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projeto social

Variedades

Esteio: prefeitura e organizações sociais oferecem auxílio para população em situação de vulnerabilidade

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

Cerca de 19 milhões de brasileiros estão passando fome durante a pandemia. Segundo o estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), o índice de famílias em situação de insegurança alimentar chegou a 55,2%, ou seja, mais da metade dos domicílios brasileiros. O desemprego também é um ponto de alerta: cerca de 570 mil pessoas estão sem ocupação no estado do Rio Grande do Sul de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Mãe de cinco filhos, Barbara Caroline, moradora do bairro do Parque Primavera, está com as crianças em casa devido ao fechamento das escolas há um ano e, por conta disso, não consegue um trabalho. “Quando começou a pandemia, perdi o emprego porque a cooperativa em que eu trabalhava fechou. Agora não tem creche para deixar os meninos. Com eles em casa, não consigo sair para procurar emprego ou fazer um bico, pois tenho que cuidar deles”.

Também moradora do Parque Primavera e mãe de duas meninas, Arielli Silva, engravidou da segunda em 2020. Com dificuldades para receber o auxílio emergencial, faltava dinheiro para conseguir fazer o enxoval da filha.

O cenário das famílias mudou quando souberam do Projeto Arte de Conviver. “Recebi uma mensagem da assistente social dizendo que eu seria beneficiada. Não conseguia acreditar que era verdade. Achava que era brincadeira, porque veio em um momento que estava muito necessitada. Aquele apoio salvou o meu mês”, desabafa Barbara.

Realizado pela Aldeias Infantis SOS Brasil, a maior organização de atendimento direto à criança, e financiado pela InBetta, holding de empresas na área de limpeza e higiene, o Projeto Arte de Conviver já traz no nome seu propósito: promover o fortalecimento familiar e comunitário de quem vive em alta vulnerabilidade social em Esteio (RS).

Além da Barbara e da Arielli, mais 53 famílias são atendidas pelo projeto, que tem como estratégia principal a distribuição de cartões de alimentação no valor de R$ 300,00 durante os três primeiros meses para a aquisição de alimentos, produtos de higiene e limpeza. “Se hoje minha bebê tem sabonete, fralda, pomada e todos esses itens tão necessários, foi porque tive ajuda do Arte de Conviver. Sou extremamente grata por todo apoio”, conta a recém-mamãe de segunda viagem.

Marcas e Instituições em rede de solidariedade

Para compor o valor dessas doações, a empresa InBetta destinou parte de seu Imposto de Renda ao projeto para apoiar famílias com filhos menores de idade. Após o repasse de recursos, contou com a contratação e capacitação da assistente social responsável e a realização de encontros com a rede socioassistencial e protetiva do município.

Em janeiro, o grupo realizou a identificação e seleção dos beneficiados em ação conjunta com outras agências protetivas, como o Serviços de Acolhimento de Crianças e Adolescentes, CRAS e CREAS.

“O cartão de alimentação devolve uma dignidade às famílias, que é a de poder ir até o supermercado e adquirir itens essenciais para o dia a dia. Em meio ao caos do momento atual, conseguimos ver o brilho no olhar daqueles que já haviam perdido a esperança”, conta Rafaela Cardoso, assistente social da Aldeias Infantis SOS Brasil.

As estratégias de intervenção envolvem visita domiciliar periódica, construção de planos de trabalho familiar, reuniões de discussão de casos, entrevistas, orientações e oficinas, que ocorrem de acordo com as normas sanitárias e procedimentos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

De acordo com Tatiane Martins Cruz Pirotti, consultora de Responsabilidade Social da empresa InBetta, o foco dos investimentos em causas de impacto está nas comunidades onde a empresa se insere, especialmente aqueles voltados a proteção da infância e juventude.

Para a continuidade do projeto em 2021, a Aldeias Infantis SOS Brasil oferece às empresas a possibilidade de destinação do Imposto de Renda ao novo projeto aprovado junto ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Município de Esteio (RS). Esta nova etapa contemplará atividades socioeducativas para 60 crianças e adolescentes (entre 06 e 14 anos) no contra turno escolar, além de ações de favorecimento da Disciplina Positiva e Fortalecimento Familiar para mães, pais e outras pessoas responsáveis familiares.

