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proteína animal

Business

Vietnã reabre mercado para miúdos e pés de frango do Brasil

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quarta-feira (27) a abertura do mercado do Vietnã para a exportação de miúdos de frango brasileiros e a retomada das vendas de pés de frango, medida que deve ampliar a presença do Brasil no mercado asiático. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a decisão, destacando o potencial de valorização desse segmento.

Com cerca de 100 milhões de habitantes, o Vietnã é um mercado considerado relevante na Ásia para o comércio global de carne de frango. Anualmente, o país importa aproximadamente 170 mil toneladas de carnes e produtos de frango. Em 2024, o Vietnã foi o sétimo principal destino das exportações brasileiras para a Ásia, com um volume de 11 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que o Vietnã representa uma oportunidade estratégica para os produtos brasileiros. “O Vietnã é um mercado de alto valor agregado para miúdos e pés, com grande demanda pelos produtos. A abertura, viabilizada por um forte trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária juntamente com o setor privado, deverá representar um importante incremento no resultado final das exportações brasileiras neste ano”, comentou Santin.

Foto: 4045/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 510 Visualizações
Business

Aumento da demanda global impulsiona exportações de carne de frango do Brasil

Por Jonathan da Silva 25/02/2025
Por Jonathan da Silva

A alta nos casos de Influenza Aviária em diversos países tem elevado a demanda global por carne de frango do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As exportações brasileiras da proteína devem atingir 5,4 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 1,9% em relação ao ano anterior. Apenas em janeiro, os embarques aumentaram quase 10%, impulsionados pela demanda da China, União Europeia e Filipinas.

A valorização da carne de frango no mercado externo se reflete no avanço de 20,9% na receita das exportações. Para fevereiro, as projeções indicam embarques acima de 450 mil toneladas. No mercado interno, o setor segue em equilíbrio, de acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin. A produção nacional deve alcançar 15,3 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 2,7%, enquanto a disponibilidade interna está projetada para 9,9 milhões de toneladas, um aumento de 2,1%. O consumo per capita no Brasil deve atingir 46 kg ao longo do ano, crescimento de 2%.

Custos de produção e impacto da safra

O custo de produção da carne de frango tem sido favorecido pela safra de soja, com estoques mundiais elevados e projeção de colheita histórica no Brasil, acima de 170 milhões de toneladas. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Ciências Aplicadas (Cepea), em janeiro o preço do farelo de soja apresentou retração superior a 13% no Oeste do Paraná e acima de 20% em municípios do Rio Grande do Sul, como Ijuí e Passo Fundo.

A produção de milho também tem boas expectativas, especialmente na safrinha. O Mato Grosso concentra metade das mais de 100 milhões de toneladas que deverão ser colhidas no país, e a demanda da China pelo cereal deve ser menor este ano. “O setor não prevê problemas no acesso aos insumos neste ano”, afirmou Santin, citando levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que apontam estoques superiores aos de 2024.

Impacto global da Influenza Aviária

Desde 1º de janeiro, mais de 34 países registraram focos de Influenza Aviária, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Nos Estados Unidos, há mais de 60 focos ativos da doença, além de 64 no Reino Unido, 76 na Alemanha, 40 na Polônia e 36 nos Países Baixos. “Se tomarmos o último semestre de 2024, são mais de 50 países nesta situação”, comentou Santin.

O surto nos EUA tem reduzido a oferta global de carne de frango. Segundo o Departamento de Agricultura do país (USDA), as exportações norte-americanas em 2024 foram 367 mil toneladas menores do que no ano anterior, fechando o período com 3,3 milhões de toneladas embarcadas. Na União Europeia, outro tradicional exportador, as vendas de carne de frango também recuaram.

Diante desse cenário, importadores têm redirecionado suas compras para fornecedores considerados estáveis, como o Brasil. O Congo, por exemplo, aumentou as compras de carne de frango brasileira em 26% no ano passado, enquanto os Estados Unidos reduziram suas exportações em 49%.

