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restaurantes

Cidades

Nova Petrópolis libera o autosserviço em buffets de restaurantes

Por Gabrielle Pacheco 11/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Administração Municipal de Nova Petrópolis publicou no dia 10 de setembro, o Decreto Municipal nº 177/2020, que libera o autosserviço em buffets de restaurantes de Nova Petrópolis a partir desta sexta-feira, 11 de setembro. A possibilidade dos clientes utilizarem luvas descartáveis para servir seus pratos também foi aprovada pelo Comitê de Crise contra o coronavírus do Município.

A partir desta sexta-feira, 11 de setembro, os restaurantes de Nova Petrópolis podem oferecer autosserviço em buffets aos clientes, desde que usem luvas individuais descartáveis oferecidas pelos estabelecimentos. Antes, a modalidade de buffet era permitida apenas com um funcionário do restaurante servindo o prato dos consumidores.

“Esta possibilidade dos clientes servirem seus pratos nos buffets dos restaurantes atende uma demanda importante da gastronomia local. A Administração Municipal, por meio da Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social e do Comitê de Crise, por meio deste Decreto, possibilita o autosserviço. Contamos com a colaboração de todos os restaurantes e seus clientes em relação às boas práticas de higiene e ao distanciamento, fundamentais para evitar aglomerações e garantir segurança nos buffets de Nova Petrópolis”, pontuou a secretária Municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Roberta Liane da Silva.

De acordo com o Decreto Municipal nº 177/2020, o funcionamento do sistema de buffet deve observar os seguintes protocolos, de forma a evitar a contaminação cruzada e evitar o manuseio de pegadores de alimentos pelos clientes: a montagem do prato realizada por funcionário ou disponibilizadas luvas individuais descartáveis para o serviço pelo cliente; o distanciamento mínimo de dois metros entre os presentes durante o serviço; uso de álcool gel 70% pelos clientes antes de acessar ao serviço de autoatendimento; a utilização de máscara durante o autoatendimento; instalação de protetor salivar eficiente no balcão buffet, além do cumprimento de protocolos complementares que vierem a ser estabelecidos pelo Município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2020 0 Comentários 643 Visualizações
Variedades

Consumo em restaurantes de bairros residenciais cresce na maioria das capitais brasileiras

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Refeições presenciais em restaurantes ficaram restritas durante muito tempo, em razão das medidas de isolamento social, impostas pelo coronavírus. Com a atual retomada do funcionamento em algumas regiões do país, nota-se uma mudança no comportamento dos clientes: os restaurantes localizados próximos às áreas residenciais têm registrado aumento no movimento, enquanto os que ficam em áreas comerciais sinalizam redução do consumo. A tendência foi apontada por um levantamento realizado pela Sodexo Benefícios e Incentivos, que administra vales-refeições em todo país.

O comportamento foi identificado na maioria das capitais brasileiras: Brasília (DF), São Paulo (SP), Rio Branco (AC), Maceió (AL), Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Goiânia (GO), São Luís (MA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Recife (PE), Teresina (PI), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Natal (RN), Porto Velho (RO), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Aracaju (SE). A alta adesão pelas empresas ao regime de trabalho em home office explica essa mudança.

Em Brasília, por exemplo, houve, em média, uma alta de 43,33% no consumo entre os principais restaurantes de bairros residenciais. A queda no movimento de restaurantes localizados em áreas comerciais foi de 52,57%.

No sul do país, em Curitiba esse movimento se repete, a queda nos restaurantes em regiões comerciais foi de 61%, em média. Já os restaurantes de bairro apontaram alta de 22%, em média, no consumo. Na região norte, em Manaus as operações em regiões de comércio caíram 53,4%, em média. Restaurantes mais próximos de residências registraram aumento de 57,8% no movimento. Os números também chamam atenção em São Luís, 112% de crescimento no movimento de restaurantes localizados próximos às regiões residências e 49% de queda no consumo dos restaurantes em áreas comerciais.

A especialista em competitividade do Sebrae, Mayra Viana, explica que esse comportamento é devido às inúmeras pessoas que estão trabalhando em casa. “Mesmo com a retomada de alguns negócios, ainda há muitas pessoas realizando trabalho remoto, em um home-office adaptado, conciliando as atividades profissionais com os afazeres no lar. Diante disso, muitas vezes, o delivery ou a retirada de alimentos nas proximidades da residência se torna uma opção viável e atrativa, que contribui com a conveniência nas refeições domésticas”, afirma.

