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Política

Heraldo Neves assume como diretor-presidente do BRDE

Por Jonathan da Silva 30/07/2026
Por Jonathan da Silva

O economista Heraldo Neves tomou posse como diretor-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) nesta quarta-feira (29). A presidência da instituição permanecerá sob responsabilidade do Paraná até 2027, conforme o sistema de governança compartilhada e de rodízio entre os três estados da região sul. A mudança marca o início de um novo ciclo de gestão no banco, criado para apoiar políticas públicas e financiar iniciativas de desenvolvimento regional.

Criado pelos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o BRDE adota um modelo de gestão colegiada, com a presidência exercida em sistema de rodízio entre os estados. Segundo a instituição, o modelo busca fortalecer a atuação integrada do banco no financiamento de projetos voltados ao desenvolvimento econômico e social da região sul do país.

Quem é Heraldo Neves

Formado em Economia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pós-graduado em Finanças pela FAE Business School, Heraldo Neves possui experiência na administração pública e no sistema de fomento. Ao longo da carreira, atuou na Prefeitura de Curitiba, no Governo do Paraná, na Agência Curitiba de Desenvolvimento e na Fomento Paraná, onde exerceu o cargo de diretor-presidente entre 2019 e 2024.

Atualmente, Neves também integra o Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional e ocupa a vice-presidência da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

Novo ciclo do banco

A posse ocorre no ano em que o BRDE completa 65 anos de atuação. Fundado em 1961, o banco financia projetos nas áreas de infraestrutura, inovação, sustentabilidade, cooperativismo e em diferentes setores produtivos, com atuação voltada ao desenvolvimento dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Foto: Rodolfo Buhrer/BRDE/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Business

BNI Paranhana completa um ano com R$ 3,9 milhões em negócios gerados

Por Jonathan da Silva 29/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Business Network International (BNI) Vale do Paranhana está completando um ano de atuação neste mês de julho, com R$ 3.938.422,00 em negócios gerados entre seus integrantes. O grupo de networking profissional reúne atualmente 39 empresários e profissionais liberais de diferentes segmentos nos municípios da região e promove encontros semanais voltados à geração de referências comerciais e oportunidades de negócios.

Segundo o presidente do BNI Paranhana, Lucas Schnorr, o grupo ampliou o número de participantes e os resultados ao longo do último ano. “Neste mês de julho, estamos completando um ano de BNI no Vale do Paranhana. Durante a minha gestão, aumentamos em 69% o número de membros e ultrapassamos a marca de R$ 3,9 milhões em negócios fechados para os integrantes do grupo. São marcas importantes para comemorar”, afirmou Schnorr.

Crescimento do grupo

Os negócios são gerados a partir de reuniões realizadas exclusivamente entre os membros, nas quais os participantes apresentam seus serviços e conhecem as atividades dos demais integrantes, com o objetivo de ampliar as indicações qualificadas e fortalecer parcerias comerciais.

O BNI Paranhana atua nos municípios de Igrejinha, Taquara, Parobé, Três Coroas, Rolante e Riozinho, reunindo empresários dos setores de construção civil, saúde, contabilidade, advocacia, assessoria empresarial, tecnologia, comércio e outras áreas.

Resultados do primeiro ano

Embora o BNI esteja presente em diversos países há mais de 40 anos, a atuação no Vale do Paranhana começou há apenas um ano. De acordo com Lucas Schnorr, um dos desafios iniciais foi apresentar o modelo de funcionamento da organização aos empresários da região. “Ao convidar empresários para uma reunião, muitos achavam que se tratava de mais uma pirâmide. Depois de participarem dos encontros, percebiam que não há nenhuma característica desse modelo e que, inclusive, não são permitidas comissões entre os membros. Dessa forma, considero muito positivos os resultados alcançados até aqui”, ressaltou o presidente.

Schnorr destacou que o volume de negócios pode ser superior ao registrado oficialmente, já que parte das negociações ocorre com empresas ou clientes que conheceram os participantes por meio da rede, mas não fazem parte do grupo. “Esse início é positivo, mas ainda temos muito espaço para fazer o grupo crescer na região. Se considerarmos que o BNI Paranhana abrange as cidades de Igrejinha, Taquara, Parobé, Três Coroas, Rolante e Riozinho, ter 39 membros ativos ainda é pouco diante do potencial da região”, avaliou o dirigente.

