Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Teatro Feevale anuncia programação dos seus 15 anos
Feira Bêrga reúne marcas autorais e atrações culturais no próximo...
Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego
Risco de disseminação do Nipah no Brasil é baixo, segundo...
Prefeitura de Novo Hamburgo impede invasão de área pública no...
10º Festival do Japão RS ocorre em Esteio pela primeira...
Verão amplia consumo de sorvetes e movimenta pequenos negócios no...
Nova Petrópolis promove seu turismo em rodadas de negócios no...
Cresce a demanda de profissionais qualificados para cuidados de idosos
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

MEI

Business

Sala do Empreendedor de Estância Velha vai ganhar dois ambientes de coworking

Por Amanda Krohn 09/07/2022
Por Amanda Krohn

O Município de Estância Velha está finalizando os últimos detalhes para reinaugurar, ainda neste mês de julho, sua Sala do Empreendedor com muitas novidades para MEIs e MPEs locais. Entre os destaques estão duas salas de coworking que serão utilizadas sem nenhum custo pelos empresários. “É algo inédito na cidade, mais um espaço para os empreendedores estancienses alavancarem seus negócios de forma totalmente gratuita”, conta o prefeito Diego Willian Francisco.

Além disso, com apoio do Programa Cidade Empreendedora do Sebrae RS, o Município implementou diversas integrações com a Junta Comercial para otimizar processos e dar mais celeridade ao processo de abertura de novas empresas. “Este trabalho, inclusive, já vem rendendo frutos importantes no incremento de receita para a cidade”, destaca o prefeito.

De acordo com o secretário da Indústria, Comércio e Turismo, Gabriel Berlitz, somente nos primeiros meses de 2022 houve um acréscimo de cerca de 30% na abertura de empresas e um aumento significativo também na arrecadação pela prestação de serviços (ISSQN). “São resultados que demonstram a reativação da atividade econômica do município, refletindo positivamente também nos índices CAGED, com aumento substancial no saldo de admissões”, explica.

Entre os principais avanços da Sala do Empreendedor, Berlitz destaca a desburocratização e a simplificação de processos, a atração de empresas locais para licitações e compras públicas e a criação da lei da liberdade econômica, com a regulamentação de atividades de baixo risco. “Também aprovamos as leis de incentivos fiscais e econômicos e de apoio a feiras, potencializando o desenvolvimento de empresas locais, bem como atraindo investimentos de outros municípios”, comenta.

O prefeito revela que o próximo passo será disponibilizar linhas de microcrédito para micro e pequenas empresas da cidade. Com tantos progressos, a expectativa é alta para a certificação 2022 da Sala do Empreendedor. “A equipe tem se mostrado muito parceira na concretização deste processo que, nada mais é, do que o nosso grande objetivo: desburocratizar e deixar Estância Velha ainda mais atrativa para receber negócios, gerar emprego e renda para a nossa população”, completa Francisco.

Sobre o Cidade Empreendedora

O Programa Cidade Empreendedora é uma iniciativa do Sebrae RS voltada a engajar gestores e servidores na promoção de políticas públicas para o apoio e fortalecimento do empreendedorismo nos municípios, respeitando suas realidades. O programa tem como principal objetivo a transformação local, visando impulsionar o desenvolvimento econômico como um todo, através de eixos estratégicos, com a potencialização e institucionalização de alguns capítulos da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2022 0 Comentários 660 Visualizações
Business

Fecomércio-RS comemora aprovação na Câmara dos Deputados do PLP 46/2021

Por Ester Ellwanger 21/12/2021
Por Ester Ellwanger

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 16 de dezembro, o Projeto de Lei Complementar PLP 46/2021, que cria um novo programa de parcelamento de dívidas de micro e pequenas empresas participantes do Simples Nacional, incluindo microempreendedores individuais (MEI) e empresas em recuperação judicial. A Fecomércio-RS comemora a aprovação da matéria, pois o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (RELP) permitirá a negociação de débitos, inclusive oriundos de parcelamentos anteriores.

