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Cultura

Comitiva que representou o Festival de Gramado na 74ª Berlinale retorna com novidades

Por Jonathan da Silva 27/02/2024
Por Jonathan da Silva

A comitiva enviada pelo Festival de Gramado ao Festival Internacional de Cinema de Berlim, retorna ao Brasil após o encerramento da 74ª edição do festival alemão no último domingo (25). A delegação gramadense traz novidades, como a presença da Diretora Executiva do Berlinale, Mariëtte Rissenbeek, na próxima edição do festival gaúcho e a contratação de Luciana Dolabella para o posto de consultora internacional.

A delegação enviada pelo Festival de Cinema de Gramado a Berlim teve foco em representações de três eixos: institucional, com a presença da presidente da Gramadotur, autarquia municipal responsável pela realização dos eventos da cidade, Rosa Helena Volk, e da diretora de eventos Tatiana Ferreira; de mercado, pela coordenadora do Conexões Gramado Film Market, Gisele Hiltl; e da curadoria, representada por Marcos Santuario.

Para Rosa Helena, foi tempo de criar novos vínculos. Um deles foi a contratação de Luciana Dolabella. A produtora, formada pela German Film and Television Academy, ocupará o cargo de Consultora Internacional. “Estivemos com representantes, autoridades e profissionais do audiovisual. Essa vivência nos permitiu conhecer pessoas de extrema relevância para o cinema mundial e o espaço para construir novos laços. Luciana é um desses vínculos que forjamos em Berlim”, destaca.

Ainda durante a 74ª Berlinale, ficou confirmado que a Diretora Executiva do evento, Mariëtte Rissenbeek, estará presente durante o 52º Festival de Gramado. Responsável por diversas mudanças estruturais no evento, a holandesa possui mais de três décadas de trabalho como distribuidora de filmes na Alemanha, além de atuar como produtora de filmes, de programas de televisão e peças de teatro.

Diretora Executiva do Berlinale, Mariëtte Rissenbeek

Do ponto de vista curatorial, a experiência em outros festivais, nacionais ou internacionais, é considerada sempre agregadora. Para Marcos Santuario, curador do Festival de Gramado, esses encontros geram oportunidade para ampliar relações com a cadeia de produção do mercado audiovisual. “Voltamos da Alemanha com nossa relação ainda mais fortalecida e compreendida. Pudemos estabelecer importantes conexões com realizadores de todo o mundo, além de debatermos o reflexo de suas obras no Brasil”, salienta.

Santuario também reforça a potência do cinema brasileiro em Berlim. “Tivemos importantes momentos para a nossa produção em Berlim. Juliana Rojas ganhou Melhor Direção na Mostra Encounters, enquanto a coprodução produzida por Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho se consagrou com o Prêmio Fipresci de Melhor Filme”. Segundo o curador, além da possibilidade de assistir aos filmes, também foi possível encontrar os realizadores: “Mais do que assistir aos filmes, é importantíssimo poder conversar com as equipes. Já temos muitos filmes interessados em se inscrever para Gramado, por exemplo. Iniciamos conversas sobre premiers mundiais, de maneira hors concours, tanto de filmes quanto de séries”, enfatiza.

A 52ª edição do Festival de Cinema de Gramado ocorrerá entre os dias 9 e 17 de agosto.

Fotos: Divulgação e Berlinale/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2024 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Macromix Portão será opção para cidades vizinhas

Por Stephany Foscarini 11/05/2022
Por Stephany Foscarini

No próximo dia 26 de maio, a cidade de Portão ganha uma loja do Macromix Atacado. O empreendimento tem 7.700m² de área total e 3.100m² de área de venda. Localizado na ERS-240, no trevo de entrada da cidade, a rede será uma opção não só para os moradores locais, mas também para os de cidades vizinhas.

