há suspeita da presença de armas e outros instrumentos que possam oferecer risco a vítimas que registraram ocorrências. Só a DEAM da Capital, prendeu 11 suspeitos, recolheu seis armas e cumpriu 51 mandados de busca e apreensão.

Uma ação da Brigada Militar (BM) no último dia de abril também contribuiu para o resultado positivo no mês seguinte. A Operação Jerônyma Mesquita, deflagrada pelas Patrulhas Maria da Penha (PMPs) para intensificar a fiscalização de medidas protetivas de urgência (MPUs), ocorreu de forma simultânea em 62 municípios e efetuou sete prisões, além de 527 visitas a residências de mulheres vítimas. A operação levou o nome da enfermeira que liderou lutas pela garantia de direitos, como o voto, e cujo aniversário foi escolhido para marcar o Dia Nacional da Mulher, em 30 de abril. Em março, as PMPs ampliaram em 82% o número de municípios atendidos no Rio Grande do Sul, de 46 para 84.

Esse conjunto de iniciativas, além da redução de feminicídios, também se refletiu na retração de outros três indicadores de violência contra a mulher no RS em maio, comparado com o mesmo mês de 2019. As ocorrências de ameaças diminuíram 21,3% (de 2.893 para 2.276), as lesões corporais baixaram 19,5% (de 1.499 para 1.207), e os estupros caíram 11,5% (de 104 para 92). A exceção foram as tentativas de feminicídio, que passaram de 31 para 37 (19,4%).

A redução nos assassinatos de mulheres no quinto mês de 2020 contribuiu para frear a tendência de alta verificada no ano. Entre janeiro e maio, a soma de 43 feminicídios é 34,4% maior que os 32 do mesmo período de 2019 – até abril, a alta nesse comparativo era de 71,4%.

Nos outros quatro indicadores, a leitura do acumulado aponta queda. O total de tentativas de feminicídio no RS baixou 13,8%, de 160 entre janeiro e maio do passado para 138 em igual intervalo deste ano. As ameaças caíram 12,6% (de 16.414 para 14.342), as lesões diminuíram 7,3% (de 9.103 para 8.434) e os estupros reduziram 1,4% (de 653 para 644). Ainda assim, o monitoramento não descarta a possibilidade de subnotificação nas situações de menor gravidade (ameaça e lesão), em razão de maior receio pela convivência com os agressores durante o isolamento contra o coronavírus. Por isso, as autoridades reforçam a importância das denúncias.

“São muito raros os casos em que o feminicídio é resultado da primeira agressão. Em geral, as mortes por motivação de gênero são o ponto final de um longo ciclo de violência que, quanto antes for rompido, tem mais chances de preservar as vítimas. Por isso, nesse período de maior recolhimento domiciliar em razão da Covid-19, é ainda mais fundamental que toda e qualquer suspeita seja levada ao conhecimento das forças de segurança, que estão prontas para ajudar”, ressaltou o vice-governador e secretário da Segurança Pública, delegado Ranolfo Vieira Júnior.

Outras duas iniciativas formalizadas na última semana de maio devem auxiliar o trabalho das forças de segurança no combate aos crimes contra as mulheres. A Polícia Civil lançou a Cartilha da Delegacia Online (DOL) para fatos envolvendo violência doméstica. O documento apresenta o passo a passo para que as mulheres vítimas utilizem o padrão simplificado, dentro da DOL, por meio do botão “Registre sua ocorrência”. Este padrão oferece mais segurança para a mulher fazer seu relato sem precisar comparecer a uma delegacia.

No final de maio, o Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC) aprovou seis resoluções que padronizam procedimentos e fomentam boas práticas no atendimento aos crimes de gênero. As medidas foram idealizadas pelo Fórum Permanente de Enfrentamento à Violência contra Mulher, coordenado pela vice-presidente do CONCPC na Região Sul, a delegada Nadine Anflor.

