Em parceria com o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (Apers), o Arquivo Público Municipal de Novo Hamburgo promove a exposição virtual “Memórias e Histórias da Emancipação”. A atividade online ocorre dentro da programação da exposição “Caminho dos Arquivos”, que começou nesta segunda-feira, 6 de junho, e segue até sexta-feira (10), em alusão ao Dia Internacional dos Arquivos, celebrado em 9 de junho.
Para acessar a exposição “Memórias e Histórias da Emancipação” do Arquivo Público Municipal de Novo Hamburgo, basta acessar o link ww.apers.rs.gov.br/inicial.
A Exposição
Novo Hamburgo possuía cerca de 8.500 habitantes na época da sua emancipação, em 1927 (a emancipação ocorreu dia 5 de abril daquele ano). Conforme o IBGE (2010), era o menor município do Brasil, em área territorial. O progresso da cidade, mesmo nessa condição de menor município, é um indicativo de como a identidade hamburguense era representada.
O Arquivo Público Municipal em conjunto com a Secretaria Municipal de Cultura, em alusão às festividades dos 95 anos de emancipação política e administrativa de Novo Hamburgo, organizou em um breve recorte cronológico que, indo da carta escrita a Borges de Medeiros buscando a emancipação e chegando ao primeiro aniversário da cidade, faz um pequeno percurso através de registros e nos mostra e conta um pouco da história da cidade em seus primórdios e de seus personagens.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria





Com diversas atrações, constam ainda na programação uma Mostra de Cinema e Direitos Humanos; Recital de Piano com Mariaclara Welker; duas atividades de Educação Patrimonial, sendo uma Palestra com o historiador Rodrigo Santos e uma Oficina com a arquiteta e urbanista Suzana Vielitz de Oliveira; apresentação de Teatro de Sombras: “Criaturas da Literatura”, com a Cia Teatro Lumbra; e mais duas Exposições de Arte: “No Ano da Peste”, uma série de interpretações fotográficas sobre obras de arte de Dora e Lise Lampert; e “(Se)Deslembro (Re)Significo”, uma sequência de pinturas acrílicas sobre tela do artista hamburguense Leonardo Lessa.


Inaugurada em 1880, a Antiga Matriz foi o centro de todos os acontecimentos religiosos e festivos da comunidade católica de Dois Irmãos até 1975, quando foi desativada como templo religioso e substituída por uma nova construção. Iniciava-se ali a mobilização para impedir sua destruição. Em 1982, um abaixo-assinado com quase mil assinaturas solicitava o tombamento como Patrimônio Cultural do Estado, o que ocorreu em agosto de 1984. A incorporação do prédio ao Município de Dois Irmãos se consolidou em 1991, através de uma permuta da Prefeitura com a Mitra Diocesana.