Perspectivas para o segundo semestre

A tendência de crescimento das exportações brasileiras deve continuar ao longo do segundo semestre, segundo Santin. “A conjuntura internacional está reforçando o papel do Brasil como um fornecedor de carne de frango essencial para diversos mercados. A pressão da Influenza Aviária sobre a oferta global tem direcionado mais importadores ao produto brasileiro, e esse movimento deve se intensificar ao longo do segundo semestre, período historicamente mais forte para as exportações”, afirmou o presidente da ABPA.

Além da questão sanitária global, o Brasil também se beneficia de demandas específicas em mercados estratégicos, como o México, que renovou recentemente o Programa de Abertura Contra a Inflação e a Carestia (Pacic) e já acumula um crescimento de 650% nas importações de carne de frango em relação a janeiro do ano passado. Os Estados Unidos, principais fornecedores do México, respondem por 80% das importações do país.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/02/2025 0 Comentários 543 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 6,4% em janeiro

Por Jonathan da Silva 11/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína provenientes do Brasil atingiram 106 mil toneladas em janeiro, um aumento de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 99,6 mil toneladas. O dado, divulgado nesta segunda-feira (10) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), representa o maior volume da série histórica para o mês e marca a primeira vez que o setor supera a barreira de 100 mil toneladas em janeiro. Além disso, a receita gerada pelas exportações de carne suína alcançou um montante de US$ 238 milhões, um crescimento de 19,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados US$ 199 milhões.

A China foi a principal compradora da carne suína brasileira em janeiro, com a importação de 19,8 mil toneladas. O volume, no entanto, representa uma redução de 14% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Outros mercados asiáticos impulsionaram o crescimento das exportações no período. As Filipinas importaram 19,5 mil toneladas, uma alta de 58%, enquanto o Japão adquiriu 8,1 mil toneladas, um aumento de 87%. O Vietnã também ampliou as compras, registrando um crescimento de 127%, com 2,8 mil toneladas importadas.

Hong Kong manteve o volume estável em 9,5 mil toneladas, enquanto Singapura aumentou as importações em 26%, com 6,5 mil toneladas. Entre os mercados que reduziram as compras, o Chile importou 7,7 mil toneladas, queda de 29%, e os Estados Unidos registraram retração de 9%, com 4,7 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a diversificação dos mercados asiáticos como um fator positivo para o setor. “Os mercados da Ásia, liderados pelas Filipinas, estão ampliando a presença entre os principais destinos das exportações brasileiras, sustentando as tendências positivas e de maior capilaridade de mercados registradas desde o segundo semestre do ano passado”, afirmou Santin.

Exportações por estado

Santa Catarina liderou as exportações de carne suína em janeiro, com o envio de 57,9 mil toneladas ao exterior, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2024. O Rio Grande do Sul ficou em segundo lugar, com 21,5 mil toneladas (+1,7%), seguido pelo Paraná, que exportou 13,1 mil toneladas (+20,5%).

Minas Gerais e Mato Grosso registraram os maiores crescimentos percentuais no período. Minas Gerais exportou 3,4 mil toneladas, uma alta de 84%, enquanto Mato Grosso embarcou 3,3 mil toneladas, um aumento de 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Foto: Jcomp/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2025 0 Comentários 520 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de carne de peru e pato somam US$ 165 milhões em 2024

Por Jonathan da Silva 13/01/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de peru e pato alcançaram US$ 165 milhões em 2024, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Enquanto o volume exportado de carne de peru registrou queda de 8,1%, as vendas de carne de pato apresentaram crescimento de 1,3% em relação ao ano anterior.

No caso da carne de peru, foram exportadas 64,1 mil toneladas ao longo do ano, representando uma redução de 8,1% em relação a 2023, quando o volume chegou a 69,8 mil toneladas. A receita desses embarques foi de US$ 153,9 milhões, 23,4% menor que o valor de US$ 201 milhões registrado no ano anterior. O México foi o principal destino, com 9,8 mil toneladas exportadas, uma redução de 39%. Também se destacaram a África do Sul (9,5 mil toneladas, -27%), os Países Baixos (8,6 mil toneladas, -20%), o Chile (7 mil toneladas, +56%) e o Peru (2,8 mil toneladas, -36%).

