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Rios

Cidades

Limpeza da sanga do Arroio Preto e do Rio Pardinho minimiza efeitos das chuvas

Por Marcel Vogt 19/06/2023
Por Marcel Vogt

A limpeza da sanga do Arroio Preto e do Rio Pardinho, ação executada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (Seoi) cerca de 40 dias atrás, surtiu o efeito esperado. O trabalho minimizou os efeitos dos quase três dias de chuvas intensas, em Santa Cruz do Sul.

A análise é do titular da secretaria, Edmar Hermany. Na tarde de sexta-feira (16), ele avaliou o resultado do trabalho para o desassoreamento das margens da sanga e a remoção de resíduos e sedimentos no fundo do curso d’água. Hermany lembrou que a ação foi feita para prevenir alagamentos, justamente pensando nas previsões de que 2023 terá um inverno bastante chuvoso. “Nossa iniciativa deu um resultado muito bom nos locais onde houve as intervenções, evitando um cenário de calamidade. A limpeza foi muito importante e seguirá sendo feita, como orientou a nossa prefeita”.

Outro aspecto que contribuiu para o resultado foi o desassoreamento do Rio Pardinho, com a retirada de mais de 40 mil m3 de seixo de rio, segundo o secretário. Hermany também informou que as chuvas provocaram alguns deslizamentos na estrada de Monte Alverne, prontamente resolvidos pela Secretaria, com as condições de trafegabilidade das vias novamente normalizadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2023 0 Comentários 569 Visualizações
Variedades

Com poucas chuvas, rios no RS apresentam níveis abaixo da média

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

O Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) monitora, em tempo real, os níveis dos rios em 46 estações hidrológicas, distribuídas nos estados do RS e SC. Desse total aproximadamente 67% se encontram com permanência de níveis abaixo de 90%, ou seja, nestes locais, pode-se dizer que a gestão dos recursos hídricos está comprometida para irrigação ou para abastecimento humano. O monitoramento abrange 94 rios, 29 em SC e 67 no RS.

Os dados estão sendo disponibilizados semanalmente, desde o início do mês de fevereiro, por meio do Boletim de Monitoramento Especial da Estiagem no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O intuito é medir estes valores mínimos da vazão em rios da região, apresentar a evolução da estiagem nos dois estados e utilizar estes registros como base em futuros estudos de disponibilidade hídrica.

Além dos dados das estações hidrometeorológicas automáticas, nos meses de janeiro e fevereiro de 2022, as equipes de hidrologia de campo do SGB-CPRM mediram os menores valores de vazão líquida das séries históricas em 12 estações de monitoramento.

A gestão de recursos hídricos preconiza outorgas baseadas na vazão de referência de 90% (Q90). Por exemplo, se a Q90, de um determinado rio é 10 m³/s, isso significa que durante 329 dias do ano, (90%) dos dias, a vazão naquele rio é maior ou igual a 10 m³/s.

Segundo a terceira edição do boletim, emitido nesta sexta-feira, 18 de fevereiro, a tendência geral segue sendo de redução no nível dos rios em ambos os estados. Comparando os dados de nível com a média observada na mesma época do ano, o nível está, em grande parte das estações, abaixo da média para o período. A tendência é que o nível dos rios siga decrescendo por conta da baixa pluviosidade prevista para os próximos dias.

Os dados de vazão medidos desde o início do ano ultrapassaram a mínima histórica medida nas estações de Itapiranga (em Itapiranga, no rio Uruguai), Cascata Buricá (em Horizontina, no rio Buricá), Ponte Nova do Potiribu Jusante e Conceição (em Ijuí, nos rios Potiribu e Conceição), Colônia Mousquer (em Santo Ângelo, no rio Ijuizinho), Passo Santa Maria (em Bossoroca, rio Piratini), Itaqui (em Itaqui, no rio Uruguai), Fazenda São Jorge (em Santana da Boa Vista, no rio Negro), Linha Gonzaga (em Caxias do Sul, no rio Caí), São Leopoldo (em São Leopoldo, no rio dos Sinos), Costa do Rio Cadeia (em São Sebastião do Caí, no rio Cadeia e Passo do Mendonça (em Cristal, no rio Camaquã). No município de Bossoroca, a vazão foi a mais baixa medida em campo desde 1972 e, em Ijuí, desde 1956. A situação da região do baixo rio Uruguai apresenta níveis críticos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 444 Visualizações
Variedades

