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psicologia

Projetos especiais

Estância Velha oferece atendimento psicológico gratuito em parceria com Moinhos

Por Jonathan da Silva 26/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Estância Velha, em parceria com o Hospital Moinhos de Vento, está apoiando a execução do programa “Recomeçar RS: Promovendo a Saúde Mental em Comunidades Atingidas por Enchentes”, que está com inscrições abertas para o rastreamento de participantes. A iniciativa é voltada a pessoas afetadas pelas enchentes de 2024 e busca ampliar o acesso ao atendimento psicológico gratuito, além de produzir informações que auxiliem os municípios no enfrentamento dos impactos emocionais provocados por situações de desastre.

O programa é desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Em Estância Velha, o secretário de Saúde, Yuri Campos, recebeu as pesquisadoras Denise de Souza e Emelyn de Souza Roldão, que apresentaram as ações e explicaram como o projeto pode auxiliar o município.

Apesar de não ter sido diretamente atingida pelas enchentes de 2024, Estância Velha recebeu muitas famílias afetadas pelo evento, e parte delas permaneceu residindo na cidade. “É um programa que vai beneficiar as pessoas de forma gratuita, além disso, auxiliará em um mapeamento que vai gerar informações importantes para o nosso futuro”, citou o secretário.

Atendimento psicológico

A metodologia do Recomeçar RS começa com a busca ativa nas comunidades e a aplicação de questionários para identificar sintomas de ansiedade, depressão e estresse pós-traumático. O levantamento também reúne informações relacionadas aos determinantes sociais da saúde.

Após a triagem, as pessoas que apresentarem sintomas são convidadas a participar de um programa estruturado de apoio psicológico, baseado em evidências e organizado em sete encontros semanais. O atendimento utiliza o protocolo Enfrentando Problemas (EP+), desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Programa tem duração prevista de dois anos

A população interessada pode realizar a inscrição pelo site do programa. Com duração prevista de dois anos, o Recomeçar RS reúne atendimento psicológico, capacitação profissional e produção de conhecimento.

Além de oferecer suporte às pessoas afetadas pelas enchentes, a iniciativa pretende contribuir para a construção de estratégias e de futuras políticas públicas de saúde mental destinadas a situações de emergência climática.

Como participar

As inscrições para o rastreamento podem ser realizadas pelo site recomecar-rs.com.br. O programa é gratuito e contempla pessoas afetadas pelos impactos das enchentes.

Foto: Jefferson Cardoso/Decom/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Ensino

Aula magna da Feevale aborda combate ao feminicídio e violência de gênero

Por Jonathan da Silva 06/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizou a aula magna “Feminicídio – Diálogos interdisciplinares para a defesa da vida e dos direitos das mulheres” na noite desta terça-feira (5), reunindo estudantes, professores e comunidade no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo. Promovido pelos institutos acadêmicos da instituição, o evento teve como objetivo discutir o enfrentamento à violência contra as mulheres sob diferentes perspectivas, por meio de uma mesa-redonda com especialistas das áreas do Direito, da Psicologia e da segurança pública.

Participaram do debate a defensora pública Deisi Sartori, a psicóloga Caroline Monique Andriolio, a juíza Cristiane Zardo, a promotora de Justiça Roberta Fava e a deputada estadual e delegada Nadine Tagliari Farias Anflor. A mediação foi conduzida pela professora e coordenadora do curso de Enfermagem da Feevale, Maristela Cássia de Oliveira Peixoto.

Abertura

Na abertura da atividade, o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a importância do tema para a formação dos estudantes e para o desenvolvimento de mudanças sociais por meio da educação. “É uma grande satisfação recebê-los. Hoje nos reunimos para discutir um tema de enorme importância. Esta é uma aula magna que reúne estudantes de diferentes cursos e institutos porque entendemos que o enfrentamento à violência contra a mulher e a construção de uma sociedade mais justa são responsabilidades de todos. Sabemos que mudanças culturais acontecem por meio da educação e da transformação de comportamentos. Esse processo começa na educação básica, mas encontra na educação superior um espaço privilegiado para formar profissionais, produzir conhecimento e desenvolver pesquisas capazes de gerar impactos concretos na sociedade”, enfatizou o líder da instituição.