Além de orientar a capacitação continuada dos agentes para atendimento especializado às mulheres vítimas e a criação de grupos reflexivos focados nos autores dos crimes, para evitar a reincidência, as resoluções estabelecem o Protocolo Nacional Integrado para Investigação Criminal das Mortes Violentas de Mulheres com Perspectiva de Gênero (feminicídios). O protocolo será aplicado na apuração de óbitos femininos, de tentativas – incluindo casos de suicídio –, de mortes aparentemente acidentais, do desaparecimento de mulheres e de abortos sem o consentimento da gestante.

“O protocolo será muito importante para aprimorar a investigação na medida em que estabelece como padrão o olhar especializado para todos os crimes em que haja mortes de mulheres. Dessa forma, o primeiro contato em todos os casos desse tipo terá esse cuidado para analisar possíveis características marcantes dos delitos motivados por gênero, só partindo para outras hipóteses por meio da exclusão. Essa atenção vai proporcionar apurações mais robustas e dados melhores para estudarmos e combatermos esses atos criminosos”, explica Nadine.

Ataques a transporte coletivo no RS têm queda de 64,9% em maio

A manutenção integral do trabalho das forças de segurança, aliada à movimentação ainda abaixo do normal nas ruas, resultou em novas quedas expressivas nos crimes patrimoniais no RS em maio. O destaque foi a redução de 64,9% nos roubos a transporte coletivo, somando as ocorrências envolvendo passageiros e motoristas de ônibus e lotações.

O Estado adotou no início de maio o distanciamento controlado, que liberou a retomada parcial de diversos setores. Ainda assim, a redução das ações criminosas contra transporte coletivo foi maior do que a verificada em abril, quando havia mais restrições. No quinto mês de 2020, houve 98 casos, menos da metade dos 279 registrados no mesmo mês de 2019. É o menor total desde que esse tipo de delito passou a ser contabilizado em separado, em 2012. Só a Capital teve redução de 82 ocorrências (-66%), passando de 125 em maio do ano passado para 43 em igual intervalo deste ano.

Na leitura acumulada, a queda nos roubos a passageiros e motoristas de ônibus em todo o Estado chegou a 531 registros a menos – foram 1.070 ocorrências entre janeiro e maio do ano passado contra 539 no mesmo período de 2020 (-49,6%). O total atual representa a menor soma para o intervalo entre o primeiro e o quinto mês de cada ano em toda a série histórica, iniciada em 2012.

Os roubos e furtos a estabelecimentos bancários mantiveram a tendência de queda verificada ao longo de 2019 e que se aprofundou neste ano. Em maio, houve oito ocorrências em todo o Estado, uma queda de 27,3% em relação às 11 registradas no mesmo período do ano anterior. O número atual é o menor total para o mês desde 2017, que teve sete casos.

O resultado no acumulado desde janeiro é mais expressivo. Enquanto em 2019 o Rio Grande do Sul contabilizava 49 ataques a banco até maio, neste ano a soma caiu mais do que a metade, para 23 ocorrências (-53,1%). O dado, além de ser o menor total para o período desde que esse tipo de crime passou a ser tabulado em separado, em 2012, representa também a maior redução percentual de um ano para o outro em toda a série histórica.

A marca reflete em parte a menor circulação nas ruas, embora as agências bancárias sigam com movimento considerável em razão da busca pelo auxílio emergencial, mas também teve influência do trabalho direcionado das forças de segurança para evitar esse tipo de delito. Entre as principais ações, está a Operação Angico, desenvolvida pela Brigada Militar com na análise de dados de inteligência para antecipar e reprimir a ação de criminosos e quadrilhas especializadas em ataques a banco. A ofensiva está estruturada em três estratégias: fiscalização ativa para evitar desvios, furtos e roubos de explosivos; mobilizações focadas em prisões de assaltantes e utilização de efetivo especializado com suporte da inteligência.

Queda geral dos crimes patrimoniais no Estado

Além da ampla retração nos roubos a transporte coletivo e nos ataques a banco, maio também encerrou com queda nos demais delitos que completam a lista dos principais indicadores sobre crimes contra o patrimônio no Rio Grande do Sul. Em todos os casos, apesar da retomada parcial de atividades com a adoção do distanciamento controlado, é perceptível a influência das restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

Na comparação com o mesmo mês de 2019, o roubo de veículos teve redução de 21,2%, passando de 905 casos para 713. Entre os furtos de veículos, a baixa foi de 33,4%, com 1.172 ocorrências em maio do ano passado e 781 neste ano.

