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Exportações
Business

Exportações de calçados caíram 32,7% até agosto

Por Gabrielle Pacheco 08/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A instabilidade no mercado internacional, em especial nos Estados Unidos, levou a uma queda nas exportações de calçados. Comparado ao mesmo período do ano passado, o tombo foi de 32,7% em receita e 25,2% em volume entre janeiro e agosto.

No total, foram embarcados 56,4 milhões de pares, que geraram US$ 437,15 milhões. Somente em agosto, foram exportados 7,27 milhões de pares por US$ 57,9 milhões. Como resultado, quedas de 26,7% em volume e de 30% em receita na relação com o mesmo mês de 2019.

“A pandemia do novo coronavírus impactou profundamente o mercado internacional.”

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a queda dos embarques deverá diminuir nos últimos meses de 2020. No entanto, o presidente-executivo Haroldo Ferreira afirma que o ano deve fechar com um revés na casa de 27% em relação a 2019. “A pandemia do novo coronavírus impactou profundamente o mercado internacional. Perdermos espaço em mercados importantes, caso dos Estados Unidos. Além disso, tivemos uma recuperação mais rápida da indústria chinesa, que inflou a concorrência internacional”, explica o dirigente. 

Conforme o executivo, nem mesmo o dólar valorizado tem sido o suficiente para impulsionar as exportações de calçados. “O mundo ainda está com muitas restrições, especialmente para encontros físicos. Por exemplo, a italiana Micam Milano, maior feira mundial do setor, terá a participação de apenas nove marcas brasileiras – ano passado, foram 76. Com isso, todas terão representação local, em função da restrição para entrada de brasileiros na Itália”, acrescenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2020 0 Comentários 453 Visualizações
Business

Abril registra queda de vendas histórica no varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mês de abril registrou a pior queda da história nas vendas do comércio varejista ampliado do Rio Grande do Sul, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na relação com igual período de 2019, a retração foi de 27,69%, e, na comparação com março deste ano o recuo chegou a 17,4%.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que a gravidade dos indicadores, que apontam que a queda das vendas levou o estado a um patamar de consumo similar ao existente em abril de 2009, ou seja, 11 anos atrás.

“Esta situação ocorreu exclusivamente em função das determinações do governo estadual e de vários municípios de fechar a maioria dos estabelecimentos comerciais, dentro de uma equivocada estratégia de combater a pandemia do coronavirus no Rio Grande do Sul”, ressalta Vitor Augusto Koch.

O impedimento do funcionamento das lojas em abril levou ao registro de quase 20 mil demissões no varejo gaúcho, número que só não foi maior em função da flexibilização das relações trabalhistas, com a possibilidade da adoção de instrumentos como a interrupção temporária dos contratos de trabalho.

A maior queda em termos de gêneros do comércio varejista gaúcho ocorreu no ramo de livrarias e papelarias, totalizando 85,48% a menos na comparação com abril de 2019. Isso aconteceu muito em função do recuo das vendas de material de escritório, uma vez que o setor de serviços, principal comprador, também ficou impedido de exercer atividades.

O segundo maior desempenho negativo nas vendas em abril ficou com o ramo de vestuário, calçados e tecidos, que registrou queda de 78,4%.

“Esta foi a atividade varejista mais prejudicada pelas medidas de isolamento social. O fechamento das lojas ocorreu bem na época de grande concentração de vendas, em função da aproximação dos meses mais frios no Rio Grande do Sul e de datas comemorativas nos primeiros dias de maio, em especial o Dia das Mães”, avalia Koch.

As lojas de veículos e os estabelecimentos que vendem artigos pessoais e cosméticos tiveram redução de 62% nas vendas em abril, comparando com o mesmo mês de 2019.

Móveis e eletrodomésticos, com queda de 39,88%; material de construção, com 31,79% e produtos de informática e para escritório, com 20,85%, foram outros ramos com recuos expressivos de vendas em abril.

