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Variedades

Safra de tabaco no sul crescerá na área cultivada em 2024/2025

Por Jonathan da Silva 25/11/2024
Por Jonathan da Silva

A safra de tabaco 2024/2025 no sul do Brasil terá um aumento de 9,08% na área cultivada em relação à safra anterior, totalizando 309.982 hectares, conforme dados divulgados pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). O Paraná lidera o crescimento com 13,63% de incremento, seguido por Santa Catarina (11,78%) e Rio Grande do Sul (4,60%).

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, explicou que o aumento era esperado devido à rentabilidade das últimas safras. “Viemos de duas safras muito lucrativas para grande parte dos produtores. Isso, aliado à baixa rentabilidade de grãos e outras culturas, levou ao aumento da área e ao retorno de famílias à cultura do tabaco. No entanto, o incremento de área, combinado com clima estável, pode acarretar uma produção elevada e impactar na remuneração do produtor”, afirmou Drescher.

Produção e produtividade

A estimativa inicial da Afubra aponta para um aumento de 25,67% na produtividade média do tabaco, com projeções de 2.276 kg/ha para o tipo Virginia, 1.991 kg/ha para o Burley e 2.028 kg/ha para o Comum. A maior alta de produtividade é prevista para Santa Catarina (34,05%), seguido pelo Rio Grande do Sul (22,13%) e Paraná (21,50%).

No total, a produção nos três estados do sul pode alcançar 696.435 toneladas, representando um incremento de 37,08%. Santa Catarina é o estado com maior aumento percentual (49,84%), seguido por Paraná (38,06%) e Rio Grande do Sul (27,75%).

Crescimento no número de famílias produtoras

O número de famílias envolvidas na produção também cresceu 3,57%, totalizando 138.020. O Paraná apresentou o maior aumento (10,10%), com 27.062 famílias, seguido por Santa Catarina (4,03%), com 41.720, e Rio Grande do Sul (0,96%), com 69.238.

Custos e negociações

O custo de produção para a safra 2024/2025 ainda está em apuração e será discutido entre entidades e empresas fumageiras. As negociações de preços devem começar após a conclusão desse levantamento.

Estimativas e variáveis climáticas

A Afubra destaca que as estimativas são baseadas em dados históricos e podem sofrer alterações devido a condições climáticas. Drescher enfatizou a importância de acompanhar o desenvolvimento da safra semanalmente. “Descarta-se uma supersafra, pois em algumas regiões já houve impacto do clima. Contudo, o comportamento climático até o fim da safra será determinante para os resultados finais”, salientou o presidente.

As projeções da Afubra utilizam informações do Sistema Mutualista, somadas a dados de produtores não cadastrados e estimativas de área plantada adicional. O acompanhamento é realizado continuamente até o fim do ciclo produtivo.

Foto: Arquivo/Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2024 0 Comentários 972 Visualizações
Variedades

Bom Princípio Alimentos oferece 27 vagas de emprego em Tupandi e Sapucaia do Sul

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Bom Princípio Alimentos está com 27 vagas de emprego abertas em sua sede em Tupandi e no Centro de Distribuição em Sapucaia do Sul, voltadas tanto para o setor administrativo quanto para o de produção. As oportunidades são para início imediato, e a empresa também incentiva a candidatura de pessoas com deficiência.

O gerente de Marketing da Bom Princípio Alimentos, Marcelo Altenhofen, destacou que as vagas acompanham a fase de expansão da empresa. “Estamos em busca de profissionais que queiram fazer parte desse momento de crescimento”, afirmou Altenhofen.

Para os postos produtivos, a empresa informa que a maioria das vagas não exige experiência prévia ou qualificações específicas. Os benefícios incluem bônus financeiros, alimentação, seguro de vida, plano de saúde e odontológico, além de transporte fretado para a região de Tupandi e vale-transporte para Sapucaia do Sul.

As candidaturas podem ser realizadas no site da empresa, em bomprincipioalimentos.kretos.cc.

