Com a missão de produzir conhecimento e valorizar a história de Gramado, a casa de pedras localizada na Rua São Pedro, 347, hoje denominada Museu Municipal Professor Hugo Daros, guarda em seu interior boa parte da história do município. O museu, que foi criado na década de 80, tem como principal objetivo documentar, preservar, conservar e comunicar a história de Gramado e das pessoas que fizeram parte de sua construção.
O acervo, composto por fotografias e por itens de pessoas que fazem parte da história de Gramado, começou a surgir antes mesmo da criação do museu, durante uma gincana municipal realizada na década de 70. Atualmente, novos itens são agregados ao acervo através de doações da comunidade. “Percebemos que após a pandemia as pessoas se reconectaram com suas origens e passaram a nos procurar mais. Esse contato com os gramadenses é muito importante porque as pessoas nos trazem suas histórias e doam materiais com enorme valor histórico”, afirma o museólogo da Prefeitura de Gramado e responsável pelo museu, Márcio Dillmann Carvalho.
O patrono do museu, professor Hugo Daros, foi um exemplo de participação humanitária, política, cultural, esportiva e educacional em Gramado. Ele também é considerado o primeiro historiador da cidade. No museu, é possível encontrar itens que pertenceram ao professor, como seu título de eleitor e materiais que eram usados em seu escritório.
O Museu Professor Hugo Daros tem entrada gratuita e seu funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h45 e das 13h30 às 17h45.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria


Para acessar a exposição “Memórias e Histórias da Emancipação” do Arquivo Público Municipal de Novo Hamburgo, basta acessar o link




Com diversas atrações, constam ainda na programação uma Mostra de Cinema e Direitos Humanos; Recital de Piano com Mariaclara Welker; duas atividades de Educação Patrimonial, sendo uma Palestra com o historiador Rodrigo Santos e uma Oficina com a arquiteta e urbanista Suzana Vielitz de Oliveira; apresentação de Teatro de Sombras: “Criaturas da Literatura”, com a Cia Teatro Lumbra; e mais duas Exposições de Arte: “No Ano da Peste”, uma série de interpretações fotográficas sobre obras de arte de Dora e Lise Lampert; e “(Se)Deslembro (Re)Significo”, uma sequência de pinturas acrílicas sobre tela do artista hamburguense Leonardo Lessa.


Inaugurada em 1880, a Antiga Matriz foi o centro de todos os acontecimentos religiosos e festivos da comunidade católica de Dois Irmãos até 1975, quando foi desativada como templo religioso e substituída por uma nova construção. Iniciava-se ali a mobilização para impedir sua destruição. Em 1982, um abaixo-assinado com quase mil assinaturas solicitava o tombamento como Patrimônio Cultural do Estado, o que ocorreu em agosto de 1984. A incorporação do prédio ao Município de Dois Irmãos se consolidou em 1991, através de uma permuta da Prefeitura com a Mitra Diocesana.



