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região carbonífera

CidadesSaúde

Região Carbonífera encaminha pedido de reconsideração da bandeira vermelha

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação dos Municípios da Região Carbonífera comunicou em nota que solicitou ao Governo do Estado, em caráter de urgência, a reconsideração sobre a alteração da bandeira laranja para a vermelha na classificação de risco em saúde. Foram encaminhados novos dados técnicos e elementos para revisão e reavaliação da situação, visto que não estavam incluídos no sistema, gerando prejuízo inestimável para nossa comunidade.

A solicitação é de que o Governo do Estado reavalie também a divisão das regiões conforme suas peculiaridades.

O documento aborda também a questão da abertura de leitos de UTIs para combate ao coronavírus no Hospital de Caridade de São Jerônimo, uma solicitação antiga da região.

“Neste momento de calamidade pública, é lamentável que mais de 150 mil gaúchos sigam vivendo com a incerteza de não contar com leitos de UTI no hospital de São Jerônimo, referência para nossa região. Não podemos esperar que a Covid-19 se espalhe em nossas comunidades até que tenhamos uma solução”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 447 Visualizações
Saúde

Região Carbonífera pede apoio ao Hospital de São Jerônimo em reunião com secretária da Saúde

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Principal demanda da Região Carbonífera, a criação de leitos de terapia intensiva e de isolamento no Hospital de Caridade São Jerônimo foi reforçada esta terça-feira, 26, em reunião de prefeitos com a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann. O encontro contou com a participação do presidente da Assembleia Legislativa, Ernani Polo, que teve audiência com os gestores municipais na última semana e mediou a videoconferência.

Presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Asmurc), o prefeito de Minas do Leão, Miguel Almeida, destacou que, hoje, a emergência da instituição está lotada — e que casos mais graves precisam ser transferidos para Porto Alegre. “No momento que essas UTIs começarem a funcionar, a região ficará mais bem atendida e poderá desafogar a capital. Mas não temos capacidade de fazer isso sozinhos”, ressaltou Miguel.

O hospital, referência para nove cidades da região, pede R$ 4,2 milhões para a instalação de dez leitos de UTI e 40 de isolamento, para dar conta do atendimento à pandemia. “Esse é nosso maior anseio no momento. Foi uma frustração não sermos contemplados pela portaria do Ministério da Saúde”, destacou o prefeito Evandro Heberle, de São Jerônimo, citando a Portaria 1.280, que habilitou leitos de terapia intensiva para o Rio Grande do Sul.

“Temos 150 mil habitantes, mas não temos UTI. Seria importante que o Governo do Estado olhasse com atenção para nossa região. Esses leitos ficariam como um legado para nossas cidades”, reforçou Helton Barreto, prefeito de General Câmara. O secretário de saúde de São Jerônimo, Ederson Pizzio, também lembrou da necessidade de discutir em conjunto o custeio dessas unidades.

Secretária garante apoio

Em resposta aos prefeitos, a secretária elogiou o trabalho que tem sido feito na região para diminuir a velocidade de transmissão do vírus. Arita anunciou que, esta semana, será aberto um pregão para aquisição de equipamentos para 230 leitos de UTI no Estado. “Dez desses leitos irão para o hospital de São Jerônimo. Não temos dúvida de que são estratégicos e uma prioridade”, afirmou.

A secretária disse ainda que está em tramitação a liberação de recursos de emendas parlamentares para o hospital. São R$ 221,5 mil destinados pelo deputado federal Pedro Westphalen (PP), R$ 300 mil de Giovani Cherini (PL), R$ 70 mil de Marcon (PT), R$ 100 mil de Maria do Rosário (PT) e R$ 177,2 mil de Marlon Santos (PDT). Há ainda R$ 397 mil em verbas extraordinárias destinadas a hospitais filantrópicos. Presente no encontro, Westphalen afirmou que está “à disposição para fazer o que for possível para que a região tenha suas demandas atendidas”.

O prefeito Miguel Almeida avaliou a reunião como positiva. “Agradecemos ao Governo do Estado pela disposição em contribuir com os leitos. Agora, esperamos que haja celeridade na liberação desses recursos. Estamos prontos para ajudar no que for necessário neste momento de dificuldade”, concluiu o gestor de Minas do Leão.

A reunião teve ainda as presenças de Daniel Pereira de Almeida, prefeito de Butiá; Murilo Silva, prefeito de Triunfo; Simon Heberle, prefeito de Charqueadas; e Ane Nantal, coordenadora adjunta da 2ª Coordenadoria Regional de Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 534 Visualizações
Saúde

“Região Carbonífera foi novamente esquecida”, dizem prefeitos sobre leitos de UTI para o RS

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em nota oficial, a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Asmurc) demonstrou sua frustração com a Portaria 1.280 do Ministério da Saúde. O texto, que habilitou leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para diversas cidades do Rio Grande do Sul, não contemplou o Hospital de Caridade São Jerônimo (HCSJ), apesar dos inúmeros apelos das comunidades.

“Infelizmente, a região foi novamente esquecida. Neste momento de calamidade pública, é lamentável que mais de 150 mil gaúchos sigam vivendo com essa incerteza”, destaca a nota, assinada pelo presidente da entidade, Miguel Almeida, prefeito de Minas do Leão.

O hospital é referência para nove municípios da região, que já tem 32 casos confirmados do novo coronavírus. No entanto, a instituição não possui leitos de UTI ou respiradores – estruturas fundamentais para atender casos graves da doença. No começo de maio, a Asmurc encaminhou ofício ao Governo do Estado pedindo apoio para o HCSJ. São necessários R$ 4,2 milhões para a instalação de 10 leitos de UTI e 40 de isolamento.