Solução

Segundo a analista, os estabelecimentos comerciais que estão sofrendo com a queda no movimento podem tomar algumas iniciativas para reverter a situação. “É necessário atrair a atenção do cliente, com ofertas diferenciadas combinadas a um serviço de entrega. Ainda que se trate de um bairro comercial, muitas vezes há moradias próximas, e isso abre oportunidade para conquistar um consumidor da região que não necessariamente tinha o hábito de consumir no local”, indica.

A analista de inovação do Sebrae Hulda Giesbrecht alerta sobre a oportunidade de desenvolver a presença digital como estratégia para reverter a queda nas vendas dos restaurantes. “A pandemia expôs a necessidade de qualquer negócio ter presença nas redes sociais. É uma forma de se manter próximo ao consumidor, mesmo com as normas de distanciamento social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 660 Visualizações
Business

Após reabertura, empresários do ramo de alimentação esperam retorno lento dos clientes aos estabelecimentos

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar da liberação gradual do funcionamento de bares, restaurantes, buffet e outras atividades do segmento de alimentação fora do lar no país, os donos de pequenos negócios do setor enfrentam, a partir de agora, o desafio de atrair os clientes novamente aos estabelecimentos. Em pesquisa online realizada pelo Sebrae em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurante), entre 28 de maio e 08 de junho, 71% dos empresários avaliaram que menos da metade da clientela vai retornar aos estabelecimentos de alimentação nos 30 primeiros dias posteriores à reabertura. Na opinião de 53% dos entrevistados, a segurança sanitária é o critério mais importante nesta retomada, seguido pelo fato de que os clientes devem voltar a frequentar primeiramente os locais que já costumavam ir (20%).

Ao todo, 1.532 empresários, de 26 estados e do Distrito Federal, foram ouvidos pela Pesquisa “Situação e Perspectivas do Segmento de Alimentação Fora do Lar”, sendo 32% deles Microempreendedor Individual (MEI), 28% Microempresa (ME), 37% Empresa de Pequeno Porte (EPP) e 2% composto por médias ou grandes empresas. A maioria dos participantes possui apenas uma empresa no ramo da alimentação, com predominância de restaurantes, lanchonetes e similares que operam em lojas de rua.

De acordo com o levantamento, antes da pandemia, 70% dos negócios estavam com situação financeira estável ou crescendo e investindo (19%), porém com o avanço da Covid-19, 54% tiveram perdas acima de 75% no faturamento, com destaque para serviços de Buffet, que foram mais impactados. A pesquisa apontou ainda uma diferenciação do impacto nos estabelecimentos que funcionam dentro de shopping centers, que sofreram mais com os efeitos da pandemia (quedas acima de 75% para 82% deles), assim como os que estão dentro de clubes e academias, hotéis ou prédios corporativos (redução acima de 75% para 70% deles); enquanto os que têm lojas de rua, 47% apresentaram queda.

Na visão do presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa ressalta a importância de garantir a segurança de clientes, funcionários e fornecedores para uma retomada segura nos estabelecimentos de alimentação fora do lar. “Estamos diante de um novo momento de consumo e, mais uma vez, o empreendedor precisa se reinventar para atrair clientes para dentro de seus negócios. Éfundamentalcomunicar com transparênciaas adaptações providenciadas e os cuidados com a segurança dos alimentos,com o distanciamento entre clientes e a devida higienização do espaço”. Melles lembra ainda que o Sebrae preparou protocolo com orientações para a reabertura segura direcionado a bares, restaurantes e lanchonetes, disponível neste link.

O presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, destaca a situação crítica que milhares de empreendedores do setor enfrentam por todo o Brasil. “A pesquisa nos ajuda a mapear as necessidades e os enormes desafios que bares, restaurantes e lanchonetes estão encarando. Em algumas cidades já estamos há quase quatro meses fechados; em outras, só nos permitem abrir as portas com restrições que podem inviabilizar o negócio. Mas o importante é que estamos preparados para a retomada. A própria pesquisa mostra que os empresários entenderam a importância de se adaptar para reconquistar a confiança do cliente”, afirma. Solmucci lembra que a Abrasel tem cursos, cartilhas e orientações para ajudar empresas a reabrir as portas de maneira segura e viável. Estes materiais (muitos deles em parceria com o Sebrae) são gratuitos, abertos a todos e estão disponíveis na Rede Abrasel.

