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Oncologia

Saúde

Hospital Moinhos utiliza metodologia da Johns Hopkins em laudos para diagnóstico de câncer

Por Gabrielle Pacheco 30/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma nova oportunidade de cooperação científica entre médicos do Hospital Moinhos de Vento e da Johns Hopkins Medicine está em andamento há cerca de um mês. Equipes dos serviços de Radiologia e da Medicina Nuclear do Moinhos de Vento estão utilizando critérios da instituição americana para estruturar e normatizar o laudo de PET/CT Gálio 68-PSMA. Trata-se de um exame não-invasivo para avaliação e estadiamento da neoplasia de próstata – e que fusiona imagens metabólicas (PET) com imagens tomográficas (CT) para diagnosticar o câncer de próstata. Com extrema precisão, ele é indicado para investigar recidiva bioquímica (elevação do PSA) após tratamento, para diagnosticar metástases e para o estadiamento inicial de neoplasia de alto risco.

Conforme Gabriel B. Grossman, chefe do Serviço de Medicina Nuclear, os médicos do Hospital Moinhos de Vento revisaram a literatura e se reuniram com médicos da Johns Hopkins por meio de teleconferência para discutir os critérios baseados em casos apresentados. Cinco médicos do Moinhos fazem parte da equipe que realiza o PET/CT com PSMA. “Será possível realizar pesquisas em conjunto aplicando os critérios desenvolvidos na instituição americana nos pacientes atendidos aqui. Esses dados serão utilizados em publicações científicas com participação das duas instituições”, explica Dr. Grossman.

De acordo com a médica Alice Schuch, coordenadora do Núcleo de Radiologia Abdominal do Hospital Moinhos de Vento, o PSMA é um radiofármaco específico para detectar as áreas que têm neoplasia de próstata. “A Johns Hopkins fez uma proposta de padronização dos relatórios do PET/CT com PSMA, chamada de PSMA-RADS, para que se classifique o grau de probabilidade das lesões serem neoplásicas”, observa Dra. Alice.

O oncologista Pedro Isaacsson Velho, que compõe a equipe pesquisadora, destaca que o Moinhos passa a utilizar da metodologia PSMA RADS criada pela Johns Hopkins, a mesma instituição que desenvolveu o PET/CT com PSMA. “Os avanços são imensos. Os laudos ganham ainda mais confiabilidade e reprodutibilidade. Além disso, agora estamos prontos para colaborações em pesquisa entre as duas instituições”, conclui Dr. Pedro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2020 0 Comentários 688 Visualizações
Variedades

Tecnologias que são o futuro da Oncologia serão discutidas em evento do Hospital Moinhos

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em vez de um procedimento invasivo, uma biópsia líquida. A análise de fluídos corporais, como amostras de sangue, permite acompanhar, em alguns casos, o avanço de tumores nos pacientes, trazendo impactos no tratamento do câncer. Essa tecnologia inovadora aponta para o futuro da Oncologia — e será tema de evento do Hospital Moinhos de Vento, nesta terça-feira (28), às 19h.

O encontro online abordará a “aplicação das análises de DNA tumoral circulante na caracterização do câncer”, e integra o ciclo de palestras do Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Moinhos, que está discutindo temas relevantes da pesquisa clínica em Oncologia. O evento terá a participação de Alessandro Leal, médico oncologista responsável pela área de Medicina de Precisão do Hospital Israelita Albert Einstein.

“A biópsia líquida e a análise do DNA tumoral circulante são maneiras dos oncologistas observarem alterações moleculares do tumor, de forma precoce, específica e profunda. Esse é o futuro da medicina personalizada, para melhorar a terapia dos pacientes”, destaca o oncologista Pedro Isaacsson, coordenador médico de Pesquisa em Oncologia do Hospital Moinhos de Vento.

Essa tecnologia está sendo implementada na instituição, com a construção de um laboratório de biologia molecular. As inscrições para a palestra podem ser feitas no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2020 0 Comentários 543 Visualizações
Saúde

Em marco histórico, SUS incorpora primeira imunoterapia para câncer a pedido da SBOC

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi anunciado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (CONITEC), órgão do Ministério da Saúde, a recomendação favorável para a incorporação da primeira imunoterapia para o tratamento de pacientes com melanoma metastático no Sistema Público de Saúde (SUS). Desde 2016, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) vem concentrando seus esforços para a introdução de imunoterápicos no SUS e, mesmo com o posicionamento inicial contrário da CONITEC, a Sociedade continuou honrando seu compromisso de defender o bem-estar dos pacientes e a boa prática oncológica.