“O PLP é muito positivo, principalmente, para as micro e pequenas empresas que passam por severas dificuldades neste período de pandemia em que as receitas foram prejudicadas. O parcelamento permitirá que elas tenham um fôlego maior para a recuperação”, destaca o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Poderão ser parceladas quaisquer dívidas no âmbito do Simples, desde que o vencimento tenha ocorrido até a competência do mês imediatamente anterior à entrada em vigor da futura lei. Também poderão ser incluídos os débitos de parcelamento previsto na lei de criação do Simples Nacional (em 60 meses); aqueles da Lei Complementar 155/16, de 120 meses; e do último parcelamento, de 145 a 175 parcelas (Lei Complementar 162/18).

As empresas endividadas poderão aderir ao programa até o último dia útil do mês seguinte ao de publicação da futura lei, devendo pagar a primeira parcela nesta data para ter o pedido deferido. Terão descontos sobre juros, multas e encargos proporcionalmente à queda de faturamento no período de março a dezembro de 2020 em comparação com o período de março a dezembro de 2019. Empresas inativas no período também poderão participar. O saldo restante poderá ser parcelado em até 180 meses, vencíveis em maio de cada ano. Entretanto, para dívidas com a Previdência Social, o parcelamento será em 60 meses.

A Fecomércio-RS atuou para a aprovação do texto, de autoria do Senador Jorginho Mello (PL/SC), no Senado e na Câmara dos Deputados, inclusive na última visita da comitiva a Brasília, neste mês de dezembro, e aguarda a sanção presidencial nos próximos 15 dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/12/2021 0 Comentários 764 Visualizações
Business

Sala do Empreendedor de Novo Hamburgo está com agendamento para atendimento presencial de MEI

Por Caren Souza 26/03/2021
Por Caren Souza

A partir de segunda-feira, 29, a Sala do Empreendedor, ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedec) passa a agendar atendimento presencial para Microempreendedores Individuais (MEIs). Nesse retorno os atendimentos disponíveis são para abertura, fechamento ou alteração. O atendimento precisa ser agendado pelo site (https://bit.ly/3d7o8MC).

Outros serviços como Guias e Declarações podem ser obtidos através do Portal do Empreendedor. Em função das restrições impostas pela pandemia do coronavírus, o número de funcionários está reduzido, por isso, o horário de atendimento disponível para o agendamento é das 10 às 12 horas e das 13 às 17 horas. Informações seguem sendo fornecidas pelos telefones (51) 3594-9940 e (51) 3097-9460 e pelo email saladoempreendedor@novohamburgo.rs.gov.br.

A Sala do Empreendedor fica no 2º anda do Centro Administrativo Leopoldo Petry, localizado na Rua Guia Lopes – 4201, no bairro Canudos.

Fonte: Assessoria
26/03/2021 0 Comentários 844 Visualizações
MEI
Business

MEI terá novo valor de contribuição a partir desse mês

Por Eduarda Ferreira 04/02/2021
Por Eduarda Ferreira

Com a mudança do salário-mínimo para R$1,1 mil, o valor da contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) para a Previdência Social agora será de R$55,00. Com essa alteração, a guia mensal de pagamento terá valor máximo de R$61,00, dependendo da atividade em que o MEI atuar. Assim, se o empreendedor atua no comércio ou indústria, ele paga R$1,00 a mais de ICMS e se for prestador de serviços, R$5,00 a mais. Além disso, em alguns casos, é possível ter que pagar as duas taxas, além da contribuição.

O pagamento deve ser feito até o dia 20 de cada mês e o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) emitido pelo Portal do Empreendedor ou pelo aplicativo do MEI já terá os novos valores. Além disso, em caso de atraso, a multa diária será de 0,33%. Por meio da contribuição obrigatória, o Microempreendedor Individual tem direito a vários benefícios previdenciários como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte, aposentadoria por idade e auxilio-reclusão para seus familiares. Dessa forma, o cálculo dos benefícios é efetuado com base nas contribuições realizadas pelo segurado cumprindo o prazo de carência mínima de cada benefício previdenciário.