As exportações de carne de pato fecharam o ano com 3,5 mil toneladas, um crescimento de 1,3% em relação às 3,5 mil toneladas exportadas em 2023. A receita, entretanto, foi de US$ 11,9 milhões, uma queda de 12,7% frente aos US$ 13,7 milhões do ano anterior. Os principais destinos foram os Emirados Árabes Unidos, com 1,5 mil toneladas exportadas (+66%), seguidos por Arábia Saudita (893 toneladas, -9%), Catar (257 toneladas, -39%), Chile (195 toneladas, +94%) e Kuwait (179 toneladas, +18%).

Os dois setores avícolas somaram para o país US$ 165 milhões em receitas cambiais, e há boas expectativas com relação ao fluxo de embarques em 2025, especialmente para a Europa e Oriente Médio”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2025 0 Comentários 514 Visualizações
Business

Setores de aves, suínos e ovos crescem no Brasil em 2024

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A produção e o consumo de carnes de frango, suína e ovos registraram crescimento no Brasil em 2024 e têm expectativas positivas para 2025, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (12), em São Paulo. As exportações também devem alcançar novos patamares no próximo ano.

Carne de frango

Em 2024, a produção final de carne de frango deve alcançar até 15 milhões de toneladas, representando um aumento de 1,1% em relação a 2023. Do total, 9,7 milhões de toneladas foram destinadas ao mercado interno, mantendo-se praticamente estável em relação ao ano anterior. O consumo per capita da proteína deve chegar a 45,6 quilos, crescimento de 1,1% em comparação com 2023.

No mercado externo, as exportações de carne de frango devem atingir 5,3 milhões de toneladas, uma alta de 3,1% em relação ao ano passado. Para 2025, as projeções indicam um aumento na produção para até 15,3 milhões de toneladas (+2,7%) e exportações de até 5,4 milhões de toneladas (+1,9%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou as perspectivas de novos mercados. “São esperadas aberturas na América Central e África, além de reforço nos embarques para América Latina e Ásia, o que ampliará a diversificação de destinos para os nossos produtos”, ponderou o dirigente.

Carne suína

A produção de carne suína deve atingir 5,35 milhões de toneladas ao fim de 2024, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior. A disponibilidade interna deverá alcançar 4 milhões de toneladas, crescimento de 1,9%. O consumo per capita deve chegar a 19 quilos, um aumento de 3,8% em comparação a 2023.

As exportações do setor devem alcançar 1,35 milhão de toneladas, um crescimento de 9,8% em relação ao ano anterior. Para 2025, a projeção é de 5,45 milhões de toneladas produzidas (+2%) e exportações de até 1,45 milhão de toneladas (+7,4%).

Santin destacou a expectativa de aumento nas exportações para a China e na habilitação de novas plantas exportadoras para mercados da América Latina. “O consumo interno será favorecido pela competitividade do produto, com custos de produção equilibrados”, afirmou o presidente da ABPA.

Setor de ovos

A produção de ovos deve atingir 57,6 bilhões de unidades ao fim de 2024, um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior. O consumo per capita no Brasil está projetado para 269 unidades, um crescimento de 11,2%.

As exportações do setor, entretanto, devem apresentar queda de 29,5% em relação ao ano anterior, totalizando 18 mil toneladas. Para 2025, a expectativa é de crescimento na produção para 59 bilhões de unidades (+2,4%) e exportações de até 21 mil toneladas (+16,7%).

Santin destacou o aumento da demanda doméstica. “O consumo de ovos deve alcançar níveis nunca antes experimentados no país, consolidando-se como item básico. No mercado externo, espera-se a abertura de novos mercados no bloco europeu e no Reino Unido, o que deve trazer resultados positivos”, comentou o dirigente.