Fotos: MKT Bom Princípio Alimentos/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 443 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil cresce 4,8% até setembro

Por Jonathan da Silva 06/11/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de calçados no Brasil registrou um crescimento de 4,8% nos primeiros nove meses de 2023, com a produção estimada em mais de 671 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em informações do IBGE. Em setembro, a produção do setor aumentou 8,1%, o que impulsionou o desempenho acumulado do ano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou que o principal fator para o crescimento tem sido o mercado interno, que representa mais de 85% das vendas da indústria de calçados. Até agosto, o consumo doméstico de calçados cresceu mais de 9%, refletindo a demanda nacional. “As expectativas são de terminar o ano com um crescimento produtivo acima de 3%, alcançando mais de 890 milhões de pares produzidos”, afirmou o dirigente da entidade.

No momento, a indústria calçadista brasileira se prepara para mais um evento importante do setor, a BFShow que ocorre entre 11 e 13 de novembro em São Paulo, onde as maiores empresas do segmento estarão reunidas para abastecer o varejo nacional.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2024 0 Comentários 689 Visualizações
Business

Indústria calçadista projeta retomada da produção acima de 900 milhões de pares em 2025

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

Após enfrentar uma queda durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira prevê um aumento de produção para 2025, com estimativas de chegar a 904 milhões de pares. Em 2019, o setor produziu 898 milhões de pares, mas a pandemia reduziu esse número para 746 milhões em 2020. Desde então, a produção apresentou leve recuperação, com 855 milhões, 886 milhões e 865 milhões de pares produzidos entre 2021 e 2023. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a projeção para 2024 é de aumento de até 3,2%, e um crescimento adicional de 1,9% em 2025.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explicou que o mercado interno será essencial para essa recuperação, impulsionado por uma diminuição no desemprego e aumento da renda. “Entre janeiro e setembro, a entidade estima um crescimento de mais de 9% no consumo doméstico de calçados, onde também são computadas as importações”, afirmou Ferreira.

Para atender à alta demanda, em novembro ocorrerá a 3ª edição da BFShow, feira que reunirá mais de 290 marcas e apresentará lançamentos de Outono-Inverno, além de produtos com pronta entrega voltados para o abastecimento do varejo antes das festas de fim de ano.

O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, organizadora da BFShow, destacou que o evento, que ocorre de 11 a 13 de novembro no Distrito Anhembi, em São Paulo, espera receber mais de 10 mil compradores nacionais e internacionais. “É o único evento do país em que o lojista vai encontrar desde os principais fabricantes até indústrias de pequeno porte que atendem nichos específicos de butiques”, pontuou Picolo.

O credenciamento para lojistas está aberto no site oficial da BFShow.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 560 Visualizações
Variedades

Dia do Produtor de Tabaco celebra integração e destaca importância econômica do setor

Por Jonathan da Silva 28/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Dia do Produtor de Tabaco é celebrado nesta segunda-feira, 28 de outubro, data reconhecida oficialmente pelas Assembleias Legislativas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que homenageia o papel de mais de 130 mil famílias produtoras nos três estados. A data foi instituída em 2012 pela Associação Internacional dos Produtores de Tabaco (ITGA) e remete ao início da história do tabaco, associada à chegada da frota de Cristóvão Colombo à ilha de Cuba em 1492.

Segundo o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), a celebração deste ano ocorre em um momento de desafios para produtores que enfrentaram enchentes em regiões do Rio Grande do Sul. O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, ressaltou o apoio aos produtores. “Queremos deixar nosso abraço fraterno a todos os produtores que sofreram com as enchentes no Rio Grande do Sul. Reforço a mensagem de que, assim como aconteceu em maio, por ocasião das intempéries, estaremos sempre lado a lado em busca de soluções”, afirmou Thesing.

O Brasil é o segundo maior produtor mundial e o maior exportador global de tabaco desde 1993, com produção voltada para o mercado externo em um modelo integrado entre produtores e indústrias, conhecido como Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT). Esse sistema garante uma produção economicamente viável, além de promover o desenvolvimento sustentável, e é um dos pilares do agronegócio do tabaco. Segundo Thesing, o sistema não apenas proporciona vantagens comerciais, mas também aborda temas como preservação ambiental e segurança no trabalho. “Seguiremos escrevendo uma história que preconiza não apenas vantagens comerciais para todos os envolvidos, mas que tem importantes parágrafos em torno da preservação ambiental, do combate ao trabalho infantil, saúde e segurança no trabalho, além da diversificação das propriedades”, destacou o presidente da entidade.