Fortalecimento da economia local

Segundo o presidente, a proposta da organização também busca estimular que empresas da região realizem negócios entre si, contribuindo para manter os recursos circulando localmente. “Muitos empresários acabam fazendo negócios com fornecedores de outras regiões, principalmente por não conhecerem as boas empresas que existem aqui. Ao conhecer e negociar com empresas do Paranhana, conseguimos aumentar o volume de negócios que permanecem dentro da própria região. Para empresas que querem se posicionar ainda mais como referência no Vale do Paranhana, participar do BNI é uma ótima oportunidade”, completou Schnorr.

Como participar

O BNI Paranhana busca novos integrantes seguindo o princípio de exclusividade por categoria profissional, permitindo apenas um representante de cada especialidade no grupo. As reuniões acontecem todas as quintas-feiras pela manhã e a participação ocorre mediante convite de um dos membros. Após acompanhar um encontro, o empresário passa por uma avaliação do comitê responsável, que verifica a disponibilidade da categoria profissional e realiza uma entrevista para conhecer o candidato e sua empresa.

O que é o BNI

O Business Network International (BNI) é uma organização internacional de networking empresarial com mais de 40 anos de atuação. A metodologia é baseada nos princípios do Givers Gain® (Ganhar Contribuindo), da exclusividade por categoria profissional e de reuniões semanais voltadas à geração de referências de negócios. Além da atuação regional, os integrantes passam a fazer parte de uma rede estadual, nacional e internacional de relacionamento empresarial.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Variedades

Sondagem aponta expectativas positivas e desafios para hotéis no RS

Por Jonathan da Silva 29/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou os resultados da Sondagem de Meios de Hospedagem, realizada com 385 hotéis e estabelecimentos similares de todo o Rio Grande do Sul. As entrevistas ocorreram entre 23 de junho e 13 de julho e avaliaram o perfil do setor, o desempenho recente dos negócios e a adaptação das empresas a mudanças regulatórias, como a implantação da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital, a reforma tributária, a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) e possíveis alterações na legislação trabalhista. O levantamento indica que o setor mantém expectativas de crescimento, mas ainda enfrenta desafios relacionados à sazonalidade, à carga tributária e aos reflexos das enchentes de 2024.

A pesquisa mostra que 75,8% dos meios de hospedagem estão em operação há mais de dez anos. Em média, 62,7% dos hóspedes são gaúchos, 31,2% vêm de outros estados e 6,2% são estrangeiros. O turismo de negócios é a principal fonte de faturamento para 51,2% dos estabelecimentos, refletindo também na ocupação mais intensa durante os dias úteis, cenário apontado por 58,2% dos entrevistados.

Na avaliação financeira, 58% dos empresários classificam a situação da empresa como boa ou muito boa, enquanto 35,8% a consideram regular e 6,2% a avaliam como ruim ou muito ruim. Entre os empreendimentos impactados pelas enchentes de 2024, 34,4% afirmam ter se recuperado totalmente e 19,1% quase totalmente. Para aqueles que ainda enfrentam dificuldades, os principais efeitos são redução do faturamento (52,3%), prejuízo financeiro (45,3%) e perda de clientes (45,3%).

Desempenho e expectativas

Nos últimos seis meses, 49,1% dos empresários avaliaram as vendas como boas, muito boas ou excelentes. Outros 37,1% classificaram o período como regular e 13,8% como ruim. Em relação à ocupação no primeiro semestre de 2026, 47,5% informaram desempenho abaixo das expectativas, 47,8% disseram ter alcançado o resultado esperado e 4,7% registraram desempenho superior ao previsto.

As projeções para os próximos meses permanecem favoráveis. Segundo o levantamento, 56,9% dos empresários esperam crescimento das vendas, enquanto 32,5% projetam estabilidade. Em relação ao quadro de funcionários, 24,2% pretendem ampliar as equipes e 63,4% devem manter o número atual de colaboradores. Além disso, 47,5% dos estabelecimentos planejam investir em infraestrutura, modernização ou sistemas.

Desafios do segmento

A sazonalidade da ocupação aparece como o principal desafio interno para 53% dos entrevistados, seguida pela alta rotatividade de funcionários (26,2%) e pela gestão financeira (16,6%). Entre os fatores externos, a carga tributária lidera as preocupações, citada por 47,5% das empresas. Também foram apontados o aumento dos custos (26,8%), a falta de atrativos na localidade (17,4%) e a concorrência no setor (16,6%).