A diminuição foi ainda mais expressiva nos roubos em geral, com 3 mil registros a menos. Enquanto no quinto mês de 2019 foram contabilizados 6.273 casos, maio passado teve 3.202 roubos,
o que representa uma queda 49%. Entre os furtos, na mesma comparação, a redução foi de 46%, com 5 mil registros a menos – de 10.708 para 5.782. Naturalmente, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, o monitoramento não descarta a hipótese de subnotificação. Por isso, as autoridades alertam sobre a importância de efetuar os registros, que podem ser realizados sem a necessidade de deslocamento, por meio da Delegacia Online da Polícia Civil (clique aqui).

Latrocínios no RS caem 40% em maio

Com menos crimes patrimoniais, menores as chances de ocorrerem roubos com morte. A baixa nos delitos que visam bens das vítimas também se refletiu na redução de 40% nos latrocínios no RS – foram cinco casos em maio de 2019 e três no mesmo período deste ano. É o menor total para o mês em 18 anos, desde que a SSP deu início à contabilização de crime no Estado, em 2002.

O recorde também se repete na análise dos dados acumulados desde janeiro. A soma de 26 ocorrências é a menor de toda a série histórica e representa queda de 23,5% sobre os 34 registros do mesmo período de 2019.

Em Porto Alegre, o mês de maio encerrou com 24 vítimas de homicídio, uma a mais (4,3%) que as 23 registradas no mesmo intervalo no ano passado. Apesar da alta, o número atual ainda é o segundo menor desde 2010.

Na leitura acumulada, em razão das reduções verificadas desde o início de 2020, o índice permanece em baixa, com queda de 14,8%. Entre janeiro e maio do ano passado, foram 149 vítimas de homicídio na Capital. Em igual período deste ano, a soma foi de 127 óbitos. É o menor total em Porto Alegre para os cinco primeiros meses em 11 anos.

A consolidação dos indicadores criminais de maio confirma a ausência de influência das restrições impostas pela pandemia da Covid-19 sobre as ocorrências de homicídio no RS. Mesmo com a circulação de pessoas ainda abaixo do normal, o mês teve nove vítimas a mais este ano do que em 2019, passado de 145 óbitos para 154 (6,2%).

No acumulado, porém, com as reduções verificadas entre janeiro e março, o indicador segue em baixa. Na comparação entre os cinco primeiros meses de 2019 e de 2020, a queda no número de vítimas de assassinato foi de 6,9%, com 57 mortes a menos – de 827 para 770. É a menor soma para o período desde 2011, quando foram contabilizados 739 óbitos.

Entre os possíveis fatores para os homicídios no RS em maio não terem sofrido o mesmo efeito que as medidas de distanciamento social provocaram nos delitos contra o patrimônio, as autoridades apontam o acirramento das disputas do tráfico pelo encolhimento do mercado. Além da menor circulação de pessoas, que naturalmente reduz o comércio ilegal de entorpecentes, o volume de apreensões de drogas pelas forças de segurança teve aumento de 188%. Entre janeiro e abril de 2019, a Brigada Militar e a Polícia Civil recolheram 2,97 toneladas de drogas somando maconha, cocaína e crack. No mesmo período deste ano, o total de apreensões se multiplicou para 8,57 toneladas.

Esse grande prejuízo econômico, além de acertos de contas por dívidas ligadas à responsabilização pela perda do material apreendido, acirra disputas por novos pontos de tráfico, o que leva a assassinatos entre grupos rivais. O monitoramento de dados realizado pelo corpo técnico da Gestão de Estatística em Segurança (GESEG), ligado ao programa RS Seguro, aponta que mais de 80% dos homicídios registrados no Estado têm alguma relação com disputas e desavenças inseridas no contexto do tráfico de drogas.