Chama a atenção da FCDL-RS que as vendas de combustíveis caíram 13,74% e de produtos farmacêuticos recuaram 7.26%. Embora esses ramos estivessem com suas lojas abertas no período de isolamento social, a queda nas vendas dos combustíveis se deu em função da própria redução da mobilidade das pessoas, que ficaram em casa.

“Entretanto, o recuo das vendas de produtos farmacêuticos é preocupante na medida em que pode ser o primeiro indicativo da falta de renda das pessoas, decorrente da parada da economia, impossibilitando o consumo de produtos essenciais para elas”, enfatiza o presidente da FCDL-RS.

O único ramo do varejo gaúcho a registrar o crescimento em abril foi o de hiper e supermercados, com alta de 4,9% em relação ao mesmo mês de 2019. Essas lojas ficaram predominantemente abertas, sendo que no caso dos hipermercados houve a possibilidade dos consumidores adquirirem outros produtos além dos gêneros alimentícios. Isso, na avaliação da FCDL-RS foi uma distorção competitiva, uma vez que as lojas de roupas, calçados, linha branca e eletroeletrônicos estavam obrigatoriamente fechadas.

Com relação aos indicadores a serem apurados sobre as vendas em maio deste ano a FCDL-RS acredita que eles deverão ser um pouco melhores. A comercialização de produtos, provavelmente, será maior do que a registrada em abril deste ano, em função da flexibilização do isolamento social em várias cidades gaúchas. Ainda assim, é praticamente certo que estarão em patamares bem inferiores aos registrados em maio de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 499 Visualizações
Variedades

Demanda por voos domésticos cai 90,97% em maio

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A demanda por voos domésticos registrou queda de 90,97% em maio, em relação ao mesmo período do ano passado. A oferta de assentos nos aviões, por sua vez, teve queda de 89,58% na mesma comparação. Esses dois indicadores representam o segundo pior resultado mensal desde 2000, quando teve início a série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Os desempenhos mais fracos foram registrados em abril, auge do impacto da pandemia do novo coronavírus no setor. Os dados foram compilados pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).

A taxa de ocupação as aeronaves recuou 10,92 pontos percentuais, para 70,80%. Ao todo, foram transportados 538,9 mil passageiros, retração de 92,44%. De janeiro a maio, o transporte aéreo de passageiros acumula redução de 38,79% diante de igual período de 2019, com diminuição de oferta 37,11% na mesma comparação. O aproveitamento dos aviões ficou em 80,09%, recuo de 2,19 pontos percentuais. No total, as companhias aéreas embarcaram 22,8 milhões de pessoas nos cinco primeiros meses do ano, queda de 40,76%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 461 Visualizações
Cidades

Em Santa Cruz, Prefeitura efetua a retirada de duas árvores que tombaram na Gruta

Por Gabrielle Pacheco 26/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma equipe da Secretaria Municipal de Transportes, Serviços e Mobilidade Urbana está providenciando a retirada de duas árvores, que caíram no interior do Parque da Gruta, no último final de semana, quando o tempo foi marcado por chuvas e vento.

Servidores da Central de Serviços trabalharam no corte de uma tipuana que caiu junto à entrada do parque, próximo ao lago, e atingiu a rede de telefonia. Após o corte e desobstrução da pista que dá acesso ao parque, eles efetuaram a limpeza do local, com o transporte dos resíduos para o Parque de Eventos.

Já nesta quarta-feira (27) a equipe da Central fará a remoção da segunda árvore, uma corticeira-da- serra, caída junto à área das churrasqueiras. Ambos os espécimes tinham cerca de 20 a 25 metros de altura. A queda das árvores foi informada à pasta pela Defesa Civil.