A pesquisa também avaliou a adaptação das empresas às novas exigências regulatórias. Em relação à Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital, 38,7% dos estabelecimentos concluíram a implantação, 28,1% estão em processo de adaptação, 20% ainda não iniciaram a implementação e 13,2% afirmam desconhecer a exigência.

No caso da NR-1, apenas 24,9% das empresas informaram estar totalmente adaptadas ou em estágio avançado de adequação. Outros 31,9% ainda não iniciaram ou estão no começo do processo, enquanto 33,8% disseram não conseguir avaliar ou desconhecer as exigências da norma.

Quanto à reforma tributária, 42,3% dos empresários afirmaram ter realizado todas as adaptações necessárias com facilidade. Já 57,7% relataram dificuldades, não concluíram as adequações ou desconhecem as mudanças necessárias. A pesquisa também analisou possíveis alterações na legislação trabalhista. Para 37,7% dos entrevistados, uma eventual mudança na escala 6×1 teria alto impacto sobre o estabelecimento. Percentual semelhante (36,4%) foi registrado em relação à possibilidade de redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.

Avaliação da Fecomércio-RS

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn, afirma que o levantamento demonstra a capacidade de adaptação do setor diante de diferentes desafios. “A pesquisa mostra um setor resiliente, que mantém confiança no crescimento dos negócios, mas que segue enfrentando desafios importantes. Além de questões tradicionais, como a sazonalidade da demanda e a carga tributária, os empresários convivem com um processo intenso de adaptação a novas exigências regulatórias e acompanham discussões sobre mudanças na legislação trabalhista. Nesse contexto, fortalecer a gestão dos negócios torna-se ainda mais relevante para aumentar a capacidade de adaptação das empresas e preservar sua competitividade em um ambiente de constantes mudanças”, expressa Bohn.

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2026 0 Comentários 78 Visualizações
Variedades

Conseleite projeta alta no preço de referência do leite em julho

Por Jonathan da Silva 29/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS) projetou o preço de referência do leite para julho de 2026 em R$ 2,5005 por litro, o que representa uma alta de 2,98% em relação ao valor projetado para junho, de R$ 2,4281. O novo indicador foi divulgado nesta terça-feira (28), durante reunião online do colegiado. Na ocasião, também foi apresentado o valor consolidado de junho, que encerrou o mês em R$ 2,4320 por litro, aumento de 0,07% em comparação ao consolidado de maio, de R$ 2,4302.

Segundo o coordenador do Conseleite, Kaliton Prestes, os indicadores permanecem próximos da média histórica e acompanham o comportamento observado nos principais estados produtores do país. “Temos uma estabilidade nos preços e uma sustentação dos valores pagos ao produtor neste primeiro semestre do ano”, assinala Prestes.

Durante a reunião, representantes dos produtores e da indústria também demonstraram preocupação com os impactos do elevado volume de chuvas. Conforme avaliação dos participantes, caso o cenário persista, poderá haver prejuízos ao desenvolvimento das pastagens de inverno e comprometimento das pastagens de verão, com reflexos na formação de silagem e na oferta de alimentos nas propriedades rurais.

Metodologia de cálculo

Os indicadores do Conseleite são elaborados pela Universidade de Passo Fundo (UPF) com base nas informações fornecidas pelas indústrias participantes. A projeção mensal considera a movimentação dos primeiros 20 dias de cada mês, enquanto o valor consolidado é calculado após o encerramento do período.

Durante o encontro, a Câmara Técnica e Econômica (Camatec) apresentou a atualização dos parâmetros utilizados no cálculo do preço de referência do leite. As alterações passarão a ser adotadas nas planilhas de cálculo a partir da próxima rodada de aferição.

Foto: Azerbaijan Stockers/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2026 0 Comentários 101 Visualizações
Cidades

Gabinetes integrados de gerenciamento de desastres regionais concentram orientações a municípios em áreas com risco de inundação

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Prefeituras das regiões de Santa Maria, Lajeado, São Sebastião do Caí e Eldorado do Sul terão, nos Gabinetes Regionalizados de Crise, pontos de referência para informações e orientações durante o período de chuva intensa e risco de inundação. As estruturas concentram representantes de órgãos envolvidos na resposta a situações de emergência e servirão como pontos de articulação entre as Defesas Civis municipais e a Defesa Civil estadual durante o período de maior risco.

