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Rio dos Sinos

Variedades

Feevale oferece formação gratuita sobre o Rio dos Sinos para professores

Por Caren Souza 25/03/2021
Por Caren Souza

A Universidade Feevale, por meio do projeto social EducAção socioambiental na bacia do Rio dos Sinos realiza, em parceria com o Consórcio Pró-Sinos, entre os meses de abril e julho, um curso gratuito de formação continuada sobre a Bacia Hidrográfica do Rio do Sinos.

Voltado a professores e acadêmicos dos cursos de licenciatura, as aulas ocorrerão virtualmente e começarão na terça-feira, 6 de abril, com os demais encontros acontecendo às segundas-feiras, das 17h às 18h30min. As inscrições são limitadas e podem ser feitas, até o dia 29 de março, pelo site www.feevale.br/educacaosocioambiental.

O evento, que oferece 40 horas/aulas, será ministrado pelos professores que compõem o projeto social. São eles Natalia Soares, Suelen Nobre, Rage Maluf e Gabriel da Silva Simões. Durante os encontros, eles abordarão temáticas como saneamento básico, geomorfologia, biodiversidade, qualidade ambiental e sustentabilidade. Além disso, a partir das suas experiências, mostrarão práticas desenvolvidas em escolas.

A Bacia Hidrográfica do Sinos é uma das maiores problemáticas frente às questões ambientais no Rio Grande do Sul e no Brasil, sendo o Rio dos Sinos um dos mais poluídos do Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme Natalia, a urbanização excessiva, aliada à falta de planejamento urbano, ao uso indiscriminado de agroquímicos na produção agrícola e à falta de tratamento de esgoto, estão entre os fatores que o colocam nesse ranking.

Ainda de acordo com a professora, neste contexto, a formação é fundamental porque proporcionará, aos professores que atuam nas escolas que integram os municípios desta Bacia Hidrográfica, uma visão ampla de como compartilhar este conhecimento entre estudantes e seus familiares. “Temas como a contextualização das problemáticas da bacia e a influência de nossas ações como atores desse processo mobilizam os docentes a desenvolverem práticas socioambientais que aproximam os educandos do contexto em que vivem, fomentando boas práticas de preservação ambiental na comunidade”, complementa Natalia.

Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 610 Visualizações
Pró-Sinos
Cidades

Pró-Sinos lança programa de monitoramento das águas do Rio dos Sinos

Por Gabrielle Pacheco 04/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Consórcio Pró-Sinos lançou, nesta quinta-feira (3), um programa inédito de monitoramento espacial das águas do Rio dos Sinos. Desta forma, o objetivo é reunir em uma plataforma digital as informações sobre as condições ambientais da bacia hidrográfica da região, a partir de parâmetros qualitativos e quantitativos. Além disso, o projeto deve ser uma fonte de conteúdos sobre o tema. “É um momento muito importante para a história do Consórcio Pró-Sinos, para a bacia e também para as nossas comunidades”, destacou o presidente do Pró-Sinos e prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal.

A cerimônia foi realizada em Nova Santa Rita. Além da prefeita Margarete Ferretti, que também é presidente da Granpal, estiveram presentes os prefeitos Nei Pereira dos Santos, de Caraá, Ary Vanazzi, de São Leopoldo, João Alfredo de Castilhos Bertolucci, de Gramado, Corinha Molling, de Sapiranga, Daiçon Maciel da Silva, de Santo Antônio da Patrulha, Luis Rogério Link, de Sapucaia do Sul, e representantes dos prefeitos de Cachoeirinha, Canoas, Novo Hamburgo e Campo Bom, entre outras autoridades. O programa permitirá ao Pró-Sinos criar uma série histórica sobre o comportamento das águas coletadas na bacia e que chegam ao Rio dos Sinos. Assim, as informações poderão auxiliar os gestores no planejamento, na fiscalização e em ações que envolvam o meio ambiente na região.

Plataforma colaborativa

Atualmente, a entidade realiza coleta de amostras e mede parâmetros de qualidade em 24 pontos de monitoramento, distribuídos em 16 municípios do Vale dos Sinos. Além disso, a pró-sinos também recebe dados quantitativos (nível, vazão e pluviosidade) de estações de medição da Agência Nacional de Águas (ANA), e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). Assim, todos esses dados agora são lançados na plataforma digital, que permite uma consulta rápida e clara das condições de cada ponto monitorado. “É uma plataforma colaborativa, que já nasce grande, trazendo informações relevantes”, observou o presidente do consórcio. Para acessá-la, clique aqui.

Para Leonardo Pascoal, o programa possibilitará aos municípios consorciados um mapa mais completo da situação ambiental do Rio dos Sinos, permitindo agir na correção de problemas de uma forma mais ágil e precisa. “Os pontos de monitoramento nos apresentam uma situação fidedigna da bacia. Assim, os dados coletados nos possibilitam antecipar o comportamento do rio, agindo com mais acerto nas situações de cheias ou estiagens, ou nos casos em que a qualidade das águas apresente comprometimento”, detalhou.