De acordo com o Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente para Ensino da Oncologia da SBOC, que vem a frente da defesa pela imunoterapia no SUS, a conquista é um grande passo para quem depende da rede de saúde pública, além de ser uma questão de justiça social. “Os pacientes ficam à mercê de um tratamento quimioterápico-padrão que não só é pouco eficaz contra o melanoma avançado, mas também prejudica consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes, por conta de efeitos colaterais bastante severos”. No sistema privado, os tratamentos que permitem aos pacientes um aumento considerável de sobrevida, como a imunoterapia e a terapia-alvo, estão disponíveis desde janeiro de 2018.

Isso abre caminho para que hospitais públicos de todo o país finalmente possam tratar os pacientes de forma efetiva e segura contra tumores mais agressivos. “Para se ter uma ideia, a chance de um paciente com melanoma metastático estar vivo em três anos com a quimioterapia oferecida pelo SUS é de 10% a 12%. Esse número chegou a quase 60% com combinação de imunoterapias. Ou seja, os pacientes que antes viviam de 6 a 9 meses, hoje podem viver até mais de 5 anos e, em alguns casos, atingir a cura”, aponta Dr. Munhoz, enfatizando a importância do acesso ao tratamento imunoterápico para todos. “Agora, um importante avanço da ciência oncológica, que já era disponível a poucos pacientes, pode chegar à população de forma mais justa. Continuaremos lutando para que tratamentos dignos sejam ofertados aos brasileiros”, completa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a imunoterapia é considerada “medicamento essencial” para o tratamento de melanoma metastático desde agosto de 2019. Esse título implica na responsabilidade de proporcionar esse medicamento aos pacientes de todos os países membros das Nações Unidas, incluindo o Brasil. Por isso, a conquista da SBOC é um marco histórico, capaz de abrir portas a novos avanços no SUS. É resultado da atuação da entidade ao longo dos anos, que trabalhou não somente envolvendo evidências científicas do potencial terapêutico da imunoterapia, mas também um trabalho sobre a custo-efetividade dos medicamentos.

Vale destacar que, com a posicionamento contrário da CONITEC no relatório inicial para a incorporação das imunoterapias no SUS, a SBOC não só participou como recomendou à população a participar da consulta pública aberta pelo órgão em janeiro deste ano, quando o assunto em questão foi avaliado e as contribuições poderiam interferir positivamente na recomendação final da instituição. Esse esforço conjunto resultou em mais de 2.200 contribuições a favor da incorporação dos novos medicamentos no Sistema Público de Saúde, reforçando a necessidade da oferta digna e igualitária de tratamento para todos.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende que as necessidades dos pacientes devem estar em primeiro lugar e, por isso, é fundamental viabilizar o acesso desses tratamentos para os pacientes do SUS. “O parecer favorável da CONITEC é o primeiro passo para que o tratamento seja disponibilizado pelo SUS, esperamos que as autoridades envolvidas no processo atuem de forma vigorosa para garantir o acesso do paciente com melanoma a um tratamento que pode ser decisivo em sua vida. A SBOC seguirá atuante para que isso se torne realidade o quanto antes, de forma rápida e efetiva”, garante Dr. Munhoz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 586 Visualizações
CidadesSaúde

Pacientes de Novo Hamburgo, Estância Velha e Ivoti terão atendimento em radioterapia na Oncologia Centenário

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Oncologia Centenário, que há mais de 18 anos é referência no atendimento de pacientes privados , a partir deste mês abre suas portas para o tratamento em radioterapia aos usuários do SUS. Devem ser atendidos, em média, 45 pacientes de Novo Hamburgo, Estância Velha e Ivoti por mês. “Mais uma vez mostramos na prática que a saúde é área fundamental em nossa gestão. Além de investimentos na melhoria da estrutura em Novo Hamburgo, sempre buscamos serviços e mecanismos que facilitem a vida de nossos pacientes”, destaca a prefeita Fátima Daudt. “Agora, eles não precisam mais ir até Porto Alegre, bem mais longe. O atendimento é ali na Oncologia Centenário, que fica próximo ao Hospital Centenário em São Leopoldo”, acrescenta Fátima.