Parceria com o poder público

A programação também contou com a participação da delegada de polícia e secretária adjunta da Secretaria da Mulher do Rio Grande do Sul, Viviane Nery Viegas. Durante sua manifestação, ela ressaltou a parceria entre a Universidade Feevale e o poder público para promover espaços de reflexão e conscientização sobre a violência de gênero e destacou o contexto dos 20 anos da Lei Maria da Penha. “A Lei Maria da Penha é uma conquista histórica que representa um marco na proteção e na garantia dos direitos das mulheres. É fundamental que possamos discutir temas como esse em espaços de conhecimento, como a Feevale, que nos permitem refletir sobre a proteção às mulheres de forma transversal, interdisciplinar e comprometida com a transformação da sociedade. Ficamos muito felizes por essa parceria com a instituição, que tão bem nos acolheu, e por ver este auditório repleto de estudantes, homens e mulheres, dispostos a pensar, dialogar e construir soluções para esse desafio”, afirmou Viviane.

O que esteve em pauta

Ao longo da aula magna, os participantes discutiram aspectos relacionados ao feminicídio e à violência de gênero, destacando que a violência, na maioria das vezes, não começa com o registro de um boletim de ocorrência, mas se desenvolve ao longo do tempo em razão de fatores como medo, dependência financeira e emocional, vergonha, ameaças e preocupação com os filhos, circunstâncias que frequentemente dificultam a denúncia.

Também foram abordadas as diferentes formas de violência previstas na legislação brasileira. No debate, foi exposto como a violência costuma seguir uma escalada que se inicia por agressões psicológicas e pode evoluir para violências moral, patrimonial, sexual e física, podendo culminar no feminicídio.

Outro tema discutido foi a caracterização jurídica do feminicídio, definido como a morte violenta de uma mulher em razão de sua condição de mulher. Durante a atividade, foram apresentados os dois tipos previstos na legislação brasileira: o feminicídio praticado no contexto de violência doméstica e familiar, marcado por relações de afeto, convivência ou parentesco, e o feminicídio motivado por menosprezo ou discriminação à condição de mulher, quando a violência ocorre em razão do gênero feminino, independentemente da existência de vínculo entre vítima e agressor.

A discussão também destacou que a legislação brasileira protege todas as mulheres sob a perspectiva da violência de gênero, incluindo mulheres transexuais, conforme entendimento consolidado pelos tribunais.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2026 0 Comentários 137 Visualizações
Ensino

Mãe e filha se formarão juntas em Psicologia na Feevale

Por Jonathan da Silva 16/07/2026
Por Jonathan da Silva

No próximo dia 25 de julho, mãe e filha subirão juntas ao palco do Teatro Feevale para receber o diploma de Psicologia. A cerimônia de colação de grau da Universidade Feevale marcará a conclusão da graduação de Sandra Regina Gewehr Scholles, 50 anos, e Daniela Gewehr Scholles, 25, moradoras de Dois Irmãos, no Vale do Sinos. As duas cursaram a mesma graduação simultaneamente e encerram uma trajetória compartilhada, iniciada quando Sandra decidiu retomar um sonho adiado por décadas, inspirada pela decisão da filha de prestar vestibular.

A ideia de cursar Psicologia nasceu quando Daniela comentou em casa que pretendia prestar vestibular. Sandra, que desejava estudar a área havia muitos anos, viu na situação a oportunidade de realizar um projeto interrompido pelo casamento, pela criação dos filhos e pelo trabalho. A decisão também foi motivada por uma reportagem sobre um pai que havia se formado ao lado da filha. “Casei, tive filhos e esse sonho foi ficando de lado. Mas sempre quis estudar Psicologia para entender melhor o comportamento das pessoas e ajudar de alguma forma”, relata Sandra.