Pesquisas encontram poluição por resíduos plásticos no litoral e no Rio dos Sinos

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os resíduos de origem plástica podem, desde sua produção, acabar atingindo os ecossistemas naturais. Pesquisas sobre essa temática têm aumentado exponencialmente nos últimos anos, principalmente no que se refere à poluição marinha e aos impactos ambientais que os resíduos provocam às espécies aquáticas. No entanto, assim como existem os resíduos gerados localmente (nas cidades litorâneas), eles podem ser transportados até as áreas oceânicas e existem diversas vias que levam essa poluição até lá. Uma delas é por meio dos ecossistemas continentais, incluindo os terrestres, mas mais comumente os rios, ou seja, os sistemas de água doce.

Com o objetivo de detectar a presença destes resíduos, tanto na região litorânea média do Estado, quanto no Rio dos Sinos – que podem ser levados até o oceano – a Universidade Feevale desenvolve projetos de pesquisa na área dos plásticos. Vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental e ao curso de Ciências Biológicas da Instituição, tratam-se de investigações que contribuirão para os estudos na área do meio ambiente no Rio Grande do Sul.

Rio dos Sinos

A acadêmica do mestrado em Qualidade Ambiental, Jenifer Panizzon, após coletar amostras de água e sedimento ao longo do Rio dos Sinos, encontrou diversos pequenos microplásticos nos três pontos de coleta, que se localizam nos municípios de São Leopoldo, Parobé e Caraá. A pesquisa Microplásticos no Rio dos Sinos: ocorrência, caracterização e avaliação dos potenciais efeitos ecotoxicológicos é orientada pela professora Vanusca Dalosto Jahno, da Feevale, pelo professor Günther Gehlen e pela professora Paula Sobral, da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa – FCT-NOVA, de Portugal. Um dos objetivos é, também, analisar quais os potenciais efeitos ecotoxicológicos que essa contaminação pode causar aos seres vivos e à saúde humana.

As amostras foram processadas no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Limpas da Universidade e, após filtrados à vácuo em membranas de acetato celulose, as partículas foram visualizadas, contadas e identificadas com auxílio de literatura específica, em um estereomicroscópio. Os resultados preliminares da pesquisa mostram que existem pequenos microplásticos tanto na água quanto no sedimento e estima-se que sejam em grande quantidade. As microfibras foram as formas mais encontradas e em maior quantidade em todas as amostras, nos três pontos analisados. A pesquisa segue, agora, para a etapa de caracterização dessas partículas, a fim de saber a composição química e, consequentemente, a que tipo de plástico pertencem.

Litoral

Com o objetivo de diagnosticar a poluição por resíduos de origem antrópica no litoral médio leste do Rio Grande do Sul, a aluna de graduação em Ciências Biológicas, Marina Zimmer Correa, tem realizado coletas dos resíduos encontrados em três pontos distribuídos em uma faixa de praia de, aproximadamente, 30 km do litoral médio do Estado. Abrangendo as cidades de Mostardas e Tavares, a região tem um dos pontos de coleta inserido em uma Unidade de Conservação de importância internacional, o Parque Nacional da Lagoa do Peixe.

Orientada pela professora Larissa Schemes Heinzelmann, a aluna realiza a pesquisa por meio do seu Trabalho de Conclusão de Curso intitulado Quantificação e classificação de resíduos sólidos antropogênicos do litoral médio do Rio Grande do Sul. O diagnóstico da poluição se dará por meio da quantificação dos itens e objetos coletados e da sua classificação em tipo de material, tais como plástico, tecido, vidro/cerâmica, metal, papel/papelão, borracha e madeira, e prováveis fontes, tais como pesca, uso local ou doméstico. Apesar do enfoque ser nos macrorresíduos, o trabalho também aborda os grandes microplásticos, que variam de 1 a 5 mm de tamanho, são visíveis a olho nu e encontrados durante as coletas em campo, em especial os pellets, plástico virgem em formato de esferas e utilizado como matéria-prima pela indústria.

Até o momento, o trabalho já pôde identificar o plástico como o material de maior abundância, a pesca como uma das maiores fontes dos resíduos amostrados e os pellets como os grandes microplásticos mais encontrados. O trabalho conta com o apoio do Parque Nacional da Lagoa do Peixe e com a parceria do Instituto Curicaca, organização não governamental que desenvolve projetos de educação ambiental, gestão de resíduos sólidos, ecoturismo e desenvolvimento sustentável na região. A aluna está em fase de finalização das coletas programadas e da triagem do material.

