Com o objetivo de compartilhar obras literárias e de incentivar o hábito da leitura, a Secretaria Municipal de Cultura (Secult) de Santa Cruz do Sul retomou, nesta segunda-feira, 28 de março, o projeto Geloteca, em que um refrigerador foi todo estilizado para se transformar em biblioteca ao ar livre. O local escolhido, para o pontapé inicial da iniciativa, é a Praça José Paulo Rauber Filho, junto à Biblioteca Municipal Elisa Gil Borowski, próximo ao Monumento ao Imigrante.
Na prática, segundo o bibliotecário Jair Teves, é possibilitar aos leitores para que retirem ou depositem obras literárias, para compartilharem com outras pessoas. “Ela ficará disponível 24 horas por dia. Mas não é um local de descarte de livro, é um local para deixar ou retirar livros”, esclarece.

De acordo com o titular da Secult, Marcelo Corá, a intenção é expandir o projeto para outros espaços públicos do município, inclusive para o interior. “Queremos que a cidade e o interior abracem a leitura, para que todas as pessoas compartilhem as mais diferentes obras. É uma ação que está sendo retomada e que, se a comunidade disponibilizar mais refrigeradores, vamos revitalizá-los para que sejam colocados em diferentes pontos do município”, afirmou.
Ainda de acordo com ele, a partir da implantação das Gelotecas em outros espaços, a Secult passará a realizar ações de incentivo à leitura e o compartilhamento de obras. “Vamos avaliar como será a receptividade do público quanto ao projeto, e, se a repercussão for positiva, queremos ampliar as ações para todos os públicos, tanto infantil como adulto e suas famílias”, declarou.
Foto: Fotos Luiz Fernando Bertuol/Divulgação | Fonte: Assessoria





A base do trabalho de um desenvolvedor é escrever códigos. Mas como fazer isso de forma simples? É o que o livro de Martin ensina: escrever código fácil para que, tanto você, que escreveu, quanto um terceiro, entendam o que foi feito. “Livro básico que te faz repensar tudo o que você sabe em relação à desenvolvimento de sistemas. Vale a pena ler para quem quer se aperfeiçoar e melhorar sua produtividade”, recomenda o executivo.
Essa obra traz ensinamentos para a formação e desenvolvimento de equipes bem-sucedidas na entrega de softwares eficientes. Além disso, ajuda as organizações a reavaliarem sua abordagem de avaliação de desempenho nas entregas de software, operações e suporte. “É um grande livro para entender porque o formato de times e de empresas tem tanto impacto no software que desenvolvemos e o que podemos fazer para termos pessoas que façam a diferença nesse processo”.
Ideal para quem é desenvolvedor de software e não teve contato com esse tipo de arquitetura, mas precisa e quer adquirir esse conhecimento. “Livro muito bom para mostrar o papel do arquiteto dentro do novo momento que vivemos na tecnologia, em que escalabilidade e falta de pessoas são fatores reais na maioria dos projetos”, destaca Joel.
Esse romance retrata um problema bem comum do mundo real: um dos personagens é gerente de TI de uma empresa e é acionado para “salvar” um projeto que representa o futuro da organização, mas extrapola o orçamento e está bastante atrasado. De uma forma um tanto inusitada, os autores renomados do movimento DevOps apresentam uma história que qualquer um que trabalhe com TI reconhecerá. “Ela realmente conecta desenvolvedores e times de infraestrutura e foca no papel do DevOps para realizar essa união. Esse é o encanto da história, é uma situação tão comum que nos aproxima e nos faz simpatizar com todo o enredo”, analisa o CTO.






