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mercado financeiro

Variedades

Mulheres ampliam presença no mercado financeiro

Por Jonathan da Silva 12/03/2025
Por Jonathan da Silva

O número de mulheres atuando no mercado financeiro tem crescido nos últimos anos. Segundo a Associação Nacional das Corretoras de Valores (Ancord), a quantidade de assessoras de investimentos no Brasil aumentou 180% em quatro anos, passando de 2 mil em 2020 para 5,5 mil em 2024.

Entre as profissionais que acompanham essa expansão está Ana Paula Sant’Ana, de 39 anos. Natural de São Paulo, ela se mudou para Feliz, no Vale do Caí, há quatro anos para atuar na regionalização da empresa onde trabalha, uma das maiores instituições financeiras do país. Atualmente, lidera uma equipe de nove pessoas e trabalha no segmento de alta renda, atendendo investidores em cidades como Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Ijuí, Passo Fundo, Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Novo Hamburgo.

Trajetória profissional

Ana Paula Sant’Ana tem formação em Administração de Empresas, MBA em Finanças e especialização internacional na área. Com 17 anos de experiência, iniciou a carreira em um banco privado em São Paulo, onde, aos 25 anos, tornou-se gerente de relacionamento. Quatro anos depois, assumiu a liderança de uma agência bancária.

Durante a pandemia, recebeu um convite para ingressar na XP e expandir a atuação da empresa no Rio Grande do Sul. Inicialmente, trabalhou em Porto Alegre, mas, no início de 2024, passou a liderar a equipe no interior do estado. Sua rotina inclui visitas a empresas e reuniões diárias, percorrendo cerca de mil quilômetros por mês.

Crescimento feminino no setor

Ana Paula Sant’Ana observa avanços na presença feminina no mercado financeiro, embora ainda seja um setor predominantemente masculino. “Embora o mercado em que atuo seja predominantemente masculino, vejo avanços pela presença de mais mulheres”, afirma a administradora.

Segundo Ana, características como formação profissional contínua, conexões, visão estratégica e organização são diferenciais para quem deseja ingressar ou se desenvolver na área. “Com essas características, vejo que as mulheres estão conquistando mais espaço e influência nesse mercado tão motivador, contribuindo para um ambiente cada vez mais diverso”, conclui a assessora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2025 1 Comentário 493 Visualizações
Business

Assintecal abre inscrições para evento com projeções econômicas

Por Marcel Vogt 14/09/2023
Por Marcel Vogt

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realiza, no próximo dia 5 de outubro, o evento Panorama Econômico, que trará especialistas para tratar dos cenários que irão moldar o ambiente econômico no curto e médio prazo. O evento tem inscrições abertas e limitadas, e acontecerá na sede da ACI, em Novo Hamburgo/RS.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destaca que o evento é uma demanda dos associados da entidade, que buscam informações qualificadas para auxiliar nas tomadas de decisões de investimentos para 2024. “O evento terá foco especial nos mercados financeiro, indústria e setoriais – calçado, couro, móveis e automotivo -, reunindo especialistas renomados para explorar e discutir as tendências, desafios e oportunidades, auxiliando no planejamento das empresas para o próximo ano”, conta.

Participam do Panorama Econômico, o doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis, que falará sobre o mercado de couros, calçados, móveis e automóveis; o gerente de vendas da Monte Bravo Eduardo Correia, que falará sobre o mercado financeiro; e o gerente de investimentos da Sicredi Pioneira Arthur Müller, que falará sobre macroeconomia nacional e internacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2023 0 Comentários 534 Visualizações
Business