MEI

O Microempreendedor Individual é o empresário que possui uma empresa independente. Para o registro do MEI, o empreendedor deve estar ciente que seu faturamento não pode ultrapassar R$ 81 mil por ano. Além disso, não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular e deve ter – no máximo – um empregado contratado.

Atualmente o Brasil possui 2,6 milhões de novos MEI. O número é o maior registado nos últimos cinco anos, de acordo com levantamento feito pelo Sebrae com dados da Receita Federal. Ao todo, o país já conta com mais de 11,2 milhões de MEI ativos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/02/2021 0 Comentários 683 Visualizações
MEI
Business

Brasil registra recorde na abertura de MEI

Por Eduarda Ferreira 29/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A procura pela formalização por meio do registro como Microempreendedor Individual (MEI) continua em ritmo de crescimento no país, mesmo diante das dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19. Dessa forma, somente em 2020, foram registrados 2,6 milhões de novos MEI. O número é o maior registado nos últimos cinco anos, de acordo com levantamento feito pelo Sebrae com dados da Receita Federal. Atualmente, o Brasil já conta com mais de 11,3 milhões de MEI ativos.

Os setores de Comércio Varejista de Vestuário e Acessórios (180 mil); Promoção de Vendas (140 mil); Cabeleireiros, Manicure e Pedicure (131 mil); Fornecimento de Alimentos para Consumo Domiciliar (106 mil) e Obras de Alvenaria (105 mil) seguiram – a exemplo de 2019 – liderando o ranking de atividades com o maior número de MEI criados. Apesar disso, uma análise comparativa mais aprofundada entre os dois anos mostra novidades.

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, houve uma mudança de perfil dos MEI entre as atividades econômicas mais procuradas. “O setor de cabeleireiros, manicure e pedicure, por exemplo, que em 2019 estava no topo com o maior número de MEI abertos, teve uma queda de quase 20%. Assim, essa mudança, com certeza, está diretamente relacionada aos impactos provocados pela pandemia do novo coronavírus”, analisa.

Outra alteração nesse cenário foi o aumento de quase 15% do número de novos MEI no setor varejista de vestuário e acessórios, que superou a marca de 180 mil novos registros em 2020. Entretanto, o maior crescimento do número de novos MEI foi identificado nas áreas de Transportes (86%), Restaurantes e Similares (59%), Fornecimento de Alimentos para Consumo Domiciliar (48%) e Comércio Varejista de Bebidas (41%).

Facilidades do MEI

No Distrito Federal, o empresário Valmir Ferreira abriu um e-commerce de cafés especiais como microempreendedor individual, em abril de 2020. Dessa forma, a proposta do negócio é oferecer um produto de alta qualidade para que as pessoas consumam em casa. Para ele, abrir a empresa como MEI foi muito mais fácil. “Escolhi ser MEI pela facilidade para abrir a empresa e pela simplicidade para pagar os impostos”, contou. Além da loja virtual, ele também atende pelo Whatsapp.

Para o analista de gestão estratégica do Sebrae, Tomaz Carrijo, o cenário de crescimento dos MEI no ano passado vai ao encontro das projeções da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM). O estudo, considerado o maior levantamento sobre o empreendedorismo no mundo, é realizado no Brasil com a colaboração do Sebrae. Assim, no ano passado indicava que o país deveria alcançar o recorde histórico de empreendedorismo com cerca de 25% da população adulta envolvida em um novo negócio ou com uma empresa com até 3,5 anos de atividade. “Uma a análise da evolução das taxas de empreendedorismo no país nos últimos 20 anos mostra que, em tempos de recessão econômica, é comum que os brasileiros recorram ao empreendedorismo por necessidade. Isso já ocorreu em períodos anteriores (a exemplo do que foi verificado entre os anos de 2014 e 2016)”, comenta Tomaz.