Impactos no funcionamento

O segmento de alimentação fora do lar foi um dos primeiros a sofrerem os impactos das medidas preventivas do isolamento social e fechamento do comércio para impedir a transmissão da Covid-19. Enquanto 31% dos negócios fecharam temporariamente ou de vez, a maioria que conseguiu se manter apostou no delivery ou no drive thru/take out (retirada no local). Aliás, a pandemia transformou os serviços de entrega em uma necessidade para aqueles negócios que buscaram alternativas para continuar com a cozinha em funcionamento mesmo diantedas restrições.

De acordo com a pesquisa, 72% das empresas estão realizando delivery, sendo que que 1 em cada 4 começou a utilizar o serviço de entregas durante o período. Apesar de 60% das empresas do setor utilizarem delivery por meio de aplicativos, apenas 21% dos empresários estão satisfeitos com os serviços oferecidos. O levantamento mostraainda que o delivery feito pela própria empresa tem sido uma opção muito considerada, sendo utilizada por 69% das empresas. Na hora de escolher o tipo de delivery, os empreendedores avaliam principalmente o conhecimento do consumidor sobre o aplicativo (26%), a possibilidade de delivery próprio (25%) e taxas mais baixas (21%).

A pesquisa também destaca que os negócios do ramo da alimentação fora do lar fortaleceram a presença nas redes sociais, principalmente no Instagram (59%) e no Whastapp (57%). Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que 58% dos empresários não tiveram iniciativa para promover o negócio com ações diferenciadas que poderiam ajudar a minimizar as perdas durante a crise, como  a venda de vouchers, campanhas específicas, ações de solidariedade, entre outras.

Outros dados da pesquisa

– Apenas 22% conseguiram empréstimo desde o começo da crise. Os bancos foram as instituições financeiras mais procuradas.

– A renegociação foi uma alternativa para muitos empresários. 68% tiveram que renegociar o aluguel. Além disso, 65% tiveram que renegociar dívidas ou prazos com os fornecedores.

– Em relação à mão de obra, 45% demitiram, 55% suspenderam contratos e 51% reduziram a jornada de trabalho/salário.

– 38% dos empresários acreditam que o setor vai demorar entre 6 e 12 meses para voltar ao nível antes da crise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 650 Visualizações
Cidades

Em Canoas, restaurantes se adaptam para continuar de portas abertas após nova determinação do Estado

Por Gabrielle Pacheco 25/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O decreto publicado pelo governo do Rio Grande do Sul nesta semana impõe medidas mais rígidas de prevenção ao novo coronavírus em Canoas, ao classificar a região como bandeira vermelha. Restaurantes, lancherias e padarias, serviços essenciais à sociedade, estão autorizados a operar desde que sigam o protocolo estadual de distanciamento controlado, com vigência até a próxima segunda-feira (29). Com isso, a capacidade de adaptação destes locais e a procura por novos formatos de atendimento são testadas mais uma vez para continuarem de portas abertas ao público. 

“No início da pandemia, ficamos 23 dias sem poder trabalhar porque até então não tínhamos tele-entrega. Hoje, somos obrigados a criar meios para sobreviver e pagar o básico das contas”, diz o proprietário do restaurante Tio Neco, Cesar Leandro Bauer. O tradicional restaurante do centro da cidade, que há 32 anos serve os canoenses, é um dos diversos que utilizam a Central Telefônica da Prefeitura de Canoas, por meio do telefone (51) 3425.7681, para tirar dúvidas relacionadas ao comércio. “Além dos cuidados básicos como a higienização dos produtos que chegam da rua e a limpeza do chão com água sanitária, vimos que era necessário nos adequar à redução de funcionários e à carga horária”, conta. 

Para a gerente do Tudo D’Bom, Solange Mendes, por mais que a dificuldade não tenha sido a mesma, a exigência por novas formas de comercializar seus pratos se faz constante. “Como já não trabalhávamos com buffet, a adaptação aos decretos foi mais fácil do que em muitos lugares, mas estamos preocupados, tivemos que convencer o dono para baixar o aluguel e providenciamos a oferta dos pedidos através de aplicativos da internet para que as vendas aumentem”, revela.