Conciliando estudos e rotina

Servidora pública, Sandra conciliou uma jornada de trabalho de 36 horas semanais com as aulas, estágios e as responsabilidades familiares. Segundo ela, o apoio do marido e dos filhos foi determinante para a conclusão da graduação. “Sem meu marido e meus filhos me ajudando nas tarefas de casa, eu não estaria agora me formando”, afirma a mãe.

Daniela acompanhou de perto a trajetória da mãe durante o curso e destaca a dedicação dela ao longo dos anos. “O que mais admiro nela é a determinação em seguir esse sonho mesmo com toda a carga de trabalho e demandas de casa”, destaca a jovem.

Vivência na universidade

Embora compartilhassem a maior parte das disciplinas, cada uma manteve sua rotina de estudos. Sandra costumava lembrar a filha dos prazos de entrega dos trabalhos, enquanto Daniela auxiliava a mãe no uso de ferramentas tecnológicas e na formatação dos materiais acadêmicos.

A convivência em sala de aula também gerou situações inusitadas. Em uma das primeiras aulas, Sandra se apresentou aos colegas informando que era mãe de Daniela, despertando a curiosidade da turma. Em outra ocasião, durante uma apresentação de trabalho, Daniela chamou a mãe de “colega”, provocando risos entre os estudantes. As disciplinas de estágio também aproximaram as duas ao proporcionarem turmas menores e mais espaço para a troca de experiências pessoais e profissionais.

Aprendizados além da graduação

Ao longo do curso, mãe e filha afirmam que passaram a compreender melhor as diferenças entre suas gerações. “Aprendemos a ter mais paciência e compreender as diferenças entre as fases da vida”, resumem.

Sandra também relata mudanças na própria forma de agir durante a graduação. “Aprendi a não ser tão ‘caxias’ e a controlar mais a ansiedade. Eu ficava nervosa porque essa geração deixa tudo para a última hora, mas no fim sempre dava certo”, brinca a mãe.

Planos para o futuro

Apesar de concluírem a mesma graduação, Sandra e Daniela pretendem seguir carreiras voltadas a públicos diferentes. Para Daniela, a formatura representa o início da vida profissional na área escolhida. Já Sandra considera a conquista a realização de um sonho antigo e uma oportunidade de iniciar uma nova etapa profissional antes da aposentadoria.

Com a experiência compartilhada, as duas deixam um incentivo para quem pretende retomar os estudos. “Nunca é tarde para estudar e investir em si mesmo. Apesar das dificuldades do percurso, ele termina com a realização de um sonho. Então sempre vale a pena”, concluem as formandas.

Foto: ST Produções/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Projetos especiais

Fortalecer para Romper debate violência psicológica contra crianças e adolescentes

Por Jonathan da Silva 20/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Coletivo Pretas de Novo Hamburgo realizou recentemente mais um encontro voltado à conscientização sobre a violência psicológica na infância e na adolescência. A atividade, realizada com apoio de parceiros locais, teve como foco discutir medidas de prevenção e enfrentamento ao racismo e a outras formas de preconceito que atingem jovens em diferentes espaços sociais.

A condução do encontro ficou a cargo da assistente social e facilitadora de justiça restaurativa Adriani Faria, que abordou práticas de acolhimento, escuta e fortalecimento de redes de apoio. Em sua fala, Adriani destacou a importância de compreender os direitos das crianças e adolescentes e de criar ambientes de respeito e segurança. O público participou ativamente da discussão, reforçando valores como resistência, empatia, incentivo ao estudo e letramento racial.

Parcerias e rede de apoio

O evento contou com a presença de Vera Schneider, representante do Lions Courocap, e de Lana Flores, presidente da Escola de Samba Protegidos da Princesa Isabel, que cedeu o espaço para a realização da atividade. O coletivo também agradeceu à integrante Graziéle Moura pelo convite à palestrante.