“Estamos vivendo um momento de crise sem precedentes e sabemos como isso tem exigido um esforço ainda maior dos brasileiros que já são donos de pequenos negócios ou que buscam uma saída para enfrentar os problemas. Assim, o aumento no número de MEI mostra o quanto essa figura jurídica tem se tornado peça fundamental para a economia brasileira ao longo dos últimos 10 anos”, destacou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/01/2021 0 Comentários 868 Visualizações
MEI
Business

Número de fechamento de MEI cai no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 11/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apesar das dificuldades impostas pela pandemia, o número de MEI e MPE abertas apresentam sinais de recuperação em quase todos os estados brasileiros. Os dados são de análise do Sebrae, com base em informações da Receita Federal. Assim, o levantamento apresenta um recorte de aberturas e encerramentos de MEI e micro e pequenas empresas (MPE) em todo o país.

Em janeiro de 2020, todos os estados brasileiros apresentaram quantidades de MEI abertos superiores aos mesmos períodos de 2018 e de 2019. Além disso, esse movimento também foi observado no mês de julho, quando a categoria mostrou crescimento e sinais de recuperação pós-pandemia. “Os pequenos negócios são o motor da economia e para superar a crise provocada pela pandemia do coronavírus, o país precisa contar com a força desse segmento”, comentou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Assim, em relação a análise do fechamento de micro e pequenas empresas, o levantamento mostra que, basicamente, todos os estados e o Distrito Federal estabilizaram seus quantitativos, quando comparado com os números pré-pandemia (2018 e 2019). Além disso, a exceção é o Maranhão que apresentou ligeira alta no número de fechamentos.

Sobre a abertura de novas MPE, os gráficos dos estados em 2020 apresentam um comportamento em formato de V, com ápice de empresas abertas em janeiro, queda nos meses entre fevereiro e maio, e recuperação a partir de junho. As exceções são os estados do Acre, Mato Grosso, Roraima, Santa Catarina e Tocantins. Essas unidades da federação não apresentaram quedas expressivas nos seus quantitativos em meados de abril.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/11/2020 0 Comentários 756 Visualizações
MEIs
Business

50% dos MEIs conseguiram o auxílio emergencial do governo

Por Gabrielle Pacheco 10/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mais de cinco milhões de microempreendedores individuais (MEIs) tiveram acesso ao auxílio emergencial, devido à pandemia da Covid-19. Esse número corresponde à metade dos 10,7 milhões de MEIs registrados atualmente no país. Por outro lado, dados do governo mostram que quase 1,2 milhões de empreendedores da categoria não puderam usufruir do benefício.

“Isso demonstra como é acertada a decisão do empreendedor que decide sair da informalidade.”

De acordo com o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Silas Santiago, os dados representam o sucesso do MEI. Como resultado, ele firma-se como o maior programa de redução de informalidade empresarial no mundo. “Isso demonstra como é acertada a decisão do empreendedor que decide sair da informalidade. Nesse meio tempo, o benefício tem sido muito importante para ajudar os empreendedores a passar pela pandemia com menos dificuldades”, analisa. Em contrapartida, isso também traz ao país uma espécie de colchão de liquidez. “Dessa maneira, acaba auxiliando as micro e pequenas empresas a superarem a crise, devido ao dinheiro que passa a girar na economia”, diz o gerente.

Segundo Silas, os empreendedores que não conseguiram o auxílio foi por não se enquadraram – por alguma razão – nos critérios do governo. “Pode ser que eles tivessem renda familiar superior ao limite legal, algum vínculo empregatício ou algum benefício previdenciário”, explicou.

Os MEIs em números

Nos últimos cinco meses, houve um crescimento expressivo do número de empreendedores que buscaram formalizar os negócios. Entre 31 de março e 15 de agosto, 784,3 mil empresas registraram-se no Simples Nacional. Esse número sobrepõe-se em 0,8% ao registrado no mesmo período do ano passado. De maneira geral, são microempresários individuais, com 684 mil registros – quase 43 mil a mais que no mesmo período de 2019. Além disso, cerca de 100 mil novos negócios enquadraram-se como Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, nesse mesmo período.