Apesar das críticas ao produto final, a opção pelo cultivo do tabaco é mantida por produtores, atraídos pela renda acima da média nacional. Um estudo do Centro de Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul mostrou que a renda dos produtores de tabaco é 140% maior que a média brasileira.

Em 2023, as exportações brasileiras de tabaco alcançaram 512 mil toneladas, gerando US$ 2,7 bilhões em receita, com destinos em 107 países. A União Europeia foi o maior importador, representando 42% do volume exportado, seguida de países do Extremo Oriente (31%) e América do Norte (8%). O tabaco representou 11,19% das exportações totais do Rio Grande do Sul, estado líder na produção nacional.

O SindiTabaco, fundado em 1947 e com sede em Santa Cruz do Sul, representa 14 empresas do setor e concentra suas atividades na Região Sul, onde se encontra 98% da produção de tabaco brasileira. A entidade tem como foco apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva do tabaco e promover o bem-estar das comunidades rurais envolvidas.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2024 0 Comentários 456 Visualizações
Variedades

Calçadista Kidy reporta melhor Dia das Crianças em meia década

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

A fabricante de calçados infantis Kidy, de Birigui-SP, registrou em 2024 o melhor desempenho de vendas para o Dia das Crianças nos últimos cinco anos, com um aumento de 36% no faturamento consolidado do terceiro trimestre de 2024. A empresa informou que esse crescimento está relacionado ao período em que os produtos são encomendados para abastecer o varejo para a data comemorativa. Com esse resultado, a expectativa da empresa é fechar o ano com um aumento de mais de 15% em seus resultados.

O gerente comercial nacional da Kidy, Rafael Menezes, afirmou que, apesar dos desafios do mercado e da instabilidade econômica, a empresa sempre confiou em bons resultados. “Temos produtos acertados, como as linhas Surpresa, que inclui 14 brinquedos exclusivos, e Luz, com proteção contra água para as crianças brincarem sem preocupações”, destacou Menezes. Ele também ressaltou que o crescimento da Kidy em 2024 será três vezes maior do que a média projetada para o setor calçadista brasileiro, que é de cerca de 5%, segundo a Abicalçados.

Para 2025, a Kidy mantém uma perspectiva otimista, com planos de ampliar sua carteira de clientes em todo o Brasil. A empresa, que produz mais de 3,5 milhões de pares de calçados infantis por ano, tem fábricas em Birigui e Três Lagoas-MS, onde emprega cerca de 1,2 mil pessoas. Atualmente, 12% da produção é destinada à exportação, com os principais destinos sendo países da América Latina.

Foto: Kidy/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 458 Visualizações
Variedades

Produção de ovos no Brasil em 2024 será a maior da história

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de ovos no Brasil deve atingir um recorde histórico em 2024, com 56,9 bilhões de unidades, um aumento de 8,5% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A informação foi divulgada durante as comemorações do Dia Mundial do Ovo, celebrado nesta sexta-feira, 11 de outubro. O crescimento na produção acompanha o aumento no consumo da proteína, que deve alcançar o maior nível da história.

De acordo com Ricardo Santin, presidente da ABPA, cada brasileiro deverá consumir até 263 ovos ao longo deste ano, 21 unidades a mais do que em 2023. “Está mais competitivo produzir ovos em 2024. Os custos estão mais ajustados e o consumidor tem demandado mais o produto”, afirma Santin, destacando que o ovo se tornou uma proteína essencial para diversas classes e perfis de consumo.

O Brasil é o quinto maior produtor de ovos do mundo, e o consumo nacional está acima da média internacional, que é de 230 unidades por pessoa. O Dia Mundial do Ovo é comemorado em diversos países, e no Brasil as ações são coordenadas pelo Instituto Ovos Brasil.

Foto: Cottonbro Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 781 Visualizações
Business

Abicalçados revisa previsão de crescimento do setor calçadista para até 3,2%

Por Jonathan da Silva 09/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revisou sua previsão de crescimento para o setor calçadista em 2024, com projeções de aumento entre 1,9% e 3,2% na produção, que deve alcançar entre 882 milhões e 893 milhões de pares. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9), durante o evento on-line “Análise de Cenários”, conduzido pela coordenadora de Inteligência de Mercado da entidade, Priscila Linck, e pelo doutor em economia Marcos Lélis.

