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projeto social

Business

Oca de Savóia apresenta reposicionamento com foco em responsabilidade social

Por Gabrielle Pacheco 25/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Empresa 100% gaúcha, a Oca de Savóia, rede de franquias de pizzarias slice (modelo pizza em fatias) do Brasil com operações no Rio Grande do Sul e uma loja em Campinas (SP), apresenta um novo momento do negócio. Em plena expansão, resolveram repensar a sua comunicação e integração dos steakholders através de um conceito focado em responsabilidade social.

Capitaneada por três sócios, dois executivos e um investidor, de 2013 até o momento, a Oca saiu de quatro operações para mais de 20 franquias com mais de 44 pontos de vendas distribuídos entre estádios, shoppings e lojas de rua. Ainda no mês de setembro, três lojas estão sendo inauguradas: uma em Ijuí e duas na capital gaúcha, nos bairros Centro e Cidade Baixa.

“Nosso plano de expansão prevê dois cenários, o primeiro é crescer mais 35 lojas até o final de 2020 (com aquisição de outra rede concorrente) ou mais 20 lojas até o final do ano, que vem sem a aquisição. Existem oportunidades de franquias para regiões Sul e Sudeste do Brasil”, revela o CEO, Fábio Xavier.

Segundo ele, a Oca sempre acreditou no propósito de ajudar crianças em situação de vulnerabilidade. Para desenvolver ações que comuniquem a nova fase da rede, se aproximou da Smile Flame – que cria e produz projetos de impacto social para empresas.

Entre as ideias apresentadas na convenção da marca, que ocorreu em maio desse ano, os franqueados da rede escolheram a Bike Hunters, ação que vai convocar um mutirão de ciclistas e clientes voluntários para realizar uma grande operação de entrega de pizzas em instituições, orfanatos e casas de acolhimento que cuidam de crianças. Para viabilizar o projeto, 50 centavos de cada pizza vendida estão sendo arrecadados desde o dia 1º de junho.

“Acreditamos no poder da iniciativa privada, que deve assumir sua responsabilidade frente as necessidades básicas que as crianças (que são nosso futuro) demandam num país tão desigual como o nosso. Queremos mudar a realidade das comunidades onde atuamos e inspirar mais empresas e o poder público a fazerem sua parte e mudar de vez a situação social do Brasil. Esperamos transformar muitas vidas com nosso propósito”, comenta Fábio.

Foto: Oblíquo Imagens/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2019 0 Comentários 714 Visualizações
Variedades

Fundo Social destina R$ 1,5 milhão a 255 projetos

Por Gabrielle Pacheco 24/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Fundo Social – programa da Sicredi Pioneira RS que destina uma parte dos recursos da cooperativa para projetos sociais nas áreas de educação, cultura e esporte inclusivo – vai distribuir mais de R$ 1,5 milhão a 255 projetos contemplados nos 21 municípios que fazem parte da sua área de abrangência.

Criado pela cooperativa em 2015, a iniciativa está em sua quinta edição e, neste ano, os recursos são formados por 2% do resultado líquido obtido pela Sicredi Pioneira RS no exercício 2018, conforme decisão dos associados em assembleia.

Nesses cinco anos, foram repassados mais de R$ 3,8 milhões para 895 projetos, que beneficiaram 305 mil pessoas.

“Esse é um dos projetos mais bem-sucedidos da cooperativa e, a cada edição, o volume de entidades inscritas aumenta. O Fundo Social só se viabiliza quando os associados realizam suas movimentações financeiras no Sicredi”, afirma o presidente, Tiago Schmidt.

Segundo ele, quanto mais negócios são efetuados, mais resultado geram. “Consequentemente, maior volume de recursos poderá ser direcionado às entidades por meio desse programa”, reitera Schmidt.

Ele reforça o compromisso da Sicredi Pioneira RS e os princípios do cooperativismo, principalmente com as iniciativas educacionais, sociais e esportivas, de caráter inclusivo, desenvolvidas nas comunidades onde ela está inserida.

Seleção e compromisso

No período de 25 de janeiro a 29 de março, as entidades sem fins lucrativos, associadas à Sicredi Pioneira RS, inscreveram 370 projetos, que foram avaliados por uma comissão de habilitação. Na segunda fase, os coordenadores de núcleo das agências analisaram e emitiram seus pareceres, definindo o valor dos repasses. Já validados pelo Conselho de Administração da cooperativa, os projetos podem ser conferidos no site da Sicredi, junto ao menu Cooperativismo/Fundo Social.