O projeto inicialmente previa ações de fortalecimento familiar e comunitário para 80 famílias. Entretanto com a pandemia e o aumento da vulnerabilidade das famílias, 63% do recurso doado foi destinado para garantir a segurança alimentar em meio a pandemia Covid-19.

Sobre a Aldeias Infantis SOS Brasil

A Aldeias Infantis SOS Brasil (SOS Children’s Villages International) é uma organização humanitária, sem fins lucrativos, não governamental e independente, que luta pelo direito das crianças, jovens e adolescentes a viverem em família. No mundo, é a maior organização de atendimento direto à criança.

A Aldeias Infantis SOS Brasil advoga pelos direitos da infância e atua junto a meninos e meninas que perderam o cuidado parental ou estão em risco de perdê-lo, além de dar reposta a situações de emergência. Fundada na Áustria, em 1949, está presente em 136 países. No Brasil, atua há 53 anos e mantém mais de 70 projetos, em 31 localidades de Norte ao Sul do país.

Ao trabalhar junto com famílias em risco de se separar, para que fiquem mais fortes, e fornecer cuidados alternativos para crianças e jovens que perderam o cuidado de suas famílias, a Aldeias Infantis SOS Brasil luta para que nenhuma criança tenha que crescer sozinha.

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 847 Visualizações
Cultura

Parceiros Voluntários está com inscrições abertas para projeto em Campo Bom

Por Caren Souza 24/03/2021
Por Caren Souza

Esperança é o termo que resume o ano de 2021. E é impossível falar de esperança sem pensar na juventude. Por isso, a ONG Parceiros Voluntários traz a Campo Bom o projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania, que há 18 anos oferece formação para educadores e estudantes a fim de desafiá-los a identificar em suas comunidades questões sociais que precisam de resoluções práticas. Com inscrições abertas até o dia 31 de março, a iniciativa promoverá a capacitação de educadores e alunos da rede pública a partir do 7º ano do Ensino Fundamental ao 2º ano do Ensino Médio em questões de liderança cidadã e de fotografia.

Os participantes serão provocados para refletir sobre o cotidiano e o contexto sociocultural.

Segundo José Alfredo Nahas, superintendente da Parceiros Voluntários, o projeto Tribos acredita na potência da produção sociocultural para a construção da cidadania e por isso engloba aulas de fotografia e seus fundamentos para desenvolver reflexões sobre a realidade dos alunos. “Os participantes serão provocados para refletir sobre o cotidiano e o contexto sociocultural, assim como serão instigados a solucionarem questões, por meio de ações positivas que serão registradas em fotografias. Ao final será realizada uma exposição itinerante nas escolas participantes do projeto, na qual teremos a publicização das fotos que registraram as ações.”, avalia Nahas.

A exemplo do que foi desenvolvido em 2020 devido ao contexto de distanciamento social, toda a metodologia será aplicada de forma online. Todos os encontros serão realizados através da plataforma Google Meet. “Estamos vivendo um contexto conturbado e todo mundo está cheio de tarefas para fazer. Por isso, essa capacitação foi desenhada para ser um momento muito enriquecedor, leve e descontraído na sua rotina”, explica Márcia Anselmo, gerente do projeto.

A capacitação dos educadores acontecerá entre os dias 06 e 08 de abril, enquanto a dos alunos acontecerá do dia 20 de abril a 11 de maio. Já a exposição com o resultado do projeto acontecerá até o final de junho. O projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania oferece a todos os participantes um certificado reconhecido pela UNESCO. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do site: www.tribos.org.br

O projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania é assinado pela Parceiros Voluntários, tem apoio da Ticket Log, DLL e Brinks e é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC).