A atuação dos gabinetes é voltada principalmente para áreas com possibilidade de inundação em razão do volume de chuva previsto para o Rio Grande do Sul. A partir das estruturas, são reunidas informações sobre a situação dos municípios e dos rios e repassadas orientações para apoiar a tomada de decisão das equipes locais, conforme a evolução das condições meteorológicas e hidrológicas.

Entre as medidas que podem ser articuladas estão o apoio a ações preventivas, a avaliação da necessidade de retirada de pessoas de áreas de risco, a organização de abrigos e o encaminhamento de equipamentos e outros recursos necessários para o atendimento das ocorrências. A comunicação entre os órgãos também pode ser reforçada em situações de interrupção de energia elétrica ou de serviços de internet e telefonia.

Os gabinetes auxiliarão na articulação de recursos e equipamentos entre municípios e órgãos públicos, de acordo com as necessidades identificadas durante o período de chuva. Em situações de emergência, as informações reunidas nas estruturas servirão de subsídio para que as equipes municipais avaliem medidas como interdições, evacuações preventivas, deslocamento de moradores e abertura ou ampliação de abrigos.

Os quatro gabinetes atendem, respectivamente, os municípios de Santa Maria, Lajeado, Eldorado do Sul e São Sebastião do Caí, além de cidades da região. As prefeituras podem procurar as estruturas para obter informações sobre a evolução do cenário e orientações relacionadas às medidas de prevenção e resposta.

Onde buscar atendimento:

  • Santa Maria 
    – Gabinete: Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) – Avenida Nossa Senhora Medianeira, 91, Bairro Nossa Senhora Medianeira.
    – Base logística: Rua Ircyde Santa Lucia, 104, Bairro Camobi.
  • Lajeado
    – Gabinete: Univates – Avenida Avelino Talini, 171, Bairro Universitário.
    – Base logística: Esporte Clube União Silvestre – Rua Rosalina Schneider Baron, 14, Bairro Campestre.
  • Eldorado
    – Gabinete: auditório da Dinon Logística – Estrada do Conde, 1000, Bairro Industrial
    – Sem base logística.
  • São Sebastião do Caí
    – Gabinete: Secretaria Municipal de Obras Públicas – Avenida Dr. Bruno Cassel, 170, Bairro Quilombo.
    – Base Logística: Secretaria Municipal de Obras Públicas Infraestrutura e Serviços – Avenida Dr. Bruno Cassel, 170, Bairro Quilombo.

Foto: Luís André /Divulgação | Fonte: Assessoria

28/07/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Esporte

Equipe AGVL conquista títulos e pódios no XCerrado 2026

Por Jonathan da Silva 28/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Gaúcha de Voo Livre (AGVL), de Sapiranga, encerrou sua participação no XCerrado 2026 com títulos e pódios nas principais categorias da competição, que foi realizada em Jaraguá-GO. Após um mês de treinos e disputas, com cerca de 500 horas e mais de 10 mil quilômetros voados, os pilotos gaúchos obtiveram múltiplas conquistas na classificação geral e nas etapas semanais do campeonato de distância.

Na classificação geral, definida pelos três melhores voos realizados ao longo das três etapas do XCerrado, o piloto Jarbas de Mello conquistou o título da edição 2026. Flávio Pinheiro terminou em terceiro lugar, Lúcio Dal Pozzo ficou na quinta colocação e Cristiano Model encerrou a competição em décimo lugar.

Desempenho na etapa final

A terceira e última etapa da competição, realizada entre os dias 19 e 25 de julho, também teve predominância da equipe gaúcha. Na categoria CCC, Jarbas de Mello garantiu a primeira colocação, seguido por Maicon Corrêa. Na categoria Sport, Flávio Pinheiro foi o campeão, com Cristiano Model em segundo lugar. Já na categoria Serial, Lúcio Dal Pozzo conquistou a primeira posição.

O XCerrado foi disputado em três etapas semanais, entre os dias 5 e 25 de julho. Em cada período, os pilotos buscaram alcançar as maiores distâncias possíveis, sendo considerada, para a classificação final, a soma dos três melhores voos realizados durante todo o evento.