Ao final do encontro, as integrantes do Pretas de Novo Hamburgo reafirmaram o compromisso com ações conjuntas para combater o racismo e promover dignidade e oportunidades para pessoas de todas as idades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/10/2025 0 Comentários 347 Visualizações
Cidades

Campo Bom forma profissionais para atenção psicossocial em desastres

Por Jonathan da Silva 23/09/2025
Por Jonathan da Silva

Campo Bom realizou entre agosto e setembro o curso “O Cuidado no Caminho das Águas”, voltado à formação de profissionais em atenção psicossocial em situações de desastres. Vinculada ao programa nacional da Fiocruz em parceria com o Ministério da Saúde, a iniciativa teve seu encerramento nesta sexta-feira (19), na Câmara de Vereadores, e reuniu representantes de diferentes setores para desenvolver um plano de ação voltado a adversidades socioambientais.

O curso contou com cinco encontros e envolveu profissionais das áreas de assistência social, saúde, educação, habitação, segurança pública, defesa civil e sociedade civil. Durante as atividades, os participantes construíram um documento que contempla diagnóstico situacional, atenção à saúde mental, princípios orientadores, diretrizes e medidas imediatas, de curto, médio e longo prazo. O plano também define responsabilidades específicas para cada setor.

Objetivos do curso

A proposta buscou preparar equipes para lidar com situações como as enchentes de 2024, por meio da promoção de ações em saúde mental, apoio a trabalhadores e usuários atingidos, formação de multiplicadores e desenvolvimento de tecnologias de cuidado diante das mudanças climáticas. Também foram debatidos temas como justiça ambiental e a criação de comunidades intersetoriais de prática.

O secretário de Desenvolvimento Social e Habitação de Campo Bom, Gabriel Colissi, ressaltou a importância da formação. “Precisamos estar preparados para lidar com as adversidades que, infelizmente, tendem a se repetir com mais frequência diante das mudanças climáticas. Capacitar nossas equipes significa garantir respostas rápidas, qualificadas e humanas para cuidar da nossa população em momentos de crise”, afirmou Colissi.

Rede de municípios preparados

Com a conclusão da capacitação, Campo Bom passa a integrar a rede de cidades gaúchas que contam com equipes especializadas para enfrentar impactos socioambientais, fortalecendo a capacidade local de acolhimento e cuidado às pessoas mais afetadas.

Foto: Shamchai Oliveira/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 298 Visualizações
Saúde

Redes sociais e banalização de diagnósticos preocupam especialistas da psicologia

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

Cerca de meio milhão de brasileiros se afastaram do trabalho em 2024 por questões relacionadas à saúde mental, um aumento de 68% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério da Previdência Social. Diante desse cenário, a professora de Psicologia da UniRitter, Susani Oliveira, está alertando para os riscos da banalização de diagnósticos de transtornos psicológicos e de desenvolvimento, fenômeno que tem se intensificado com a exposição do tema nas redes sociais.

De acordo com a docente, trivializar diagnósticos pode reforçar preconceitos, ampliar discriminações e dificultar a adesão a tratamentos. “Quando um transtorno é banalizado, perde-se a dimensão do seu impacto real na vida das pessoas e na sociedade, o que pode prejudicar a busca por tratamento adequado”, afirma Susani.

Redes sociais como gatilho

O aumento do debate sobre psicologia nas redes é visto como positivo pela especialista, mas exige cuidado. A professora explica que informações sem responsabilidade podem gerar distorções. “Hoje já não é mais pejorativo dizer que faz terapia ou que possui um transtorno psicológico. Essa mudança é um ganho. Porém, quando a informação circula sem responsabilidade, abre espaço para distorções”, destaca Susani, citando o exemplo de uma música que tratava do Transtorno de Personalidade Borderline e poderia levar a interpretações equivocadas.