Saiba mais sobre os tipos de resíduos

De acordo com a professora e pesquisadora Vanusca Dalosto Jahno, os resíduos encontrados no meio ambiente podem ser de vários tamanhos, formas e cores e são provenientes de muitos tipos de produtos plásticos, utilizados no dia a dia em nossas atividades sociais. Desde a indústria e antes mesmo de ser consumido, um produto feito de resinas poliméricas provenientes de recursos naturais fósseis, como é o caso do plástico virgem (que é fabricado a partir do petróleo), pode contaminar os recursos hídricos e o seu descarte incorreto, após o consumo, configura mais uma fonte de contaminação. “Da mesma forma, as redes de pesca, por exemplo, ao serem descartadas em alto mar ou mesmo na areia da praia, podem causar problemas aos organismos vivos”, explica.

De modo geral, os resíduos maiores e que são facilmente visíveis são os chamados macroplásticos (maiores que 2.5cm); já os microplásticos são micropartículas menores que 5mm. Menores em tamanho existem, ainda, os nanoplásticos. Os microplásticos são divididos em duas categorias, dependendo do tamanho: grandes ou pequenos. Podem, também, ser primários ou secundários, dependendo da sua origem. Os primários referem-se aos que são gerados pela indústria, por exemplo, no momento da produção e chegam até os recursos hídricos via efluentes industriais, como é o caso das fibras têxteis, também chamadas de microfibras.

Já os microplásticos secundários são aqueles provenientes da fragmentação (ou quebra) a partir de plásticos maiores por meio de processos e fatores abióticos (como radiação solar, oxidação e força mecânica, entre outros). Portanto, todo e qualquer material plástico pode ser interpretado como uma potencial fonte secundária. Juntamente com outros materiais gerados pelas atividades humanas, como madeira processada, cerâmica, metal e borracha, são chamados também de macrorresíduos, pois são de fácil visualização nos centros urbanos, em corpos d’água e em diferentes ambientes da região costeira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2020 0 Comentários 657 Visualizações
Cultura

Ecopoética apresenta Dilúvio MA: Arte sobre as águas do RS

Por Gabrielle Pacheco 13/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

O projeto Ecopoética realizará a performance “Dilúvio MA: Arte sobre as águas do RS”, com intervenções urbanas em quatro cidades do Rio Grande do Sul: São Leopoldo, Montenegro, Cachoeirinha e Caxias do Sul, com instalações artísticas nos rios dos Sinos, Caí, Gravataí e Arroio Tega. As apresentações serão realizadas nos meses de fevereiro, março e abril.

Ma, no zen-budismo, significa “vazio”, ou, ainda, “espaço entre as coisas”. A intervenção urbana Dilúvio MA traz dois performers suspensos e presos no interior de uma rede cheia de lixo balançando durante algumas horas sobre os rios. Habitando o interior da instalação de lixo com composições coreográficas e práticas meditativas, os performers estabelecem uma relação de contrafluxo ao ritmo urbano. A intervenção busca ressignificar o espaço urbano, chamando atenção para seu estado de degradação e para o excesso de lixo produzido pela cultura do consumo e descarte.

As ações integram o projeto Ecopoética, uma plataforma de pesquisa e criação artística desenvolvida desde 2013 pelos artistas Marina Mendo e Rossendo Rodrigues, voltada à busca por poéticas de sustentabilidade no ambiente urbano.

Em 2017, o Ecopoética realizou intervenções sobre os rios Tietê/SP, Ipojuca/PE e Capibaribe/PE – que integram o ranking dos 10 rios mais poluídos do Brasil segundo o IBGE.

Ao longo desse processo a equipe observou que todo grande centro urbano é atravessado por um rio extremamente poluído, destinatário de esgoto, resíduos variados e em situação de abandono. Em 2019, a performance será realizada sobre rios do Rio Grande do Sul, sendo que três deles (Sinos, Gravataí e Caí) também integram o ranking dos 10 mais poluídos do Brasil.

Foto: Divulgação/Gabriel Dienstmann | Fonte: Assessoria
13/02/2019 0 Comentários 1,K Visualizações
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