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rio grande do sul

Saúde

Gabinete de Crise do RS desobriga uso da máscara em ambientes abertos

Por Ester Ellwanger 16/03/2022
Por Ester Ellwanger

O Gabinete de Crise para o Enfrentamento à Covid-19 no Rio Grande do Sul, acolhendo nota técnica do Comitê Científico e do Centro de Operações e Emergência em Saúde (COE), decidiu pela desobrigação do uso de máscara em ambientes ao ar livre. A decisão foi divulgada em reunião conduzida pelo governador em exercício Ranolfo Vieira Júnior na tarde desta terça-feira, 15 de março. O decreto que estabelece a mudança deve ser publicado hoje, dia 16, quando passa a valer a nova norma.

De acordo com a nota técnica, a desobrigação da máscara em espaços abertos e onde haja possibilidade de distanciamento se baseia nos indicadores epidemiológicos atuais de redução de internações e a progressão da vacinação no Estado.
“A desobrigação da máscara em locais abertos permite que a decisão pelo uso seja individualizada. Não é uma recomendação ou uma liberação, mas sim uma possibilidade que se apresenta diante do momento em que vivemos, com o avanço da vacinação e a redução dos indicadores da pandemia. É importante lembrar que a adesão à vacinação é essencial para que possamos continuar no caminho de retomada para a normalidade”, disse Ranolfo.

Técnicos ressaltam, no entanto, que o quadro epidemiológico da Covid-19 continua requerendo esforços para evitar contágio. Por isso, segue recomendado fortemente o uso de máscara, mesmo em locais abertos, para pessoas com comorbidades ou que estejam apresentando sintomas gripais.

A máscara também é recomendada para ambientes abertos durante situações de risco aumentado, como em locais sem distanciamento ou em longos períodos de exposição, como shows e estádios de futebol. Em ambientes fechados, a máscara continua de uso obrigatório.

Ainda durante a reunião, o Gabinete de Crise decidiu por não emitir Alertas ou Avisos, dentro do Sistema 3As de Monitoramento, após a análise dos dados da pandemia. Na última semana, a média móvel de casos confirmados apresentou estabilidade no RS, variando em 5%, com incidência semanal de 279 casos por 100 mil habitantes.

A internação por suspeitos de infecção pelo coronavírus e por confirmados diminuiu em 276 pacientes, sendo a queda de 205 em leitos clínicos e de 71 em UTIs.

Em relação à média móvel de sete dias, a redução de pacientes em leitos clínicos é 27,1% e de 18,6 % em UTIs. A taxa atual de ocupação nas unidades de terapia intensiva está em 59,9%.

Nos últimos sete dias, foram registrados 223 óbitos, com média de 31,9 óbitos por dia, representando uma estabilidade, com variação de -1,3% na semana.

Foto: Rodrigo Ziebell / Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2022 0 Comentários 657 Visualizações
Ensino

Estudantes do Rio Grande do Sul se destacam na Febrace 2022

Por Stephany Foscarini 16/03/2022
Por Stephany Foscarini

Um app para medir pressão arterial, um absorvente menstrual ecologicamente correto e de baixo custo, e um sistema que ajuda a locomoção de pessoas com paralisia cerebral. Esses são alguns dos projetos de destaque, desenvolvidos por estudantes do Rio Grande do Sul, em exposição na 20ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), que acontece até o dia 26 de março pela Plataforma Febrace Virtual. Neste ano, são 497 projetos finalistas, desenvolvidos por estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de 333 escolas de todo o Brasil.

De Osório, o destaque é o projeto das estudantes Camily Pereira dos Santos e Laura Nedel Drebes, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, campus de Osório. Para ajudar a diminuir o problema da pobreza menstrual, elas desenvolveram um absorvente de baixíssimo custo e ecologicamente correto. Em resumo: o algodão foi substituído por resíduos da agroindústria (fibra do caule da bananeira e do açaí de juçara), o bioplástico que envolve o absorvente foi feito com resíduos de cápsulas de medicamentos da indústria nutracêutica) e o invólucro foi feito de retalhos de tecidos das costureiras locais.

O produto final tem poder de absorção muito maior, segundo Camily, e é 95% mais barato do que o comercial (R$ 0,02 a unidade), já incluídos os custos diretos e indiretos da fabricação. “Não queremos parar por aí, nossa meta é criar uma cooperativa para a produção do absorvente”, diz ela.

