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medicamento

Saúde

Olina divulga cinco dicas para evitar desconfortos digestivos durante o Carnaval

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Olina – Essência de Vida divulgou cinco dicas para ajudar foliões a evitar desconfortos digestivos durante o Carnaval, período marcado por dias intensos de festa, consumo de comida de rua e excessos. As orientações buscam auxiliar quem deseja aproveitar a programação sem incômodos relacionados à digestão.

A primeira dica é sobre a alimentação durante a folia. A orientação da Olina é dar preferência a opções mais leves e evitar alimentos gordurosos, que podem sobrecarregar o sistema digestivo.

A hidratação também é recomendada. Com o calor e o consumo de bebidas alcoólicas, o corpo pode desidratar rapidamente. A sugestão é beber bastante água entre um bloco e outro, o que também contribui para o bom funcionamento da digestão.

Outro ponto abordado é a importância de evitar exageros com bebidas alcoólicas e comidas durante a festa. Segundo a Olina, em casos de sensação de peso no estômago ou má digestão, o produto pode ajudar a aliviar o desconforto.

Fabricada pelo laboratório Wesp há mais de 100 anos, a Olina é apresentada como um fitoterápico que auxilia o funcionamento do intestino e promove uma digestão mais leve. Durante o Carnaval, os flaconetes de 15 ml são sugeridos como opção prática para carregar na bolsa ou na bagagem. Cada flaconete contém uma dose única.

A Olina

A Olina é um medicamento com mais de um século de existência, produzido pelo laboratório Wesp, de Canoas. A empresa informa que o produto é amplamente utilizado para promover bem-estar digestivo. Informações sobre a Olina podem ser consultadas no perfil oficial da marca no Instagram (@olina_lab) ou no site olina.com.br.

Foto: Edith Auler/Evidência Press Comunicação/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 347 Visualizações
Saúde

Deputado solicita retirada do ICMS de medicamento que trata doença degenerativa

Por Jonathan da Silva 20/02/2025
Por Jonathan da Silva

O deputado estadual Issur Koch (PP) solicitou nesta quarta-feira (19) ao governador Eduardo Leite (PSDB) que o estado envie à Assembleia Legislativa um projeto de lei para retirar a cobrança do ICMS sobre o Elevidys, medicamento utilizado no tratamento da Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), uma doença degenerativa. O custo do remédio, fabricado nos Estados Unidos, é estimado em R$ 17 milhões, o que tem dificultado o acesso das famílias ao tratamento.

Durante discurso na tribuna e em ofício encaminhado ao governador, o parlamentar destacou a urgência da medida. “Como pai, peço sua especial atenção e apoio a esta causa, pois trata-se de uma corrida contra o tempo para que essas crianças e adolescentes possam ter vida melhor e esperança no futuro”, afirmou Issur Koch.

A DMD é uma doença rara e progressiva que afeta principalmente meninos, comprometendo as funções motoras e podendo levar à perda da mobilidade com o tempo. O tratamento contínuo é considerado essencial para retardar o avanço da enfermidade.

Campanha para ajudar irmãos de Picada Café

O parlamentar citou o caso da Família Mielke, de Picada Café, que busca recursos para comprar o Elevidys para os irmãos Felipe e Igor, diagnosticados com a doença. Segundo o deputado, uma vaquinha online tem sido realizada para arrecadar o valor necessário, mas a quantia arrecadada ainda está longe dos R$ 34 milhões necessários para custear o tratamento dos dois meninos.

O deputado argumenta que a isenção do ICMS, atualmente fixado em 18%, pode reduzir significativamente o custo do medicamento e beneficiar outras famílias que enfrentam dificuldades semelhantes. “A retirada deste tributo diminuiria o custo final do Elevidys, possibilitando que os Mielke e as demais famílias possam ter acesso ao tratamento e à chance de melhorar a qualidade de vida de seus filhos”, pontuou Issur Koch.

A prevalência da DMD é de três casos a cada 100 mil pessoas. No Brasil, são registrados aproximadamente 700 novos casos por ano.

Medida semelhante foi adotada para outro medicamento

Em 2021, o deputado Issur Koch articulou junto à Assembleia Legislativa a retirada do ICMS sobre o medicamento Zolgensma, utilizado no tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME) do tipo I. A proposta foi aceita pelo governo estadual, e o tributo foi eliminado para esse remédio no Rio Grande do Sul.

Foto: Raul Pereira/ALRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2025 0 Comentários 411 Visualizações
Saúde

Aprovado medicamento para câncer de rim avançado

Por Gabrielle Pacheco 23/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no último dia 16, sob a Resolução-RE Nº 2.282, a imunoterapia Keytruda (pembrolizumabe) — o anti-PD-1 da MSD, em combinação com axitinibe, um inibidor da tirosina quinase — para o tratamento de primeira linha para pacientes com carcinoma de células renais avançado ou metastático.

Essa é a primeira indicação de pembrolizumabe para a forma mais comum de câncer de rim e a primeira terapia anti-PD-1 aprovada no país como parte de um regime de combinação de dois medicamentos com mecanismos distintos: imunoterapia e terapia alvo.

O carcinoma renal de células claras é o principal tipo de câncer que pode atingir o rim, correspondendo a aproximadamente 75% dos casos. No Brasil, a incidência estimada é de 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes. O prognóstico da doença depende, dentre outros fatores, da idade do paciente e da rapidez do diagnóstico e do início do tratamento. A Dra. Marcia Datz Abadi, Diretora Médica de Oncologia da MSD Brasil, afirma:

“Estamos confiantes com a aprovação no Brasil também para o tratamento do câncer de rim metastático, pois o uso de pembrolizumabe permite que pacientes tenham a chance de uma maior sobrevida.”

A liberação foi baseada em dados que demonstraram melhora significativa na sobrevida global, na sobrevida livre de progressão e na taxa de resposta global da combinação quando comparada ao sunitinibe, terapia-alvo padrão, em pacientes acometidos pelo câncer de rim metastático.

A taxa de sobrevida global foi de 90% para os indivíduos tratados com pembrolizumabe em combinação com axitinibe versus 78% para os pacientes que receberam sunitinibe no período de 12 meses. Já a mediana de sobrevida livre de progressão no primeiro grupo foi de 15,1 meses em comparação a 11,1 com a terapia padrão.

A comparação para a taxa de resposta objetiva, uma medida de desfecho de eficácia adicional, foi de 59% para pacientes que receberam pembrolizumabe e axitinibe contra 36% para os que receberam sunitinibe.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2019 0 Comentários 574 Visualizações

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