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Marco Legal do Saneamento

Cidades

“Tratamos muito mal a água no Brasil”, alerta especialista em saneamento

Por Amanda Krohn 10/08/2022
Por Amanda Krohn

O desafio da universalização do saneamento básico foi tema de uma sessão conjunta de três comissões da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Realizado na manhã desta terça (9), o encontro contou com apresentações feitas pelo presidente da Cristalina Saneamento, Yves Besse, e do diretor de Articulação e Fomento de Parcerias e Desestatização, da Secretaria de Parcerias de Porto Alegre, Jorge Melo.

A discussão foi promovida pelas comissões de Urbanização, Transportes e Habitação; Economia, Finanças e Orçamento; e Saúde e Meio Ambiente (Cosman). Em sua fala, Besse traçou um panorama do saneamento no Brasil, com atenção especial à realidade de Porto Alegre. “Temos muita água, mas tratamos muito mal a água no Brasil. Muitos querem, inclusive, separar a questão da água do esgoto. Isso não é possível, precisamos que as soluções sejam conjuntas”, explicou.

De acordo com o diretor de Articulação e Fomento de Parcerias e Desestatização, o município realiza um estudo que inclui água, esgoto e drenagem. Ainda não há uma decisão quanto ao futuro do saneamento da capital. Inicialmente, a prefeitura prevê utilizar recursos de uma eventual outorga dos serviços de água e esgoto em investimentos na drenagem da cidade. “A ideia não é fazer uma concessão de drenagem, apenas de água e esgoto, mas reverter parte dos recursos da outorga para as obras necessárias. Isso está em estudo”, explica Melo.

O novo Marco Legal do Saneamento, que completou dois anos em julho, prevê que o fornecimento de água chegue a 99% da população brasileira até 2033. Até o mesmo ano, pelo menos 90% do esgoto gerado deverá ser tratado. Atualmente, apenas 48% do esgoto gerado no país é devolvido tratado à natureza. A estimativa é de será necessário aumentar o investimento anual em saneamento em cerca de 700% para atender à nova legislação.

Foto: Elson Sempé Pedroso/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2022 0 Comentários 588 Visualizações
Variedades

Seminário debate regionalização dos serviços de resíduos sólidos urbanos no RS

Por Stephany Foscarini 17/09/2021
Por Stephany Foscarini

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), realizou, nesta quarta-feira (16), mais um seminário on-line sobre os desafios para a regionalização e a sustentabilidade dos serviços de resíduos sólidos urbano nas cidades brasileiras. Desta vez, o encontro ocorreu com gestores estaduais e municipais do Rio Grande do Sul. Entre os temas debatidos, estiveram os instrumentos de apoio para o desenvolvimento sustentável e a gestão regionalizada dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos.

“A Lei do novo Marco Legal do Saneamento pegou. E hoje estamos felizes em ver como o País tem avançado, com novas propostas e investimentos para o setor”, destacou o secretário Nacional de Saneamento do MDR, Pedro Maranhão, durante o evento.

O Marco Legal do Saneamento, que completou um ano em julho passado, definiu novas diretrizes para universalização dos serviços de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e resíduos sólidos urbanos. Além disso, conforme as alterações, no setor de resíduos sólidos urbanos, todos os municípios deveriam apresentar, até 15 de julho deste ano, a proposição de instrumentos de cobrança que garantam a sustentabilidade econômico-financeira dos serviços.

Já a prestação de serviços regionalizada deve ser adotada pelos municípios até 31 de março de 2022 como condição para que estados, municípios, o Distrito Federal e prestadores de serviços possam acessar recursos do Orçamento Geral da União, bem como financiamentos com recursos federais ou geridos por órgãos federais para ações de saneamento.

“Nós entendemos que o Marco Legal é o maior programa ambiental do mundo. Não existe nenhum programa que vá tratar, num espaço de tempo tão curto, esgoto para 100 milhões de pessoas, que vá zerar os lixões e tratar água para 40 milhões de pessoas. Os benefícios do novo marco regulatório são inestimáveis e vão além de uma questão de saúde pública”, afirmou Maranhão.

Debates

O seminário foi articulado pelo MDR em parceria com o Governo do Rio Grande do Sul, por meio das secretarias de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedur) e do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), e com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).

Esta foi a 9ª edição do seminário com gestores de estados e municípios para discutir a regionalização e sustentabilidade dos serviços de resíduos sólidos urbanos. As reuniões já ocorreram em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Mato Grosso, Santa Catarina e São Paulo. Nas próximas semanas, o MDR irá promover os seminários no Espírito Santo e em Mato Grosso do Sul.

Veja aqui a íntegra do evento no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2021 0 Comentários 450 Visualizações

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