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política pública

Idosa
Cidades

RS é pioneiro ao assinar o Pacto Nacional de Implementação da Política da Pessoa Idosa

Por Eduarda Ferreira 28/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O Rio Grande do Sul se tornou o primeiro Estado a assinar o Pacto Nacional de Implementação da Política da Pessoa Idosa. Assim, em cerimônia no Palácio Piratini, assinaram o termo de cooperação o governador em exercício, deputado Ernani Polo, o secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Antonio Costa, e o secretário estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Mauro Hauschild.

“Temos uma população idosa crescente em todo o país, e o Rio Grande do Sul é um dos Estados em que esse fenômeno está mais acelerado. Portanto, isso traz grandes desafios para a gestão pública e precisamos ampliar as políticas para amparar essa população”, destacou Polo. Além disso, o deputado já havia se encontrado, em dezembro, com Hauschild e outras lideranças gaúchas, a fim de iniciar as articulações para assinatura do pacto.

Politicas públicas para a população idosa

De acordo com Hauschild, o RS é um dos Estados mais desenvolvido em termos de políticas e ações para pessoas idosas, além de ter uma forte mobilização da sociedade civil nesse sentido. “Caberá ao nosso governo, junto com a Famurs, o papel de mobilizar os municípios a criarem conselhos e fundos municipais do Idoso, para que possam captar recursos e fortalecer as ações públicas em suas cidades”, afirmou. Além disso, conforme Costa, o governo federal encaminhará recursos para que os gestores e conselheiros municipais sejam capacitados para estruturar conselhos e fundos locais.

“É um pacto muito importante, porque as políticas públicas para a população idosa são urgentes, não podem mais esperar. Agora que está assinado, precisamos nos unir para implementar e tirar do papel”, reforçou a presidente do Conselho Estadual da Pessoa Idosa, Iride Cristofoli Caberlon.

Por fim, também participaram da cerimônia o secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian; o deputado federal Ossesio Silva; o deputado estadual Luís Augusto Lara; o diretor do Departamento de Direitos Humanos e Cidadania, Otávio Pedeli; e o coordenador do Instituto Amigos do Fórum Social Mundial de Porto Alegre e do Grupo Executivo de Acompanhamento de Debate (Gead) Envelhecimento da Assembleia Legislativa, Lélio Luzardi Falcão; entre outras lideranças.

Foto: Itamar Aguiar/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/01/2021 0 Comentários 567 Visualizações
Variedades

Pesquisa indica que Bolsa Atleta melhora indicadores sociais familiares e incentiva a permanência do beneficiário no esporte

Por Gabrielle Pacheco 12/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Bolsa Atleta é apontado pelos beneficiados como um programa que ajuda a melhorar a renda mensal. Uma política pública que permite ampliar o acesso do núcleo familiar à educação. Abre oportunidades de lazer, incentiva a persistência na vida esportiva, traz ganhos de moradia, aprimorando a qualidade de vida.

E, na soma dos fatores, o programa, que teve a recomposição orçamentária anunciada nesta quinta-feira, 11, cria condições potenciais para o atleta ampliar sua performance esportiva.

O conjunto dessas hipóteses aparece como resultado de uma pesquisa realizada para uma tese de doutorado prevista para ser defendida em dezembro de 2019 na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

O estudo, conduzido pelo mestre em educação física Philipe Camargo (foto), integra o projeto Inteligência Esportiva, parceria do Ministério da Cidadania com a UFPR para desenvolvimento de estudos.

A sondagem entrevistou mais de três mil bolsistas, de todas as regiões brasileiras e de todas as categorias do programa.

Os números estão em fase final de tabulação e análise, mas já há achados importantes. Quase 80% dos entrevistados concordam com a afirmação de que o programa melhorou sua renda mensal. Outros 66,48% dão suporte à frase de que o Bolsa Atleta aprimorou a qualidade de vida.

Há outros 58,2% que endossam a sentença de que o programa ampliou o acesso dele e/ou de sua família à educação e 46,41% afirmam que o programa ampliou o acesso ao lazer.

Há, ainda, um grupo de 48% que concordaram com a tese de que o programa permitiu melhorar condições de moradia.

Além disso, quando perguntados se a melhoria desses indicadores sociais teria impacto em suas performances esportivas, 88% disseram que concordam integralmente (60%) ou parcialmente (28%).

“Temos um número relevante de atletas que dizem que o programa, ao ampliar a renda mensal, ajuda na saúde, na educação, nas condições de moradia. E, quando tudo isso melhora, isso faz com que cresça a chance de melhores resultados. Embora o benefício não permita a muitos ter exclusividade para treinar, ele pode ser útil para que o acesso a outras áreas sociais seja facilitado. Pode haver críticas ao programa, mas ele facilita o atleta a se manter no universo do esporte competitivo”, afirmou Camargo, de 31 anos.

Segundo o pesquisador, os valores mais baixos das bolsas iniciais (de base, estudantil e até nacional) não impactam necessariamente no desempenho esportivo, mas podem ser diferenciais em outros aspectos ligados à qualidade de vida. “E esse conjunto de variáveis facilita a vida do atleta”, disse.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2019 0 Comentários 469 Visualizações

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