XCerrado Race

Além da competição de distância, a AGVL também participou do XCerrado Race 2026, realizado no início de julho. A disputa ocorreu no formato Race to Goal, em que a velocidade para completar o percurso e os pontos de liderança definem os resultados.

Na competição, o piloto Eduardo da Silva conquistou vitórias nas categorias Serial e Sport. Os pilotos Lucas Bonfadini, Richard Dourado e Tiago Menezes também alcançaram pódios durante o evento.

Preparação dos atletas

O piloto e treinador da AGVL, Flávio Pinheiro, destacou que o período em Goiás também teve como objetivo ampliar o treinamento dos atletas. “Mais do que os resultados e os pódios, foi um período muito importante para toda a equipe. Tivemos 24 atletas participando deste treinamento de inverno e conseguimos proporcionar muita quilometragem e horas de voo, principalmente para os pilotos da base. Nesta época do ano, o clima no Rio Grande do Sul limita bastante a nossa atividade, então vir para Goiás permite manter os atletas voando, evoluindo e ganhando experiência para as competições que teremos no Estado no segundo semestre e também em outras regiões do País. Eu mesmo voei mais de 64 horas neste período, algo que, dependendo das condições, às vezes não conseguimos acumular durante um ano inteiro no Rio Grande do Sul. Isso mostra a importância desse treinamento para manter todo o grupo ativo e em evolução”, afirmou Pinheiro.

Projeto Equipe AGVL de Parapente VII

A participação da equipe integra o Projeto Equipe AGVL de Parapente VII, que conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul e da Secretaria do Esporte e Lazer, por meio do Pró-Esporte RS LIE, com patrocínio da Família Geisse – Vinhedos de Terroir.

Foto: AGVL/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Política

Projeto de lei propõe fortalecer cadeia produtiva do tabaco no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou do protocolo oficial do Projeto de Lei nº 259/2026, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na quinta-feira (23). De autoria do deputado estadual Marcus Vinícius de Almeida (PP), a proposta institui a Política Estadual de Fortalecimento da Fumicultura e de Incentivo à Agregação de Valor à Cadeia Produtiva do Tabaco. O objetivo é estimular investimentos, inovação e novas oportunidades para a cadeia produtiva por meio da industrialização da nicotina natural produzida no estado.

O ato de protocolo reuniu parlamentares, lideranças do setor produtivo, representantes das empresas associadas ao SindiTabaco e entidades representativas dos produtores de tabaco. O projeto também recebeu a assinatura de outros 12 deputados estaduais.

Medidas previstas

Entre as diretrizes previstas no projeto está o incentivo à extração e à industrialização da nicotina natural obtida das folhas de tabaco cultivadas no Rio Grande do Sul, com foco na agregação de valor à produção local. A proposta também prevê a proibição da comercialização de produtos que contenham nicotina sintética no estado, medida que, segundo o texto, busca fortalecer a competitividade da cadeia produtiva baseada na matéria-prima produzida pelos fumicultores gaúchos.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que a proposta busca preparar o setor para as mudanças do mercado. “Temos uma produção nacional estável e que tem sido anualmente direcionada para mais de 120 países. Mas é importante nos prepararmos para o futuro e para as transformações do mercado mundial. Pensar em novas aplicações para a matéria-prima, aproveitando as plantas industriais já instaladas, pode ampliar as oportunidades para todo o setor. O futuro da cadeia produtiva do tabaco no Brasil passa pela capacidade de inovar e agregar valor à produção, que já é reconhecida mundialmente por sua qualidade e pelas boas práticas implementadas”, destacou Thesing.

Cadeia produtiva

Segundo o SindiTabaco, o Rio Grande do Sul é o maior produtor de tabaco do Brasil. Na safra 2025/2026, a atividade esteve presente em 206 municípios gaúchos, envolvendo cerca de 69 mil famílias produtoras. Desenvolvida predominantemente por agricultores familiares, a produção é apontada como uma das principais atividades econômicas do estado.

A entidade informa ainda que o Rio Grande do Sul lidera as exportações brasileiras de tabaco. Em 2025, quase 90% dos embarques do produto foram realizados pelo Porto de Rio Grande.