Segundo a professora, a popularização de vídeos curtos levou muitas pessoas ao autodiagnóstico. “As redes sociais podem funcionar como um alerta, incentivando alguém a procurar ajuda. O problema é quando a pessoa se rotula a partir de um conteúdo superficial. Ser muito organizado, por exemplo, não significa ter Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O que diferencia uma característica pessoal de um transtorno clínico é a intensidade, a duração e a frequência com que os sintomas aparecem”, pontua Susani.

Experiências compartilhadas

Para a professora, os relatos podem ser positivos quando acompanhados de orientações médicas ou de experiências pessoais comunicadas com responsabilidade. “É preciso estar ciente das consequências que acompanham as postagens. Quando o discurso é sensacionalista ou pejorativo, o impacto pode ser ainda mais estigmatizante, levando até mesmo pessoas diagnosticadas a resistirem ao tratamento”, ressalta a especialista.

Susani acrescenta que quando figuras públicas compartilham diagnósticos de forma consciente, isso pode inspirar acolhimento. “Quando alguém que admiramos compartilha seu diagnóstico, isso pode servir de inspiração e mostrar que é possível conviver com o transtorno e alcançar conquistas”, detalha a docente.

Informação com responsabilidade

Susani defende que informação sobre saúde mental deve ser acompanhada de práticas éticas e legais, tanto por parte dos usuários quanto das plataformas digitais. Na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) redefiniu a responsabilidade dessas empresas, exigindo a remoção de conteúdos ilícitos e ações proativas contra desinformação e discurso de ódio.

Autodiagnóstico e automedicação

Um levantamento do Datafolha em 2024 revelou que nove em cada dez brasileiros tomam medicamentos por conta própria. A especialista alerta para os riscos desse comportamento. “O impacto pode surgir de várias formas: automedicação, adoção de tratamentos inadequados ou até a piora do quadro clínico. Além disso, a pessoa pode começar a construir sua identidade com base em um rótulo equivocado, o que afeta diretamente sua autoestima e suas relações”, explica Susani.

O papel dos profissionais

Nesse contexto, a produção de conteúdo de qualidade por psicólogos e psiquiatras nas redes sociais é considerada fundamental. “É preciso equilíbrio. Falar sobre transtornos, sim, mas de forma responsável, sem banalizar e estigmatizar. Só assim conseguiremos transformar informação em acolhimento e, principalmente, em acesso a tratamentos adequados”, conclui a professora Susani.

Foto: Yanalya/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 620 Visualizações
CulturaVariedades

Livro sobre sono tem lançamento em Santa Cruz do Sul no dia 23

Por Jonathan da Silva 17/09/2025
Por Jonathan da Silva

O cirurgião-dentista e especialista em distúrbios do sono, Cesar Gründling, lança na próxima terça-feira, 23 de setembro, em Santa Cruz do Sul, o livro “Dormir é um ato revolucionário”. Publicado pelo selo Gente Autoridade, o título propõe resgatar o valor do descanso como contraponto à chamada “sociedade da exaustão” e apresenta estratégias para melhorar a qualidade do sono e, consequentemente, o desempenho diário. O evento será realizado na livraria Iluminura, no centro da cidade, das 19h às 21h, com entrada aberta ao público.

Com 192 páginas, a obra tem preço de capa de R$ 79,90 na versão física e R$ 55,90 no formato digital. O texto reúne fundamentação científica sobre os riscos da privação de sono e seus efeitos no metabolismo, na produtividade e no equilíbrio emocional. Entre os temas, estão o método Alta Performance do Sono, técnicas de mindfulness e práticas de relaxamento voltadas a combater os chamados “inimigos do sono” e estimular hábitos para um descanso reparador.

Quem é o autor

Natural de Santa Cruz do Sul, Cesar Gründling é mestre em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, especialista em Distúrbios do Sono em Odontologia e pós-graduado em Neurociência, Mindfulness e Psicologia Positiva. Com mais de 25 anos de experiência na área, atua como professor e palestrante, integrando neurociência, saúde emocional e performance humana.