A localização é, sem dúvidas, um dos pontos que merece destaque nesta nova loja. Não somente Portão, mas Estância Velha, São Sebastião do Caí, São Vendelino e até Novo Hamburgo e São Leopoldo ganham uma nova opção de compra. Pensamos a localização na entrada da cidade justamente para abastecer essas localidades”.

“A localização é, sem dúvidas, um dos pontos que merece destaque nesta nova loja. Não somente Portão, mas Estância Velha, São Sebastião do Caí, São Vendelino e até Novo Hamburgo e São Leopoldo ganham uma nova opção de compra. Pensamos a localização na entrada da cidade justamente para abastecer essas localidades”, explica Eloi Zagonel, Superintendente de Atacarejo da UnidaSul, holding que administra o Macromix.

Exemplo dessa facilidade está nos deslocamentos. O Macromix Portão está há 8 minutos do Arroio da Manteiga (São Leopoldo), 12 minutos do bairro Boa Saúde (Novo Hamburgo), 10 minutos do Centro de Estância Velha e 15 minutos de Capela de Santana, por exemplo. “Além disso, teremos um amplo mix de produtos, com 11 mil itens, para atender os moradores e negócios de todas essas cidades. É um mix que não é encontrado nessa região e vamos conseguir atender”, conclui o gestor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2022 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

5 tendências para as empresas em 2022

Por Stephany Foscarini 15/01/2022
Por Stephany Foscarini

Todo início de ano é comum termos acesso a listas que buscam identificar e revelar as principais tendências para o mercado e o que, de forma geral, os empresários precisam saber principalmente para se preparar em relação ao que está por vir. Por mais que seja impossível (considerando os últimos dois anos) prever com exatidão, as próprias adaptações e apostas nos ajudam a entender para onde os ventos estão soprando.

E para aqueles que desejam aprofundar um pouco mais nas previsões com base em dados, há o relatório Business Bets 2022*, elaborado pela consultoria novaiorquina Sparks and Honey. O estudo teve como base as tendências mapeadas pela plataforma de inteligência cultural Q ao longo do ano.

O CEO da Avante Assessoria Empresarial e Especialista em Reestruturação de Empresas, Benito Pedro Vieira Santos, lista os cinco principais pontos que chamaram sua atenção neste relatório:

Áudio como um portal para o metaverso

Além da experiência visual, os sons também serão usados para transportar usuários a espaços virtuais, com a ajuda de realidade aumentada.

Descentralização da produção cultural

A imensa popularidade das séries coreanas apresentadas na Netflix mostrou que o império americano do entretenimento está enfraquecendo. Além do impulso para a produção cultural local, o movimento também deve incentivar a busca dos canais de streaming – e dos usuários – por um cardápio cultural mais diversificado.

Valorização do salário

A pandemia destacou não só as desigualdades socioeconômicas ao redor do mundo, mas também a discrepância entre salários de diferentes categorias. Em meio a uma onda de pedidos de demissão, empresas de diversos países estão respondendo com aumentos salariais, seja de forma generalizada, seja direcionada a cargos mais baixos e grupos socialmente marginalizados.

Trabalho nômade em alta

Ao que tudo indica, o conceito de “anywhere office” (“trabalhar em qualquer lugar”, numa tradução livre) veio para ficar, com o surgimento de uma nova força de trabalho totalmente desvinculada de uma sede. Ganham as empresas que buscam atrair talentos adeptos a esse estilo de vida.

Comunidades de saúde mental

Falar sobre saúde mental se tornou mais importante do que nunca durante o último ano, quando 94% dos trabalhadores disseram estar estressados. Para 2022, a novidade é que essa preocupação se tornará mais estruturada, com o aumento da demanda por lideranças empáticas, plataformas de terapia (com humanos ou robôs) e comunidades de saúde mental.

Fiquemos atentos, mesmo sabendo que as mudanças podem não acontecer na velocidade esperada, temos que estar preparados para os desafios de 2022.