Foto: Di Fontoura/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Variedades

Defesa Civil Estadual apresenta ações para enfrentamento do El Niño

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

O prefeito de Montenegro, Gustavo Zanatta, e o gerente de Contratos e Convênios, Sílvio Kael, participaram na manhã desta segunda-feira da reunião da AMVARC (Associação dos Municípios do Vale do Caí), realizada no campus da UCS, em São Sebastião do Caí. O encontro reuniu prefeitos, vice-prefeitos, coordenadores municipais da Defesa Civil e representantes do Corpo de Bombeiros de diversos municípios da região, entre eles São Sebastião do Caí, Maratá, Harmonia, São José do Sul, Salvador do Sul, Pareci Novo e Capela de Santana.

Prepara RS

Na oportunidade, a equipe da Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul apresentou o programa Prepara RS, voltado à preparação dos municípios para os impactos do El Niño 2026/2027. Conforme a apresentação, o fenômeno climático já está presente e deve continuar influenciando o clima nos próximos meses, com tendência de chuvas acima da média na Região Sul, reforçando a importância do monitoramento constante e da atuação preventiva.

Também foram apresentados os investimentos realizados pelo Governo do Estado para fortalecer a estrutura da Defesa Civil, incluindo a instalação de três novos radares meteorológicos, a implantação de 130 estações hidrometeorológicas distribuídas pelas bacias hidrográficas gaúchas, a construção do Centro Estadual de Gestão Integrada de Riscos e Desastres, além da criação de centros regionais e do reforço no efetivo técnico e operacional da Defesa Civil.

 

A reunião reforçou a importância da integração entre Estado, municípios e órgãos de emergência para ampliar a capacidade de prevenção, resposta e mitigação de eventos climáticos extremos. O objetivo é oferecer mais segurança à população diante dos desafios previstos para os próximos meses.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

27/07/2026 0 Comentários 99 Visualizações
Política

RS teve menor crescimento econômico do país entre 2002 e 2023

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul registrou o menor crescimento econômico entre os estados brasileiros no período de 2002 a 2023, segundo a primeira edição da série “Estudos em Crescimento Econômico e Produtividade”, elaborada pelo Instituto Fecomércio-RS de Pesquisa (Ifep-RS). O levantamento compara o desempenho da economia gaúcha com os demais estados do país e busca identificar os fatores que influenciaram a trajetória do estado nas últimas duas décadas, além de subsidiar debates sobre produtividade e desenvolvimento econômico.

De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul cresceu 34% no período analisado, abaixo da média nacional, de 58%, e dos índices registrados pelos estados vizinhos da região sul: Paraná, com crescimento de 55%, e Santa Catarina, com 65%.

Indicadores de renda e produtividade

O levantamento também analisou o PIB per capita, indicador que mede a renda média por habitante. Nesse quesito, o Rio Grande do Sul apresentou crescimento de 24% entre 2002 e 2023, ficando à frente apenas de Santa Catarina, que registrou alta de 19%. O Paraná obteve o melhor desempenho da Região Sul, com avanço de 31%.

Segundo o Ifep-RS, os estados seguiram trajetórias distintas. Santa Catarina ampliou sua economia impulsionada principalmente pelo crescimento populacional, enquanto o Paraná converteu o crescimento econômico em ganhos de renda por habitante por meio do aumento da produtividade. Já o Rio Grande do Sul, conforme o estudo, não apresentou destaque em nenhuma dessas frentes.

O estudo aponta ainda que cerca de 73% da expansão do PIB per capita do Paraná decorreu de ganhos de produtividade do trabalho. Em Santa Catarina, o crescimento foi dividido entre aumento da produtividade e expansão da população ocupada. No Rio Grande do Sul, embora a produtividade tenha representado a maior parcela do crescimento da renda, o Estado apresentou dependência relativamente maior da expansão do emprego, mecanismo que tende a perder força com o envelhecimento da população.

Ainda conforme o levantamento, a vantagem relativa de produtividade que o Rio Grande do Sul possuía em relação à média nacional no início dos anos 2000 praticamente desapareceu. Entre 2002 e 2023, a produtividade do trabalho no Estado cresceu, em média, 0,65% ao ano, enquanto a média brasileira foi de 0,94%.