Fonte: Assessoria
24/03/2021 0 Comentários 564 Visualizações
Variedades

Inscrições para o Fundo Social da Sicredi Pioneira RS terminam nesta sexta-feira

Por Caren Souza 18/03/2021
Por Caren Souza

Entidades sem fins lucrativos associadas à Sicredi Pioneira RS têm até esta sexta-feira (19) para inscrever projetos no Fundo Social da Sicredi Pioneira RS, programa de maior abrangência comunitária da cooperativa, que desde 2015 destina parte de seus resultados para iniciativas com finalidade educacional, cultural, social e esportiva. A inscrição deve ser feita no site www.sicredipioneira.com.br/fundosocial, onde também é possível consultar o regulamento completo.

O pouquinho de cada um consegue fazer maravilhas.

Estão aptas a participar pessoas jurídicas sem fins lucrativos associadas à Sicredi Pioneira RS até o dia 31 de dezembro de 2020 e que estejam adimplentes com a cooperativa e com o cadastro da conta atualizado. Também é necessário que a finalidade educacional, cultural, social e esportiva esteja expressa no estatuto ou ato constitutivo e ter aprovada a prestação de contas dos recursos recebidos em anos anteriores. O regulamento proíbe a inscrição de projetos por instituições de ensino particulares.

Cada entidade pode inscrever até dois projetos, sendo que o valor mínimo de cada um é de R$ 2 mil e a soma dos mesmos não poderá ultrapassar R$ 12 mil. A instituição deverá, ainda, participar com, no mínimo, 20% do valor solicitado, investimento que poderá ser em forma de recursos financeiros ou serviços devidamente comprovados.

Os recursos do Fundo Social são compostos por uma parte do resultado da Sicredi Pioneira RS. Este valor é constituído a partir das movimentações e dos negócios realizados pelos associados com a cooperativa ao longo do ano. Em Assembleia, os associados optam por abrir mão de uma parte do valor a que teriam direito na distribuição dos resultados para destinar ao apoio dos projeto.

Prosperar em um ciclo virtuoso de crescimento é um desafio constante e também um compromisso da Sicredi Pioneira RS. O caminho para alcançar este objetivo passa pela distribuição dos resultados em diferentes segmentos, que vão muito além dos atendimentos realizados dentro das agências da cooperativa.

Entre 2015 e 2019, o Fundo Social atendeu 915 projetos, com a distribuição de mais de 4 milhões de reais. Esses números significam que o programa impactou a vida de mais de 310 mil pessoas desde a sua criação. Em 2020, após consulta aos coordenadores de núcleo (representantes dos associados) e entidades inscritas, foi definido o direcionamento dos recursos do Fundo Social (R$ 2.079.058,21) para a área da saúde dos municípios, em razão da pandemia de covid-19.

Entre as iniciativas já contempladas, estão o Projeto Mão Amiga, de Caxias do Sul, que cumpre a missão de encaminhar crianças em situação de vulnerabilidade social, que não conseguem vaga no ensino gratuito, para escolas particulares. Com idade entre zero e quatro anos, só em 2019, foram auxiliadas 380 crianças. Assim como os responsáveis pelo Mão Amiga, a cooperativa também acredita que o interesse pelo crescimento da comunidade é uma responsabilidade de todos.

Para Geni Onzi Isoppo, voluntária do Mão Amiga, propostas como o Fundo Social precisam ser copiadas por outras entidades, pois o programa espalha o espírito de solidariedade e da importância da comunhão em sociedade. Para ela, a mensagem sobre o que queremos para o futuro e o quanto colaboramos para isso, precisa ser redimensionada. Ela diz que é de coração que admira suporte que vem pelo Fundo Social, pois contribui com a ideia de uma educação mais humanizada, com o amparo necessário para o desenvolvimento pleno das crianças atendidas.

“É com muita gratidão que a gente fala sobre essas ações do Sicredi. Há vários anos nós estamos participando do Fundo Social. Todo ano, o objetivo é ajudar a pagar a vaga das crianças nas escolas. Assim, vamos contribuindo com as cidades, contribuindo com as famílias. A gente sabe que os associados votam para que aconteça essa contribuição, é uma ação linda. O pouquinho de cada um consegue fazer maravilhas”, afirma Geni.