Alguns questionamentos a se fazer:

  • Sua empresa conseguiu elaborar um budget para este ano?
  • Seu fluxo de caixa está devidamente atualizado e com provisões para os próximos 12 meses?
  • Seu Demonstrativo Gerencial do Exercício (D.R.E.) está devidamente atualizado?

Lembre-se: Informação correta, decisão correta, tenha suas métricas devidamente atualizadas e saiba qual rumo sua CIA precisa seguir.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2022 0 Comentários 737 Visualizações
Business

Varejistas regionais são mais bem avaliados frente às marcas nacionais no Brasil

Por Ester Ellwanger 29/10/2021
Por Ester Ellwanger

A dunnhumby, empresa global líder em ciência de dados do consumidor, acaba de lançar, pela primeira vez no Brasil, o Índice de Preferência do Consumidor (IPCon). Presente em 13 países, a edição nacional do estudo considerou os 38 principais varejistas alimentares do país. Os seis motivadores de preferência do consumidor, ou seja, os aspectos que mais valorizam são, respectivamente: Sortimento e Variedade, Preço, Experiência na loja, Produtos frescos, naturais e orgânicos; Marca própria e Conveniência & Facilidades.

No ranking do IPCon, as marcas regionais e atacarejos tiveram um melhor desempenho. O supermercado Zaffari é o mais bem posicionado, seguido de Muffato e Atacadão. A principal hipótese é que os varejistas regionais estão mais próximos do cliente, entendem suas necessidades e constroem sua estratégia para atender às demandas dos consumidores. “Os supermercados regionais entenderam o que o consumidor está buscando quando vai às compras e que não necessariamente todas as categorias precisam ter variedade de produtos, mas sim aquelas que fazem sentido dentro do contexto do consumidor. Nesse sentido, a marca regional faz a diferença em relação a oferta de produtos para o cliente final”, explica Rogério Aversa, diretor de preços e produtos da dunnhumby.

Sortimento e Variedade

O principal fator de preferência no varejo foi sortimento e variedade, o que pode ser visto como uma resposta do consumidor às interrupções na cadeia de suprimentos durante a pandemia. Também sugere que os varejistas precisam se concentrar no básico: permitir que os clientes encontrem a categoria, o produto, a marca, o tamanho certo, entre outros. Para fazer isso bem, o varejista precisa entender profundamente o comportamento do cliente.

“Antes da pandemia, os brasileiros se permitiam visitar mais de um ponto de venda, para buscar uma melhor alternativa de preço. O consumidor também fazia compras com maior frequência, o que facilitava essa pesquisa de preços. Em virtude das restrições de mobilidade e até mesmo o receio de ficar mais tempo fora de casa, as compras ficaram mais espaçadas e a expectativa era poder se abastecer em um só local. Com isso, tanto a disponibilidade de produtos quanto a percepção de preço se tornaram mais relevantes na escolha do local de compra”, destaca André Rocha, Country Head da dunnhumby no Brasil. O varejista mais bem avaliado nesta categoria foi o Zaffari, seguido por Líder e Muffato.

 

Preço

Embora os consumidores classifiquem o sortimento e variedade mais importante do que o preço, a pandemia e a crise econômica pressionaram o varejo. O estudo foi realizado no auge da pandemia, com a crise econômica criando medo e incerteza entre a população em geral. Em momentos como estes, as pessoas tendem a fazer mais pesquisas de preços, comparar opções e procurar por mais ofertas. Contudo, é fundamental se atentar para a percepção de valor por parte do cliente, conforme explica Aversa. “O consumidor toma a decisão de compra com base em uma cesta de produtos que ele compra frequentemente e já conhece os preços, porque fazem parte de sua rotina, mas quando vai ao supermercado acaba comprando vários outros itens. A crise aumentou a percepção de quais são os itens básicos dessa cesta. Portanto, o preço é mais importante naqueles itens em que o cliente sabe quanto custa e são esses que geram a conexão mais forte com o consumidor”, completa.