Durante o evento, Lélis traçou um panorama econômico global e nacional. O economista mencionou que, apesar da recuperação econômica nos Estados Unidos, Japão e Europa, um mercado importante para o calçado brasileiro, a Argentina, enfrentou uma queda de 1,7% no segundo trimestre de 2024.  “Tratando do PIB brasileiro, crescemos 3,3% no segundo trimestre, número acima do esperado. O resultado foi impactado pela associação entre os aumentos do consumo das famílias e dos investimentos”, ressaltou Lélis, acrescentando que a demanda interna tem crescido mais do que o PIB.

Priscila destacou o impacto da concorrência internacional, especialmente da China, no mercado de exportações brasileiro. Segundo ela, entre janeiro e setembro de 2024, as exportações de calçados do Brasil caíram 21% em número de pares. Para 2025, a projeção é de uma estabilização das exportações, com variação de -1,9% a 0,2%. “O Brasil vem perdendo participação para os asiáticos no mercado internacional, principalmente para Vietnã, Indonésia e China”, comentou a coordenadora.

No mercado interno, que absorve mais de 85% das vendas do setor, a produção de calçados cresceu 4,4% até agosto de 2024, recuperando os níveis pré-pandemia de 2019. Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento entre 1,1% e 1,9%, com a produção entre 897 milhões e 904 milhões de pares, sendo mais de 89% destinados ao mercado interno.

O evento “Análise de Cenários” também foi realizado presencialmente em polos calçadistas como Franca, Jaú e Birigui, em São Paulo, e contou com o patrocínio do grupo FCC e apoio da ApexBrasil, MDIC, Sindifranca, Sindicalçados Jaú e Sinbi.

Principais dados e projeções do Análise de Cenários

  • Produção de calçados em pares (consolidada): +4,4% de janeiro a agosto no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Exportações de calçados em pares (consolidada): -21% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Consumo aparente em pares (consolidado): +9,4% de janeiro a setembro no comparativo com mesmo período de 2023;
  • Produção de calçados 2024 em pares (projeção): Entre +1,9% e +3,2% (882 milhões de pares e 893 milhões de pares);
  • Produção de calçados 2025 em pares (projeção): Entre +1,1% e +1,9% (897 milhões de pares e 904 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2024 em pares (projeção): Entre -19,2% e -14,5% (95,6 milhões de pares e 101,2 milhões de pares);
  • Exportações de calçados 2025 em pares (projeção): Entre -1,9% e +0,2% (96,5 milhões de pares e 98,6 milhões de pares).
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2024 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta aumento na produção e no emprego

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Sondagem Industrial de agosto realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) revelou aumentos na produção e no emprego industrial no estado, além de menor ociosidade e baixos níveis de estoques. Os dados da pesquisa foram divulgados nesta quinta-feira (3).

O índice de produção subiu de 53,5 pontos em julho para 55,9 pontos em agosto, indicando duas altas consecutivas, com a de agosto sendo mais intensa e disseminada do que a anterior. O resultado é considerado o melhor em dois anos e está acima da média histórica para o mês de agosto, que é de 53,7 pontos. Segundo a pesquisa, 34% das empresas consultadas relataram aumento de produção, 52,5% mantiveram a produção estável e 13,5% registraram queda.

Em relação ao emprego industrial, o índice aumentou de 50,5 pontos em julho para 53,3 pontos em agosto, marcando a maior elevação em 36 meses e ficando acima da média histórica de 49,8 pontos. Aproximadamente 20% das empresas indicaram crescimento no número de empregados, enquanto 7,1% relataram queda, e 73% mantiveram a quantidade de trabalhadores.

A utilização da capacidade instalada (UCI) também apresentou crescimento, subindo para 73%, três pontos percentuais acima de julho. Entretanto, os empresários consideram a UCI ainda abaixo do nível usual para agosto, com um índice de 46 pontos, o mais próximo do nível considerado normal desde outubro de 2022.

Os estoques de produtos finais cresceram em agosto, após três meses de queda, com um índice de evolução de 50,6 pontos. O índice que compara os estoques ao planejado atingiu 48,2 pontos, indicando que os estoques estão abaixo do que as empresas esperavam, pelo quarto mês consecutivo.