Serviço

  • O quê: Lançamento do livro Dormir é um ato revolucionário
  • Quando: Terça-feira, 23 de setembro, das 19h às 21h
  • Onde: Livraria Iluminura (Rua Borges de Medeiros, 471), Centro, Santa Cruz do Sul
  • Quanto: Entrada gratuita; livro físico R$ 79,90 e e-book R$ 55,90
Foto: Eugênio Barreto/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2025 0 Comentários 298 Visualizações
Ensino

Ulbra lança pós-graduação em Psicologia do Esporte

Por Jonathan da Silva 12/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) anunciou o lançamento de uma pós-graduação em Psicologia do Esporte, voltada a psicólogos, educadores físicos, fisioterapeutas, coaches e profissionais de áreas afins. O curso, que já está com inscrições abertas, tem como objetivo suprir a crescente demanda por especialistas capazes de atuar com atletas e equipes diante dos desafios emocionais e da pressão por resultados no ambiente esportivo.

A necessidade de profissionais preparados ganha destaque em um cenário em que estudos apontam que cerca de 30% dos atletas apresentam sintomas leves ou moderados de depressão, 16% enfrentam sintomas moderados de ansiedade e 8% recorrem a medicação para dormir. Segundo o coordenador do curso de Psicologia da Ulbra, Vinicius Schenk Michaelsen, a área vai além do desempenho esportivo. “Podemos pensar em técnicas cognitivas e comportamentais que auxiliam na preparação pré-jogo, na autorregulação e na coesão de equipes. Mas também em práticas de escuta e acompanhamento que fortalecem o bem-estar do atleta. Não se trata apenas de rendimento, mas de saúde integral”, explica Michaelsen.

Psicologia do esporte como resposta

Para o docente, a psicologia do esporte é uma área abrangente, presente tanto no alto rendimento quanto em escolinhas, projetos de inclusão e modalidades individuais ou coletivas. “A psicologia do esporte também está presente nas escolinhas, em projetos de inclusão e nas mais diversas modalidades, tanto individuais quanto coletivas. É uma área abrangente, que beneficia desde atletas profissionais até contextos educacionais e sociais”, afirma. Ele destaca ainda que a valorização da saúde mental tem sido cada vez mais evidente no esporte. “Vemos atletas e equipes buscando estratégias para equilibrar desempenho e bem-estar. As Olimpíadas mostraram isso de forma clara, com casos de atletas interrompendo suas carreiras para priorizar a saúde mental. Essa realidade exige profissionais preparados para intervir de forma técnica e ética”, acrescenta Michaelsen.

Formação prática e multidisciplinar

O curso de pós-graduação é estruturado em dois módulos de cinco disciplinas, que podem ser cursados em qualquer ordem, facilitando o ingresso ao longo do ano. A formação combina aulas síncronas com atividades vivenciais em clubes e no espaço Ulbra Sports. “Só temos professores reconhecidos na área, os melhores do Rio Grande do Sul. E para cada disciplina haverá uma prática em ambiente esportivo, porque entendemos que a vivência é fundamental para a formação”, ressalta o coordenador do curso.

Mais detalhes sobre inscrições e o curso estão disponíveis no site da universidade, em ulbra.br/lp/pos/psicologia-do-esporte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2025 0 Comentários 404 Visualizações
Variedades

Especialista alerta para impactos emocionais negativos em pets

Por Jonathan da Silva 30/07/2025
Por Jonathan da Silva

Estados emocionais negativos em animais de estimação têm sido cada vez mais observados por tutores e profissionais da área veterinária, de acordo com avaliação da médica-veterinária Fernanda Rossi, do Grupo Hospitalar Pet Support. A especialista alerta que alterações de comportamento, perda de apetite, apatia e isolamento podem indicar que o pet está enfrentando um quadro emocional negativo, muitas vezes desencadeado por mudanças na rotina, traumas ou perda de vínculos afetivos.

