Foi confirmada a sexta morte por coronavírus em Campo Bom. A vítima era uma mulher de 74 anos que sofreu um traumatismo cranioencefálico e estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sapiranga, onde foi diagnosticada com Covid-19 e faleceu na madrugada de terça-feira, 23.
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Campo Bom está com 157 casos confirmados de coronavírus. O número contabiliza os dados da Prefeitura até esta terça-feira, 23. Destes, 88 estão em isolamento domiciliar, 56 receberam alta, oito estão hospitalizados (cinco no Hospital Lauro Reus; um na Santa Casa, em Porto Alegre; um no Hospital Regina e um no Hospital Universitário da Ulbra, em Canoas) e cinco vieram a óbito. O quinto caso de morte por Covid-19 foi confirmado no fim da tarde desta terça-feira, quando o governo do Estado incluiu na sua estatística o caso de uma paciente de 34 anos que morreu na última quinta-feira, com várias outras comorbidades graves e que foi testada positiva para coronavírus. Nesta terça-feira, 23, foram confirmados 11 casos novos de Covid-19 em pacientes com idade entre 19 e 57 anos. Há ainda 48 casos suspeitos, enquanto 797 foram descartados.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Campo Bom registra a segunda morte por Covid-19. Trata-se de um homem de 79 anos, paciente com câncer de pulmão, que foi diagnosticado com coronavírus e faleceu nesta terça-feira, 16, em um hospital da rede privada de Novo Hamburgo.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
São Leopoldo tem 101 pessoas com o vírus da Covid-19 ativo. O dado foi divulgado nesta segunda-feira, 15, no boletim da Prefeitura. O número foi atualizado às 19h. Outras 82 pessoas aguardam o resultado do teste em isolamento. Já tiveram resultado positivo 476 dos 2.775 testes realizados no Município. Cinco óbitos aconteceram devido ao coronavírus. A última ocorrência de falecimento é do dia 9. O Hospital Centenário tem sete pacientes na UTI e cinco pacientes clínicos na área Covid-19.
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São Leopoldo já confirmou 369 casos de coronavírus. Nesta segunda-feira, 8, haviam 112 pessoas com o vírus ativo na cidade. Sete pacientes estão internados na área Covid-19 do Hospital Centenário, dois deles na UTI. A cidade já realizou 2.389 testes. Três óbitos ocorreram desde o início da pandemia, o primeiro em 9 de abril, o segundo em 29 de maio e o terceiro em 2 de junho. As informações foram divulgadas nesta terça-feira, 9, no relatório atualizado pela Prefeitura.
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A Secretaria Municipal de Saúde (Sesa) montou e capacitou equipes para acompanhar o manejo de corpos de pessoas com suspeita de Covid-19 ou com a doença confirmada, que vierem a morrer em casa ou na rua. São quatro grupos, compostos por enfermeiros, técnicos em enfermagem e motoristas.
Conforme uma das enfermeiras responsáveis, Josiane Gass, os profissionais receberam treinamento para atender e se paramentar de forma segura. A equipe plantonista será acionada por meio do Samu. “Faremos recolhimento do corpo e, se necessário, testagem e tamponamento, seguindo todos os protocolos do Ministério da Saúde.”
O antigo Instituto Médico Legal (IML), em frente ao Cemitério Municipal, foi transformado em um necrotério. A reforma ficou pronta nesta semana. De acordo com a diretora da Sesa, Raquel Rozeno, o espaço será destinado ao manejo dos corpos recolhidos pela equipe móvel da secretaria. Até hoje, não houve nenhum recolhimento de vítima.
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Um total de 27,9% dos registros de óbitos feitos pelos Cartórios de Registro Civil do Rio Grande do Sul, desde a primeira morte por COVID-19, no dia 16 de março, teve como local de morte o domicílio do falecido. Os dados fazem parte do novo módulo do Portal da Transparência do Registro Civil, que disponibiliza as informações com base no local de falecimento atestado pelos médicos.
O Portal também mostra que, em comparação com o mesmo período de 2019 – entre 16 de março e 30 de abril – foi registrado um aumento de 17,5% no número de mortes em domicílio em todo o estado. Foi registrado, também, o aumento de mortes em domicílios por Insuficiência Respiratória, Septicemia, causas Indeterminas e Demais Óbitos por causas naturais: somados, em 2019 foram 1.982 óbitos; em 2020 passou para 2.323, um aumento de 17%.
Com esta atualização, o Portal da Transparência, que até esta quinta-feira (07.05) contabilizava 9.228 mortes suspeitas ou confirmadas por COVID-19 em todo o Pais, passa a disponibilizar informações sobre o local de falecimento constante nas Declarações de Óbitos, segmentados por Hospital, Domicílio, Via Pública e Outros.
Porto Alegre também registrou aumento nos óbitos em domicílio nos casos de pneumonia (de 8, em 2019, para 11, em 2020), septicemia (de 3, em 2019, para 9, em 2020) e demais óbitos (de 218, em 2019, para 263, em 2020). A capital gaúcha reúne 12 dos 81 registros de óbitos por Covid-19 no Rio Grande do Sul.