Em razão das medidas de distanciamento social em vigor no município, o Parque da Gruta segue fechado para visitação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2020 0 Comentários 492 Visualizações
Business

Ano inicia com revés nas exportações de calçados

Por Gabrielle Pacheco 06/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

O primeiro mês do ano iniciou com uma queda nos embarques de calçados. Em janeiro, foram exportados 12,55 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 91,5 milhões, quedas de 16,1% em volume e de 7,3% em receita em relação ao mesmo mês de 2019. O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destaca que o número é reflexo das instabilidades políticas na América Latina, importante mercado para os exportadores brasileiros.

Outro ponto, segundo ele, é o arrefecimento da guerra comercial dos Estados Unidos com a China, o que tem feito com que os importadores norte-americanos, gradualmente, retornem para os fornecedores asiáticos. “No final do ano passado foi anunciada uma redução na sobretaxa de 15% para 7,5%, além da não entrada em vigor de uma outra lista que passaria a ser sobretaxada”, explica Ferreira, ressaltando que os Estados Unidos são o principal destino do calçado brasileiro no exterior.

Destinos

Em janeiro, o principal destino do calçado brasileiro foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 1,17 milhão de pares, que geraram US$ 19,33 milhões, queda de 30% em volume e incremento de 4,7% em receita na relação com igual mês do ano passado. O segundo destino de janeiro foi a França, que importou 787,64 mil pares por US$ 6,67 milhões, quedas de 55,7% em volume e de 26,6% em receita no comparativo com o mesmo período de 2019.

Com uma base de comparação fraca, a Argentina foi o terceiro destino do calçado brasileiro em janeiro. No período, os hermanos importaram 446 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 4,77 milhões, incrementos tanto em volume (36%) quanto em receita (21%) na relação com janeiro do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2020 0 Comentários 467 Visualizações
Cidades

Homicídios em Capão da Canoa têm queda de 50%

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Capão da Canoa registrou, nos últimos dois anos, uma redução de 50% no número de homicídios no município. O número passou de 20, em 2018, para 10 em 2019. Os dados foram informados pela Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul na última semana. O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, afirma que se trata de um dado positivo, que se estende a outros indicadores de criminalidade. “Tenho certeza que vamos melhorar ainda mais esses números, oferecendo, definitivamente, mais segurança para a nossa população”, relata.

Gabinete de Gestão Integrada (GGI)

No dia 7 de junho de 2018, a Prefeitura de Capão da Canoa inaugurou, no Centro Administrativo, o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) com recursos próprios do município. Trata-se de um espaço que promove a articulação conjunta das diversas estratégias de prevenção à violência, reforçando as potencialidades na obtenção dos melhores resultados na redução da criminalidade.

Duzentas e vinte câmeras monitoram toda a cidade, oferecendo mais segurança à população. Os pontos, dispostos também em Capão Novo, Arroio Teixeira e Curumim, foram elencados em conjunto com a Brigada Militar e Polícia Civil, que são forças atuantes no GGI. Há reconhecimento facial em pontos estratégicos e leitura de placas de veículos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/01/2020 0 Comentários 459 Visualizações
Business

Pedidos de recuperação judicial caem 1,5% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 27/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações Judiciais, os pedidos de recuperação judicial tiveram queda de 1,5% na variação acumulada entre janeiro e dezembro de 2019. Foram 1.387 requisições, ante 1.408 registradas no mesmo período de 2018. O maior volume de pedidos foi registrado pelo setor de serviços, com 598 solicitações. Comércio, com 349, e indústria, com 271, aparecem na sequência, junto do setor primário.

Na análise por porte, as micro e pequenas empresas lideraram as requisições (851) em 2019, volume menor do que o registrado nos anos anteriores. O movimento foi seguido pelas médias empresas, que tiveram 309 solicitações no ano anterior, ante 327 em 2018 e 357 em 2017. Já as grandes empresas apresentam alta no total de pedidos no comparativo ano a ano, com 227 em 2019.