Os 21 municípios foram divididos em três grandes regiões: Caxias do Sul, Nova Petrópolis e Vale do Sinos, que compreenderam o lançamento e a assinatura da declaração de habilitação com as entidades. Na região Vale do Sinos – que abrange os municípios de Dois Irmãos, Estância Velha, Ivoti, Novo Hamburgo, Portão e São Leopoldo – foram selecionados 84 projetos, sendo destinados mais de R$ 555,7 mil. Para a entrega simbólica dos recursos, a Sicredi Pioneira RS realizou um evento especial na CDL Novo Hamburgo nesta quinta-feira (23).

O valor será creditado na conta corrente do associado (representante da entidade) no prazo de 15 dias. A instituição, por sua vez, deverá comprovar o investimento mediante fotos, notas fiscais, materiais de divulgação à imprensa e outros, no período de 30 dias após término do projeto, previsto até 31/12/2019.

Para a próxima edição do Fundo Social, as entidades interessadas poderão inscrever seus projetos de janeiro a março de 2020.

Foto: Mauro Stoffel/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2019 0 Comentários 562 Visualizações
Variedades

Projeto social entrega pátio reformado a escola de Montenegro

Por Gabrielle Pacheco 14/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Dobra, fundada pelos empreendedores Guilherme Massena, Eduardo Seelig e Augusto Massena, se uniu à Smile Flame – consultoria que ajuda empresas a realizar ações sociais – para criar um projeto que gerasse impacto positivo na sociedade. Assim, surgiu a Mãos à Dobra, ação pensada para fazer a diferença dentro de uma escola pública de uma maneira que envolvesse os alunos e os produtos da marca.

A iniciativa contemplou a recuperação do pátio do Colégio Estadual Ivo Bühler – CIEP, localizado em Montenegro (RS). A instituição foi escolhida quando se soube das consequências causadas pelos temporais que atingiram a cidade, em 2017. O grande objetivo do projeto era inspirar as crianças a verem a escola como um lugar de sonhos sendo realizados, ajudando a criar o senso de pertencimento.

O Mãos à Dobra foi um marco na vida da Dobra, pois foi nosso primeiro grande projeto social. Participar de todo o processo, desde a geração de ideias, criação das estampas, pintura/reforma do pátio e inauguração, nos tornou mais humanos ainda, percebendo que mudar o mundo está no alcance de todos”, diz Guilherme Massena, um dos sócios da Dobra.

Em junho de 2018, cerca de 85 alunos, de 6 a 16 anos, desenharam estampas para as carteiras de seus sonhos. Dessas criações, dez estampas foram para venda no site da Dobra e todo o lucro da venda das carteiras foi revertido para a reforma do pátio, que não sofria nenhuma mudança há anos, prioridade esta votada e eleita pelos próprios estudantes.

Com o dinheiro arrecadado e com a ajuda de parceiros e voluntários, foi possível pintar os muros e criar novos espaço de recreação. A revitalização do espaço de recreação foi entregue na volta às aulas da escola, no final de fevereiro, com uma grande festa para os alunos.

Foto: Juliana Baratojo/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2019 0 Comentários 944 Visualizações
Projetos especiais

Feevale passa a integrar a Rede Esporte pela Mudança Social

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Por meio do projeto social Joga Aurora, a Universidade Feevale passou a integrar a Rede Esporte pela Mudança Social (REMS). O projeto, que é realizado pela Instituição em parceria com a Nike, atende, semanalmente, mais de 150 crianças e tem, ainda, apoio da Prefeitura Municipal de Campo Bom. A Rede reúne 116 instituições que realizam ações sociais em todo o território nacional, utilizando como principal ferramenta a prática do esporte, com o objetivo de divulgar os impactos sociais dessas ações, bem como a importância da prática esportiva para o desenvolvimento humano e para a transformação social.

Sobre o projeto Joga Aurora
O projeto, que tem como objetivo propiciar um espaço de prática e aprendizado aos participantes, por meio dos esportes coletivos e individuais, apresenta como resultados em suas ações o desenvolvimento de relações de afetividade, solidariedade e respeito mútuo, promovendo a qualidade de vida dos beneficiados. Enquanto referência para o convívio grupal, comunitário e social, o projeto Joga Aurora é executado pela Universidade Feevale em parceria com a Nike e a Prefeitura de Campo Bom há dois anos, nos quais já atingiu mais de 150 crianças.

Sobre a REMS
Em parceria com as centenas de instituições que acreditam no esporte enquanto fator de desenvolvimento humano, a REMS realiza mais de 400 mil atendimentos diretos por ano, buscando dar visibilidade ao trabalho das organizações. Além disso, o trabalho busca demonstrar o impacto social e o poder transformador do esporte, que inspira pessoas, instituições e governos para promoção da saúde, do desenvolvimento humano, da ética e da cidadania.