Foto: GPoint Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 820 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 23,2% em novembro

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 465,1 mil toneladas em novembro de 2024, um aumento de 23,2% em comparação com o mesmo período de 2023, quando foram exportadas 377,4 mil toneladas. O crescimento foi ainda maior na receita, que registrou alta de 32,1%. Em novembro deste ano, o setor arrecadou US$ 893,4 milhões, ante US$ 676,1 milhões no mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 4,845 milhões de toneladas de carne de frango, um aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram exportadas 4,671 milhões de toneladas. A receita acumulada foi de US$ 9,071 bilhões, um crescimento de 1% em comparação com os US$ 8,977 bilhões obtidos no ano anterior.

Destinos das exportações

A China liderou as compras de carne de frango brasileira em novembro, com 46,3 mil toneladas, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2023. Outros mercados de destaque foram o Japão, com 34,8 mil toneladas (+7,3%); os Emirados Árabes Unidos, com 34,2 mil toneladas (+6,4%); o México, com 33,7 mil toneladas (+99,8%); e a União Europeia, com 23 mil toneladas (+62,8%). Por outro lado, a Arábia Saudita reduziu as importações em 6,3%, totalizando 29,8 mil toneladas.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os números refletem um crescimento consistente. “As exportações de carne acumularam altas consecutivas nos últimos três meses e devem confirmar as previsões positivas do setor para 2024”, afirmou Santin.

Principais estados exportadores

O Paraná se mantém como o maior exportador nacional de carne de frango, com 182,1 mil toneladas embarcadas em novembro (+26%). Na sequência, estão Santa Catarina, com 105,2 mil toneladas (+15,2%); Rio Grande do Sul, com 65,1 mil toneladas (+16,5%); São Paulo, com 27,5 mil toneladas (+20,9%); e Goiás, com 18,2 mil toneladas (+4,6%).

Coletiva sobre projeções do setor

A ABPA realizará uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em São Paulo, para apresentar dados e projeções do setor de avicultura e suinocultura para 2024. O evento será híbrido, com transmissão para outros estados, e contará com a presença do presidente Ricardo Santin e outros dirigentes da entidade.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 403 Visualizações
Business

Acordo com a União Europeia deve elevar exportação de carne do Brasil

Por Jonathan da Silva 06/12/2024
Por Jonathan da Silva

A assinatura do acordo entre os países do Mercosul e da União Europeia, anunciada nesta sexta-feira (6) durante a cúpula do Mercosul em Montevidéu, inclui novas cotas para a exportação de carne de frango e suína aos países europeus. O documento, celebrado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), estabelece condições consideradas favoráveis para os exportadores brasileiros.

Entre os principais pontos do acordo, está a criação de uma cota de 180 mil toneladas de carne de frango equivalente-carcaça, com tarifa zero para exportação à União Europeia. A cota será gradativamente implementada ao longo de seis anos, começando com 30 mil toneladas no primeiro ano e chegando ao total no sexto ano. Após esse período, a cota será anual.

Para a carne suína, a cota definida é de 25 mil toneladas, seguindo a mesma progressão de implementação e com uma tarifa fixa de 83 euros por tonelada.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que o acordo trará condições mais favoráveis para os embarques brasileiros. “A consolidação do acordo abre novas oportunidades de embarques para o mercado europeu, em condições mais vantajosas do que as cotas atualmente existentes para produtos brasileiros à União Europeia. As cotas atuais serão mantidas, e as novas estabelecidas pelo acordo deverão ser ocupadas, em especial, pelas exportações de produtos brasileiros”, afirmou Santin.

Impacto econômico

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 205 mil toneladas de carne de frango para a União Europeia, gerando US$ 749,2 milhões em receita. Com as novas cotas e a isenção tarifária para parte da produção, espera-se um aumento na competitividade dos produtos brasileiros no mercado europeu.

O acordo, que ainda passará por etapas de implementação e regulamentação, é visto pela ABPA como um marco para o fortalecimento da relação comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

Foto: Kamran Aydinov/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2024 0 Comentários 516 Visualizações
Variedades

ABPA participa de evento na China

Por Jonathan da Silva 01/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), participará da China International Import Expo (CIIE) 2024, evento realizado pelo governo chinês de 5 a 10 de novembro em Xangai, com o objetivo de fortalecer as relações comerciais entre os dois países no setor de proteína animal.

