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Recomeçar

Projetos especiais

Projeto oferece apoio em saúde mental a vítimas das enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 02/04/2026
Por Jonathan da Silva

Estão abertas as inscrições para o projeto Recomeçar, iniciativa do Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, voltada ao atendimento em saúde mental de pessoas afetadas pelas enchentes de maio de 2024 no Rio Grande do Sul. O programa, lançado por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), oferece suporte gratuito por meio de um processo estruturado que inclui triagem e acompanhamento psicológico. A iniciativa busca atender pessoas que sofreram impactos diretos das cheias, como deslocamento forçado e perdas materiais e emocionais, com expectativa de alcançar cerca de 10 mil participantes na primeira fase.

Podem se inscrever pessoas com 16 anos ou mais que tenham sido diretamente atingidas pelas enchentes. O processo começa com uma pré-triagem online, seguida de avaliação de sintomas como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático. Aqueles que atenderem aos critérios participarão de um programa de apoio psicológico, enquanto os demais receberão orientações e materiais de suporte.

Como funciona

O projeto utiliza o protocolo Enfrentando Problemas+ (EP+), desenvolvido pela Organização Pan-Americana da Saúde, com base em técnicas validadas internacionalmente para atendimento de pessoas expostas a situações adversas. A abordagem prevê até sete encontros, com foco no manejo do estresse, na resolução de problemas cotidianos e na melhoria do bem-estar.

O médico intensivista e chefe do Serviço de Medicina Interna do Hospital Moinhos de Vento, Regis Goulart Rosa, destacou o objetivo da iniciativa. “Trata-se de um cuidado que vai além da perda material. Nosso objetivo é reduzir os impactos na saúde mental associados a essa experiência, que podem persistir por anos”, afirmou.

Equipe envolvida

Segundo a líder operacional do projeto, Geraldine Trott, o atendimento será realizado por uma equipe multidisciplinar. “A equipe do projeto é multidisciplinar, composta por profissionais qualificados e capacitados em saúde mental, com supervisão de psicólogos e psiquiatras”, destacou Geraldine.

O psiquiatra do Hospital Moinhos de Vento, Christian Kieling, explicou a proposta do método utilizado. “O protocolo consiste em uma intervenção psicológica de baixa intensidade que oferece ferramentas práticas que empoderam o indivíduo para lidar com o estresse e o sofrimento emocional de maneira mais saudável. Trata-se de uma oportunidade única para desenvolver e adaptar estratégias eficazes de cuidado em saúde mental no Brasil”, ressaltou Kieling.

O superintendente de Responsabilidade e Gestão de Riscos do Hospital Moinhos de Vento, Admilson Reis, ressaltou os efeitos prolongados de eventos extremos. “Catástrofes naturais podem gerar impactos psicológicos que perduram por até uma década, afetando significativamente a qualidade de vida das pessoas”, ponderou Reis.

Objetivo da ação

De acordo com o CEO do hospital, Mohamed Parrini, a proposta do projeto vai além do atendimento imediato. “Mais que uma resposta emergencial, o Recomeçar oferece um modelo estruturado de enfrentamento psicológico para situações de desastres climáticos que pode até apoiar futuras políticas públicas na saúde pública”, enfatizou Parrini.

Até dezembro

Com duração prevista até dezembro de 2026, o projeto também incluirá um estudo sobre os resultados do programa, com o objetivo de produzir dados para o sistema de saúde brasileiro em contextos de eventos climáticos extremos.

As inscrições são realizadas por meio de formulário online. Após o preenchimento, um profissional da equipe entra em contato para dar continuidade ao processo de triagem. Podem participar pessoas a partir de 16 anos, sendo necessária autorização de responsável legal para menores de 18 anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2026 0 Comentários 20 Visualizações
Cidades

Canoas amplia o convênio com Susepe para ressocialização de apenados do regime fechado

Por Ester Ellwanger 28/09/2021
Por Ester Ellwanger

A prefeitura de Canoas formalizou, na última sexta-feira, 24 de setembro, pedido de ampliação do convênio com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) para que o programa Recomeçar atenda apenados do regime fechado. Até então, o projeto era destinado à ressocialização de presos do regime aberto e semiaberto. A parceria prevê a criação de uma ilha de costura nas dependências do Complexo Penitenciário de Canoas, para que os detentos produzam fraldas, absorventes biodegradáveis, uniformes escolares, roupas, cadeiras, entre outros produtos. Canoas será a primeira cidade gaúcha a utilizar a mão de obra prisional do regime fechado.