Mais do que preços baixos, os consumidores podem estar procurando o preço certo para o produto certo. Além disso, o atacarejo tem uma boa classificação entre os clientes. Nesta categoria, o Makro foi o mais bem avaliado, seguido por Atacadão e Mart Minas.

Experiência de Loja

Uma visita à loja pode ser o momento mais importante no relacionamento com o cliente. Desde o momento da chegada ao estabelecimento, até o caixa ou o estacionamento, existem fatores potenciais de atrito ou encantamento e, para o consumidor, tudo acontece de uma vez. “A experiência de compra considera uma série de fatores combinados. Alguns desses fatores podem ser secundários em virtude desses novos hábitos que observamos nos consumidores. Uma loja desorganizada pode até ser menos relevante, caso o consumidor encontre todos os produtos que procura, por um bom preço. Mas o risco é alto de confiar a experiência de compra proporcionada em poucos pilares. O ideal, apesar de desafiador, é que o varejista consiga oferecer uma experiência agradável e mais equilibrada ao seu consumidor”, destaca Rocha.
Os principais varejistas neste pilar foram Perini, Confiança e Zaffari, respectivamente.

 

Produtos frescos, naturais e orgânicos

Este pilar é definido pela disponibilidade de itens frescos, com bons preços e acesso a uma variedade de produtores locais. A valorização do comércio local, de produtos orgânicos e pequenos produtores é uma tendência que, mesmo que não permita escalabilidade, ainda precisa ser uma opção para clientes que estão cada vez mais interessados nos benefícios de saúde, ambientais e sociais. Nesta categoria, o varejista mais bem posicionado foi o Líder, seguido de Zaffari e Angeloni.

Marca Própria

Embora a marca própria não seja um dos pilares mais importantes para os consumidores do varejo alimentar brasileiro, ela pode fornecer aos varejistas uma entrega de valor, desde que esteja alinhada com a capacidade dos mesmos de oferecer uma boa variedade de produtos a preços baixos – os dois pilares mais destacados pelo relatório. Vale pontuar que os seis motivadores de preferência do varejista não são igualmente importantes e o portfólio de marca própria de um varejista precisa se alinhar a uma estratégia maior do cliente.

“As marcas próprias são alternativas de um melhor custo benefício para os clientes. Ou seja, os varejistas moldam a pirâmide de marca própria de acordo com a percepção de valor do consumidor e as lacunas no sortimento da loja”, destaca Aversa. Nesta categoria, os principais varejistas foram Supermercados BH, Dia% e Carrefour, respectivamente.

 

Conveniência e Facilidades

A conveniência é definida pela capacidade do varejista de fornecer fácil acesso às lojas, estacionamento, checkouts rápidos e práticos, além de aplicativos para telefones celulares. Apesar de ser o pilar menos importante, a conveniência ganhou destaque durante a pandemia, uma vez que significa menos tempo na loja quando se tem necessidades imediatas.
Neste pilar, Zaffari assumiu novamente o primeiro lugar, seguido por Perini e Coop.

 

E-commerce

O e-commerce cresceu muito durante a pandemia, e, no momento, se estabilizou em patamares mais altos, enquanto a frequência de visitas à loja aumentou, o que traz a percepção de que no futuro podemos encontrar um mix com o omnicanal. Por ser um país de dimensões continentais, as peculiaridades regionais são muitas e isso se reflete no cenário de varejo e entrega de produtos.

O desafio atual é proporcionar ao consumidor uma jornada única de compra, independente do canal, uma experiência omnichannel consistente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2021 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Nissan Frontier bate recorde de participação de mercado no Brasil em fevereiro

Por Caren Souza 04/03/2021
Por Caren Souza

A Nissan Frontier segue acelerando e conquistando cada vez mais os brasileiros e, como resultado, em fevereiro obteve sua maior participação de mercado no país desde a chegada da sua 12º geração, em março de 2017. No mês passado, o modelo da Nissan conquistou 11,9% de participação no segmento de picapes médias, superando o recorde anterior, de julho de 2020, quando atingiu 10,1%.