Durante o evento, a ABPA será representada pela coordenadora de promoção, Nayara Dalmolin, que se reunirá com importadores e stakeholders chineses. A associação também distribuirá materiais promocionais sobre a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade dos produtos da avicultura e suinocultura brasileira, com contatos de empresas exportadoras que atendem o mercado chinês. “Temos boas expectativas quanto à qualificação do público presente, exatamente pelo perfil oficial do evento. Nesta ação, vamos focar no fortalecimento institucional setorial que gerará boas oportunidades de negócios futuros para os exportadores de proteína animal do Brasil”, explica Nayara.

Simultaneamente, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará por vídeo da 15ª China International Meat Conference 2024, evento paralelo à CIIE, que reúne autoridades governamentais e stakeholders do setor de carne.

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango e suína, tendo importado 408 mil toneladas de carne de frango e 180 mil toneladas de carne suína nos primeiros nove meses de 2024, o que gerou uma receita de US$ 1,3 bilhão no período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2024 0 Comentários 578 Visualizações
Variedades

Empreendedorismo feminino na proteína animal brasileira é destaque na SIAL Paris

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

O empreendedorismo feminino no setor de proteína animal do Brasil será um dos destaques da participação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na SIAL Paris 2024, uma das maiores feiras de alimentos do mundo, que ocorrerá entre 19 e 23 de outubro em Paris, na França. A ação, organizada pela ABPA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), contará com a participação de 25 agroindústrias brasileiras do setor de aves, suínos e ovos.

A ABPA terá um espaço de 550 m² dividido em três áreas: comercial, gastronômica e institucional. Na área comercial, 25 empresas como Seara, C.Vale, Frimesa e Vibra estarão presentes para promover seus produtos e expandir negócios. Já na área gastronômica, haverá degustações de pratos brasileiros, como galeto com polenta e estrogonofe de frango, além de outras receitas à base de proteína animal.

No âmbito institucional, a ABPA apresentará uma exposição inédita que homenageará a liderança feminina no setor de proteína animal, com fotos e depoimentos de mulheres que ocupam cargos de destaque na avicultura e suinocultura brasileiras. A exposição visa destacar as histórias e contribuições dessas lideranças para o fortalecimento do Brasil no mercado global.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que esta edição da SIAL terá um foco especial na valorização das mulheres que impulsionam o setor. “Voltaremos àquelas que fazem a nossa cadeia produtiva mais forte e competitiva, que são presidentes de empresas, gestoras de áreas, especialistas, enfim, lideranças femininas que transformam diariamente a avicultura e a suinocultura do Brasil”, declarou Santin.

Além disso, a ABPA distribuirá materiais institucionais sobre o setor de proteína animal do Brasil, destacando a diversidade, qualidade e sustentabilidade dos produtos exportados pelo país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2024 0 Comentários 454 Visualizações
Variedades

Produção de ovos no Brasil em 2024 será a maior da história

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de ovos no Brasil deve atingir um recorde histórico em 2024, com 56,9 bilhões de unidades, um aumento de 8,5% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A informação foi divulgada durante as comemorações do Dia Mundial do Ovo, celebrado nesta sexta-feira, 11 de outubro. O crescimento na produção acompanha o aumento no consumo da proteína, que deve alcançar o maior nível da história.

De acordo com Ricardo Santin, presidente da ABPA, cada brasileiro deverá consumir até 263 ovos ao longo deste ano, 21 unidades a mais do que em 2023. “Está mais competitivo produzir ovos em 2024. Os custos estão mais ajustados e o consumidor tem demandado mais o produto”, afirma Santin, destacando que o ovo se tornou uma proteína essencial para diversas classes e perfis de consumo.

O Brasil é o quinto maior produtor de ovos do mundo, e o consumo nacional está acima da média internacional, que é de 230 unidades por pessoa. O Dia Mundial do Ovo é comemorado em diversos países, e no Brasil as ações são coordenadas pelo Instituto Ovos Brasil.

Foto: Cottonbro Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 907 Visualizações
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