As organizações que integram a REMS desenvolvem ações ligadas ao esporte pela transformação social, dialogando com diversos temas transversais, como cultura de paz, direitos humanos, saúde, família, desenvolvimento econômico, diversidade, comunicação, gênero, raça, etnia, meio ambiente e inclusão de pessoas com deficiência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2019 0 Comentários 593 Visualizações
CidadesCultura

Projeto gratuito da Feevale auxilia pessoas em situação de rua

Por Gabrielle Pacheco 19/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

O projeto Da Rua Para’Nóia iniciará suas atividades nesta sexta-feira (20), às 10h, em Novo Hamburgo. Os funcionários do Centro de Referência Especializado de Assistência Social para a População em Situação de Rua (Centro Pop), ganharão  uma capacitação na área de Enfermagem, na qual serão abordadas técnicas de manejo de banho para cadeirantes.

O Centro Pop uniu forças a Universidade Feevale como uma alternativa para auxiliar as pessoas que estão em situação de rua no município. Após um ano de estudos para identificar as necessidades de atuação no local, o projeto social Da Rua Para’Nóia inicia com o intuito de promover a saúde integral, a cidadania e os direitos humanos da população em situação de rua do município.

De acordo com os dados coletados pelo Centro Pop, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social da Prefeitura Municipal, no ano passado, 82,9% de sua população atendida são de homens e 17,1%, mulheres. Quanto a idade, 39,4% estão entre 30 e 39 anos, 29,6% entre 18 e 29 e 31% estão com mais de 39. A região central da cidade é apontada com a maior concentração do público-alvo, tendo em vista o fácil acesso à alimentação e infraestrutura.

Após a análise das dificuldades presentes no Centro Pop, durante o ano de 2018, uma equipe de professores da Feevale pensou em atividades interdisciplinares envolvendo os cursos de Direito, Enfermagem, Pedagogia, Psicologia e das áreas de Comunicação – Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas. O objetivo é criar uma interação junto à rede pública e trabalhar para que a população em situação de rua tenha seus direitos garantidos e que a invisibilidade social possa ser problematizada e transformada coletivamente.

Além disso, o projeto estenderá suas ações para os funcionários do Centro Pop, para que possam se sentir mais qualificados e preparados para os atendimentos. A partir do diagnóstico que fizemos, queríamos propor algo que fosse uma construção coletiva, que partisse tanto da equipe, quanto dos usuários. Entrevistamos 32 pessoas para percebermos quais seriam os cursos com maior necessidade de atuação”, relata a coordenadora do projeto, Carmem Regina Giongo. Ela também ministra as atividades do curso de Psicologia, que realiza oficinas de atenção psicossocial e contribui para a promoção dos direitos humanos dessa população.

Já o curso de Pedagogia atua com o intuito de despertar o interesse pela leitura e pela educação, além de incentivar a conclusão dos estudos. Os representantes do curso de Enfermagem realizam atendimentos individuas e coletivos para promover a saúde. Já o curso de Direito tem como foco a assessoria jurídica e pretende conduzir o indivíduo para serviços básicos que, muitas vezes, não são do conhecimento dos beneficiados.

Buscamos dar outra visibilidade para as pessoas em situação de rua, já que muitas vezes eles não são vistos como sociedade. Os próprios veículos de comunicação retratam essa população como pessoas que não fazem parte daquilo que a sociedade aceita. Tentamos mostrar que são sujeitos buscando seus espaços também”, explica Caroline Colpo, professora da Feevale e responsável pelas atividades das oficinas da área de Comunicação. “Espero, além do conhecimento científico que vemos nas aulas, ter uma experiência para levar para o resto da vida. Acredito que participar do projeto é uma bagagem, tanto para a área profissional, quanto para a pessoal. Fazer parte disso é enriquecedor e traz um novo olhar, tanto do social, quanto de poder ver cada sujeito, pois cada pessoa é única”, expõe Suane Pinheiro, bolsista do projeto e estudante do curso de Psicologia.

As atividades contam com 9 voluntários e 3 bolsistas, todos acadêmicos da Universidade.De acordo com Maike Luiz de Mello, assistente social do Centro Pop, as pessoas em situação de rua precisavam de mais oportunidades. “Entramos em contato com a Feevale a fim de construir chances de trabalho, esclarecer questões de escolaridade e de preconceito. Durante todo o ano de 2017 nós, do Centro Pop, junto com os professores da Universidade, ficamos trabalhando nisso e enxergamos um resultado grande em 2018. Vemos que o projeto já começou a criar forma”, disse ele.

Foto ilustrativa: Reprodução | Fonte: Assessoria
19/04/2018 0 Comentários 774 Visualizações
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