Os recursos para o custeio do programa são provenientes das Taxas de Controle e Fiscalização Ambiental Municipal (TCFAM). Além da ANA e do CEMADEN, o Pró-Sinos busca parceria de outras importantes instituições que produzem e utilizam dados sobre as condições das águas superficiais da bacia, como as secretarias municipais de Meio Ambiente, as concessionárias de saneamento, as universidades e os centros de pesquisa da região. Por fim, as prefeituras de Esteio e Campo Bom já contam com programas de monitoramento apoiados pelo Pró-Sinos.

Parâmetros avaliam da temperatura à turbidez da água

Atualmente, são acompanhados nove parâmetros qualitativos que constituem o Índice de Qualidade da Água (IQA): temperatura, pH, oxigênio dissolvido, sólidos totais, demanda bioquímica de oxigênio, coliformes termotolerantes, nitrogênio total, fósforo total e turbidez. Dessa forma, eles se somam aos parâmetros quantitativos — pelos quais são feitos o monitoramento do nível do rio, permitindo calcular a vazão de água, e a análise da quantidade e da distribuição das chuvas.

Dezesseis municípios contam com pontos de monitoramento

As coletas estão sendo feitas em 24 pontos distribuídos nos municípios de Caraá, Santo Antônio da Patrulha, Rolante, Riozinho, Taquara, Três Coroas, Igrejinha, Canela, Campo Bom, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Portão, Esteio, Nova Santa Rita e Canoas. Além disso, a intenção é buscar parcerias com concessionárias e municípios para ampliar o número de locais de recolhimento ao longo dos próximos anos.

Campanhas abastecem a plataforma digital

Entre setembro e novembro deste ano, o Pró-Sinos realizou três campanhas de coletas de amostras de água na bacia. Assim, em cada um dos 24 pontos foram apresentados resultados específicos — que permitem aos gestores avaliarem com precisão a situação ambiental em suas localidades. Além disso, as informações das primeiras análises já estão abastecendo a plataforma digital. Para mais informações, acesse o Programa de Monitoramento Espacial do Pró-Sinos:http://fortalezatec.com.br/prosinos/

Foto: Brayon Coutinho Marques/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2020 0 Comentários 694 Visualizações
Cidades

Nível do Rio dos Sinos diminui em Campo Bom e afasta risco de enchente

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Conforme dados da Defesa Civil, a chuva da quinta-feira, 16, não causou grandes mudanças no fluxo do Rio dos Sinos, em Campo Bom, que segue baixando. Durante a madrugada desta sexta-feira, foram 13 centímetros a menos, atualmente a medição é de 6,27 metros. O coordenador da Defesa Civil, Paulo Silveira, explica que a nova marca tranquiliza por estar quase um metro abaixo do necessário para atingir a rua, fato que ocorre com quando o nível do rio ultrapassa 7,20 metros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 637 Visualizações
Cidades

PMCB mantém alerta sobre alagamentos na Barrinha e na Vila Rica

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os altos níveis de chuva dos últimos dias colocaram Campo Bom em alerta para o risco de alagamento nos bairros Barrinha e Vila Rica. A Prefeitura já se prepara para socorrer famílias desabrigadas caso a água atinja as residências de moradores dessas localidades. A Administração, em parceria com a Defesa Civil de Campo Bom, vai disponibilizar dois espaços para atender a comunidade. “Em caso de necessidade vamos usar o ginásio da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Octacílio Fauth e, como segunda opção, o ginásio da Emef 25 de Julho”, afirma a secretária municipal de Educação e Cultura, Simone Schneider.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Campo Bom, Paulo Silveira, o nível da água se encontra em em 6,40 metros e, para atingir o nível da rua, precisa chegar a 7,20 metros. “Por enquanto, não há perigo de atingir as casas, só se o nível chegar a cerca de 7,45 metros. O aumento no nível da água deve acontecer entre quinta-feira, 9, à tarde e sexta-feira (10) devido à chuva que segue descendo da Serra”, explica. Em Campo Bom, uma pessoa foi retirada de sua casa, que sofre risco de alagamento, e se instalou na casa de familiares. É o caso de um senhor que mora em uma fazenda no bairro Vila Rica. “Já buscamos ele de barco hoje de manhã, para o caso da água subir hoje à noite”, diz o coordenador da Defesa Civil.

