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práticas conservacionistas

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76% dos produtores de tabaco utilizam plantio direto e cultivo mínimo

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

 A evolução de práticas conservacionistas na produção de tabaco demonstra, a cada nova safra, a preocupação da cadeia produtiva com o solo. Pesquisa realizada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) demonstra que 76% dos produtores de tabaco utilizam sistemas como plantio direto e cultivo mínimo. Em 2010, eram 34%.

No cultivo mínimo, o produtor mobiliza o mínimo possível o solo, protegendo parcialmente a sua superfície com resíduos da cultura anterior ou a biomassa resultante dos cultivos de cobertura, com o objetivo de diminuir os riscos de erosão. Já o plantio direto na palha é o sistema de cultivo mais eficiente na proteção do solo. Consiste em evitar o revolvimento do solo, preservando integramente a palhada dos cultivos de cobertura sobre a sua superfície.

Visto como um fundamento básico de sustentabilidade pela indústria de tabaco, o uso de práticas conservacionistas tem crescido a cada ano, com o trabalho das equipes de campo das empresas associadas ao SindiTabaco. “A orientação técnica tem sido de inestimável importância na difusão destas tecnologias e um aliado permanente para o crescimento desta estatística. A expectativa é que mais produtores se mobilizem em torno da adoção destas boas práticas agrícolas, benéficas não apenas para o solo e o meio ambiente, mas para o próprio produtor, uma vez que a mão de obra também diminui”, afirma o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Segundo o assessor técnico da entidade, o engenheiro agrônomo, Darci José da Silva, nos últimos anos tem sido possível constatar um abandono progressivo das práticas tradicionais de preparo e manejo do solo, como a lavração, gradagem, excesso de cultivações e capinas. Ele explica que um dos fatores de significativa contribuição no avanço das práticas conservacionistas tem sido a evolução dos cultivos de cobertura do solo, decorrentes da maior diversificação de espécies utilizadas.

“Atualmente, as espécies mais utilizadas, além das aveias, ervilhacas e da mucuna, estão sendo o milheto, braquiárias, crotalárias e nabo forrageiro. Esses cultivos caracterizados pela excelente produção de biomassa, também apresentam exuberante sistema radicular, atuando diretamente na reestruturação do perfil do solo e na formação de um ambiente mais adequado à proliferação dos micro-organismos necessários à ação benéfica do seu intemperismo. A partir daí, sistemas de cultivos sustentáveis como o plantio direto na palhada e cultivo mínimo vêm tendo sua utilização mais facilitada e difundida entre técnicos e produtores”, explica Silva.

Motivos para utilizar práticas conservacionistas

  • Menor perda de solo em decorrência da ação dos agentes erosivos, principalmente as enxurradas;
  • Melhoria das características físicas e biológicas do solo devido à sua proteção de forma mais intensiva e permanente por meio dos cultivos e cobertura;
  • Recuperação da fertilidade natural do solo decorrente da redução das perdas de nutrientes;
  • Aumento dos índices de produtividade dos cultivos comerciais;
  • Redução tangível da demanda de mão-de-obra de preparo do solo e cultivações, gerando como consequência uma diminuição expressiva dos custos de produção;
  • Maior comodidade operacional nas áreas sistematizadas e protegidas por práticas conservacionistas;
  • Evolução tecnológica dos métodos e procedimentos agrícolas.

Alguns produtores que continuam utilizando o sistema convencional de preparo do solo adotam outras práticas conservacionistas como terraceamento, cultivos de cobertura, camalhões largos e altos e plantio em nível, que funcionam como mecanismo de proteção em relação ao escoamento das águas das chuvas, reduzindo a sua velocidade e seu potencial erosivo. Outra forma de proteger o solo é através da preservação da mata ciliar, localizada no entorno de nascentes e nas margens dos cursos d’água. Além disso, como o tabaco é uma cultura sazonal, permitindo um cultivo sucessivo, as empresas incentivam o plantio de outras culturas, como o milho e o feijão após o tabaco.  Esta prática possibilita a redução das populações de pragas e doenças, o reaproveitamento dos resíduos de fertilizantes, constituindo-se em fonte complementar de alimentação e renda das propriedades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 1,3K Visualizações
Variedades

Maioria dos produtores de tabaco utilizam práticas conservacionistas

Por Gabrielle Pacheco 12/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Há 30 anos o solo tem um dia para chamar de seu. Desde 1989, comemora-se em 15 de abril o Dia Nacional da Conservação do Solo, data instituída pela Lei 7.876, por iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Além de ser a base para a produção de alimentos, o solo atua como filtro e reservatório de água. É, portanto, imprescindível para a existência de vida na terra, mas enfrenta problemas e, entre eles, a erosão está entre os mais preocupantes.

“Além da perda do solo e consequente capacidade produtiva, os sedimentos causam assoreamento de rios e possível contaminação dos recursos hídricos”, explica o assessor técnico do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), o engenheiro agrônomo, Darci José da Silva.

Algumas práticas conservacionistas podem prevenir a erosão e vem sendo cada vez mais aplicadas pelos produtores da agricultura familiar, como é o caso do setor do tabaco. Vista com bons olhos pela indústria de tabaco, a preservação do solo e o uso de práticas conservacionistas tem crescido a cada ano, com a adoção de técnicas como o plantio direto e cultivo mínimo.

Segundo pesquisa com as empresas associadas ao SindiTabaco, 65% dos produtores integrados utilizam essas práticas de manejo do solo em suas lavouras. Além disso, a maioria dos produtores também adota outros procedimentos conservacionistas como plantio em nível e terraceamento.

Segundo Silva, nos últimos anos tem sido possível constatar um abandono progressivo das práticas tradicionais de preparo e manejo do solo. “O produtor percebeu que manter o solo protegido o maior tempo possível é a melhor forma de evitar os efeitos da erosão”, explica.

Segundo ele, a queda de 68% para 65% entre 2016 e 2018, é reflexo dos eventos climáticos ocorridos, sobretudo o excesso de chuvas em muitas regiões produtoras, o que determinou uma queda no estabelecimento dos cultivos de cobertura e a consequente redução dos volumes de massa verde para formação de palhada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2019 0 Comentários 527 Visualizações

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