A prefeita enfatiza que a mudança de endereço de Porto Alegre para São Leopoldo é graças ao esforço do secretário de Saúde de Novo Hamburgo, Naasom Luciano, e do deputado federal Lucas Redecker. Atualmente, a Oncologia Centenário atende, mensalmente, 1.966 pacientes vindos de outros 18 municípios dos Vales do Sinos, Caí e Paranhana em radioterapia (145), quimioterapia (958) e consultas médicas (863).

A ampliação do serviço para esses três municípios mostra que planejamento e ações bem estruturadas podem, sim, reduzir o sofrimento com encurtamento de distâncias. “Não poderíamos nos conformar com pacientes tendo de sair de Novo Hamburgo e das cidades vizinhas para fazer o tratamento em Porto Alegre, sabendo que perdem horas e horas do dia em deslocamentos e de espera para uma sessão de radioterapia que dura, no máximo, oito minutos, sem falar dos efeitos colaterais após a sessão”, destaca Naasom Luciano, que desde o ano passado, junto com o deputado Redecker realizou diversas reuniões com o diretor da Oncologia Centenário, Adalberto Broecker Neto, e com órgãos de Saúde para que o serviço de radioterapia fosse disponibilizado o mais próximo possível para os pacientes.

Investimento

“Saúde é isso: investimento todos os dias, o tempo todo. Esta parceria com a Oncologia Centenário favorece a economicidade do dinheiro público, pela regionalização que está balizada na política do SUS, passando também pela integridade, dos nossos pacientes, com uma melhor qualidade de atendimento e conforto”, acrescenta o secretário. Conforme ele, pela Resolução nº 064/20, da Comissão Intergestores Bipartite/RS, ficou estabelecido o remanejo, a contar da competência abril (5ª parcela de 2020) do valor mensal de R$ 92.027,00 ao Fundo Municipal de Saúde de São Leopoldo para a prestação do serviço de radioterapia.

Naasom explica que a radioterapia na Oncologia Centenário se restringe a Novo Hamburgo, Estância Velha e Ivoti e que Campo Bom e Dois Irmãos seguem tendo Porto Alegre como referência neste serviço. Segundo ele, isso se dá porque a organização do acesso e dos atendimentos entre os estabelecimentos de prestação de serviços são definidos e regulados pelas respectivas Secretarias de Saúde. Ou seja, cada município possui autonomia de escolher onde os seus pacientes devem ser tratados. Quanto ao tratamento quimioterápico, o Hospital Regina continua como referência para Novo Hamburgo, Ivoti, Dois Irmãos, Campo Bom e Estância Velha.

Atendimento

Com uma população assistida de 937.965.pessoas (somando os 21 municípios) e prestadora da rede Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia), a Oncologia Centenário é o único centro integrado da região na prestação de serviços de radioterapia e quimioterapia. Os pacientes, sejam eles do SUS, convênios ou particulares tem à disposição o que existe de mais moderno para o tratamento de diversos tipos de câncer. “Para nós, esta parceria é comemorável. Somos referência no tratamento do câncer e oferecemos um atendimento universalizado e humanizado. Aqui, todos utilizam os mesmos espaços e são atendidos por uma equipe altamente qualificada e treinada”, afirma o oncologista Adalberto Broecker Neto. E, segundo ele, os cuidados e atenção não se limitam ao paciente, mas também a seus familiares, igualmente fragilizados pela doença. Com capacidade para atender 240 pacientes por dia, a parte estrutural de 2,5 mil quadrados – são 22 espaços na ala de quimioterapia e 16 na ala de radioterapia, que abrigam consultórios, salas de exames clínicos, postos de atendimento simultâneo – está bem dimensionada para o momento e para os próximos anos.