Com 844 unidades vendidas em fevereiro, o total consolida-se também como o melhor resultado da Nissan Frontier no Brasil nos últimos oito anos. Na classificação nacional do segmento, a picape da Nissan ficou na quarta colocação, mas foi líder de mercado em cidades como Rio de Janeiro, Campinas, Ribeirão Preto, Campina Grande, Pelotas, Cascavel, Uberaba, Criciúma, entre outras.

A picape também foi a mais vendida em São Paulo, maior mercado do país, com participação de 24,5%. O utilitário da Nissan ainda liderou as vendas do segmento em Vitória (32,6%), Maringá (32,3%) e Jundiaí (23,3%).

“Temos trabalhado junto com a nossa rede de concessionários para mostrar os diferencias da Nissan Frontier e identificar as oportunidades, e estamos conseguindo bons resultados com essas ações. Quem experimenta a nossa picape rapidamente consegue perceber sua qualidade, robustez e nível de conforto”, afirma Tiago Castro, diretor sênior de Vendas e Marketing da Nissan do Brasil.

Fonte: Assessoria
04/03/2021 0 Comentários 617 Visualizações
Variedades

Vinhos finos alcançam melhor venda do ano em julho

Por Gabrielle Pacheco 31/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mercado interno está abastecido com vinhos finos brasileiros. As vendas registradas no primeiro semestre deram fôlego e ânimo aos produtores que agora esperam ansiosos para confirmar se estes produtos já estão na mesa do consumidor ou se ainda aguardam por ele nas gôndolas. Mesmo assim, as vendas seguem em crescimento e, com isso, o brasileiro está tendo a oportunidade de degustar a qualidade do produto nacional e descobrir que não paga mais por isso. O mês de julho, por exemplo, é responsável por 26,13% de todo vinho fino vendido este ano que chegou a 14.659.904 litros. É o melhor desempenho de 2020 nesta categoria, segundo dados oficiais da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), refletindo a comercialização do que é elaborado no Rio Grande do Sul.

Muitos fatores vêm influenciando este aumento nas vendas, puxado pelos supermercados, uma vez que são os rótulos de entrada que registram o maior incremento. Vantagens diante das variações do câmbio, maior acessibilidade e distribuição, qualidade e bom preço, a chegada do inverno, além dos novos hábitos gerados em função da pandemia da Covid-19 que tem levado as pessoas a consumirem mais vinho em casa. “No mercado global de vinhos, as vendas acabaram ficando mais concentradas nos supermercados e mercearias. O motivo para isso é claro e simples. Os restaurantes ficaram fechados. Para os produtores nacionais isso representa, claro, prejuízos em alguns segmentos, como o enoturismo e a gastronomia, mas forte crescimento onde estão os maiores volumes: os supermercados”, analisa Deunir Luis Argenta, presidente da Uvibra, destacando informações de crescimento nos segmentos de entrada.

Historicamente, são nos meses de junho a agosto que as vinícolas registram as melhores vendas do produto. Isso porque o inverno é um grande aliado do consumo de vinhos no país. Mas não foram só os vinhos finos que tiveram o melhor desempenho do ano no período. Os espumantes brut, que no semestre (janeiro a junho) tiveram queda de 26,19% em relação ao mesmo período do ano passado, começam uma virada fechando o mês de julho com um aumento de 13% em relação a junho. Já os espumantes moscatéis tiveram uma leve queda de 2%.

No segmento do suco de uva concentrado, apesar da performance ser positiva em relação ao mês anterior com um aumento de 24%, percebe-se que os números estão longe de alcançar os resultados do primeiro trimestre com janeiro na liderança registrando 2.668.048 litros. Quanto ao suco de uva natural, adoçado e processado, a situação é semelhante com março na dianteira.