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, a queda nos pedidos de recuperação judicial reflete a melhora na economia em 2019, reforçada pelas consecutivas reduções nas taxas de juros. “O crescimento das grandes empresas vai na contramão da tendência geral por conta de pedidos específicos de empresas relevantes dos setores de construção civil e editorial. Se não essa questão, os pedidos teriam caído também”.

No mês de dezembro, os pedidos de recuperação judicial tiveram alta de 7,2% com relação ao mesmo mês do ano anterior (119 pedidos ante 114), impulsionado pelas micro e pequenas empresas (83). O segmento de serviços apresentou maior volume de requisições, 66, no último mês de 2019. Clique aqui e veja as tabelas.

Solicitações de falências caem durante o ano

No acumulado do ano anterior, o número de requisições de falências apresentou queda de 2,9% na comparação com o ano anterior – 1.417 pedidos contra 1.459 no total de 2018, considerando o acumulado de janeiro a dezembro. Na análise de dezembro, houve redução de 16,2% nos pedidos, que chegaram a 88 ante 105 no mesmo mês de 2018. O comparativo com novembro/19, o último mês do ano teve aumento de 2,3%, quando o número era 86.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/01/2020 0 Comentários 459 Visualizações
Business

Inadimplência do consumidor cai 1% em agosto

Por Gabrielle Pacheco 05/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

A inadimplência do consumidor recuou 1% em agosto na comparação com julho, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com dados nacionais da Boa Vista. Em relação a agosto do ano passado, o indicador avançou 1,3%. Com isto, ele acumula queda de 4% no ano e 3,2% no acumulado 12 meses (setembro de 2018 até agosto de 2019 frente aos 12 meses anteriores).

Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, todas as regiões ainda registram queda: Centro-Oeste (-4,6%), Norte (-2,6%), Nordeste (-3,1%), Sul (-6,7%) e Sudeste (-2,2%). Na comparação mensal, todas as regiões também apresentaram queda.

A queda da inadimplência observada desde o final de 2016 pode ser explicada pela maior cautela das famílias, pela capacidade de endividamento dos consumidores ainda limitada pelo fraco crescimento da renda e pelo efeito defasado da maior seletividade dos bancos no período mais agudo da crise.

Com isto, a inadimplência dos consumidores atingiu um patamar historicamente baixo, o que proporcionou a redução dos juros e motivou o aumento das concessões a partir de 2017.

Os economistas da Boa Vista têm alertado que o elevado nível de desocupação e subutilização da mão-de-obra, somado à lenta recuperação da renda, aumenta o risco de que a expansão recente dos empréstimos resulte em maior inadimplência.

Por enquanto, porém, o indicador de registros segue oscilando nas variações mensais. Após a queda de junho e alta em julho, o indicador voltou a recuar em agosto. A queda no acumulado em 12 meses, por sua vez, permaneceu praticamente igual ao resultado de julho.

A liberação dos recursos do FGTS é uma boa notícia para o mercado de crédito, já que pode aliviar a situação financeira de muitas famílias. De qualquer forma, uma retomada mais vigorosa e generalizada do crédito aos consumidores, sem aumento dos riscos, segue condicionada à evolução do mercado de trabalho e do endividamento das famílias.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
05/09/2019 0 Comentários 505 Visualizações
Business

Exportações caem em junho

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O último mês do semestre foi de queda nas exportações de calçados. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês seis foram embarcados 6,4 milhões de pares que geraram US$ 65,45 milhões, quedas de 25,8% em volume e de 24,5% em receita no comparativo com o resultado do mesmo mês de 2018.

Com isso, no acumulado do semestre, somaram-se 58,3 milhões de pares embarcados que geraram US$ 480,7 milhões, números 5,3% superiores em volume e 1,3% menores em valores no comparativo com igual ínterim do ano passado.

No semestre, os principais destinos das exportações brasileiras de calçados foram os Estados Unidos (6,4 milhões de pares e US$ 101,25 milhões, incrementos de 28,4% em volume e de 34,6% em receita no comparativo com período correspondente do ano passado), Argentina (3,47 milhões de pares e US$ 44,5 milhões, quedas de 37,2% em volume e de 41,8% em receita) e França (3,47 milhões de pares e US$ 26,16 milhões, quedas de 1,1% em volume e de 13,6% em receita).

Origens

No semestre, a principal origem das exportações brasileiras do setor foi o Rio Grande do Sul. No período, os fabricantes gaúchos embarcaram 14,18 milhões de pares que geraram US$ 212,44 milhões, incremento de 5,3% em volume e queda de 2,5% em receita no comparativo com período correspondente de 2018.

A segunda origem do semestre foi o Ceará, de onde partiram 21,3 milhões de pares que geraram US$ 129,7 milhões, queda de 3,6% em volume e alta de 4% em receita em relação ao mesmo ínterim do ano passado.

A terceira origem do período foi São Paulo. Os fabricantes paulistas embarcaram 3,83 milhões de pares por US$ 50,7 milhões, incremento de 8,6% em volume e queda de 5,8% em receita no comparativo com os seis primeiros meses de 2018.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o resultado reflete, sobretudo, a queda das exportações para a Argentina, o segundo destino do calçado brasileiro. “Nos primeiros meses de 2018 o país vizinho chegou a ultrapassar os Estados Unidos como principal destino. A deterioração das importações foi rápida e tem explicação, especialmente, na necessidade imposta pelo FMI de manutenção das reservas internacionais daquele país – o que inibe importações – e também na fraca demanda interna”, avalia.

Segundo Klein, o que tem “salvo” o resultado são os embarques para os Estados Unidos, em crescimento em função da guerra comercial instalada por Donald Trump e a China. “A guerra comercial instalada tem feito com que os importadores norte-americanos busquem fornecedores em países que não a China”, comenta Klein, ressaltando que 70% das importações estadunidenses – 1,7 bilhão dos mais de 2,3 bilhões de pares importados anualmente – de são de calçados chineses.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/07/2019 0 Comentários 511 Visualizações
Business

Exportações de calçados caem pelo segundo mês

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Refletindo a crise da Argentina e o final dos embarques da temporada de Alto Verão, as exportações de calçados caíram pelo segundo mês consecutivo. Após cair 9,4% em março, em abril o tombo da receita gerada foi ainda maior, de 17,7% na relação com o mesmo mês do ano passado.

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês quatro foram embarcados 9,12 milhões de pares por US$ 76,66 milhões. Em volume a queda foi de 7,6% na mesma relação. Com o resultado, no quadrimestre, as exportações somaram 44,16 milhões de pares embarcados, que geraram US$ 343,8 milhões, incremento de 9,4% em volume e queda de 0,1% em receita no comparativo com igual período de 2018.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, avalia que o comportamento pode ser explicado, em maior parte, pelo efeito da crise na Argentina.

“A crise no país vizinho, nosso segundo principal destino no exterior, vem afetando as exportações de calçados brasileiros desde o segundo semestre do ano passado”, revela Heitor.

Ele comenta ainda que, somente em abril, a revés foi de quase 50%, o que teve um reflexo de mais de 10% de queda nos números gerais”, comenta. No quadrimestre, a Argentina importou 2,5 milhões de pares verde-amarelos por US$ 32 milhões, quedas de 33,1% e de 45,1%, respectivamente, na relação com igual ínterim do ano passado.

Além do efeito Argentina, Klein ressalta que o fim dos embarques da temporada Alto Verão também afetaram negativamente o desempenho. “Os calçados de borracha ou injetados, as sandálias praianas, são pautas fortes das nossas exportações. Se desconsiderássemos os resultados desse segmento, as exportações totais teriam crescido 3,7%, em abril”, explica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2019 0 Comentários 457 Visualizações
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