Tecnologia

Com uma equipe multidisciplinar de médicos oncologistas clínicos, radioterapeutas e físicas, a Oncologia Centenário acompanha todas as atualizações dos tratamentos radioterápicos e quimioterápicos para levar ao paciente o que há de mais moderno no combate ao câncer, mas principalmente técnicas com precisão e menos invasivas que preservem os órgãos não afetados pela doença e asseguram a qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduzem o tempo de tratamento. Para isso, a clínica investiu em equipamentos modernos de radioterapia guiada por imagem, como o Image Guided Radio Therapy (IGRT),Radiocirurgia e Arcoterapia Volumétrica Modulada (VMAT). “Nos últimos anos, a evolução das técnicas mudou até mesmo a forma de as pessoas falarem sobre a doença, cujas chances de curabilidade aumentam cada vez mais”, afirma o oncologista Adalberto Broecker Neto, acrescentando que a doença era escondida, tinha-se medo até de pronunciar a palavra câncer, hoje visto como mais rotineira. “O prognóstico do infarto é pior, pois câncer tem cura, infarto não”, complementa.

Além de tratamentos com as modernas tecnologias, a Oncologia Centenário não deixa de investir em responsabilidade social. Diversas atividades são desenvolvidas todos os anos com o propósito de agregar e estimular os pacientes da clínica ou não, como Oficinas de Maquiagem e de Lenços, apresentação de balé e jazz, parcerias com a Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Leopoldo e AMO Criança, de Novo Hamburgo. Além disso investe na formação de profissionais através do Centro de Treinamento de Técnicos de Radioterapia, Capacitação Enfermagem e no Jovem Aprendiz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2020 0 Comentários 597 Visualizações
Saúde

Oncologia do Hospital Centenário adota medidas para proteger pacientes

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mesmo em tempos de pandemia, a Oncologia Centenário não pode parar. A clínica, localizada em São Leopoldo e referência na América Latina, recebe mensalmente 145 pacientes para tratamentos de radioterapia, 958 para tratamentos de quimioterapia e 863 para consultas médicas vindos de 18 municípios. “O tratamento oncológico precisa prosseguir. Estamos atendendo normalmente, realizando as sessões de radioterapia e quimioterapia”, avisa o diretor e doutor Adalberto Broecker Neto, observando que “o paciente não pode interromper o tratamento, que é fundamental na luta para combater o câncer e se manter vivo”. Além dos pacientes que são orientados sobre a importância de não abandonarem o tratamento,o Centro de Câncer Centenário também fez contato com as secretarias municipais de saúde para informar que está recebendo novos pacientes que tenham descoberto câncer neste período.

Como os pacientes oncológicos estão no grupo de risco do Covid-19 e precisam permanecer saudáveis, foram adotadas medidas para diminuir a circulação de pessoas e proteger os que precisam seguir o tratamento. É o caso das consultas de revisões. Ou seja, de pacientes que terminaram o tratamento. “Neste momento de pandemia, nossa equipe médica faz o acompanhamento por telefone. E, caso este paciente monitorado à distância apresente sintomas ou algo sugestivo que a doença voltou ele retornará ao fluxo de atendimento normal”, explica o oncologista.

Dentre as medidas de prevenção, está a recomendação daSociedade Brasileira de Oncologia sobre a redução de acompanhantes. Desta forma, foi restringido a um acompanhante para os pacientes que precisam iniciar ou prosseguir com o tratamento de quimioterapia ou radioterapia. O diretor Broecker Neto, ressalta ainda que a clínica investiu em Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), necessários para reforçar a segurança dos pacientes e dos funcionários, que trabalham em conjunto para promover um serviço de excelência, marcado por uma assistência de qualidade e humanizada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2020 0 Comentários 741 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento amplia serviços de oncologia

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de um investimento de R$ 8 milhões, o Hospital Moinhos de Vento poderá atender mais pacientes, em menos tempo e com maior precisão em seu Centro de Oncologia Lydia Wong Ling. A instituição conta agora com um novo acelerador linear TrueBeam, equipamento utilizado em diversas técnicas de radioterapia e radiocirurgia. Com ele, pacientes com câncer têm à disposição técnicas que reduzem o desconforto, além de garantir irradiação mais precisa, protegendo órgãos e tecidos próximos aos atingidos.

A ampliação dos serviços foi apresentada em evento nesta terça-feira (9), no auditório Anfiteatro Schwester Hilda Sturm. O superintendente executivo do hospital, Mohamed Parrini, destacou os investimentos constantes em tecnologia.