Importados ainda detém mais de 80% do mercado

Mesmo com estes dados que mostram uma evolução nas vendas dos vinhos finos brasileiros, os importados ainda têm 82% do mercado nacional. “Nós estamos evoluindo, assim como os importados. O bom de tudo isso é que os brasileiros estão consumindo mais vinho. No entanto, ainda é cedo para comemorar. Nossa expectativa é que os consumidores sigam fazendo novas descobertas e com a abertura do turismo e dos restaurantes possamos avançar mais, apostando nesses canais como aliados na promoção do nosso vinho”, conclui Argenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2020 0 Comentários 603 Visualizações
Cidades

Parceria entre Trensurb e Prefeitura busca revitalização da estação Canoas

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Na manhã da última quarta-feira, 20, o diretor-presidente da Trensurb, Pedro Bisch Neto, e o prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, realizaram vistoria na Estação Canoas do metrô. A ação tem em vista a execução de um processo de revitalização da estação e de seu terminal de integração, incluindo limpeza, pintura, melhorias na iluminação e reparos diversos. Nos próximos dias, devem ser discutidos detalhes de uma parceria entre a empresa metroviária e a Prefeitura de Canoas para contribuir na viabilização e qualificação desse processo de revitalização.

Revitalização também nas estações Mercado e Rodoviária

Na próxima semana, deve ser concluído processo similar na Estação Mercado, a mais movimentada da Trensurb – com 15,8% (ou, em média, 25.331) dos embarques diários no metrô em 2019 (média de 160.343 por dia útil). Iniciados em março, os trabalhos incluem limpeza e pintura das áreas de saguão, túneis, plataformas e da parte externa da estrutura circular sobre o saguão; recuperação de escadas e corrimãos; substituição de lâmpadas do saguão e túneis por modelos mais eficientes, de LED. Com essa substituição, prevê-se uma economia de aproximadamente 50% nos custos de iluminação dessas áreas.

O custo total das intervenções é de R$ 197,8 mil – desse total, R$ 16,2 mil referem-se aos trabalhos de melhoria de iluminação. Apesar de se tratar de um processo de manutenção profunda, mais complexo que a manutenção regular de rotina, os serviços estão sendo feitos como parte do contrato de manutenção predial regular, firmado pela Trensurb com a empresa SQ Group. Após a conclusão dos serviços na Estação Mercado, a Estação Rodoviária do metrô será a próxima a passar por trabalhos similares. A execução em estações adicionais irá depender de disponibilidade orçamentária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 742 Visualizações
Business

Receita de exportações de carne suína cresce 54,6% em fevereiro

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 67,4 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde para o mês e supera em 24,7% o volume embarcado no mesmo período de 2019, quando foram exportadas 54,1 mil toneladas.

A receita mensal das exportações chegou a US$ 154,9 milhões, cifra 54,6% maior em relação ao resultado obtido no segundo mês de 2019, com US$ 100,2 milhões.

“O preço médio das exportações segue elevado, pressionado pela forte demanda asiática por proteína animal.”

No acumulado do ano, as exportações de carne suína chegaram a 135,9 mil toneladas, volume 32,4% maior em relação ao alcançado no primeiro bimestre de 2019, com total de 102,6 mil toneladas. As vendas do período geraram receita de US$ 319,1 milhões, saldo 66,2% superior ao registrado nos dois primeiros meses de 2019, com US$ 192 milhões.

“O preço médio das exportações segue elevado, pressionado pela forte demanda asiática por proteína animal. Os impactos das ocorrências de Peste Suína Africana no rebanho de mercados como China e Vietnã mantiveram o fluxo dos embarques elevados, em níveis atípicos para o período”, aponta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Principal destino das exportações, a China incrementou suas compras em 161% na comparação com o mesmo período do ano passado, com total de 31 mil toneladas exportadas em fevereiro.