Prorrogação do auxílio

Nesta semana, o governo federal anunciou que irá prorrogar o auxílio emergencial até dezembro, porém com valor de R$ 300. Ainda não há previsão de reabertura de novas solicitações do benefício. Portanto, somente os beneficiários aprovados previamente devem receber as próximas parcelas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2020 0 Comentários 676 Visualizações
Business

Ministério da Economia planeja melhoria no processo de controle cadastral do MEI

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A partir de 1º de setembro, o processo de formalização do Microempreendedor Individual (MEI) será facilitado. A medida, prevista em resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSIM), publicada no último dia 12 de agosto, estabelece que os MEI podem iniciar seus negócios mesmo sem alvará ou licença de funcionamento. A respeito dessa resolução, a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, vinculada ao Ministério da Economia, informou que espera colocar em produção – até o final do ano – uma funcionalidade que permitirá que o município faça os comandos já previstos na regulamentação (decretar a situação de encerramento ou alterar o endereço de determinado Microempreendedor Individual). A Secretaria explica que esse aplicativo não alterará a autonomia municipal, mas dará efetividade cadastral, de refletir a decisão municipal nos cadastros federais e da Junta Comercial.

Com isso, a Secretaria espera sanar um problema que vem sendo apontado desde a criação do MEI: as condições para a efetivação cadastral da ação municipal. O Município pode decretar o fechamento de qualquer atividade em seu território, o impedimento para funcionamento ou pode registrar essa condição em sua base cadastral; mas tem dificuldades para registrar esses eventos nos cadastros das Juntas Comerciais e na Receita Federal.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, as alterações trazidas pela Resolução CGSIM nº 59 não alteram a essencialidade do MEI. “Essa realidade está posta desde 2009. O MEI que se inscreve em uma das mais de 400 ocupações permitidas, declara conhecer e respeitar todas as leis e regulamentos, nos três níveis de governo, obtém o CCMEI e começa a trabalhar imediatamente. Já a Prefeitura Municipal poderá se manifestar, a qualquer tempo, quanto à correção do endereço de exercício da atividade do MEI relativamente à sua descrição oficial, assim como quanto à possibilidade de que este exerça as atividades constantes do registro e enquadramento na condição de MEI”, comenta Melles.

Segundo a Resolução nº 59 do CGSIM, quem quer abrir um MEI vai poder aderir a um Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento, ao se inscrever no Portal do Empreendedor. Com isso, os novos MEI poderão começar suas atividades antes mesmo de obter um alvará ou uma licença de funcionamento.”O MEI manifestará sua concordância com o conteúdo do Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará e Licença de Funcionamento a partir do ato de inscrição ou alteração, emitido eletronicamente, que permitirá o exercício de suas atividades”, diz a Resolução.

O documento ressalta, contudo, que, ao aderir a essa dispensa, os empreendedores devem estar cientes e atender os “requisitos legais exigidos pelo Estado e pela Prefeitura do Município para a dispensa de alvará de licença e funcionamento, compreendidos os aspectos sanitários, ambientais, tributários, de segurança pública, uso e ocupação do solo, atividades domiciliares e restrições ao uso de espaços públicos”, bem como autorizar posterior “inspeção e fiscalização no local de exercício das atividades, ainda que em sua residência, para fins de verificação da observância dos referidos requisitos”.