“Mesmo em um serviço de excelência como o que já prestamos, há muito espaço para avançar. O primeiro TrueBeam que adquirimos completou três anos em funcionamento aqui e os impactos positivos desse sistema no tratamento dos pacientes, aliado à qualificação da equipe e outras melhorias de gestão, já alcançaram reconhecimento dentro e fora do país”, ressaltou. Estudo publicado pelo Clinical Journal of Oncology Nursing mostrou uma redução de 24 para 14 dias entre o diagnóstico da doença e o início do tratamento no Moinhos de Vento.

No evento, especialistas da instituição falaram sobre o trabalho desenvolvido nos últimos anos, demonstrando os impactos nas taxas de sobrevida dos pacientes. Foram explanados dois casos de pacientes que não apresentaram nenhum efeito colateral às técnicas utilizadas no HMV. Um debate com a participação de profissionais do Moinhos e de Samir Abdallah Hanna, doutor em Medicina pela Universidade São Paulo (USP), também abordou os avanços na área.

“Importante destacar que o Hospital Moinhos de Vento não deixa nada a desejar a nenhum centro de tratamento de câncer do mundo”, reforçou Hanna, que é radio-oncologista do Hospital Sírio-Libanês.

Para o superintendente médico do Hospital Moinhos de Vento, Luiz Antonio Nasi, foram as novas tecnologias e a constante qualificação dos profissionais que permitiram que a radioterapia alcançasse resultados importantes no tratamento e na cura de tumores.

“É isso que estamos fazendo aqui: buscando incansavelmente melhores resultados. E, principalmente, proporcionar aos paciente com câncer todas as técnicas de tratamento oncológico, como cirurgia, radioterapia, imunoterapia, aumentando as chances de cura e de preservação da qualidade de vida”, concluiu. O secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, prestigiou o evento.

Segundo ele, “quando um hospital se torna uma referência em atendimento médico, isso desenvolve a cidade”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2019 0 Comentários 465 Visualizações
Saúde

Imunoterapia renova esperanças de pacientes com câncer

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Considerado o maior avanço dos últimos anos no tratamento do câncer, de acordo com a Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO – American Society of Clinical Oncology), a Imunoterapia ainda é recente no país. As primeiras drogas só tiveram aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2011, mas ela já é considerada uma revolução no tratamento contra o câncer.

O Dr. Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética do Grupo Oncoclínicas, que atua diretamente no acompanhamento dos estudos e análises que ditam as principais inovações no protocolo para tratamento oncológico mundial, explica que é cedo para afirmar que a imunoterapia seria a chave para a cura do câncer. De toda forma, os passos já trilhados são observados com otimismo e lançam boas perspectivas para tratamentos de cânceres metastáticos.

“Mesmo havendo um longo caminho e muitas variáveis a serem avaliadas no que diz respeito às indicações da imunoterapia, ela pode ser tratada como uma abordagem promissora que pode beneficiar diversos pacientes”, ressalta o médico.

Segundo Dr. Bernardo, “a imunoterapia, é a estratégia em que medicamentos podem estimular o sistema imunológico do próprio paciente a reconhecer as células cancerosas como invasoras e combate-las. Mais recentemente, estratégias em que as próprias células do paciente são modificadas fora do corpo para atacarem as células cancerosas tem se mostrado muito promissoras, especialmente em canceres do sangue (mieloma, leucemias e linfomas)”, explica ele.

A imunoterapia geralmente é bem mais tolerada pelo organismo do que a quimioterapia, mas por ser uma terapia que altera o sistema imunológico, pode gerar algumas doenças autoimunes, como dermatites ou vitiligo. Alguns pacientes podem ter efeitos mais intensos como colite, hepatite ou pneumonite, mas estes efeitos podem ser revertidos com a parada da medicação e até com a introdução de corticoide.

É importante que os profissionais que tomam conta de pacientes que recebem imunoterapia estejam preparados para reconhecer precocemente esses efeitos colaterais antes que eles se tornem graves demais. “À medida que esse tratamento for mais utilizado, vamos aprender a gerenciar rapidamente essas reações”, afirma o médico.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/05/2019 0 Comentários 518 Visualizações
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