Para o secretário municipal de Cidadania, Paulo Bogado, o projeto é importante para a redução tanto da criminalidade como das despesas da prefeitura. “Quanto mais trabalho prisional, mais oportunidades de ressocialização, o que impacta diretamente nos índices de criminalidade. Além disso, a prefeitura também economiza cerca de 35% do gasto que teria para fazer esse tipo de serviço, já que a Lei de Execuções Penais (Lep) não prevê custo trabalhista. Como, neste caso, o preso está no regime fechado, já recebe alimentação e não precisa se deslocar, a prefeitura arcará apenas com o salário mínimo”, destacou.

Atualmente, cerca de 126 presos do regime aberto ou semiaberto prestam serviços ao município. Eles se agregam às diversas equipes de trabalho das secretarias, subprefeituras e coordenadorias, realizando reformas e pinturas de locais públicos, restauração de paradas de ônibus, revitalização de praças e parques, além de outras atividades, como carregamento e transporte de cargas, serviços gerais ou cozinha. A previsão é de que cerca de 40 presos do regime fechado atuem na ilha de costura, inicialmente.

De acordo com o delegado penitenciário da 1ª Região, Benhur Calderon, os presos que demonstrarem interesse terão que passar por uma triagem psicossocial. “Esse trabalho de reinserção é extremamente fundamental. A prisão perpétua não existe no Brasil. Por isso, nós temos que preparar o preso e qualificá-lo para que ele possa, depois de sair do presídio, ter uma nova oportunidade profissional e, assim, evitar a sua reincidência no crime”, ressaltou.

A Associação para Projeto, Pesquisa e Ação Ambiental e Social (Abrasinos) colaborou com a doação de treze máquinas de costura para a confecção dos materiais, que serão utilizados em hospitais, escolas, e outras instituições do município, além de beneficiar pessoas em vulnerabilidade social.

Recomeçar em Canoas

O Programa Recomeçar é uma ação conjunta entre a prefeitura de Canoas e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que contribui para a inclusão social dos apenados por meio de serviços prestados ao município. Os detentos contam com carga horária de oito horas diárias, recebem um salário mínimo, como previsto na Lei de Execuções Penais (Lep), e têm direito à remissão de pena (para cada três dias trabalhados, diminui um dia da pena).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/09/2021 0 Comentários 523 Visualizações
Saúde

Senado determina que exames para diagnóstico de câncer devem ser feitos pelo SUS no prazo máximo de 30 dias

Por Gabrielle Pacheco 11/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O PLC 143/2018, mais conhecido como PLC dos 30 dias, foi aprovado ontem, 10, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

O projeto estabelece que, nos casos em que a principal hipótese diagnóstica seja a de câncer, os exames necessários para confirmação devem ser feitos no prazo máximo de 30 dias.

Agora, a determinação segue para votação em regime de urgência no Plenário do Senado e deve ser votado na semana que vem.

A partir da aprovação, será adicionado um parágrafo à Lei nº 12.732 de 2012, conhecida como Lei dos 60 Dias, que determina que o tratamento oncológico deve iniciar em até 60 dias a partir da confirmação do diagnóstico do câncer registrado em exame anatomopatológico.

A rede pública de saúde passará, portanto, a dispor do prazo máximo de 90 dias entre a identificação dos primeiros sintomas do câncer e o início do tratamento.

O avanço da pauta é mais uma conquista da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) e suas ONGs associadas. O projeto foi votado ontem por conta de mobilização encabeçada pela Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília (Recomeçar).

“Desde a proposição do projeto, há mais de 5 anos, estamos lutando por sua aprovação. O período de confirmação do diagnóstico é uma necessidade urgente que certamente terá grande impacto sobre a assistência aos pacientes com câncer no Brasil”, afirma Maira Caleffi, presidente voluntaria da FEMAMA.

A reivindicação da Recomeçar integra a iniciativa “30 dias: por um diagnóstico que salve vidas!”, contemplado no Edital FEMAMA 2018, que proporciona aporte financeiro para desenvolver iniciativas de advocacy de suas ONGs associadas.

A pauta é prioridade da Federação, já que a determinação de um prazo para o diagnóstico na rede pública garantirá mais efetividade à Lei dos 60 dias.

“Atualmente, há uma lacuna que prejudica a Lei. Por não ter definido um prazo para a fase de investigação da doença, os pacientes esperam muito tempo até obterem a confirmação do câncer em biópsia, o que diminui expressivamente as chances de cura. Com a aprovação, será possível proporcionar um tratamento mais assertivo aos pacientes – muitas vidas serão salvas”, explica Maira.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/04/2019 0 Comentários 683 Visualizações

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