“Tivemos boa receptividade do Executivo ao nosso pleito, bem como da Assembleia Legislativa, o que gerou a expectativa de sermos contemplados”, relata Miguel. Diante da ausência do hospital na portaria, a Associação pede que o Executivo reforce o pedido da Região Carbonífera, que tem apresentado propostas para viabilizar o investimento.

“Sugerimos a utilização dos recursos previstos pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, além da negociação da dívida da saúde. Estamos dispostos a ajudar, mas não podemos fazer tudo sozinhos”, pontua o prefeito de Minas do Leão.

Confira a nota oficial da entidade

“Foi com grande frustração que recebemos a publicação da Portaria 1.280, do Ministério da Saúde, que habilitou leitos de UTI para diversos municípios do Rio Grande do Sul. Apesar dos inúmeros apelos da Região Carbonífera, a pasta não incluiu o Hospital de Caridade São Jerônimo entre as instituições beneficiadas, a qual está desassistida para o pleno combate à covid-19.

O hospital, que é referência para nove municípios da região, não possui leitos de UTI, tampouco respiradores — estruturas fundamentais para o atendimento de complicações causadas pelo novo coronavírus. O que é ainda mais necessário diante do avanço da covid-19 em nossas comunidades — já são 32 casos confirmados, com três pessoas internadas em São Jerônimo. Sem contar o avanço em diversas cidades do interior.

No começo do mês, encaminhamos ofício ao Governo do Estado pleiteando apoio para o hospital, que necessita de R$ 4,2 milhões para instalar 10 leitos de UTI e 40 leitos de isolamento para pacientes com a doença. Tivemos boa receptividade do Executivo ao nosso pleito, bem como da Assembleia Legislativa, o que gerou a expectativa de sermos contemplados.

Mas, infelizmente, a Região Carbonífera foi novamente esquecida. A ausência do Hospital de São Jerônimo na portaria nos deixa mais distantes da segurança para bem atender nossa população. Neste momento de calamidade pública, é lamentável que mais de 150 mil gaúchos sigam vivendo com essa incerteza. Enquanto o coronavírus vitima mais pessoas, nenhum centavo chegou até agora para a instituição.

Exigimos que a União tenha compreensão e solidariedade com nossa região. Historicamente, temos sido escanteados na disputa pelo desenvolvimento e pelas necessidades básicas de assistência às pessoas. Não somos cidadãos de segunda linha para vivermos sempre com o pires na mão. Queremos ser protagonistas de nossas próprias histórias.

Pedimos ainda que o Governo do Estado reforce sua posição ao lado da Região Carbonífera. Reiteramos nossa disposição em construir alternativas para garantir o atendimento à população, como a utilização dos recursos previstos pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, além da negociação da dívida da saúde. Estamos dispostos a ajudar, mas não podemos fazer tudo sozinhos.

Situações urgentes exigem respostas urgentes. Não podemos esperar que o coronavírus se espalhe em nossas comunidades até que tenhamos uma solução. É preciso agir, e a hora é agora. É inaceitável que fiquemos para trás em um momento crucial para toda a população”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 567 Visualizações
Cidades

Região Carbonífera pede apoio do Estado para hospital de São Jerônimo contra o coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Referência para nove municípios da Região Carbonífera, o Hospital de Caridade São Jerônimo não está preparado para um possível avanço do novo coronavírus. A instituição não possui leitos de UTI, nem respiradores, estruturas fundamentais para a sobrevida de pacientes graves com a covid-19. Diante do aumento de casos da doença no interior do Estado, prefeitos encaminharam um ofício ao governador Eduardo Leite pedindo apoio ao hospital.

No documento, enviado esta segunda-feira, 4, ao Executivo, a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Asmurc) aponta que são precisos R$ 4,2 milhões para dotar a instituição de 10 leitos de UTI e 40 leitos de isolamento. “Até agora, nenhum centavo do Estado foi destinado ao hospital. E os valores estão completamente longe daquilo que podemos oferecer”, afirma Miguel Almeida, presidente da entidade e prefeito de Minas do Leão.

Até o momento, foram confirmados 13 casos de covid-19 na região. Numa situação de gravidade, os pacientes precisariam se deslocar até Porto Alegre. “Dependendo do aumento da pandemia, quem tiver de ir à capital talvez não consiga atendimento. Temos de garantir uma estrutura adequada à comunidade aqui perto”, ressalta Miguel.

Os prefeitos sugerem a utilização dos recursos previstos pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, aprovado no último sábado, 2, pelo Senado. Os municípios da região concordam, inclusive, em abrir mão de parte do valor devido na saúde, desde que tais verbas sejam destinadas ao hospital, em comum acordo com o Estado.

“Temos buscado contribuir como podemos, mas nossos recursos são ainda mais limitados, diante da queda da arrecadação. Esperamos que o governador tenha compreensão e solidariedade neste momento, para uma situação de gravidade caso haja um surto por aqui”, completa Miguel Almeida.

De acordo com o Hospital de Caridade São Jerônimo, são necessários cerca de R$ 1,98 milhão para os 10 leitos de UTI, além de R$ 2,25 milhões para 40 leitos de isolamento. Fundada em 1952, a instituição possui estrutura de média complexidade para atendimento clínico, cirurgias e emergências.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2020 0 Comentários 390 Visualizações

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