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Business

Banrisul anuncia R$ 3,25 bilhões para safra agrícola 2019/2020

Por Gabrielle Pacheco 05/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Banrisul anunciou, nesta quinta-feira (4), os recursos disponibilizados para o Plano Agrícola da Safra 2019/2020 aos produtores rurais do Rio Grande do Sul. O total é de R$ 3,25 bilhões, crescimento de 90% sobre o realizado no período anterior. Desse valor, R$ 2,95 bilhões serão para contratação de operações de custeio, comercialização e industrialização; e R$ 300 milhões para investimento.

O anúncio ocorreu durante o evento AgroShow Banrisul 2019, em Porto Alegre, que contou com a presença do governador do Estado, Eduardo Leite; do secretário estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho; da diretoria do Banco, autoridades, instituições e especialistas ligados ao setor agropecuário, produtores rurais, técnicos conveniados e players das cadeias produtivas do agronegócio.

O encontro marcou o novo posicionamento do Banrisul no agronegócio gaúcho para promover uma maior aproximação do produtor rural às novas tecnologias e expandir os negócios da instituição. A atividade também contou com as palestras do economista Antonio da Luz e do especialista em inovação e economia digital, Gil Giardelli, que falaram sobre os temas Os Cenários do Agronegócio Brasileiro e Gaúcho e Inovação no Agronegócio, respectivamente.

Recursos por segmento

O volume de recursos disponibilizados para a agricultura familiar é de R$ 634 milhões, aumento de 112% sobre a safra anterior. Para os médios produtores, são R$ 471 milhões, incremento de 107% em relação ao período anterior. Já para os demais produtores, cooperativas e empresas do setor, o montante é de R$ 2,15 bilhões, valor 81% superior sobre a safra anterior.

A expectativa do Banrisul é beneficiar com financiamentos cerca de 50 mil produtores.

Para agilizar o acesso ao crédito rural, o Banrisul disponibilizou limites pré-aprovados para custeio para 31 mil clientes e para investimentos a 15,2 mil clientes. Com o propósito de atender as demandas dos produtores além dos recursos disponibilizados pelo BNDES, o Banco irá lançar uma linha com recursos próprios para financiar investimentos.

Para proteger o investimento feito na lavoura, o Banrisul opera o Proagro de forma pioneira no Brasil na utilização de sistema automatizado de todo o processo, do acionamento ao julgamento do mérito, o que proporciona agilidade e segurança ao produtor.

O banco, ainda, estabeleceu parceria comercial com três seguradoras para prestar aos produtores as melhores condições de contratação, independente da região do Estado e do tipo de cultura.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2019 0 Comentários 551 Visualizações
Cidades

Governo Federal libera R$ 12,3 milhões para o patrimônio brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 18/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Governo Federal vai liberar mais R$ 12,3 milhões para restauração e melhorias em cinco prédios tombados como patrimônio histórico brasileiro.

Serão beneficiados o Teatro Amazonas (foto), em Manaus (AM), o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS), o Moinho Kollross, em Itaiópolis (SC), as ruínas do Mosteiro de São Bento, em Maragogi (AL), e a antiga escola urbana de Timbó (SC).

As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (18). Os recursos são provenientes de condenações judiciais, multas e indenizações repassadas ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), do Ministério da Justiça, para reparação de danos causados ao meio ambiente, ao consumidor e a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.

Os contemplados foram selecionados por meio de edital lançado em abril deste ano. Os recursos serão liberados em até três parcelas, previstas para 2019, 2020 e 2021.

Em 2019, esta é a terceira seleção de projetos realizada pelo Conselho Federal Gestor do Fundo dos Direitos Difusos. Nos dias 9 e 23 de maio, outros R$ 189,2 milhões foram liberados para 23 projetos ligados ao setor cultural nas áreas de patrimônio, museus e bibliotecas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/06/2019 0 Comentários 509 Visualizações
Variedades

MEC libera pagamento de parcela do salário-educação para Estado

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Educação liberou na última sexta-feira, 12, R$ 54.988.943,42 para o pagamento de parcela do salário-educação referente ao mês de dezembro de 2017 no estado do Rio Grande do Sul. Desse total, R$ 28.804.427,54 são para escolas municipais e R$ 26.184.515,88 para estaduais. No País inteiro, os valores chegaram à R$ 981,4 milhões e serão repassados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC, que efetuará o repasse aos estados, municípios e Distrito Federal até o dia 20 deste mês. Os recursos serão aplicados no financiamento de programas, projetos e ações voltados para a educação básica.

“O salário-educação pode ser usado para a construção de escolas, aquisição de material escolar, manutenção das atividades da secretaria de forma geral”, explica o ministro Mendonça Filho. “Ele vai fazer com que a educação funcione efetivamente dentro da escola, desde o papel até a aquisição de materiais de apoio para a escola”, completa.

Para o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Soares, essa contribuição social é recolhida de todas as empresas e entidades vinculadas à Previdência Social, a partir de uma alíquota de 2,5% sobre a folha de pagamento. “Esse recurso é retido para esse grande fundo, que redistribui os valores para as redes estaduais e municipais, além do próprio governo federal, baseado no número de matrículas para o uso na educação básica ”.

Atualmente, essas instituições são definidas como toda e qualquer firma individual ou sociedade que assume o risco de atividade econômica, urbana ou rural, com fins lucrativos ou não, bem como as empresas e demais entidades públicas ou privadas.

Distribuição

Após a arrecadação, feita pela Receita Federal, cabe ao FNDE redistribuir os recursos do salário-educação entre os estados e os municípios, até o dia 20 do mês seguinte ao da disponibilização dos valores, entre todos os entes federados. Deduz-se 1% de taxa de administração para a receita e o restante é administrado pelo fundo, em cotas, observada em 90% de seu valor a arrecadação realizada em cada estado e no DF.

A cota federal, correspondente a um terço do montante, é destinada ao FNDE e aplicada no financiamento de programas e projetos voltados para a universalização da educação básica, de forma a propiciar a redução dos desníveis sócio-educacionais entre os municípios e os estados. “A parte do governo federal é aplicada diretamente em apoio a educação básica para os estados e municípios, buscando assim melhorar os indicadores educacionais, especialmente os sociais” reforça Rossieli Soares. “Com este recurso, o governo federal investe na construção de novas creches, novas escolas e apoio as redes de forma geral, a fim de melhorar a educação brasileira”.

As cotas estadual e municipal, correspondentes a dois terços dos recursos, é creditada mensalmente e automaticamente nas contas das secretarias de educação dos estados, do DF e dos municípios para o financiamento de programas, projetos e ações voltados à educação básica. Ela é integralmente redistribuída, de forma proporcional ao número de alunos matriculados na educação básica das respectivas redes de ensino, apurado no censo escolar do exercício anterior ao da distribuição.

Os 10% restantes do montante da arrecadação do salário-educação são aplicados pelo próprio FNDE em programas, projetos e ações voltados para a universalização da educação básica.

Fonte: Assessoria | Foto: Reprodução
16/01/2018 0 Comentários 634 Visualizações
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