Homicídios de detentos soltos representam 8,4% do total em maio

Além do encolhimento no comércio ilegal de drogas, levantamento do Departamento de Inteligência da Segurança Pública (Disp) da SSP aponta que contribuiu para o aumento no número de homicídios a soltura de criminosos que estavam presos. As libertações ocorrem durante a vigência da recomendação nº 62 do Conselho Nacional de Justiça, que “recomenda aos tribunais e magistrados a adoção de medidas preventivas à propagação da infecção pelo novo coronavírus (Covid-19) no âmbito dos sistemas de justiça penal e socioeducativo”.

Somados os meses de março, abril e maio, o número de detentos beneficiados com concessões de liberdade aumentou de 10.112 no ano passado para 15.334 neste ano. A saída de criminosos, muitas vezes, mobiliza rivalidades entre grupos, abre disputas na hierarquia dos bandos e desencadeia ataques encomendados para acerto de contas.

Entre as 154 vítimas de homicídio no RS em maio, 13 eram indivíduos que estavam presos e ganharam liberdade, o que representa 8,4% do total de assassinatos no Estado. Caso essas mortes não tivessem ocorrido, o número de homicídios no mês teria sido de 141, o que representaria queda de 2,8% sobre os 145 registrados em maio do ano passado.

Desde a chegada da pandemia no Rio Grande do Sul, em março, até o final de maio, 40 presos que ganharam liberdade foram assassinados. O número representa alta de 90% sobre os 21 presos que tiveram liberdade concedida e foram mortos no mesmo período do ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

10/06/2020 0 Comentários 655 Visualizações
Variedades

RS registrou recorde de solicitações de seguro-desemprego em maio

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul contabilizou 66.820 solicitações do benefício do seguro-desemprego em maio. O índice representa um recorde na série histórica iniciada em 2011. Os recordes anteriores foram registrados em abril deste ano (53.056) e em julho de 2014 (51.441).

Do total de 66.820 solicitações do benefício, 37.527 foram recebidas pela internet e 29.293, presencialmente nos postos de atendimento, sendo 97,5% nas agências FGTAS/Sine. O número total de requerimentos representa aumento de 70,3% em comparação a maio de 2019 e de 25,9% em relação a abril de 2020.

No ranking nacional de solicitações do benefício, o Rio Grande do Sul ocupava a quarta posição em maio, atrás apenas dos estados de São Paulo (281.360), Minas Gerais (103.329) e Rio de Janeiro (82.584), conforme dados divulgados pelo Ministério da Economia. No mês passado, foram contabilizados 960.258 pedidos de seguro-desemprego no Brasil. O número representa um aumento de 53% na comparação com maio de 2020 (627.779) e de 28,3% em relação a abril deste ano (748.540).

Perfil do trabalhador desempregado no RS

Do total de trabalhadores que solicitaram o seguro-desemprego em maio no Rio Grande do Sul, 56,2% eram homens e 43,8%, mulheres. Com relação à faixa etária, 30% tinham de 30 a 39 anos; 21,1%, de 40 a 49 anos; 18,5%, de 18 a 24 anos; 17,3%, de 25 a 29 anos; 12,4%, de 50 a 64 anos; e 0,2%, mais de 65 anos.

Sobre a escolaridade dos solicitantes, a maioria (51,2%) tinha Ensino Médio completo; 13,9%, Ensino Fundamental incompleto; 12,7%, Ensino Fundamental incompleto; 10,4%, Ensino Médio incompleto; 6%, Ensino Superior completo; e 5,4%, Ensino Superior incompleto.

No que tange ao setor econômico em que atuavam os requerentes, 33% trabalhavam no setor de serviços; 31,2%, na indústria; 25,9%, no comércio; 6,6%, na construção e 3,3%, na agropecuária.

A faixa salarial em que se enquadrava a maior parte dos solicitantes (69,2%) variava de 1,5 a 3 salários mínimos. Ao todo, foram concedidos 57.567 benefícios, o que representa 86,2% dos trabalhadores que estavam habilitados a receber o seguro.

Acumulado do ano

Os pedidos do benefício do seguro-desemprego no Rio Grande do Sul aumentaram 27,7% de janeiro a maio, em comparação ao mesmo período do ano anterior: foram recebidas 211.236 solicitações do benefício em 2020, enquanto em 2019 foram 165.389 pedidos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 468 Visualizações
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