A taxa de juros não fará tudo sozinha

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

A opinião é do gerente de Investimentos da Sicredi Pioneira, Arthur Müller Fiedler, palestrante do Momento do Empreendedor realizado nesta quarta-feira, 21, pela ACIST-SL. Convidado para falar sobre o cenário econômico e as oportunidades de investimento diante da perspectiva de queda de juros, ele ponderou que “o pior já passou” e que há outras medidas, além da redução da taxa de juros, que tanto o Governo como as lideranças empresariais precisam adotar para o Brasil impulsionar seu desenvolvimento econômico e social. “O Banco Central está fazendo o seu papel técnico. Fez a lição de casa e agiu com mais antecedência em relação aos outros bancos internacionais. Agora, espera-se uma redução gradual, que pode chegar, ao final deste ano, em uma taxa Selic de 13%”, disse. Em maio, a taxa ficou em 13,75%

Fiedler apontou que os juros nacionais estão atrelados a fatores externos, como a alta das taxas praticadas nos Estados Unidos e Europa; pelo conflito entre Ucrânia e Rússia; pelo fator China, cuja economia não cresceu na velocidade esperada; e na recessão global, a qual não se sabe se será prolongada ou curta ou profunda ou rasa. “As questões geopolíticas impactam diretamente a nossa economia, mas não temos como influenciar os seus resultados. O que cabe ao Brasil é tomar seu lugar de destaque entre os BRICs, implantando as medidas necessárias para isto”.

Na sua avaliação, o Governo precisa utilizar o primeiro ano da nova gestão para acelerar a reforma tributária, assim como apontar o arcabouço fiscal. A desoneração do processo produtivo, ressalta Fiedler, é essencial para que a Indústria, por exemplo, retome as atividades. É este setor que mais foi afetado pela alta dos juros, principalmente no segmento de bens duráveis. “Se a reforma tributária realmente ocorrer e for ampla, o Brasil poderá elevar o PIB em 5% nos próximos cinco anos”, estima. A adoção do IVA, modelo europeu para a simplificação dos tributos, seria outra medida importante.

Avaliando a economia brasileira por segmentos, Fiedler demonstrou que, no varejo, itens que dependem de renda (calçados, confecções), mantiveram o consumo estável. Porém, os que dependem de crédito tiveram forte impacto negativo, como materiais para construção, veículos, móveis e eletrodomésticos.

Nos Serviços, segmentos muito atingidos pela pandemia, como o Turismo, estão em crescimento, o que gera muitas oportunidades para o Rio Grande do Sul, devido à diversificação e às regiões privilegiadas.

Já o Agronegócio, conforme o economista, terá um destaque positivo, com um PIB de 7,4% em 2023, causado pelo bom desempenho da soja, cuja safra cresceu 22% e do milho, que ficou em 16%.

As lideranças empresariais locais, por outro lado, segundo Fiedler, podem articular-se para enfrentar os desafios nas áreas de infraestrutura, segurança pública e desenvolvimento. “O desenvolvimento econômico é uma consequência de diversos fatores. A taxa de juros é apenas um deles”.

O presidente da ACIST-SL, Felipe Feldmann, destacou que os dados apresentados são de muita importância para a tomada de decisões. “O Banco Central adotou o remédio amargo, mas necessário para o controle inflacionário. Sabemos que se espera um período de recessão, cujo tempo e tamanho ainda não foram estabelecidos”, aponta. Na região, o impacto já vem sendo sentido pela redução nos empregos do setor da Construção Civil e na Indústria.

Crédito mais barato

Segundo Fiedler, há muitas opções no mercado financeiro para a obtenção de crédito mais barato, assim como para aplicações. Como exemplo, apresentou as opções da Sicredi Pioneira para curtíssimo, curto, médio e longo prazo. “Nosso sistema cooperativado é reconhecido pelos inúmeros benefícios, como taxas de serviços mais baixos e carteira de ofertas de aplicações para investidores dos diversos perfis.

O Momento do Empreendedor contou com o patrocínio do Momento do Empreendedor é da Sicredi Pioneira, Stihl, SKA, Unimed, Datwyler do Brasil Ltda, Frontec e Colégio Sinodal. O apoio é do Sebrae.

Foto: Diego da Rosa Fotografias/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 503 Visualizações

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