De Novo Hamburgo, são dois projetos. Um é dos estudantes Vítor Daniel Duarte e Davi Schneider, da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha. Eles desenvolveram um dispositivo que facilita a locomoção de crianças com paralisia cerebral. Este equipamento é composto por sensor, microcontrolador, eletroestimulador e eletrodos que, posicionados na perna do indivíduo, geram pulsos que estimulam os músculos e o movimento das pernas.

O sensor detecta o momento exato em que a perna movimenta para dar um passo, acionando o eletroestimulador que, por meio de eletrodos, estimula os músculos deixando o pé numa posição de 90 graus. Dessa forma temos uma caminhada mais próxima do ideal”.

Vítor explica: “Crianças com paralisia cerebral, classificadas com grau 1, 2 e 3, enfrentam grande dificuldade para levantar a perna. Os músculos não trabalham o suficiente para que possam dar um passo firme”, conta. “O sensor detecta o momento exato em que a perna movimenta para dar um passo, acionando o eletroestimulador que, por meio de eletrodos, estimula os músculos deixando o pé numa posição de 90 graus. Dessa forma temos uma caminhada mais próxima do ideal”, acrescenta.

O outro é um projeto de aplicativo para monitorar a pressão arterial, que faz a medição de um jeito bem inovador: ao mirar o leitor da câmera do celular para o dedo, o sistema “lê” as nuances de luz emitidas pelo sangue na pulsação cardíaca. A partir daí, uma rede neural estima a pressão. Tudo em apenas 20 segundos. Os estudantes Vladimir Simões da Luz Junior e Marcos Augusto Flôres, da mesma instituição (Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha), já validaram a eficiência do invento comparando os resultados com os de um medidor convencional. Margem de acerto? Mais de 95%.

Na Febrace, todos os projetos serão julgados por professores universitários e especialistas, que farão a avaliação em teleconferências fechadas. Os autores dos melhores projetos, nas diversas categorias, ganharão troféus, medalhas, bolsas e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Também serão selecionados nove projetos para a Regeneron ISEF — a maior feira internacional de ciências do mundo que acontece em maio, nos EUA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2022 0 Comentários 801 Visualizações
Variedades

Governo Federal autoriza repasse de R$ 1,85 milhão a 11 cidades atingidas por desastres

Por Ester Ellwanger 16/03/2022
Por Ester Ellwanger

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), vai repassar mais de R$ 1,85 milhão a 11 cidades brasileiras afetadas por desastres naturais. As portarias que autorizam os recursos foram publicadas na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União.

Dos 11 municípios, nove estão no Rio Grande do Sul e enfrentam a estiagem. São eles: Vera Cruz (R$ 10 mil), Nova Esperança do Sul (R$ 18 mil), Quevedos (R$ 174,6 mil), São Domingos do Sul (R$ 171,7 mil), Herveiras (R$ 391,1 mil), São Borja (R$ 371,4 mil), Alto Alegre (R$ 175,6 mil) e Rolador (R$ 200,2 mil). Para o município de Pinhal, foram feitos três repasses, totalizando R$ 72,8 mil.

Os municípios gaúchos utilizarão os recursos para a compra de cestas básicas, reservatórios para armazenamento e transporte de água, combustível e kits de dormitório, limpeza e higiene pessoal, além de locação de carro pipa.
Também receberão recursos as cidades de São Jorge do Patrocínio, no Paraná (R$ 110,4 mil), que passa pelo período de estiagem, e Firmino Alves, na Bahia (R$ 154,4 mil), que registrou chuvas intensas. O município baiano utilizará o repasse para o restabelecimento de pavimentação em paralelepípedo e de muro de contenção.

 

Como solicitar recursos federais

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2022 0 Comentários 566 Visualizações
Variedades

Municípios do RS terão perdas R$1 bilhões com a redução do IPI

Por Ester Ellwanger 08/03/2022
Por Ester Ellwanger

A decisão do governo federal de reduzir a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca em 25% causará perdas de R$ 1,053 bilhão aos Municípios do Rio Grande do Sul, entre 2022 e 2024. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) repudia a medida tomada às vésperas do feriado de carnaval, que retira quase R$ 15,6 bilhões dos Entes municipais no período.