O prefeito Luciano Orsi está atento à situação na cidade. “Tenho conhecimento das consequências das fortes chuvas dos últimos dias que acabaram afetando diretamente os rios e preparamos um espaço para receber a população que pode vir a ter necessidade de um abrigo”, afirma. A Secretaria Municipal de Obras, Planejamento e Serviços Urbanos vai se mobilizar para prestar auxílio à qualquer família que precise de resgate. “Em caso de necessidade, disponibilizamos equipes com caminhão, máquinas ou até mesmo barco para remoção de pessoas. Também agimos em caso de erosão na beira do Rio dos Sinos e arroios”, afirma o secretário municipal de Obras, Uilian Thiesen.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação pode prestar assistência social às família que tiveram suas casas alagadas, mediante avaliação da Defesa Civil, disponibilizando cestas de alimentos e roupas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 623 Visualizações
Variedades

Rio dos Sinos chega perto dos 6 metros após a chuva

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após quase seis meses de estiagem, o Rio dos Sinos voltou a subir com as chuvas desta semana. Em maio, o rio atingiu sua menor marcação na captação da Comusa desde 1998: 1,73m. Nesta quarta-feira, 1º, após sucessivas chuvas, o rio atingiu a marca de 5,94m no mesmo local. É a primeira vez, desde outubro de 2019, que o rio ultrapassa a marca de 5 metros.

A chuva  coloca o nível do rio acima da média do mês. O diretor-geral da Comusa, Eduardo Antônio Bonato, destaca que, mesmo com inúmeras dificuldades, o abastecimento foi garantido pela autarquia. “Já destacamos isso no final do verão e conseguimos manter o compromisso de garantir a água ao Município, mesmo enfrentando os maiores desafios da história da Comusa, tanto a estiagem quanto a pandemia”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 681 Visualizações
Variedades

Nível do Rio dos Sinos sobe, mas consumo consciente precisa continuar

Por Gabrielle Pacheco 13/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com as chuvas desta semana, o nível do Rio dos Sinos deixou a situação crítica que estava desde o começo do mês de março. Com mais de 2,68 metros, o nível se aproxima da média mensal dos últimos dois anos, depois de quase 6 meses sem um volume significativo de chuvas no Estado. A medida deixa o Sinos dentro da média para o mês de maio. No entanto, a situação ainda pede o consumo consciente da população, até que as chuvas se tornem mais recorrentes e o rio volte ao seu nível normal. 

O diretor-geral da Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo, Eduardo Antônio Bonato, destaca que a atual estrutura da autarquia conseguiu garantir o abastecimento de todo o Município mesmo nos momentos mais graves da crise hídrica. “Estivemos em uma situação única na história da Comusa. Felizmente, graças ao trabalho incansável dos nossos servidores e todos os investimentos feitos ao longos dos últimos anos, passamos por todos esses meses sem necessidade de racionamento ou falta de água no Município”, comenta. 

“Mesmo assim, esse não é o momento de relaxar. Precisamos manter a cultura do consumo consciente, sem desperdício de água tratada pelo menos até que voltemos ao nível normal do Rio dos Sinos. Assim, vamos continuar garantindo que todos recebam água tratada sem falta”, destaca Bonato.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2020 0 Comentários 538 Visualizações
Variedades

Rio dos Sinos atinge menor nível desde 1998 em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 23/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após 5 meses sem grandes quantidades de chuva na região, o Rio dos Sinos atingiu nesta quinta-feira, 23, novamente, o menor nível desde 1998 na captação da Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo: 1,82m. A menor medição da história da autarquia atingida até então havia sido no mês passado, quando registrou 1,85m.

O cenário de poucas chuvas e aumento do calor acende novamente o alerta para que a população reduza o possível o desperdício de água tratada nas próximas semanas. “Não queremos correr o risco de racionamento, como outras cidades da região já estão sofrendo. Para isso, é preciso conter o desperdício, evitar a perda desnecessária de água o máximo possível, até que o nível do rio volte à normalidade”, destaca o diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders.

Enquanto, neste ano, o nível do rio teve mínima de 1,85m e máxima de 2,27m no mês de março, em 2019, no mesmo período, o menor nível registrado foi 2,40m, chegando a 5,40m no mesmo mês. Em 2018, a mínima registrada havia sido 2,24m, com máxima de 4,64m. De acordo com a Estação de Climatologia de Campo Bom, a seca deste ano é a maior desde 1984.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/04/2020 0 Comentários 446 Visualizações
Cidades

Pró-Sinos alerta: estiagem exige consumo consciente de água

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a escassez de chuvas no Estado, o Consórcio Pró-Sinos faz um importante alerta para a população dos municípios da bacia do Rio dos Sinos: o consumo consciente de água é a única forma de evitar a falta desse recurso tão importante em tempos de pandemia.

Em Campo Bom, onde se localiza a captação e o tratamento de água da cidade e de mais três municípios (Sapiranga, Estância Velha e Portão) esta semana, o nível do Rio dos Sinos chegou a 90cm, o menor desta temporada. O nível normal gira em torno de 2m a 3m de água.