“O Registro Civil está presente na vida de todo o cidadão, desde o nascimento, casamento, até o falecimento. É triste, que neste momento, tenhamos que estar registrando tantos óbitos por COVID-19, mas seguimos fortes, auxiliando a população e poder público no que estiver ao nosso alcance”, destaca o presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Rio Grande do Sul (Arpen/RS), Arioste Schnorr.
As novas informações sobre local de morte se juntam à possibilidade de consulta de óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), Pneumonia, Septicemia, Insuficiência Respiratória e Causas Indeterminadas, possibilitando a comparação com o total de óbitos por causas naturais registrados pelos Cartórios em todo o Brasil, com recortes estaduais, municipais e por períodos determinados, sendo também possível a comparação dos dados de óbitos nos anos de 2019 e 2020.
Entre os estados, comparando-se o total de mortes em domicílio no mesmo período dos anos de 2019 e 2020, o Amazonas é aquele que registrou o maior aumento: 149%. Na sequência, está o Rio de Janeiro, com um aumento de 40,6%, seguido pelo Distrito Federal com 31,1%, Paraná, com 21,8% e Pernambuco, com 20,3%. Já o estado de São Paulo registrou, em 2020, um aumento de 14,5% no número de mortes em domicílio em relação ao mesmo período de 2019.
Prazos do Registro
Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do País, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.
Isto por que a Lei Federal 6.015 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devem enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito. Portanto, o portal que é atualizado dinamicamente
A Covid-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou mais de 265 mil mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre – todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados. Segundo dados do Ministério da Saúde 86% dos casos de Covid-19 não apresentam sintomas. Para garantir o diagnóstico, são necessários testes específicos, que estão cada vez mais escassos nos postos de atendimento.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Um total de 27% dos registros de óbitos feitos pelos Cartórios de Registro Civil do Rio Grande do Sul, desde a primeira morte por Covid-19, no dia 16 de março, teve como local de morte o domicílio do falecido. Os dados fazem parte do novo módulo do Portal da Transparência do Registro Civil, lançado na última quinta-feira, 7, que disponibiliza as informações com base no local de falecimento atestado pelos médicos, e que está disponível no endereço Covid Registral.
O Portal também mostra que, em comparação com o mesmo período de 2019, foi registrado um aumento de 17,5% no número de mortes em domicílio em todo o estado. Foi registrado, também, o aumento de mortes em domicílios por Insuficiência Respiratória, Septicemia, causas Indeterminas e Demais Óbitos por causas naturais: somados, em 2019 foram 1.982 óbitos; em 2020 passou para 2.323, um aumento de 17%.
Com esta atualização, o Portal da Transparência, que até esta quinta-feira contabilizava 9.228 mortes suspeitas ou confirmadas por Covid-19 em todo o Pais, passa a disponibilizar informações sobre o local de falecimento constante nas Declarações de Óbitos, segmentados por Hospital, Domicílio, Via Pública e Outros.
Porto Alegre também registrou aumento nos óbitos em domicílio nos casos de pneumonia (de 8, em 2019, para 11, em 2020), septicemia (de 3, em 2019, para 9, em 2020) e demais óbitos (de 218, em 2019, para 263, em 2020). A capital gaúcha reúne 12 dos 81 registros de óbitos por Covid-19 no Rio Grande do Sul.
“O Registro Civil está presente na vida de todo o cidadão, desde o nascimento, casamento, até o falecimento. É triste, que neste momento, tenhamos que estar registrando tantos óbitos por Covid-19, mas seguimos fortes, auxiliando a população e poder público no que estiver ao nosso alcance”, destaca o presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Rio Grande do Sul (Arpen/RS), Arioste Schnorr.
As novas informações sobre local de morte se juntam à possibilidade de consulta de óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), Pneumonia, Septicemia, Insuficiência Respiratória e Causas Indeterminadas, possibilitando a comparação com o total de óbitos por causas naturais registrados pelos Cartórios em todo o Brasil, com recortes estaduais, municipais e por períodos determinados, sendo também possível a comparação dos dados de óbitos nos anos de 2019 e 2020.
Entre os estados, comparando-se o total de mortes em domicílio no mesmo período dos anos de 2019 e 2020, o Amazonas é aquele que registrou o maior aumento: 149%. Na sequência, está o Rio de Janeiro, com um aumento de 40,6%, seguido pelo Distrito Federal com 31,1%, Paraná, com 21,8% e Pernambuco, com 20,3%. Já o estado de São Paulo registrou, em 2020, um aumento de 14,5% no número de mortes em domicílio em relação ao mesmo período de 2019.
Prazos do Registro
Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do País, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.
Isto por que a Lei Federal 6.015 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devem enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito. Portanto, o portal que é atualizado dinamicamente
A Covid-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou mais de 265 mil mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre – todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados. Segundo dados do Ministério da Saúde 86% dos casos de Covid-19 não apresentam sintomas. Para garantir o diagnóstico, são necessários testes específicos, que estão cada vez mais escassos nos postos de atendimento.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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