As perdas anuais dos Municípios gaúchos, com a estimativa da renúncia do IPI, serão de: R$ 325,4 milhões (2022), R$ 348,8 milhões (2023) e R$ 379,3 milhões (2024). Como o IPI compõe a cesta de impostos compartilhados com os Municípios, sendo parte importante do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a medida causará desequilíbrio orçamentário.

Por se tratar de uma política que fere gravemente o pacto federativo, a CNM denuncia a redução de impostos compartilhados, usualmente utilizada por todos os governos, mas, com grandes prejuízos aos municípios, inclusive nas ações de custeio e nos investimentos sociais.

Segundo o Decreto publicado pelo Ministério da Economia, estima-se uma redução na arrecadação desse imposto no total de R$ 19,5 bilhões em 2022. Como os Municípios detêm 24,75% desse recurso, a perda no FPM será de R$ 4,826 bilhões. O montante representa cerca de 40% de um mês de FPM repassado a todos os 5.568 Municípios.

Diante desse contexto, a CNM ressalta que reforçará atuação no Congresso Nacional no sentido de aprovar matérias que impõem ao governo federal medidas de compensação dos efeitos dessas reduções.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/03/2022 0 Comentários 809 Visualizações
Business

Governo Federal repassa R$ 6 milhões a 39 cidades gaúchas afetadas pela estiagem

Por Ester Ellwanger 06/03/2022
Por Ester Ellwanger

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), autorizou, nesta sexta-feira, 04 de março, o repasse de R$ 6,04 milhões para ações de defesa civil em 39 cidades do Rio Grande do Sul afetadas pela estiagem.

Os maiores montantes vão para os municípios de São Miguel das Missões e Pejuçara. Cada um receberá R$ 489,2 mil para ações como aquisição de cestas básicas, óleo diesel e reservatórios flexíveis de água potável.

Nesta sexta-feira, o MDR autorizou, ainda, o repasse de R$ 26,9 mil para a cidade de Belmonte, em Santa Catarina, também afetada pela estiagem.

 

Como solicitar recursos federais

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

Veja a lista de municípios gaúchos que tiveram repasses autorizados nesta sexta:

Bossoroca — R$ 317.531,82
Braga — R$ 134.200,00
Cerro Largo — R$ 405.376,40
Chiapetta — R$ 93.600,00
Cruzeiro do Sul — R$ 37.920,00
Canguçu — R$ 136.000,00
Ciríaco — R$ 85.796,40
Cândido Godói — R$ 281.432,52
Cruz Alta — R$ 30.091,41
Doutor Ricardo — R$ 142.500,00
Faxinal do Soturno — 210.881,68
General Câmara — R$ 192.434,20
Ijuí — R$ 232.708,23
Ivorá — R$ 86.437,20
Jaboticaba — R$ 34.200,00
Jaquirana — R$ 116.400,00
Jacuizinho — R$ 147.538,41
Lagoão — R$ 115.200,97
Lagoa dos Três Cantos — R$ 15.299,34
Manoel Viana — R$ 166.650,00
Miraguaí — R$ 221.998,00
Montauri — R$ 24.715,90
Novo Xingu — R$ 40.285,00
Pejuçara — R$ 489.233,62
Pirapó — R$ 82.960,00
Porto Vera Cruz — 19.996,65
Porto Xavier — R$ 116.113,41
Pouso Novo — R$ 17.750,00
Porto Lucena — R$ 69.504,00
Pontão — R$ 323.259,75
São Miguel das Missões — R$ 489.233,62
São Paulo das Missões — R$ 214.272,15
Salvador das Missões — R$ 223.543,00
São Luiz Gonzaga — R$ 317.383,41
Santo Ângelo — R$ 80.960,00
Sagrada Família — R$ 114.000,00
Tucunduva — R$ 42.289,41
Tunas — R$ 60.605,41
Vista Gaúcha — R$ 115.992,00

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2022 0 Comentários 792 Visualizações
Variedades

Rota Romântica dá sequência ao seu planejamento estratégico

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

Na última quarta-feira, 23 de fevereiro, a entidade reuniu-se com os representantes dos municípios, em São Francisco de Paula, para dar sequência ao planejamento estratégico. Com apoio do Sebrae, por intermédio da Sicredi Pioneira, foram definidos os objetivos para o período de 2022/2027 e traçadas as estratégias e ações para alcançá-los.