“O cenário é dramático. Ainda mais numa pandemia, quando a água é o principal insumo para prevenção do avanço do novo coronavírus”, alerta o secretário de Meio Ambiente de Campo Bom, João Flávio da Rosa.

O diretor-técnico do Pró-Sinos, Hener de Souza Nunes Júnior, destaca que o engajamento da população é fundamental para que não haja desabastecimento. “Estamos muito próximos do limite. Hoje, as pessoas estão mais em casa, aumenta o consumo, mas todos precisam se conscientizar. Não se deve encher piscinas e lavar carros, calçadas, molhar plantas com mangueira neste momento”, orienta Hener.

Outra consequência da estiagem é que parte do esgoto das cidades fica retido nas tubulações. Assim que chover, todo o resíduo represado irá para o rio. Se o volume de chuva for pequeno, esse aumento da carga de matéria orgânica poderá produzir um consumo excessivo de oxigênio e acabar gerando a mortandade de peixes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 458 Visualizações
Cidades

Comusa emite nota técnica sobre coloração da água

Por Gabrielle Pacheco 27/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A diretoria técnica da Comusa liberou na última quinta-feira, 26, uma nota técnica sobre a coloração da água fornecida pela companhia nas últimas semanas. Segundo a equipe que coordena o tratamento, a alteração é devida a concentração de sedimentos naturais na água, mais intensa por conta do baixo nível do Rio dos Sinos.

A Comusa ainda explicou que esses elementos presentes no rio, como o ferro e manganês, quando entram em contato com o cloro, provocam uma reação química e dão o aspecto amarelado para a água. A autarquia garantiu que apesar disso, a água continua sendo potável para o consumo humano, sem qualquer prejuízo à saúde, atendendo integralmente  os critérios do Ministério da Saúde.

Como alternativa de solução ao problema, desde o início do mês de março, um tratamento complementar adicionando ortopolifosfato à água busca restabelecer a coloração adequada em situações críticas como essa. Contudo, a projeção é de que a situação seja totalmente normalizada somente quando o nível dos rios se normalizar.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2020 0 Comentários 517 Visualizações
Cidades

Comusa busca reservação no Rio dos Sinos

Por Gabrielle Pacheco 01/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

O esgotamento dos recursos hídricos e a liberação de indústrias ao longo da bacia são discussões que o diretor-geral da Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo, Márcio Lüders, e o diretor de Relacionamento com o Cliente, Silvio Klein, como integrantes do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Comitesinos) devem levar à pauta. E um antigo tema volta a ser o foco do debate: a criação de reservatórios para armazenamento de água na bacia.

“Nós já passamos por situações complicadas em longos períodos de seca na região e isso demonstrou o quão frágil e o quão dependentes do Rio dos Sinos estamos. Se voltarmos a enfrentar um longo período de estiagem, poderemos colocar toda a bacia à beira de um colapso”, explica Lüders. “A Comusa tem como missão abastecer a cidade com água de qualidade, mas também com sustentabilidade, garantindo o equilíbrio do meio ambiente. E para isso, precisamos considerar ações de longo prazo que possibilitem o armazenamento de grandes volumes de água”, pontua o diretor-geral.

“Se voltarmos a enfrentar um longo período de estiagem, poderemos colocar toda a bacia à beira de um colapso.”

Klein relembra que 2005 e 2012 foram os dois anos de maior seca no Rio dos Sinos e que, por pouco, a bacia não entrou em colapso. “Principalmente em 2005, tivemos a maior seca dos últimos anos. Chegamos a um estado crítico da bacia, mas, graças ao sistema de barragens de Salto, Canastra e Bugres, fizemos a transposição de águas que iriam, originalmente, para o Rio Caí e conseguimos impedir um desastre”, comenta o diretor.

Para Lüders, boa parte das ações e dos estudos já estão apresentados no 1º Plano de Bacia do Comitesinos, mas é hora de colocar eles em prática. “Esse é o momento de começarmos a colocar essa discussão novamente no Comitesinos e buscar esse estudo. O plano foi apresentado em 2014 para que o estudo fosse feito em até quatro anos e, até agora não foi feito. Estamos perdendo tempo que não temos.”

Empreendimentos

Outro ponto que deve ser levado ao Comitesinos é a saída da bacia da Condição Especial, situação em que ela se encontra desde a mortandade de peixes em 2006. Com isso, novos empreendimentos regularizados e dentro da legislação não podem ser instalados ao longo da bacia.

“O problema é que empreendimentos clandestinos acabam se instalando e despejando resíduos sem controle do Município e essa é uma situação ainda pior do que ter uma empresa que vai ser fiscalizada e responsabilizada se não cumprir a lei”, aponta Klein. “Precisamos retirar essa condição especial e legalizar a instalação de empresas.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2019 0 Comentários 893 Visualizações
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