Análise do estudo

Para o diretor executivo do Ifep-RS, Lucas Schifino, os dados indicam que o desafio do estado está relacionado à ausência de um fator capaz de sustentar o crescimento econômico no longo prazo. “Nas últimas duas décadas, o estado não contou com o impulso demográfico observado em Santa Catarina nem com os ganhos de produtividade que marcaram a trajetória do Paraná. Isso explica por que fomos perdendo posição relativa no cenário nacional. Com uma população envelhecendo e um crescimento demográfico cada vez mais limitado, a produtividade deixa de ser apenas um indicador econômico e passa a ser a principal condição para ampliar renda, competitividade e bem-estar”, afirma Schifino.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP-RS, Luiz Carlos Bohn, destaca que o diagnóstico busca subsidiar políticas públicas e estratégias de desenvolvimento. “O estudo evidencia que o desafio do Rio Grande do Sul vai além de crescer mais. Precisamos entender por que o estado perdeu competitividade relativa e quais fatores impediram avanços mais robustos em produtividade e geração de renda. Um diagnóstico qualificado é condição indispensável para orientar políticas públicas, investimentos e estratégias capazes de fortalecer o ambiente de negócios e ampliar as oportunidades para a população gaúcha”, ressalta Bohn.

Próximas etapas

O Ifep-RS informa que a primeira nota inaugura uma série de análises sobre crescimento econômico e produtividade. Os próximos estudos abordarão os limites do crescimento relacionados ao mercado de trabalho e à demografia, os determinantes da produtividade no Rio Grande do Sul e a influência da estrutura setorial da economia sobre o desempenho estadual.

O que esta primeira nota mostra é que o Rio Grande do Sul não apresentou um diferencial claro em nenhuma das principais fontes de expansão econômica. Com as limitações demográficas que já se desenham para os próximos anos, a produtividade passa a ocupar papel central na capacidade do estado de sustentar ganhos de renda e bem-estar. […] O objetivo é responder a uma questão central para o desenvolvimento regional: por que o Rio Grande do Sul ficou para trás e quais motores de crescimento ainda podem ser acionados para recolocar o estado em uma trajetória sustentável de aumento da renda por habitante”, conclui Lucas Schifino.

Foto: Murilo Fonseca/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Política

Entidades do Vale do Sinos pedem agilização na liberação de créditos de ICMS

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades representativas da indústria e do comércio do Vale do Sinos encaminharam uma correspondência ao subsecretário da Receita Estadual do Rio Grande do Sul, Ricardo Neves Pereira, solicitando a simplificação, a celeridade e a ampliação da liquidez dos créditos de ICMS. O pedido foi apresentado como uma medida para fortalecer a competitividade das empresas gaúchas em um cenário de desaceleração econômica, aumento dos custos operacionais e elevação das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O documento é assinado por sete entidades que representam mais de 5 mil empresas da região. As organizações argumentam que a disponibilização mais rápida dos créditos de ICMS pode reforçar o capital de giro das empresas sem gerar renúncia fiscal por parte do Estado, uma vez que os valores já pertencem aos contribuintes.

Cenário econômico

Na correspondência, as entidades afirmam que as empresas gaúchas, especialmente as voltadas à exportação, enfrentam pressão financeira decorrente dos efeitos das enchentes de 2024, da alta dos custos logísticos, do ambiente econômico e das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Segundo o documento, esse contexto reduz a competitividade internacional, compromete investimentos e pode afetar a manutenção de empregos.

Diante desse cenário, as entidades defendem que o governo estadual adote medidas para facilitar o acesso aos créditos tributários, contribuindo para a preservação da atividade econômica e da capacidade de exportação das empresas.

Reivindicações

No ofício, as entidades solicitam a simplificação dos procedimentos administrativos para reconhecimento e utilização dos créditos de ICMS, maior rapidez nos processos de homologação e liberação dos valores, ampliação dos mecanismos de liquidez para utilização ou conversão dos créditos acumulados e prioridade na análise dos pedidos apresentados por empresas exportadoras ou diretamente impactadas pelas barreiras tarifárias internacionais.

Segundo o documento, essas medidas podem fortalecer o capital de giro das empresas, preservar investimentos, manter empregos e ampliar a competitividade da indústria e do comércio gaúchos em um período de instabilidade econômica.

Entidades signatárias

Assinam a correspondência a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), o Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC), o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) e o Sindicato da Indústria de Calçado do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs).

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 80 Visualizações
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