Com objetivos grandes a médio e longo prazo, os municípios foram divididos em comissões para facilitar o andamento e os desdobramentos de cada objetivo elencado no planejamento estratégico. “Tenho certeza que, com o apoio e o engajamento de todos, nossos objetivos serão alcançados e teremos uma entidade ainda mais forte e representativa na região”, ponderou a Presidente Terezinha Marina Kuhn Haas.

O grupo de trabalho foi recepcionado pelo prefeito Marcos André Aguzzolli, que disse estar muito feliz com a descentralização das atividades da entidade. À tarde, o grupo visitou um novo empreendimento turístico da cidade, Vale dos Falcões. O local está aberto há um ano com o objetivo de oferecer atividades de educação ambiental através da arte de falcoaria.

Para o próximo mês, a entidade têm diversas atividades, entre elas, a segunda caminhada fotográfica no dia 5 de março em Picada Café, a comemoração dos 25 anos da entidade no dia 23 de março em Dois Irmãos, a realização do 14º Congresso da Operadora Schultz de 27 a 31 de março em Nova Petrópolis e a participação na Ugart – Feira de Negócios de Porto Alegre nos dias 25 e 26 de março.

Foto: Vanessa Birk Staudt/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 718 Visualizações
Business

Em fevereiro, Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas segue retomada em ritmo lento

Por Stephany Foscarini 24/02/2022
Por Stephany Foscarini

A edição de fevereiro da Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas (ICF-RS) trouxe um quadro de recuperação lenta do consumo. Divulgada pela Fecomércio-RS nesta quinta-feira, 24, os resultados da pesquisa revelaram um processo de retomada do consumo que deve ser visto com cautela, uma vez que a melhora do quadro geral do consumo ocorre, sobretudo, em virtude de uma base de cálculo deprimida.

O comportamento dos componentes do ICF-RS evidencia as características da recuperação em curso. Todos os subíndices avaliados se encontram abaixo da linha dos 100,0 pontos e nenhum dos componentes supera o patamar pré-crise (considerado março de 2020). Apesar disso, os resultados recentes vêm apresentando melhora do quadro geral.

O subíndice de Emprego Atual teve alta de 2,8% aos 94,2 pontos e registrou o maior nível desde julho de 2020 (95,0 pontos). Frente a fevereiro do ano passado, houve crescimento de 51,0%. No indicador de Renda Atual houve alta marginal de 3,3% e de 14,6% na comparação interanual. Em nível, o indicador está em 91,8 pontos.

O subíndice de Consumo Atual atingiu os 79,3 pontos, maior nível desde abril de 2020 (81,5 pontos). Em relação a fevereiro do ano passado, a alta foi de 51,9%. Os subíndices de Acesso a Crédito e de Momento para a Aquisição de Bens duráveis têm sido destaques negativos da pesquisa, refletindo o aumento dos custos via alta da taxa de juros. Em 78,1% dos casos, os entrevistados referiram que este é um mau momento para adquirir esses bens.

Nos indicadores referentes às expectativas houve melhora, tanto na margem quanto em relação ao ano anterior. A Perspectiva Profissional registrou 76,7 pontos ao variar 1,5% na margem. Esse foi o maior resultado para o índice desde junho de 2020 (81,0 pontos). A Perspectiva de Consumo teve desempenho semelhante. Ao variar 7,3% na passagem do mês, o subíndice atingiu os 69,0 pontos, o maior valor desde abril de 2020 (77,4 pontos).

Estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento”.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, afirma que, apesar do cenário bastante desafiador, a pesquisa de fevereiro já mostra um consumidor menos pessimista do que no passado. “É algo a ser comemorado. No entanto, estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento. Neste caso, o esforço de venda que deve ser feito pelas empresas é muito maior do que numa conjuntura mais favorável”, comentou Bohn.

Acesse a pesquisa completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 524 Visualizações
Variedades

Com poucas chuvas, rios no RS apresentam níveis abaixo da média

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

O Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) monitora, em tempo real, os níveis dos rios em 46 estações hidrológicas, distribuídas nos estados do RS e SC. Desse total aproximadamente 67% se encontram com permanência de níveis abaixo de 90%, ou seja, nestes locais, pode-se dizer que a gestão dos recursos hídricos está comprometida para irrigação ou para abastecimento humano. O monitoramento abrange 94 rios, 29 em SC e 67 no RS.