Os empresários gaúchos mostraram-se mais otimistas em relação aos próximos seis meses, com todos os índices de expectativas crescendo na pesquisa realizada entre 2 e 11 de setembro. O índice de demanda subiu de 56,1 para 56,6 pontos, enquanto o índice de intenção de investimento aumentou de 54,8 para 58 pontos, superando a média histórica de 51,5 pontos. Em setembro, 62,8% das empresas consultadas expressaram intenção de investir em máquinas, equipamentos, pesquisa e desenvolvimento.

A pesquisa consultou 156 empresas, sendo 37 pequenas, 52 médias e 67 grandes. A pesquisa completa está disponível no site da Fiergs, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 438 Visualizações
Variedades

ABPA celebra Dia do Avicultor com boas projeções para produção e exportações do setor

Por Jonathan da Silva 29/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o Dia do Avicultor, comemorado em 28 de agosto, com perspectivas positivas para o setor em termos de produção e exportações. Conforme projeções da associação, o segmento deve atingir recordes em 2024, com estimativa de crescimento de até 1,8% no volume produzido, podendo chegar a 15,1 milhões de toneladas neste ano, além da destinação de cerca de 5,25 milhões de toneladas ao mercado internacional no acumulado do ano, o que representa 2,2% de alta em relação a 2023.

Para o mercado interno, a projeção é de cerca de 9,85 milhões de toneladas produzidas, número 1,6% maior em relação à oferta total de carne de frango para o mercado brasileiro em 2023. Neste quadro, a oferta interna deverá se manter estável, com o consumo per capita em torno de 45 kg.

A produção e o consumo de ovos também deverão bater recordes em 2024 conforme as projeções da ABPA. A expectativa é de que a produção alcance 56,9 bilhões de unidades no ano, o que seria um crescimento de até 8,5% se comparado ao total de 2023. O consumo deverá superar as 263 unidades por habitante no ano, também com alta de 8,5% em relação ao índice registrado em 2023.

A maior parte absoluta, 99,5%, deverá seguir destinada ao mercado interno. Nas exportações, todavia, as projeções de embarques não superam as 20 mil toneladas para 2024, número que é 20% menor em relação ao total embarcado em 2023. “As famílias avicultoras de aves e de ovos do Brasil encontraram um ano mais positivo em 2024, em comparação com o que vimos no ciclo passado, especialmente entre 2020 e 2022. Por um lado, o mercado internacional tem demandado cada vez mais nossos produtos diante das mudanças do fluxo da demanda de nossos concorrentes internacionais. Por outro, as famílias brasileiras estão consumindo mais proteínas, resultado de um momento econômico positivo para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

As perspectivas positivas seguem para o ano de 2025 de acordo com o projetado pela ABPA. No caso da carne de frango, é esperado um aumento de até 2,3% na produção, o que representaria um total de 15,35 milhões de toneladas. Deste total, 10 milhões de toneladas deverão ficar no mercado interno, volume 1,5% maior em relação ao projetado para 2024, e 5,35 milhões serão destinados às exportações, 1,9% a mais que o esperado para 2024. O consumo de carne de frango deverá ser maior, chegando a 46 kg per capita, índice 2% maior em relação ao esperado para 2024.

Já para o setor de ovos, a produção deverá alcançar 57,5 bilhões de unidades, índice 1% superior ao projetado para 2024. O consumo de ovos deverá avançar ainda mais, chegando a 265 unidades por pessoa, número 1% maior em relação ao ano anterior. Já as exportações deverão registrar retomada, chegando a 22 mil toneladas exportadas, número 10% maior em relação ao projetado para 2024.

A biosseguridade da nossa produção seguirá como grande diferencial para o nosso setor. O trabalho executado pelas famílias avicultoras para blindar a produção contra enfermidades é um case de sucesso internacional. Somos o único grande produtor global a nunca registrar Influenza Aviária na produção industrial e superamos rapidamente a situação ocorrida de Doença de Newcastle. Graças ao trabalho executado nas granjas em termos sanitários e produtivos, juntamente com as ações do Ministério da Agricultura e as Secretarias dos Estados, seguimos como uma das avicultura mais competitivas do planeta”, ressalta Ricardo Santin.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2024 0 Comentários 414 Visualizações
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