No município, além da restrição dos serviços de alimentação somente às modalidades de tele-entrega, drive-thru e pegue e leve, os restaurantes devem seguir uma lista de boas práticas lançadas pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), na Portaria n° 319. Dentre as regras que condicionam o funcionamento, estão o uso obrigatório de máscaras e disponibilidade de álcool gel 70% a todos os presentes; garantia de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) aos funcionários; distanciamento interpessoal mínimo de dois metros, inclusive entre as mesas; embalagem individual dos talheres; ventilação e limpeza dos ambientes. Está proibida a modalidade de autoatendimento (self-service) e o descumprimento desta e das demais determinações, flagrados pela fiscalização, podem resultar em infração de natureza sanitária, ocasionando processo administrativo ao infrator e outras penalidades. 

As ações de fiscalização são resultado do trabalho integrado da Diretoria de Vigilância Sanitária, ligada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS), do Procon Canoas e da Guarda Municipal, ligados à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Cidadania (SMSPC), da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SMDUH). As denúncias enviadas pela população são fundamentais para que o decreto seja cumprido e, por isso, a Prefeitura orienta que liguem para os seguintes telefones: 153, 0800.5101234 e (51) 3425.7681. A vigilância sanitária pode ainda ser acionada através do e-mail vigilancia.saude@canoas.rs.gov.br. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2020 0 Comentários 500 Visualizações
Cidades

Horário de funcionamento de restaurantes e lancherias em Estância Velha é ampliado

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Esta em vigor desde a última quinta-feira, 4, o novo decreto municipal n° 054/2020, em Estância Velha. A nova redação permite o funcionamento de restaurantes e lancherias entre 7h e 22h, com as opções de prato feito. O serviço de buffet segue vedado e não pode funcionar. Os estabelecimentos podem atender após 22h por tele-entrega ou retirada no balcão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2020 0 Comentários 603 Visualizações
Variedades

Para avaliar retomada, Sindha divulga pesquisa com restaurantes da Capital após reabertura

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para avaliar o andamento dos negócios da gastronomia na Capital Gaúcha, o Sindha – Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região acaba de divulgar um novo levantamento a respeito das operações nos restaurantes após o Decreto Municipal que permitiu a reabertura das atividades em salão. Na maior pesquisa já realizada pela entidade, 114 estabelecimentos de Porto Alegre participaram da amostragem, sendo que, destes, 57,9% retomaram as atividades recebendo clientes, enquanto 41,4% ainda não reabriram as portas no antigo modelo. Dos participantes da pesquisa, somente uma operação declarou ter encerrado as atividades permanentemente.

Para os que reabriram o salão, 98,5% sinaliza um movimento em número de clientes insatisfatório, de modo que para 93,8% dos entrevistados este movimento não compensa os custos da operação. Já para os que não retomaram a abertura de loja para receber os clientes, 53,2% não está trabalhando com delivery e/ou take away. No entanto, na avaliação daqueles empresários que aderiram aos novos formatos, cerca de 83% entende que o movimento não compensa os custos do negócio.

“Os restauranteiros estão absolutamente comprometidos em seguir a risca os protocolos e procedimentos que garantem a segurança do público e dos seus colaboradores. É o setor que mais aguardou essa retomada, um retorno com muita responsabilidade, e também é o que aguarda com equilíbrio este processo de “nova conscientização”. A prova de que há, também, um movimento positivo pelo lado da clientela é que em 93,8% dos salões que retornaram temos a informação de que o público tem respeitado as recomendações de segurança e proteção”, avalia o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky.

“Há, ainda, um cenário de muita ansiedade e insatisfação por meio dos empresário, e entende-se esses sentimentos porque enquanto o movimento não corresponde e a receita estaciona, os custos da operação seguem a pleno vapor. No entanto, o empresariado precisa entender que é um processo de construção. Para o consumidor se sentir confiante novamente levará um tempo e até lá vamos, dia após dia, criando novas formas de cativar e mostrar que estará seguro nos nossos negócios. Nada mais é como antes, é preciso criar e recriar”, finaliza”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 487 Visualizações
Variedades

Sindha pressiona Prefeitura sobre retomada da gastronomia em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sindha – Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região entregou, nesta quarta-feira, 13, ao prefeito da Capital Gaúcha, Nelson Marchezan Júnior, uma carta pedindo que a Prefeitura tome decisões a respeito da reabertura de bares e restaurantes em Porto Alegre. Com a publicação do novo decreto de distanciamento social do Governo Estadual, o atendimento presencial restrito fica permitido para o setor, porém o executivo municipal mantém um decreto mais proibitivo, impedindo o funcionamento ainda que a cidade esteja dentro da bandeira laranja. O setor foi um dos mais afetados pelos decretos, com fechamentos e demissões em massa.