“As questões pontuais de logística decorrentes das ações de controle ao Covid-19 não geraram impactos significativos no saldo final das exportações brasileiras.”

“As questões pontuais de logística decorrentes das ações de controle ao Covid-19 não geraram impactos significativos no saldo final das exportações brasileiras. Ajustes logísticos garantiram o desembaraço das cargas no mercado chinês. O governo chinês prioriza o trânsito de alimentos”, analisa Francisco Turra, presidente da associação.

O Japão também elevou suas compras de carne suína do Brasil, com total de 678 toneladas em fevereiro, número 239% maior que o embarcado em fevereiro de 2019.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/03/2020 0 Comentários 453 Visualizações
Cultura

100 livros são distribuídos na estação Mercado

Por Gabrielle Pacheco 11/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Por meio do projeto Livros Livres, realizado pela Trensurb em parceria com o Banco de Livros, 100 livros de diversos gêneros foram distribuídos no interior de dois trens que partiram da Estação Mercado na tarde de terça-feira (10).

A proposta da ação é incentivar a leitura e o compartilhamento de conhecimento, além de divulgar os serviços do Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos, biblioteca com duas unidades mantidas pela Trensurb, localizadas nas estações Mercado e Novo Hamburgo.

Usuária do metrô, Leda Carvalho aprovou a iniciativa: “Gostei muito da ação, vou levar o livro e passar para outra pessoa ler também”. Leda destaca ainda a relevância do projeto para o estimular a leitura:

“É muito importante porque incentiva a leitura para quem geralmente não costuma ler”.

O projeto Livros Livres está em nova fase, promovendo duas ações mensais de bookcrossing – prática que consiste em se deixar livros em locais públicos para que alguém os encontre e, após a leitura, possa passá-los adiante.

Cada ação no mês será realizada em uma das estações terminais do metrô, onde ficam as unidades dos espaços culturais – Mercado e Novo Hamburgo. Anteriormente, os livros, em sua maioria doados pelo Banco de Livros, eram disponibilizados para compartilhamento em caixas customizadas em algumas estações.

Foto: Wellington Marques/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2019 0 Comentários 676 Visualizações
Business

VBR Logística celebra 22 anos de atuação

Por Gabrielle Pacheco 01/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A VBR Logística está completando 22 anos de atuação no mercado de transportes. A empresa possui filiais no país, atuando no transporte de cargas para vários segmentos da indústria. A matriz fica localizada em Santa Cruz do Sul e filiais em outras cidades estratégicas espalhadas por todo Brasil, como Rio Grande (RS), Itajaí (SC), Cabo de Santo Agostinho (PE), Duque de Caxias (RJ) e Simões Filhos (BA).

O CEO da empresa, Vanir Balduino Rothen, destaca que a confiança da empresa vai além das fronteiras. “Nossos valores estão pautados no atendimento aos requisitos legais e regulares, no desenvolvimento contínuo dos colaboradores, no lucro como medida de desempenho, no fortalecimento de parcerias com clientes e fornecedores, no trabalho em equipe, na atuação com ética e respeito, na promoção da confiança, na ação responsável e no comprometimento profissional”, explica.

Os serviços da VBR Logística estão galgados na estratégia de logística, na importação e exportação, na frota atualizada e na segurança e garantia. As equipes planejam as estratégias de logística para dar a melhor solução ao transporte das cargas. Os caminhões são rastreados via satélite e a empresa possui equipamentos para cargas avulsas e fracionadas.

A frota conta com 90 caminhões próprios e mais de 150 agregados. Possui certificado do Sassmaq e de seguro ambiental. A empresa é neutralizadora da emissão de carbono. A VBR possui ampla área para armazenagem que proporcionam agilidade na ova e desova da sua carga, com armazéns em Simões Filho (BA) e em Rio Grande (RS). Além disso, conta com espaço específico para armazenagem segura de cargas químicas, perigosas e voláteis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
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