O regulamento, ao estabelecer a dispensa de licenças e alvarás para o MEI, previu que o município poderá cancelar o registro do MEI caso as condições para a emissão do CCMEI, e consequentemente do termo dispensa, não sejam válidas. Assim, a validade do termo de dispensa de alvará e licenças de funcionamento está condicionada à permanente observância dos requisitos estabelecidos pelo poder púbico para a sua emissão. Não se observando o atendimento dos requisitos, o poder público pode realizar o cancelamento do registro empresarial do MEI a qualquer tempo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2020 0 Comentários 649 Visualizações
Business

Retomada dos pequenos negócios na área de alimentação requer atenção com segurança e higiene

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia da Covid-19 causou uma interrupção do serviço de comida de rua em todo o país e vai exigir, principalmente do Microempreendedor Individual (MEI), uma profunda reinvenção do modelo de negócio. Neste momento, em que há uma retomada gradativa das atividades econômicas em alguns estados do país, o MEI do setor de alimentação tem que estar preparado para retornar ao trabalho em um cenário bem diferente do anterior à quarentena. Será preciso entender que há novos hábitos de consumo e adaptar-se a eles. Ciente que o ramo da alimentação tem regras rígidas para promover o retorno gradual das atividades, o Sebrae preparou um Protocolo de retomada específico para esse perfil de empreendedor, que precisa se atentar aos cuidados e assegurar que os clientes possam voltar a consumir alimentos com a garantia das condições higiênico-sanitárias.

No retorno das atividades, é fundamental o controle rígido de segurança e higiene para o MEI, seu possível colaborador, fornecedores e clientes. “O Brasil é um país de proporções continentais e as condições do sistema de saúde no atendimento aos casos da doença podem ser bastante distintas, mesmo entre municípios de um mesmo estado. Por esse motivo, os Protocolos de Retomada que o Sebrae está construindo para 14 grandes setores econômicos precisam estar alinhados às medidas determinadas por governadores e prefeitos”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Nesse contexto, a primeira orientação é para que os empresários fiquem atentos aos decretos e demais regulamentos vigentes na sua região e, caso exista divergência de informações entre as medidas estaduais e municipais, optem por seguir a orientação mais rígida, de preferência de acordo com as recomendações das autoridades oficiais de saúde, como Organização Mundial de Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, entre outras.

O protocolo apresenta primeiramente os cuidados com a segurança e saúde diante da Covid-19, de acordo com orientações oficiais e setoriais para o MEI do setor de alimentação. Caso o empreendedor tenha um serviço mais completo de alimentação, ele deverá considerar o protocolo para bares, restaurantes e lanchonetes, adaptado à sua realidade, sem esquecer de acompanhar e seguir as recomendações oficiais da sua região.

Atualmente não há evidências de que a Covid-19 seja transmitida diretamente por alimentos. Mas, de acordo com a OMS, o comportamento do novo coronavírus deve ser semelhante aos outros tipos de vírus da mesma família. Isso significa que ele precisa de um hospedeiro (animal ou humano) para se proliferar e é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para o cozimento dos alimentos, em torno de 70ºC.

Para quem trabalha no ramo da alimentação, as boas práticas de saúde e higiene sempre foram pontos de atenção e precisam ser reforçadas. É necessário redobrar os cuidados nas relações com os colaboradores, fornecedores e clientes. Mais do que nunca, o futuro dos negócios vai depender da adaptação da operação, pois os clientes estão mais atentos se todos os cuidados nesta nova fase estão sendo tomados. Então, é fundamental uma comunicação clara e eficiente com os consumidores para demostrar confiança.

Todas as recomendações podem ser conferidas no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 563 Visualizações
Business

Pesquisa indica que 76% dos pequenos negócios já estão funcionando

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios, pela primeira vez desde o início da pandemia no país, apresentaram uma melhora no otimismo quanto ao retorno à normalidade da economia. Com a flexibilização do isolamento social em todo o país e o movimento de reabertura dos estabelecimentos em grande parte dos estados, as micro e pequenas empresas começam a dar sinais de reação diante da crise. Esse retrato mais favorável é revelado pela 6ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 27 e 30 de julho. No levantamento, 76% dos 6.506 empresários participantes, afirmaram que os negócios voltaram a funcionar, sendo a maioria (63%) de forma diferente da que funcionava antes da crise. A pesquisa também constatou que houve uma melhora no nível de endividamento dos pequenos negócios. Enquanto no final junho, 40% dos empresários possuíam empréstimos ou dívidas em atraso, um mês depois, esse percentual caiu para 36%.