Os dados estão sendo disponibilizados semanalmente, desde o início do mês de fevereiro, por meio do Boletim de Monitoramento Especial da Estiagem no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O intuito é medir estes valores mínimos da vazão em rios da região, apresentar a evolução da estiagem nos dois estados e utilizar estes registros como base em futuros estudos de disponibilidade hídrica.

Além dos dados das estações hidrometeorológicas automáticas, nos meses de janeiro e fevereiro de 2022, as equipes de hidrologia de campo do SGB-CPRM mediram os menores valores de vazão líquida das séries históricas em 12 estações de monitoramento.

A gestão de recursos hídricos preconiza outorgas baseadas na vazão de referência de 90% (Q90). Por exemplo, se a Q90, de um determinado rio é 10 m³/s, isso significa que durante 329 dias do ano, (90%) dos dias, a vazão naquele rio é maior ou igual a 10 m³/s.

Segundo a terceira edição do boletim, emitido nesta sexta-feira, 18 de fevereiro, a tendência geral segue sendo de redução no nível dos rios em ambos os estados. Comparando os dados de nível com a média observada na mesma época do ano, o nível está, em grande parte das estações, abaixo da média para o período. A tendência é que o nível dos rios siga decrescendo por conta da baixa pluviosidade prevista para os próximos dias.

Os dados de vazão medidos desde o início do ano ultrapassaram a mínima histórica medida nas estações de Itapiranga (em Itapiranga, no rio Uruguai), Cascata Buricá (em Horizontina, no rio Buricá), Ponte Nova do Potiribu Jusante e Conceição (em Ijuí, nos rios Potiribu e Conceição), Colônia Mousquer (em Santo Ângelo, no rio Ijuizinho), Passo Santa Maria (em Bossoroca, rio Piratini), Itaqui (em Itaqui, no rio Uruguai), Fazenda São Jorge (em Santana da Boa Vista, no rio Negro), Linha Gonzaga (em Caxias do Sul, no rio Caí), São Leopoldo (em São Leopoldo, no rio dos Sinos), Costa do Rio Cadeia (em São Sebastião do Caí, no rio Cadeia e Passo do Mendonça (em Cristal, no rio Camaquã). No município de Bossoroca, a vazão foi a mais baixa medida em campo desde 1972 e, em Ijuí, desde 1956. A situação da região do baixo rio Uruguai apresenta níveis críticos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 520 Visualizações
Saúde

Guarda-sol não protege contra raios solares e pode aumentar risco de queimaduras

Por Stephany Foscarini 19/02/2022
Por Stephany Foscarini

O Rio Grande do Sul vem registrando ondas de calor com sol extremamente forte. Por isso, os cuidados com a pele devem ser ainda mais intensos. Ao contrário do que se imagina, somente sentar debaixo do guarda-sol durante a estadia na beira da praia não garante uma proteção completamente segura, explica a dermatologista e associada da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Francine Costa.

De acordo com a médica, a radiação solar tem capacidade de refletir na areia e acessar a pele indiretamente. Com isso, a falsa proteção pode causar queimaduras que só serão sentidas mais tarde, causando um incômodo que poderia ser evitado.

Ainda conforme Francine, outro cuidado importante é avaliar o tipo de tecido e a cor do guarda-sol. “São mais eficientes os guarda-sóis com tecidos mais escuros e espessos”, relata.

Por fim, ela recomenda a união de todos os mecanismos para a proteção solar, como filtro, chapéu e guarda-sol. “Não existe filtro que é bloqueador solar. É preciso reaplicar depois de um tempo. Quanto mais protegido do sol, melhor”, finaliza a médica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2022 0 Comentários 973 Visualizações
Variedades

Geoparque Quarta Colônia aguarda avaliação da Unesco

Por Ester Ellwanger 18/02/2022
Por Ester Ellwanger

Após envio do pedido oficial para a certificação dos territórios, o projeto Geoparque Quarta Colônia, no Rio Grande do Sul, segue no processo de busca do reconhecimento pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A entrega do dossiê foi realizada em novembro de 2021 pelo Ministério das Relações Exteriores, em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal do Pampa (Unipampa). No momento, a proposta aguarda visita de técnicos da Unesco programadas para o primeiro semestre deste ano.