Fonte: Assessoria
18/03/2021 0 Comentários 732 Visualizações
oficina
Variedades

Feevale promove oficina sobre custos empresariais

Por Gabrielle Pacheco 14/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale promoverá, por meio do projeto social Sustentabilidade Econômica e Financeira, a oficina Custos empresariais. A atividade será gratuita e acontecerá de forma on-line, no dia 28 de outubro, às 14h30min. Além disso, o encontro contará com a participação de Margareth Moraes, professora do curso de Ciências Contábeis da Feevale, e Francielle Fleck, bolsista do projeto.

A oficina é direcionada aos acadêmicos da Universidade e à comunidade, e tem o objetivo de proporcionar aos interessados os conhecimentos sobre o impacto dos custos em sua empresa. Para se inscrever, estudantes da Universidade devem enviar um e-mail para  PROJETOSUSTENTABILIDADE@FEEVALE.BR informando seu código de matrícula. Já as pessoas da comunidade externa precisam solicitar a ficha de atendimento pelo mesmo endereço.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/10/2020 0 Comentários 520 Visualizações
Variedades

Projeto social da Feevale realiza ação de cultivo de plantas com escolas de Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Durante o segundo semestre deste ano, o projeto social Cidade Viva: intervenção urbana como ato comunicacional, da Universidade Feevale, em parceria com o Programa Educação Ambiental em Desastres da Instituição, desenvolverá a Ação Plantando. A iniciativa será realizada com alunos e comunidade escolar das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) Monteiro Lobato e Presidente Prudente de Moraes, localizadas no bairro São Jorge, em Novo Hamburgo.

A proposta consiste em incentivar professores, pais e alunos das escolas a fazerem o plantio e o cultivo de mudas em suas próprias residências. Para isso, será disponibilizado, no Facebook das EMEFs, o passo a passo e dicas com os cuidados necessários para se ter com as plantas. Em um segundo momento, com a autorização por parte dos órgãos competentes para a retomada do ano letivo presencial da rede municipal de educação de Novo Hamburgo, as plantas cultivadas individualmente serão transplantadas para um canteiro coletivo, no bairro onde ficam situadas as escolas.

“Esta ação é muito simbólica na medida em que, primeiramente, cuidaremos de uma pequena vida (a planta), dentro de nossos lares e de modo individual, para que ela se desenvolva e se fortaleça. Quando o isolamento terminar ou flexibilizar, voltaremos à vida em comunidade e reuniremos essas plantas em um canteiro coletivo”, explica a líder do projeto Cidade Viva, professora Carolina Rigo. A Ação Plantando integra um conjunto de atividades remotas que a equipe do projeto vem realizando desde o mês de março, por conta da pandemia de Covid-19 e seguindo as orientações de distanciamento social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Variedades

Cartilha de projeto social da Feevale orienta sobre enfrentamento da violência contra a mulher

Por Gabrielle Pacheco 21/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de prevenir as agressões contra as mulheres, principalmente durante a pandemia, o projeto social Laços de Vida, desenvolvido pela Universidade Feevale, por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex), lançou a cartilha Informações para a população sobre enfrentamento à violência contra a mulher.

O Laços de Vida desenvolve, através dos grupos de apoio e de oficinas de arteterapia, a melhora da condição psíquica, da construção da autonomia e do protagonismo social de mulheres em situação de vulnerabilidade psíquica e socioeconômica. O trabalho é realizado nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), de Novo Hamburgo.

Disponibilizado no formato digital, o material elaborado pela equipe do projeto, liderado pela professora Ronalisa Torman, traz informações para a identificação e o enfrentamento à violência, os riscos do isolamento social e como as vítimas podem obter ajuda. A cartilha pode ser acessada gratuitamente no site.

Conforme Ronalisa, a cartilha visa auxiliar as mulheres a entenderem o que é violência doméstica e a expandir a interferência do projeto social na comunidade. “Verificamos, com base nos dados oficiais, a diminuição nos casos de feminicídio, mas, ao mesmo tempo, constatamos que a violência doméstica tem aumentado durante esse período de isolamento”, destaca.

“Queremos que as vítimas entendam e saibam identificar os tipos de violência e possam se ver dentro do ciclo e se encorajar a denunciar.”

Tipos e padrão cíclico

A cartilha informa os cinco tipos de violências sofridas pelas mulheres: física, moral, patrimonial, psicológica e sexual, que apresentam um padrão cíclico, divido em três fases.