“O segmento não aguenta os vetos por muito tempo. Inúmeros estabelecimentos fecharam. Hoje, mais uma morte: Charlie Brownie Pub acaba de encerrar suas atividades. E, com a continuidade da proibição, outros vários também irão fechar. O setor, que emprega uma quantidade enorme de trabalhadores, teve que demitir seus funcionários para poder permanecer vivo. Os bares e restaurantes podem operar com segurança sanitária de forma mais efetiva que hipermercados, por exemplo, que recebem milhares de pessoas por dia. É necessário evitar que a já caótica situação se transforme em terra arrasada permanentemente”, afirmou o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2020 0 Comentários 439 Visualizações
Business

Sebrae e Abrasel oferecem cursos online gratuitos para empreendedores

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), oferece uma série de cursos online para empreendedores do ramo de alimentação fora do lar. As aulas são totalmente gratuitas e voltadas para a contenção da crise econômica do segmento, ocasionada pela expansão do novo Coronavírus no Brasil. Para acessar a página da Conexão Abrasel clique aqui.

Dentre as opções disponíveis na plataforma estão: Como aumentar minhas vendas usando canais de delivery, Qualidade e Segurança de Alimentos, Gerenciamento de Fornecedores e Marketing Digital. O conteúdo disponibilizado inclui ebooks e vídeos explicativos. Após o contato com as aulas, os empreendedores podem fazer um teste avaliativo e retirar o certificado de conclusão dos cursos.

Os interessados em se qualificar podem preencher um breve cadastro na página da Abrasel, informar e-mail e senha para acesso. Após a avaliação dos dados, o conteúdo estará disponível e pode ser assistido em qualquer horário. “Neste momento, o Sebrae articula diferentes ações para fortalecer a atuação de donos de micro e pequenos negócios. Empreendedores podem contar, inclusive, com atendimento online em todos os estados”, pontua Carlos Melles, presidente do Sebrae.

Somam-se a esses conteúdos voltados ao momento de crise, outros 26 temas também direcionados à área de alimentação. Paralelamente, o Sebrae oferece outras opções de cursos aos diversos segmentos dos pequenos negócios. São mais de 115 opções de aulas online disponíveis na página oficial do Sebrae. Gestão Financeira, Como Aprender a Empreender, Atendimento ao Cliente e Como Desenvolver uma Liderança de Alto Nível estão entre os mais procurados no momento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Cidades

Restaurantes da capital devem reduzir o faturamento pela metade

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Porto Alegre tem adotado medidas drásticas de prevenção e combate ao coronavírus. Na economia, impactos das medidas já estão surgindo. Segundo um levantamento do Sindha, Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, 94% dos restaurantes da Capital Gaúcha irão diminuir em, no mínimo, 50% seu faturamento e 7% suspenderam totalmente suas atividades, em razão do Covid-19. Para o levantamento, realizado antes da publicação do decreto municipal, foram entrevistados 55 restaurantes, entre eles bares, cafés e lancherias.

“As medidas que estão em vigor precisavam ser tomadas. A saúde pública deve prevalecer, mas a situação é muito séria. O setor da gastronomia de Porto Alegre e da nossa Região Metropolitana já sente fortemente os impactos econômicos e diversos estabelecimentos devem levar um bom tempo para retomar o equilíbrio financeiro. Tenho convicção de que vamos enfrentar isso e vamos nos reerguer, mas, agora, é claro que a preocupação é grande”, afirma o presidente do Sindha, Henry Starosta Chmelnitsky.

O mesmo levantamento também revelou que apenas 5% dos restaurantes de Porto Alegre esperam ter um prejuízo inferior a 40%, pois decidiram investir no segmento de delivery. “É bom ver que para alguns o impacto poderá ser minimamente controlado, mas os números ainda nos deixam em alerta, até porque o delivery não será a salvação. 44% dos negócios gastronômicos vão diminuir em 70% seu faturamento. Projetar a gestão de um restaurante com um terço da renda normal significa contar com duros cortes de gastos”, finaliza Chmelnitsky.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2020 0 Comentários 608 Visualizações
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