Prepare-se para conhecer um homem corajoso, inovador e apaixonado por futebol. Este é Clovis Tramontina, presidente da maior fabricante de cutelaria do ocidente. Em biografia inédita, é possível conhecer a trajetória de vida do executivo a partir de histórias que o tornaram uma das figuras empresariais mais emblemáticas do país.
Clovis Tramontina – Paixão, força e coragem, lançamento da Editora AGE, apresenta a visão do empreendedor para além do mundo dos negócios e relata que a aptidão de Clovis para ideias criativas começou ainda na infância.
Desde muito cedo, frequentou os corredores da companhia fundada pelo avô, Valentin, há 110 anos, na cidade de Carlos Barbosa, interior do Rio Grande do Sul. Com apenas oito anos, criou o time de futsal Real, que depois se tornou a premiada ACBF (Associação Carlos Barbosa de Futsal).
Em 1980, aos 25 anos, levou o talento para os negócios à Tramontina. Trabalhou com vendas por mais de uma década e, aos 36, foi promovido a presidente da empresa. Na época, a marca, que era conhecida apenas no Rio Grande do Sul, tinha grande número de concorrentes.
Clovis, com uma capacidade criativa ímpar, fez do marketing o maior aliado para expandir os negócios. Com forte investimento em propagandas na grande mídia, a Tramontina se tornou conhecida e admirada por milhões de brasileiros. Tornar a empresa da família uma das favoritas no país foi apenas um dos grandes desafios da vida do gaúcho.
Anos mais tarde, em 1986, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença degenerativa. Os sintomas, como a perda parcial da visão e a limitação da mobilidade, o motivaram ainda mais a expandir a multinacional. Hoje, a Tramontina é uma potência mundial presente em 120 países.
Com endossos de Luciano Huck, Luiza Helena Trajano, José Galló, Décio Lima e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, a obra retrata a visão de mundo de um homem apaixonado pela vida, que nunca se deixou abalar pelas dificuldades.
Clovis Tramontina – Paixão, força e coragem
Editora: AGE
Preço: R$ 58,00
ISBN: 978-65-5863-074-6
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 347
Onde encontrar: Editora AGE, Amazon, Magazine Luiza e Livraria Cultura


A base do trabalho de um desenvolvedor é escrever códigos. Mas como fazer isso de forma simples? É o que o livro de Martin ensina: escrever código fácil para que, tanto você, que escreveu, quanto um terceiro, entendam o que foi feito. “Livro básico que te faz repensar tudo o que você sabe em relação à desenvolvimento de sistemas. Vale a pena ler para quem quer se aperfeiçoar e melhorar sua produtividade”, recomenda o executivo.
Essa obra traz ensinamentos para a formação e desenvolvimento de equipes bem-sucedidas na entrega de softwares eficientes. Além disso, ajuda as organizações a reavaliarem sua abordagem de avaliação de desempenho nas entregas de software, operações e suporte. “É um grande livro para entender porque o formato de times e de empresas tem tanto impacto no software que desenvolvemos e o que podemos fazer para termos pessoas que façam a diferença nesse processo”.
Ideal para quem é desenvolvedor de software e não teve contato com esse tipo de arquitetura, mas precisa e quer adquirir esse conhecimento. “Livro muito bom para mostrar o papel do arquiteto dentro do novo momento que vivemos na tecnologia, em que escalabilidade e falta de pessoas são fatores reais na maioria dos projetos”, destaca Joel.
Esse romance retrata um problema bem comum do mundo real: um dos personagens é gerente de TI de uma empresa e é acionado para “salvar” um projeto que representa o futuro da organização, mas extrapola o orçamento e está bastante atrasado. De uma forma um tanto inusitada, os autores renomados do movimento DevOps apresentam uma história que qualquer um que trabalhe com TI reconhecerá. “Ela realmente conecta desenvolvedores e times de infraestrutura e foca no papel do DevOps para realizar essa união. Esse é o encanto da história, é uma situação tão comum que nos aproxima e nos faz simpatizar com todo o enredo”, analisa o CTO.





A ideia de escrever o livro com esta temática surgiu em decorrência da participação de Anie em um grupo de psicoterapeutas e psicanalistas que escreveram sobre infidelidade a partir da visão psicanalítica. Na época, diz Anie, algumas pessoas sugeriram que escrevessem para leigos e, a partir de então, ela começou a escrever contos, histórias





