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Variedades

Congregarh é encerrado com projeções sobre o futuro

Por Jonathan da Silva 30/09/2024
Por Jonathan da Silva

O evento Congregarh 2024, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS), foi encerrado na sexta-feira (27) com palestras sobre gestão do tempo e futurismo, destacando a necessidade de adaptação às mudanças rápidas que o futuro reserva. O evento também anunciou a data da próxima edição, marcada para ocorrer entre 17 e 19 de setembro de 2025.

A última apresentação do Congregarh foi conduzida pelo futurista e escritor Gerd Leonhard, que participou via transmissão online de Zurique, na Suíça. Leonhard afirmou que “os próximos dez anos vão trazer mais mudanças para a humanidade do que os últimos 100 representaram”, destacando que as inovações e tecnologias atuais têm o potencial de moldar um futuro melhor. “Estamos vivendo um tempo de mudanças em altíssima velocidade e tudo parece meio caótico. Mas somos nós que podemos ordenar, definir e construir como o futuro será”, acrescentou.

O futurista também mencionou que três revoluções estão ocorrendo simultaneamente nas áreas digital, de sustentabilidade e de propósitos. “Soluções verdes e economias circulares são o novo normal”, disse, sublinhando a importância do Brasil como um potencial líder no futuro verde. Ele identificou desafios contemporâneos, incluindo a pauta climática e a necessidade de uma nova política focada em “Pessoas, Planeta, Propósito e Prosperidade”.

Antes da apresentação de Leonhard, a especialista em Desenvolvimento Humano, Lúcia Barros, discutiu o tema “Por que Gestão de Tempo não Resolve a Procrastinação?”. Lúcia explicou que a procrastinação está ligada a desconfortos emocionais e que é essencial gerenciar emoções em vez de apenas o tempo. “Só existe na sua vida naquilo que você coloca a sua atenção”, afirmou a palestrante.

A edição de 2025 do evento foi confirmado pela ABRH-RS para os dias 17 a 19 de setembro.

Foto: Charles Garcia/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2024 0 Comentários 573 Visualizações
Business

Com produção de tabaco 13,7% menor na lavoura, contratação de safreiros cai 8%

Por Jonathan da Silva 11/04/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas na lavoura, que representaram mais de 83 mil toneladas de tabaco a menos para o processamento, uma queda de 13,7% na comparação com a produção de 2023, o volume de contratações de safreiros também sofreu redução. Conforme levantamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), o total de postos de trabalhos gerados até o momento somam 11 mil trabalhadores nas indústrias, queda de 8,3%, mil postos de trabalho a menos, na comparação com ano passado.

De acordo com o presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior, o revés do clima, com as cheias nos meses de setembro, novembro e as tempestades seguidas durante o período, acabaram reduzindo a colheita do tabaco em todo o sul do Brasil. “O reflexo desta redução foi sentido com força pela indústria, que recebeu menos 83 mil toneladas de tabaco. A consequência direta foi no número de trabalhadores temporários que acabou caindo também. Nós tínhamos uma expectativa de repetir o total de empregos do ano passado – 12 mil trabalhadores na safra – mas, no entanto, não conseguimos alcançar este índice”, comenta Baptista Júnior.

Presidente Gualter Baptista Júnior

Ainda assim, a avaliação do Novo Stifa é positiva. Mesmo com uma redução significativa de tabaco, na casa dos 13,7%, o volume de trabalhadores contratados recuou apenas 8,3%, o que representa mil safreiros a menos neste ano. “É preciso olhar para este desempenho e entender que o mercado do tabaco é dinâmico, e mesmo com uma retração da produção, a indústria conseguiu manter um bom ritmo, empregando agora, no auge do processamento, 11 mil trabalhadores, entre sazonais e efetivos. Isso é um dado muito importante, que representa sim uma queda, mas que ainda é menor do que o reflexo na lavoura”, avalia o presidente.