A sugestão para a região da Quarta Colônia foi facilitada graças ao Projeto Geoparques, desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) desde 2006. Essa iniciativa consiste na indução da criação de geoparques em solo nacional a partir de estudos e da produção de propostas com potencial para se desenvolverem como territórios geoturísticos.

Contando com o corpo técnico do SGB-CPRM, o projeto é um pontapé inicial para a concepção de um geoparque, estimulando comunidades, autoridades governamentais e iniciativa privada a investirem na implementação desse modelo turístico. A medida foi bem sucedida de forma que, em 2012, o Serviço Geológico do Brasil publicou o livro “Geoparques do Brasil – Propostas” e está produzindo o seu segundo volume.

Segundo a Unesco, um geoparque reconhecido pela instituição consiste em “áreas geográficas unificadas, onde sítios e paisagens de relevância geológica internacional são administrados com base em um conceito holístico de proteção, educação e desenvolvimento sustentável.” Esse modelo tem como prerrogativa envolver as comunidades locais, estimular a conservação do território e o seu desenvolvimento sustentável. O Geopark Araripe, do sertão do Ceará, é o primeiro e único geoparque criado no Brasil legitimado pela Unesco.

O projeto do Geoparque Quarta Colônia foi desenvolvido a partir de uma parceria entre a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus). Esta última instituição produziu, em conjunto com o SGB-CPRM, um inventário dos geossítios do território entre os anos de 2008 e 2010.

 

Desse trabalho foi produzida a sugestão de geoparque da região que fomentou as discussões iniciais sobre o projeto. Dando prosseguimento ao debate e à consolidação da proposta de geoparque, a UFSM e o Condesus promoveram uma série de trabalhos na região em 2018. No ano seguinte, o consórcio cita a realização de “mais de 180 viagens para sensibilização e capacitação com o poder público e setor produtivo dos municípios”. Essas ações culminaram no envio da solicitação para o reconhecimento do geoparque pela Unesco e sua integração à Rede Global de Geoparques.

 

Projeto

O projeto aspirante conta com nove sítios morfológicos, dividido em seis localidades; 10 hidrosítios, espalhados por sete lugares da região; 14 sítios paleontológicos utilizados apenas para pesquisas; e 39 geossítios, em que já foram encontradas fósseis com idades de até 250 milhões, também disponíveis para visitação turística.

Com destaque para os fósseis do período Triássico, a Quarta Colônia conta com um rico material fossilífero, que compreende cinco associações diferentes de fósseis. A fauna da Formação Sanga do Cabral, única com exemplares do Triássico Inferior na região, conta com a presença de sedimentos de procolofonídeos e de anfíbios temnospôndilos. As amostras dos períodos subsequentes encontram-se em outra localidade do geoparque.

A Formação Santa Maria, Cenozona de Therapsida e Biozona de Traversodontídeos têm cinodontes em seus territórios e pertencem ao Triássico Médio. Já a Cenozona de Rhynchosauria registra as primeiras ocorrências de dinossauros basais, enquanto a Cenozona de Mammaliamorpha tem uma fauna repleta de microvertebrados. Ambas são da era Triássico Superior. Esse conteúdo é de extrema importância para a paleontologia brasileira e mundial.

Localizada no coração do Rio Grande do Sul, a região da Quarta Colônia é composta por nove municípios: Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Seca, São João do Polêsine e Silveira Martins. Fazendo jus ao nome, a área sucedeu à quarta colônia de imigrantes italianos, sendo criada em 1877. Essa região fica próximo da cidade de Santa Maria e é utilizada como campo de pesquisas pela UFSM, que o utiliza para diversas ações de extensão universitária.

Para integrar a Rede Global de Geoparques, é preciso passar por duas etapas até garantir o selo de geoparque. No fim do ano passado, a iniciativa avançou da fase inicial de projeto para o segundo passo: aspirante ao reconhecimento da Unesco. Nesses próximos meses, a comunidade da Quarta Colônia aguarda com muita expectativa a visita e a inspeção dos técnicos da instituição para que a região obtenha a chancela para se tornar um geoparque global.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/02/2022 0 Comentários 1,7K Visualizações
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