De acordo com Fernanda, é essencial que os tutores fiquem atentos a alterações sutis no comportamento dos animais. “Os pets também sentem, sofrem com perdas, com mudanças bruscas no ambiente ou com a ausência dos tutores. As emoções negativas em cães e gatos podem se manifestar de forma sutil, mas seus impactos são profundos no bem-estar e na saúde do animal”, afirma a veterinária.

Entre os principais gatilhos para esses estados emocionais estão doenças, alterações clínicas, falta de compreensão dos sinais de estresse, ambientes ou rotinas inadequadas para a espécie, além de situações como morte de um companheiro (humano ou animal), separações, chegada de novos membros na família, mudança de casa ou longos períodos de solidão.

Importância do atendimento especializado

A médica-veterinária destaca que a busca por orientação profissional é fundamental ao perceber qualquer mudança no comportamento do pet. “Um atendimento veterinário especializado pode avaliar se há um quadro clínico associado e indicar o melhor caminho. Em muitos casos, mudanças na rotina, enriquecimento ambiental, atividades físicas e até terapias complementares podem ajudar na recuperação do animal”, explica Fernanda.

A especialista reforça que os animais devem ser tratados com a mesma atenção emocional dada aos humanos. “Os animais são membros da família. Respeitar suas emoções e proporcionar acolhimento nos momentos difíceis também é parte do cuidado básico de saúde e bem-estar”, completa a veterinária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2025 0 Comentários 545 Visualizações
Variedades

Congresso do Mercosul em Bento inicia com debate sobre Reforma do Código Civil

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Reforma do Código Civil brasileiro foi o tema de abertura do XV Congresso do Mercosul de Direito de Família e Sucessões, iniciado nesta quinta-feira (29) no Dall’Onder Grande Hotel, em Bento Gonçalves. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito de Família – Seção Rio Grande do Sul (IBDFAM-RS), o evento reúne mais de mil participantes de diversas áreas, como direito, psicologia, psiquiatria e serviço social, com programação até esta sexta-feira, 30 de maio.

Na cerimônia de abertura, o presidente do IBDFAM-RS, Conrado Paulino da Rosa, destacou o caráter interdisciplinar e nacional do congresso. “Este é um evento interdisciplinar onde a gente consegue reunir profissionais de carreiras e de lugares distintos, reafirmando o nosso compromisso não apenas acadêmico, mas também político”, afirmou da Rosa. Segundo o dirigente, há participantes de 14 estados brasileiros e do Distrito Federal no evento.

Reforma do Código Civil é tema central

A conferência de abertura foi realizada pela jurista Giselda Hironaka, que abordou a Reforma do Código Civil e os desafios do direito das sucessões diante das mudanças sociais. “A intenção é torná-lo o mais adequado possível para a sociedade atual. A sociedade tem mudado com muito mais rapidez do que antigamente, especialmente com a inteligência artificial”, explicou Hironaka.

Para a organização, o tema expõe o foco central desta edição do congresso: refletir sobre os impactos das novas configurações familiares e das transformações tecnológicas nas legislações civis, especialmente no campo sucessório.

Programação inclui temas atuais e múltiplos olhares

Além da conferência inaugural, o primeiro dia contou com painéis sobre temas diversos, como o direito de família do futuro, multiparentalidade, autismo e partilha de bens. Entre os destaques estiveram o painel “O direito de família do futuro”, com o presidente do IBDFAM nacional, Rodrigo da Cunha Pereira; “Produção antecipada de provas”, com o presidente do IBDFAM-RS, Conrado Paulino da Rosa; e “Partilha das cotas sociais no regime de comunhão parcial de bens”, com o presidente do IBDFAM-PR, Carlos Pianovski.

A programação segue na sexta-feira, dia 30, com mesas redondas, painéis e apresentações de trabalhos científicos. Estão previstos debates sobre inteligência artificial no direito de família, sucessão hereditária no exterior, abandono afetivo, violência patrimonial e parentalidades atípicas.

Foto: César Silvestro/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 416 Visualizações
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