Aumento da tensão: o agressor tenso e irritado por coisas insignificantes, chegando a ter acessos de raiva. Humilha a vítima, faz ameaças e destrói objetos. A mulher tenta acalmar o agressor, fica aflita e evita qualquer conduta que possa “provocá-lo”.

Ataque violento: é a explosão do agressor, ou seja, toda a tensão acumulada na fase 1 se materializa em violência verbal, física, psicológica, moral ou patrimonial.

Lua de mel: caracteriza-se pelo arrependimento do agressor, que se torna amável para conseguir a reconciliação. A mulher se sente confusa e pressionada a manter o seu relacionamento diante da sociedade, sobretudo quando o casal tem filhos. Há um período relativamente calmo, mas a tensão volta e, com ela, as agressões da fase 1.

Onde buscar ajuda

Brigada Militar: Disque 190

Disque Direitos Humanos – Secretaria Nacional de Direitos Humanos: Disque 100

Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres: Disque 180

Polícia Civil para denúncias via WhatsApp: (51) 98444-0606

CREAS Viva Mulher (Av. Pedro Adams Filho, 5848, Novo Hamburgo): (51) 3097-9482

Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (R. Júlio de Castilhos, 806, Novo Hamburgo): (51) 3584-5801

Procuradoria Especial da Mulher (R. Almirante Barroso, 261, Novo Hamburgo): (51) 3594-0560 ou acessando o portal

Núcleo de Apoio aos Direitos da Mulher (Nadim) da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo): (51) 3586-9215

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2020 0 Comentários 670 Visualizações
Variedades

Projeto social promove campanha para conectar moradores de Novo Hamburgo em tempos de distanciamento

Por Gabrielle Pacheco 30/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em tempos de pandemia, parte da população está reclusa em casa, sem contato físico com parentes, amigos e vizinhos. A fim de promover a conexão entre moradores de diferentes bairros, o projeto social Cidade Viva: intervenção urbana como ato comunicacional, da Universidade Feevale, lança a campanha “Abra a janela, olhe para fora. O que você vê?”. A ação é realizada em parceria com a Escola Municipal de Artes Carlos Alberto de Oliveira (Carlão) e as escolas municipais de Ensino Fundamental Presidente Prudente de Moraes e Monteiro Lobato, localizadas no bairro São Jorge, em Novo Hamburgo.

Para participar, o morador de qualquer bairro deve registrar, por meio de uma fotografia, desenho ou texto, o que ele vê pela sua janela. Após, deve compartilhar a imagem nas suas redes sociais, marcando as escolas Prudente de Moraes, Monteiro Lobato e o projeto Cidade Viva​ com as hashtags #emefprudentedemoraesnh, #emefmonteirolobatonh, #projetocidadeviva e #barirrosãojorgenh. Semanalmente, serão divulgadas fotos nas páginas das escolas no Facebook.

“Esta é uma forma de promover uma aproximação entre os moradores neste tempo em que nos encontramos tão afastados uns dos outros”, explica a professora Carolina Rigo, líder do projeto Cidade Viva. “Já percebemos a mobilização e o engajamento dos professores e da comunidade do bairro, que nos enviaram fotografias tendo como molduras diversas janelas”, afirma a professora Marta Santos, colaboradora do projeto. A campanha segue até o dia 14 de julho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2020 0 Comentários 549 Visualizações
Variedades

Universidade Feevale prossegue com projetos sociais durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 20/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O isolamento social, medida necessária para conter a transmissão do coronavírus, resultou em mudanças no trabalho, no aprendizado e no relacionamento entre as pessoas. Esse momento tem sido desafiador para a Universidade Feevale, mas a Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex) reinventou suas ações junto à comunidade, mantendo os projetos sociais em um formato diferente.

Os estudantes e professores vêm produzindo diversos materiais em plataforma digital, como vídeos, podcasts, tutoriais e outros materiais didáticos. Além disso, estão sendo realizadas ações de assistência em comunidades em situação de vulnerabilidade social. “A equipe está empenhada para que as atividades sigam ocorrendo da melhor maneira possível, buscando o engajamento da comunidade e reiterando o compromisso da Instituição”, afirma Luciane Iwanczuk Steigleder, coordenadora técnica do Núcleo de Extensão Universitária.

Saiba mais

Os projetos sociais possibilitam ao estudante a formação cidadã, o campo de prática de suas habilidades profissionais e, ainda, um espaço para a produção de conhecimento. A comunidade é envolvida na definição de atividades, que trabalham os direitos sociais, a autonomia, o empoderamento e o fortalecimento de vínculos comunitários e familiares. Atualmente, a Universidade Feevale desenvolve 35 projetos sociais e quatro projetos culturais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2020 0 Comentários 469 Visualizações
Variedades

Projeto social da Feevale oferece dicas sobre a língua portuguesa para imigrantes em grupo no WhatsApp

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social da Universidade Feevale “O mundo em NH: refugiados e migrantes, uma questão de Direitos Humanos”, criou um grupo no WhatsApp a fim de auxiliar os imigrantes que integram o projeto, no entendimento das informações sobre o novo coronavírus. Além de alertar sobre golpes, orientar sobre os cuidados necessários e tirar dúvidas dos participantes, os bolsistas e professores responsáveis estão ministrando aulas virtuais de Português, para que, mesmo a distância, os imigrantes ainda tenham o contato com a língua.

As informações repassadas aos integrantes, referentes à Covid-19 e demais dúvidas sobre variados assuntos, são enviadas em diferentes idiomas, como português, espanhol, inglês e francês. Cerca de 50 pessoas, entre imigrantes, bolsistas e professores, estão participando da conversa virtual. Para Marcia Blanco, docente responsável pelo projeto social, é importante contribuir para que o afastamento presencial não prejudique a comunicação e, também, para manter o contato efetivo, para que os beneficiários não se sintam sozinhos. “Queremos contribuir para o distanciamento, mas seguindo a ideia de que estamos juntos, mesmo fisicamente separados. Se já está sendo difícil para todos, imagina para quem está longe de seus familiares e da sua cultura”, finaliza.

Sobre o projeto

Desenvolvido pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex) da Universidade Feevale, tem como objetivo promover uma cultura de paz e tolerância por meio do acolhimento e inserção social de grupos de estrangeiros e da articulação de ações educativas voltadas aos Direitos Humanos. Com oficinas de Direito, História, Letras e Psicologia, o projeto contribui para a construção de uma sociedade que exerça cotidianamente sua cidadania.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2020 0 Comentários 455 Visualizações
Variedades

Alunos do Projeto Fábrica de Gaiteiros realizam apresentação

Por Gabrielle Pacheco 30/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os alunos do Projeto Social Fábrica de Gaiteiros se apresentam na próxima quarta-feira, 02, no Musical Évora. No projeto, os estudantes recebem aulas de acordeão diatônico, instrumento conhecido popularmente na região sul do Brasil como gaita de oito baixos.A apresentação ocorre às 12h30, na Sala da Música do Multipalco Eva Sopher (Praça Mal. Deodoro, s/nº – Centro Histórico, Porto Alegre – RS).

No repertório dos jovens músicos da Unidade de Porto Alegre/Sesc Campestre, constam desde simples melodias de iniciação musical, composições autorais, até obras mais modernas. O projeto atualmente acontece nos municípios gaúchos de Guaíba, Barra do Ribeiro, Porto Alegre, Tapes, Butiá, São Gabriel e Bagé e Lagoa Vermelha; e em Santa Catarina nas cidades de Lages e Blumenau, com a participação de mais de 500 crianças/adolescentes entre 7 e 15 anos.

O Musical Évora é uma realização da Associação Amigos do Theatro São Pedro, com o patrocínio da Évora S.A. O projeto proporciona à comunidade apresentações ao vivo, com entrada franca, sempre nas quartas-feiras úteis, trazendo o trabalho de músicos de diferentes regiões do país e do exterior. As apresentações têm em torno de 45 minutos, contemplando diferentes estilos, como erudito, MPB, choro e jazz.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2019 0 Comentários 550 Visualizações
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