A expectativa agora é para uma continuidade no período de processamento. Historicamente, safras que empregam menos trabalhadores têm uma característica especial: a longa duração dos contratos. Para o presidente do Novo Stifa, a tendência é que os empregados sazonais sejam mantidos por um período maior, avançando sobre o segundo semestre do ano. “Isso é positivo, pois representa mais renda circulando na cidade. Um maior tempo de safra permite ao trabalhador que ele realize investimentos e amplie sua perspectiva de compras. Quando a safra é mais longa, Santa Cruz do Sul e a economia regional saem ganhando”, analisa Baptista Júnior.

Projeção positiva

Visto que o Brasil é o maior exportador de tabaco do mundo, a projeção para a safra de 2025 é considerada animadora pela entidade. Isto porque haverá uma demanda reprimida da safra atual que acabou sendo menor do que a indústria esperava. “Este olhar que pode ser considerado otimista é real. O consumo do tabaco no mundo não reduziu, mesmo com todos os problemas de contrabando e descaminho, ele segue como um produto muito procurado. E se neste ano, o mercado nacional entregou menos, haverá uma tendência de crescimento na procura, para o ano que vem”, projeta o presidente do Novo Stifa.

Novo Stifa faz projeções positivas para 2025

Fotos: Jcomp/Freepik/Divulgação e Nascimento MKT/Divulgação
11/04/2024 0 Comentários 464 Visualizações
Variedades

Comércio gaúcho com boas perspectivas de vendas para o inverno

Por Marcel Vogt 30/05/2023
Por Marcel Vogt

O mês de maio ficou marcado por temperaturas mais frias, que serviram para lembrar aos gaúchos que o inverno, cujo início acontece em 21 de junho, está próximo. As mudanças climáticas ao longo dos anos têm feito com que invernos mais gelados sejam menos frequentes no Rio Grande do Sul. Nesse 2023, com a perspectiva de influência do fenômeno El Niño, indicações meteorológicas apontam que as massas de ar frio em junho, julho e agosto deverão se intercalar com períodos mais aquecidos. Além disso, a estação deve ser marcada por grande umidade.

Neste 2023, existe a perspectiva de incremento das vendas, algo entre 8% e 10% na comparação com o inverno do último ano.

Diante desse cenário, o comércio gaúcho começa se preparar para atender a demanda dos consumidores que vão atualizar seus guarda-roupas. Na avaliação da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), vestuário, calçados e acessórios, tradicionalmente os segmentos que incrementam vendas na estação, terão, novamente, um bom desempenho neste ano.

“Historicamente, o segmento de vestuário apresenta, no inverno, um crescimento de quase 10% nas vendas em comparação com estações intermediárias, como outono e primavera. É um período em que blusões, malhas, moletons, cobertores, pantufas e pijamas, entre outros artigos, são muito procurados pelos consumidores. Outras alternativas de aquecimento, como lareiras, aquecedores, fogões a lenha e aparelhos de ar-condicionado, ajudam a impulsionar a comercialização do segmento de móveis e eletrodomésticos” destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente aponta que o comércio de vestuário segue buscando recuperar as perdas que teve nos momentos em que a crise sanitária impedia a circulação das pessoas, o que afetou a economia de maneira intensa. Portanto, o inverno de 2023 deve representar mais um passo nesse processo de retomada.

“2022 já teve uma boa resposta nas vendas de artigos como roupas, calçados e acessórios. O volume de vendas chegou a casa do R$ 1 bilhão. Neste 2023, existe a perspectiva de incremento das vendas, algo entre 8% e 10% na comparação com o inverno do último ano. O atual cenário econômico do país, com diminuição dos índices inflacionários e a antecipação dos 13o salário de aposentados e pensionistas do INSS, para o início de junho e de julho, o que injeta mais dinheiro circulante na economia, permite aos lojistas terem uma expectativa de resultados positivos na comercialização de produtos que ajudam a amenizar os dias frios” avalia Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS lembra, ainda, que mesmo com a projeção de uma variação térmica bastante acentuada, o Rio Grande do Sul, por ser o estado mais Meridional do país, sempre tem períodos em que o frio é intenso. Desta forma, os lojistas devem estar preparados para ofertarem ações que beneficiem o consumidor e desperte neles o desejo da compra, como promoções que englobem preços e prazos acessíveis, além de viabilizar uma experiência de compra única e personalizada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 759 Visualizações
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