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projeto de lei

Variedades

Deputado Issur ouve reivindicações de professores estaduais

Por Gabrielle Pacheco 27/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Disposto a dialogar com professores do Estado a respeito do pacote de medidas apresentado pelo governador Eduardo Leite, o deputado estadual Issur Koch (PP) esteve nesta terça-feira (26) em Sapiranga, no Instituto Estadual de Educação, para ouvir a categoria. Na reunião com representantes de toda região, Issur recebeu sugestões e, principalmente, ouviu professores e servidores.

“Os deputados terão 45 dias para analisar e votar um projeto de lei que trata de um plano de carreira que está em vigor há 45 anos. Considero fundamental ouvir a comunidade escolar a fim de poder me posicionar diante da proposta do governo”, ponderou.

“Considero fundamental ouvir a comunidade escolar a fim de poder me posicionar diante da proposta do governo.”

O parlamentar disse aos educadores que, se o projeto não for alterado pelo Executivo, irá votar contrário. “Da forma como a proposta foi apresentada à Assembleia Legislativa e, principalmente sem dar oportunidade de discussão nas comissões temáticas, possibilitando aos deputados que pudessem ouvir todas as partes interessadas, não tenho como votar a favor. Sou professor e estou deputado”, sublinhou. Issur destacou que está à frente da causa da Educação no Parlamento. “Entendo a situação do Estado, mas a Educação não pode pagar essa conta”, definiu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/11/2019 0 Comentários 518 Visualizações
Cidades

Reposição do vale alimentação é aprovada na Câmara de Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul aprovou o projeto de lei do Executivo que prevê a reposição de R$ 50 mensais no valor do vale alimentação a partir de janeiro de 2020. O projeto foi aprovado por unanimidade, sendo que a emenda do vereador Alberto Heck (PT), que previa a inclusão de mais R$ 50, entre janeiro e dezembro do ano que vem a título de reposição das perdas de 2019, foi rejeitada com voto minerva da presidente Bruna Molz (PTB).

Ainda foi aprovado o projeto de lei que cria cartão especial de estacionamento para pessoas com deficiência, com dificuldade de locomoção e para pessoas idosas. Também foram revogadas as leis que dispõem sobre complementação de preços de serviços profissionais. Outro projeto aprovado foi o que denomina logradouro público de Praça da Cultura José Paulo Rauber Filho e a denominação da farmácia localizada em Monte Alverne de Farmácia Miguel Weiss. De autoria do vereador Mathias Bertram (PTB) foram aprovadas a denominação de via pública de Rua das Chácaras e outra de Lauderio Ullrich.

Entre os pedidos de informação, o vereador Francisco Carlos Smidt (PTB) requer informações sobre a previsão para a realização de cirurgia no paciente Cirilo Pasa, a colocação de talheres, em embalagens plásticas, nos restaurantes, a previsão para a realização de cirurgia na paciente Lélia Martins e no paciente Pedro Henrique Schuster.

O vereador Hildo Ney Caspary (Progressitas) requer informações sobre os custos com a pavimentação de vias públicas com Con-Aid. O vereador Mathias Bertram (PTB) requer informações referentes à aplicação de multas à Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), e os postos de saúde sustentáveis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2019 0 Comentários 362 Visualizações
Cidades

RS fecha acordo para uso de imóveis na compensação de dívidas

Por Gabrielle Pacheco 30/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Estado concluiu mais uma etapa para a quitação do passivo na área da saúde. Em reunião com a diretoria da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), na tarde desta terça-feira (29), o governador Eduardo Leite fechou acordo em torno do projeto de lei para usar imóveis com a finalidade de compensar dívidas com municípios – que somam R$ 478 milhões em débitos não empenhados.

A minuta do projeto passará, agora, pela análise final da Casa Civil e, na próxima semana, será apresentada pelo governador a deputados e prefeitos antes de ser encaminhada à Assembleia Legislativa. “A saúde é uma das nossas prioridades e, por isso, resolver o passivo com municípios e hospitais vem sendo parte de uma verdadeira força-tarefa. Além disso, reforço nosso compromisso em não atrasar mais nenhum repasse. Queremos os municípios com força para atender aos gaúchos”, afirmou Leite.

“A saúde é uma das nossas prioridades e, por isso, resolver o passivo com municípios e hospitais vem sendo parte de uma verdadeira força-tarefa.”

Fruto do protocolo de intenções assinado pelo governador com a Famurs em julho, o projeto propõe alterações em duas leis existentes – a de nº 13.778, de 2011, que dispõe sobre a quitação de dívidas utilizando de imóveis, e a Lei 14.954, de 2016, sobre a gestão dos imóveis públicos do RS –, propondo a criação de um programa de dação em pagamento de bens imóveis do Estado para quitação de débitos com municípios.

Cerca de 60 municípios já estão interessados

A minuta foi elaborada pelo grupo de trabalho criado especialmente para discutir uma solução para o passivo, formado por técnicos das secretarias da Fazenda, de Planejamento, da Saúde e de Articulação e Apoio aos Municípios, da Casa Civil e da Procuradoria-Geral do Estado e, também, da Famurs.

Segundo o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Agostinho Meirelles, responsável por coordenador o trabalho, um levantamento preliminar indica que pelo menos 60 municípios estariam interessados em aceitar imóveis para abater a dívida. Ainda conforme Meirelles, a prioridade do governo é a saúde, porém o programa de dação em pagamento de imóveis deverá ser estendido para outras áreas.

“Aprovamos a minuta e temos interesse de que seja analisada o mais breve possível pela Assembleia, pois os prefeitos têm urgência em resolver os passivos”, afirmou o presidente da Famurs e prefeito de Palmeira das Missões, Eduardo Freire.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2019 0 Comentários 481 Visualizações
Cidades

Lei reconhece trabalho voluntário da Oktober de Igrejinha

Por Gabrielle Pacheco 21/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Proposto pelo deputado Dalciso Oliveira (PSB), foi aprovado nesta terça-feira (17), por unanimidade, na sessão plenária da Assembleia Legislativa, o projeto de lei 338/2019, que declara o município de Igrejinha a capital estadual do Voluntariado. A matéria reconhece, ainda, como de relevante interesse cultural do Estado do Rio Grande do Sul, o voluntariado de Igrejinha.

Em justificativa, o parlamentar explicou que mais de três mil voluntários envolvem-se com o a organização da Oktoberfest desde a preparação até o último dia do evento.

“Precisamos mostrar, não apenas para o RS, mas para todo o Brasil, a importância de associar o espírito do voluntariado e seu caráter social com as manifestações culturais tradicionais em sua cidade, no seu estado”, salientou.

O município de Igrejinha promove a Oktoberfest desde 1988. O evento já reuniu mais de quatro milhões de pessoas durante todas as suas edições. O principal diferencial desta festa, segundo Dalciso, é o seu caráter solidário que mantém vivas a cultura e as tradições germânicas e ainda permite que a comunidade usufrua dos lucros da festa, já que os valores arrecadados com o evento são distribuídos, através da Associação de Amigos da Oktoberfest de Igrejinha (Amifest), a entidades do município e da região.

O Hospital Bom Pastor, escolas, Apaes, polícias e Corpo de Bombeiros são exemplos de entidades favorecidas com os recursos. “Para se ter uma ideia, o repasse total às entidades da cidade e região soma a quantia de R$ 15.300.000,00. Um valor considerável. Esse resultado só pode ser alcançado através do envolvimento de toda a comunidade e da força do trabalho e empenho dos voluntários que são o coração e a mola propulsora do evento”, enalteceu Dalciso.

Foto: Juliano Arnold/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/09/2019 0 Comentários 448 Visualizações
Variedades

Definida a prorrogação de contratos temporários para 2020

Por Gabrielle Pacheco 05/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma reunião nesta quinta-feira (5), entre o secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, a presidente da Comissão de Educação, deputada Sofia Cavedon, o vice-presidente, deputado Issur Koch, e o líder do governo, deputado Frederico Antunes, definiu a prorrogação dos contratos emergenciais até o final do ano letivo de 2020, de acordo com a necessidade.

Com isso, 900 mil alunos da rede pública estadual que estudam nas 2.500 escolas estão com a garantia de continuidade dos estudos no próximo ano.

No encontro, ficou acertado também que o governo fará uma emenda ao projeto de lei que está na Assembleia (que trata da contratação emergencial de até 5 mil professores), a qual será assinada pelos deputados que compõem a Comissão de Educação.

“A prorrogação será de acordo com a necessidade do sistema. Reconheço e cumprimento a Comissão pela forma responsável como este assunto está sendo conduzido, pois esta relação é fundamental para o interesse público. Já avançamos no processo do ano letivo sem interrupção”, comentou Otomar.

Outra definição foi a elaboração de um estudo técnico, comandado pela secretaria da pasta, para avaliar a possibilidade de realização de concurso público ao final dos contratos temporários, conforme emenda proposta pela Comissão.

“Essa definição em relação ao ano letivo do ano que vem dá segurança para os professores que estão atuando como contratados temporários, assim como para toda comunidade escolar. A preocupação maior era com os estudantes, que poderiam ser novamente prejudicados com a falta de professores no início do ano que vem”, destacou Issur Koch.

Na próxima segunda-feira, 9, às 14h, o chefe da Casa Civil irá se reunir com o secretário Faisal Karam, para dar encaminhamento ao tema. A votação do projeto de lei deverá acontecer na outra terça-feira, dia 17 de setembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2019 0 Comentários 475 Visualizações
Variedades

PL quer incluir disciplina sobre trânsito nas escolas

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O deputado Pedro Pereira (PSDB) protocolou na Assembleia Legislativa um Projeto de Lei que determina a inclusão da “disciplina teórica sobre o trânsito nas vias públicas” nas escolas públicas e privadas do Rio Grande do Sul. O objetivo, de acordo com o parlamentar tucano (foto), é valorizar a educação para o trânsito, evitando acidentes e respeitando vida.

De acordo com o PL 389 2019, se aprovado, a disciplina será incluída na grade curricular do terceiro ano do ensino médio e os alunos aprovados seriam dispensados da prova sobre legislação de trânsito quando do exame para a habilitação de condutor de veículo automotor.

“A ideia é gerar economia para as pessoas que buscam obter a CNH”, afirmou Pedro Pereira.

O parlamentar justificou que a proposta vem no mesmo sentido da Resolução 265/07, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que dispõe sobre a formação teórico-técnica do processo de habilitação de condutores de veículos automotores elétricos como atividade extracurricular no ensino médio.

“Mesmo quem não deseja obter habilitação para dirigir, terá inegável proveito, uma vez que o trânsito é assunto que afeta e diz respeito a todos” afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2019 0 Comentários 547 Visualizações
Business

PL pretende estimular contratação de jovens aprendizes

Por Gabrielle Pacheco 12/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

As companhias brasileiras de médio e grande porte, ou seja, que possuem a partir de 50 funcionários, são obrigadas por lei a contratar de 5% a 15% de jovens na condição de aprendizes, com idade entre 14 e 24 anos. Um projeto de lei (3470/2019) em tramitação no Senado pretende que essa regra seja aplicada também a micro e pequenas empresas, com o intuito de incentivar a contratação desses profissionais. A proposta está em análise na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

Ao mesmo tempo em que serão empregadas, essas pessoas terão que estar matriculadas em cursos oferecidos por instituições de educação profissional, o que na avaliação do autor do projeto, senador Jayme Campos (DEM-MT), vai melhorar a qualificação profissional e reduzir o desemprego entre os jovens.

“A capacitação será feita por instituições que estão preparadas, como é o caso do Sebrae, Sesi e Senai, por meio de uma parceria. Trata-se de uma excelente oportunidade para aqueles que precisam complementar a renda em casa e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos no mercado de trabalho. Infelizmente, esses jovens não têm encontrado as oportunidades que merecem”, defende ele, ao lembrar que as micro e pequenas empresas representam quase a totalidade dos estabelecimentos privados do país.

Contrapartida

Como a legislação não impõe uma obrigatoriedade para que as micro e pequenas empresas contratem jovens na categoria de aprendizes, o PL 3470/2019 sugere que o estímulo para essa relação seja feito a partir de benefícios dados a esses empreendimentos. Entre as facilidades, estariam a prioridade para empréstimos em bancos públicos, além do pagamento de juros menores.

Para o presidente da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas (Conampe), Ercílio Santinoni, a medida é relevante e interessa ao setor, desde que tenha sua eficiência garantida.

“O projeto em si vem ao encontro ao que nós estamos discutindo e pedindo há anos (facilidade de crédito). O problema do projeto está na forma de como você pode fiscalizar. Precisava de uma discussão com as bases, com as entidades de representação, para ver uma forma de como isso poderia ser feito”, ponderou.

MPEs no Brasil

Segundo o Sebrae, os pequenos negócios são responsáveis pela geração de 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado, o que corresponde a 16,1 milhões de trabalhadores. No Brasil, dos 6,4 milhões de estabelecimentos em funcionamento, 99% são micro e pequenas empresas (MPE). Em relação ao microempreendedor individual, o registro é de que existem 3,7 milhões de empresas dessa modalidade.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/08/2019 0 Comentários 502 Visualizações
Variedades

Projeto altera texto da Lei de Responsabilidade Fiscal

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Senado analisa proposta que altera o texto da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e cria mecanismos para dar mais eficiência à arrecadação de tributos no país. De autoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), o PLP 158/2019 dá nova redação ao artigo 11 da LRF e detalha os princípios e as ações pertinentes ao exercício integral da competência tributária.

O projeto determina, por exemplo, que estados, Distrito Federal e União especifiquem quais são os tributos de competência de cada ente da federação para dar mais eficácia à cobrança, com redução da sonegação fiscal e da isenção de impostos.

Para Anastasia, a mudança estimula o aperfeiçoamento da legislação tributária brasileira e é oportuna, em momento de “grave” crise fiscal de estados e municípios. “A administração pública deve enfrentar essa grave crise com grande esforço, cobrando corretamente os seus tributos. Claro, sem exagero e ônus a mais do que deve ser, mas instituindo aqueles tributos que a Constituição Federal outorga aos municípios e estados”, justifica.

A proposta sugere, por exemplo, que os entes da federação instituam um cronograma anual de fiscalização tributária que contemple ações para atingimento das metas de arrecadação e de combate à evasão e sonegação fiscal. Outra medida sugerida é o estabelecimento de uma rotina de monitoramento e controle para checar o cumprimento desse cronograma. Os entes também devem formar um quadro de pessoal capacitado para a fiscalização tributária e uma estrutura de trabalho equipada e informatizada.

“Essa mesma estrutura deve permitir a qualificação dos servidores e evitar a concessão de benefícios e privilégios a pessoas físicas ou jurídicas, de tal modo a estabelecer uma justiça tributária, para o aperfeiçoamento da prestação dos serviços públicos. E os serviços públicos só podem ser bem prestados se tiverem lastros na arrecadação tributária”, defende Anastasia.

Peça orçamentária

O projeto de lei complementar também prevê alterações na forma como a Lei Orçamentária Anual (LOA), elaborada pelo Executivo para definir as despesas e receitas para o próximo ano, é estimada. O objetivo é aprovar para o exercício seguinte uma peça orçamentária mais perto da realidade de arrecadação e gastos do governo.

A orientação é de que estados e municípios devem evitar superestimar a LOA. O vice-presidente da Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), Renato Rainha, faz uma comparação simples: “nas contas pessoais, estimar ganhar R$ 100 milhões em um ano, mas ganhar apenas R$ 100 mil pode colocar os gastos em risco”.

Para aprovar uma previsão razoável, a proposta do senador Anastasia estabelece a análise do histórico do comportamento da receita dos últimos cinco anos para garantir uma proximidade com a realidade de arrecadação.

“O projeto determina o correto planejamento para evitar peças orçamentárias com superestimativas. Acho a proposta muito interessante porque traz algumas determinações de forma mais específica. Isso vai ajudar muito na arrecadação e nos gastos dos recursos públicos”, avalia Rainha.

Atualmente, o PLP 158/2019 aguarda tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/07/2019 0 Comentários 493 Visualizações
Variedades

PL busca diminuir casos de violência contra o professor

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Preocupado com a violência em sala de aula, o deputado estadual Issur Koch protocolou projeto de lei que Institui a Política de Prevenção à Violência contra Profissionais da Educação da Rede de Ensino Estadual.

“Diariamente temos ouvido relatos de agressão física contra os professores. Acredito que é fundamental construirmos alternativas eficazes de segurança e proteção àqueles que se dedicam a ensinar”, destacou o parlamentar.

Pela proposta, caso comprovado ato de violência contra docentes, orientadores pedagógicos, vice-diretores ou equipe diretiva das instituições de ensino, supervisores e coordenadores pedagógicos, tanto a escola como a família responderão solidariamente.

“Minha preocupação é tanto agressões com dano material, físico ou moral. A solução para a violência está na Educação. Neste contexto, os pais precisam entender que a escola ensina, mas quem educa é a família”, ressalta o deputado.

O PL 326/2019 estabelece que a escola, em parceria com a comunidade escolar, desenvolva normas de segurança e proteção de seus educadores como parte integrante de sua proposta pedagógica.

“As medidas de segurança, de proteção e prevenção de atos de violência e constrangimento aos educadores deverão incluir, ainda, campanhas educativas na comunidade escolar e na comunidade geral; afastamento temporário do infrator, conforme a gravidade do ato praticado; e transferência do infrator para outra escola, a juízo das autoridades educacionais”, propõe Issur.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2019 0 Comentários 438 Visualizações
Business

Apresentado projeto que extingue cobrança de parcela extra do ICMS

Por Gabrielle Pacheco 13/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Diante da resistência do Governo do Estado em revogar as novas regras que burocratizaram o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), 31 deputados estaduais protocolaram, nesta terça-feira (11), um projeto de lei que elimina o direito da Receita Estadual de cobrar uma parcela extra do imposto, também conhecida como complementação do ICMS Substituição Tributária (ST).

A medida afeta pequenos, médios e grandes varejistas. A matéria conta com o apoio de parlamentares de 11 partidos: Novo, MDB, PP, PDT, PSL, PSDB, PSB, PL, Podemos, PSD e Solidariedade.

Assinaram o projeto Giuseppe Riesgo, Fábio Ostermann, Tenente Coronel Zucco, Capitão Macedo, Vilmar Lourenço, Paparico Bacchi, Airton Lima, Elton Weber, Franciane Bayer, Zilá Breitenbach, Pedro Pereira, Edson Brum, Vilmar Zanchin, Sebastião Melo, Tiago Simon, Gilberto Capoani, Carlos Búrigo, Gabriel Souza, Fábio Branco, Adolfo Brito, Sérgio Turra, Issur Koch, Silvana Covatti, Ernani Polo, Eduardo Loureiro, Gerson Burmann, Juliana Brizola, Luiz Marenco, Gaúcho da Geral, Neri O Carteiro e Rodrigo Maroni.

A decisão de protocolar o projeto foi tomada em conjunto pelos deputados, após o Piratini se recusar a suspender os efeitos do Decreto nº 54.308/2018, que passou a valer em março deste ano.

Pelas novas regras, empresas de diversos segmentos foram obrigadas a apurar mensalmente o valor efetivo de venda de cada produto e comparar com o preço de referência estabelecido pelo governo, característico do sistema de substituição tributária. Essa operação é conhecida como “ajuste”. Se a mercadoria for vendida por um valor acima do que era estimado, o contribuinte deve pagar a diferença do imposto devido.

Por outro lado, quando o produto é negociado por menos do que o previsto, o mesmo contribuinte não recebe o dinheiro, ficando apenas com créditos junto ao Estado.

Para o deputado estadual Giuseppe Riesgo (Novo), um dos proponentes da iniciativa, a proposta tem o objetivo de fazer justiça, tendo em vista que o decreto do governo beneficia somente o Estado em prejuízo dos contribuintes.

“O governo, por meio do regime de substituição tributária, já tem a vantagem de antecipar receitas, simplificar a fiscalização e combater a sonegação com maior eficiência. Obrigar o pagador de impostos a realizar a complementação do ICMS burocratiza o processo e inviabiliza especialmente os pequenos empresários, que terão dificuldade de apurar todo mês o valor de venda de cada produto”, critica.

De acordo com representantes da classe empresarial, a determinação atinge cerca de 70% dos produtos que circulam no Rio Grande do Sul: de um mini mercado até grandes redes de varejo, passando por todos os postos de combustíveis. Devido à abrangência, à complexidade e ao custo da operação, estima-se que a medida causará um efeito cascata, provocando aumento generalizado de preços.

Conforme o projeto apresentado na Assembleia Legislativa, fica mantido, com base decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o direito do contribuinte ser ressarcido quando pagou mais imposto do que o devido. A restituição ocorre quando um produto é vendido por um valor menor do que o preço de referência.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/06/2019 0 Comentários 414 Visualizações
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