A 6ª pesquisa de impacto colheu dados de forma online de empresários de todos os 26 estados e DF, sendo 57% Microempreendedor Individual (MEI), 38% Microempresa e 5% Empresa de Pequeno Porte. Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, um novo cenário começa se a desenhar com melhores expectativas para os donos de pequenos negócios. “Não temos dúvida da relevância dos pequenos negócios para a retomada econômica do país e da força e capacidade desses empresários. A boa notícia é que já conseguimos enxergar o começo de uma recuperação, mesmo que lenta e variável entre os diferentes segmentos. O importante agora é manter esse ritmo positivo daqui para frente”, destacou.

O levantamento do Sebrae também revelou um expressivo crescimento na proporção de empresas que buscaram empréstimos desde o início da crise. Entre a última semana de março e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que buscou crédito saltou de 30% para 54%. Entretanto, observa-se que esse aumento na procura não tem sido acompanhado, na mesma velocidade, pela oferta de recursos por parte do sistema financeiro. A pesquisa mostrou que 56% dos empreendedores tiveram seus pedidos de empréstimo negados.

Inovação

Ainda de acordo com a pesquisa, a busca pela inovação e digitalizaçãodas empresas (em especial dos canais de venda), deixou de ser uma tendência e se tornou realidade para 66% dos pequenos negócios. Entre as diferentes plataformas, a versão comercial do Whatsapp é a ferramenta digital mais procurada. 46% dos empresários ouvidos já usavam o aplicativo antes da crise e 12% aderiram a esse sistema após a chegada da pandemia.

Local da empresa faz diferença

O levantamento indica que as empresas situadas em locais com maior risco de aglomerações enfrentam mais dificuldade de voltar a funcionar. É o caso das empresas que estão localizadas dentro de feiras ou shoppings populares (42% ainda estão com o funcionamento interrompido) e aquelas que funcionam em algum tipo veículo, como uber e transporte escolar (38% ainda estão fechados). Nesse sentido, os pequenos negócios que funcionam em lojas de rua apresentam o melhor desempenho (apenas 12% deles continuam fechados).

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  •  Houve redução de 84% para 81% na proporção de empresas que afirmam que estão sofrendo uma diminuição no seu faturamento. O volume dessa perda de faturamento também registrou uma pequena redução de -51% para -50%.
  • Entre os segmentos mais afetados pela crise, o Turismo apresentou uma leve melhora nas perdas do faturamento, de -76% para -74%.
  • Outros segmentos que apresentaram melhoras no faturamento: Indústria de Base Tecnológica (de -45% para -35%); Saúde (de -46% para -36%), Moda (de – 56% para -50%), Serviços de Alimentação (de -56% para – 51%), Indústria Alimentícia (de – 40% para – 37%).
  • Entre os segmentos que tiveram piora destacam-se: Pet Shop e Serviços Veterinários (de – 24% para – 37%), Agronegócio (de -37% para – 45%), Energia (de – 49% para – 57%), Artesanato (de – 44% para – 47%) e Logística e Transporte (de – 53% para – 58%).
  • A maioria das empresas (62%) conhecem e já implementaram os protocolos de segurança definidos pelo poder público para o funcionamento da sua atividade.
  • As empresas em locais com maior risco de aglomeração têm mais dificuldade de funcionar. Sendo assim, as empresas que funcionam dentro de feiras ou shopping populares e aquelas que funcionam em algum veículo como Uber e Transporte Escolar, estão sofrendo mais com a pandemia.
  • 41% dos Microempreendedores Individuais (MEI) trabalham em casa e 52% das micro e pequenas empresas funcionam em loja/sala de rua.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 585 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Teatro Feevale anuncia programação dos seus 15 anos

  • 3

    Feira Bêrga reúne marcas autorais e atrações culturais no próximo sábado em Caxias do Sul

  • 4

    Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego

  • 5

    Risco de disseminação do Nipah no Brasil é baixo, segundo Rede Vírus

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO