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leite

Variedades

Milk Summit Mercosul 2026 entra na reta final de inscrições

Por Jonathan da Silva 14/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Milk Summit Mercosul 2026 está na reta final de inscrições para a edição que será realizada de 14 a 15 de outubro, no Parque de Exposições Wanderley Burmann, em Ijuí, junto à Expofest. O fórum reunirá produtores, cooperativas, indústrias e desenvolvedores de tecnologia para discutir tendências e perspectivas da cadeia leiteira no Brasil e nos demais países do Mercosul. As inscrições são gratuitas, as vagas são limitadas e o encontro busca ampliar o debate sobre os desafios e os caminhos para o setor no mercado nacional e internacional.

A programação deste ano reunirá lideranças do Brasil e do Mercosul, após uma edição nacional realizada em 2025. Para o coordenador do Milk Summit Mercosul e secretário executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, a proposta é ampliar a discussão sobre a cadeia leiteira. “A proposta é ampliar o diálogo sobre os caminhos para uma cadeia leiteira mais competitiva e preparada para os desafios do mercado nacional e internacional”, frisou Palharini.

Arena de Inovação

Entre as novidades da edição de 2026 está a inauguração da Arena de Inovação. O espaço será destinado à apresentação de projetos desenvolvidos por startups e voltados a tendências para o setor lácteo nos próximos anos.

As inscrições para o Milk Summit Mercosul são gratuitas e podem ser realizadas por meio do site do evento. Como as vagas são limitadas, a organização orienta os interessados a realizar o cadastro antecipadamente.

Debates sobre a cadeia leiteira

Realizado novamente em Ijuí, o Milk Summit Mercosul 2026 terá debates de dimensão internacional e reforçará a conexão com uma das regiões de relevância para a produção de leite no Rio Grande do Sul.

Entre os palestrantes confirmados estão o analista do departamento de pesquisa e análise setorial do Rabobank Brasil, Andrés Padilla, e o engenheiro agrônomo e consultor da Transpondo, Wagner Beskow. “Será uma oportunidade de discutirmos a cadeia como um todo, talvez como nunca antes. É para isso que todos os envolvidos estão trabalhando”, adianta Beskow.

Realização

O Milk Summit Mercosul 2026 é realizado pelo Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi), pela Prefeitura de Ijuí, pela Emater/RS-Ascar, pelo Sebrae/RS, pela Suport D’ Leite e pela Impulsa Ijuí.

O evento tem patrocínio Diamante de Italac, Lactalis, Piracanjuba e Tetra Pak; patrocínio Ouro de Sicredi das Culturas RS/MG e Sistema Fiergs; patrocínio Prata de Unianálises/Univates; e patrocínio Bronze de Launer Química, Santa Clara, Senar e Suifarma.

Também são apoiadores do evento Laticínios Frizzo, na categoria Apoio Plus, e Unijuí, SulPasto, VS Lunardi Genética Bovina e Cogent Brasil, na categoria Apoio.

Serviço

  • O quê: Milk Summit Mercosul 2026
  • Quando: 14 e 15 de outubro
  • Onde: Parque de Exposições Wanderley Burmann, durante a Expofest, em Ijuí
  • Inscrições e programação: https://milksummitmercosul.com/
Foto: Nataly Porto/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Variedades

Vaca da Granja Ferraboli vence concurso leiteiro da Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A vaca holandesa Festleite P. Ferraboli 407 Supersite, da Granja Ferraboli, de Anta Gorda, venceu novamente o concurso leiteiro da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) na 49ª Expointer. O resultado foi anunciado nesta terça-feira (1º), durante o tradicional Banho de Leite, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O animal produziu 85,27 quilos de leite em um dia e ampliou o histórico de títulos da propriedade, que também tem vitórias na Fenasul e na Expointer e um recorde estadual.

Banho de Leite reúne vencedores

O Banho de Leite marcou a celebração dos vencedores do concurso leiteiro da Gadolando. Para o presidente da entidade, Marcos Tang, a atividade representa a capacidade produtiva dos animais participantes e o trabalho das famílias produtoras.

De acordo com Tang, os exemplares avaliados apresentam características morfológicas adequadas, bons úberes e alta produção. O dirigente também destacou as dificuldades enfrentadas pelos produtores de leite para manter a atividade. “O produtor de leite está aí, sol e chuva, com preço que baixa, brigando daqui, brigando dali, mas ele adora, ama essa função e nos abrilhanta com essa maravilha desses animais, mostrando produtividade”, destacou o dirigente.

Durante o Banho de Leite, a Gadolando também participou de uma ação solidária em parceria com o Sindilat e outros representantes do setor. A iniciativa resultou na doação simbólica de mil litros de leite para entidades assistenciais.

Vaca Jovem produz 93,10 quilos

A campeã na categoria Vaca Jovem foi Cotribá GR. Bruchez 110 Tribute, da Granja Bruchez, de Barão, exposta por Marcelo Bruchez e/ou Grasiela Weber. A vaca holandesa produziu 93,10 quilos de leite em um dia.

O produtor de leite e proprietário da Vaca Jovem campeã, Marcelo Bruchez, afirmou que não esperava atingir a produção registrada na competição. “Eu achei que não ia chegar a tanto assim. Achei que ia dar uns 80 litros”, expressou Bruchez. O animal ultrapassou os 90 litros e se aproximou da produção registrada pelo campeão do concurso no ano anterior. “Fiquei muito contente”, completou o produtor.

Trajetória da campeã adulta

A campeã na categoria Vaca Adulta foi Festleite P. Ferraboli 407 Supersite, dos expositores Paulo Diogo e Diego Ferraboli, da Granja Ferraboli, de Anta Gorda. O animal produziu 85,27 quilos de leite em um dia.

O produtor Paulo Ferraboli, da Granja Ferraboli, reforçou que o resultado amplia o histórico da propriedade na Expointer e em outras competições. Ferraboli também expressou que os resultados obtidos nos concursos vêm em um contexto de dificuldades para a produção de leite, principalmente em relação aos custos. “É uma paixão, é um esporte. É bastante trabalho, a gente trabalha bastante”, afirmou o empresário.

Segundo Ferraboli, a situação financeira dos produtores é preocupante devido à relação entre o preço recebido pelo leite e os custos da atividade. “Hoje, 99% ou 100% estão endividados, porque um litro de leite não cobre o custo. Agora subiu um pouco, mas já existe expectativa de baixa para o mês que vem”, pontuou o produtor, que também relacionou a participação em concursos ao circuito de competições e ao incentivo para a continuidade da atividade, apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pelo setor.

A vaca adulta campeã acumula títulos em concursos leiteiros. Em 2013, venceu a Fenasul e a Expointer. Em 2023, voltou a conquistar as duas competições e repetiu o resultado em 2024. Ao longo da trajetória, o animal também chegou a estabelecer um recorde estadual. Com a vitória de 2026, a Festleite P. Ferraboli 407 Supersite amplia o histórico de resultados da Granja Ferraboli na Expointer.

Sucessão familiar

A continuidade da produção na Granja Ferraboli também envolve a participação da nova geração da família. Segundo Paulo Ferraboli, os filhos decidiram permanecer na atividade, tanto na produção de leite quanto na lavoura. “Tivemos os filhos e, teimosos, quiseram ficar lá”, brincou o produtor.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 78 Visualizações
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Aliança Láctea debate sanidade e competitividade na Expointer

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Aliança Láctea Sul-Brasileira (ALSB) debateu medidas relacionadas à sanidade animal, competitividade e ampliação da presença do setor lácteo brasileiro no mercado internacional na manhã desta terça-feira (1º), durante a Expointer, em Esteio. A reunião reuniu representantes da cadeia produtiva para discutir ações que permitam aos estados produtores avançar nas exportações, além de mecanismos de proteção e sustentabilidade diante de negociações comerciais e custos de distribuição. O encontro também marcou os 12 anos de criação da entidade, que reúne lideranças públicas e privadas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Durante a reunião, o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, defendeu avanços nas garantias de sanidade animal para que os estados produtores vinculados à Aliança Láctea possam acessar mercados internacionais. Ele citou como referência os resultados obtidos por outros segmentos de proteínas animais, como ovos e carnes. “Precisamos avançar junto ao governo federal no sentido de agilizar liberação, mesmo que seja de forma regionalizada, para conseguir embarcar nossos produtos para fora, buscando nichos de mercado que estão se abrindo na Ásia, por exemplo, e que estão sedentos por comida e que agregam grandes poulações”, expressou o dirigente.

Para Palharini, a abertura de novos mercados pode contribuir para ampliar as alternativas de comercialização dos produtos lácteos brasileiros, especialmente diante das oportunidades identificadas em países asiáticos.

Integração da cadeia produtiva

O 1º vice-presidente da Aliança Láctea Sul-Brasileira, Alexandre Guerra, destacou que o desenvolvimento do setor depende da construção conjunta de soluções e do fortalecimento dos diferentes elos da cadeia produtiva. “São caminhos que a gente vai debatendo e temos visto que estamos avançando. Temos que trabalhar pensando no conjunto, desde os pequenos, médios e grandes, da indústria e do campo, porque sempre repetimos que precisamos estar todos fortes e unidos. Somos interdependentes e todos são importantes”, ponderou o dirigente.

Guerra também chamou atenção para o crescimento de segmentos como o de queijos e defendeu a ampliação de estímulos ao consumo. Outro ponto abordado pelo dirigente foi a distribuição da produção brasileira, especialmente diante dos impactos de novas tarifas que aumentam os custos de transporte de produtos da região Sul para o centro do país.

Sustentabilidade no setor

As negociações comerciais também estiveram entre os assuntos discutidos no encontro. O secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, destacou a necessidade de criação de mecanismos que ampliem a proteção e a sustentabilidade da cadeia láctea diante de possíveis impactos das relações comerciais internacionais. Entre os temas citados está o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. “Existe uma preocupação com a criação de salvaguardas para produtos brasileiros, e o setor lácteo está inserido nesse debate, assim como outros segmentos, como vinhos e azeite de oliva”, afirmou Palharini.

Segundo o dirigente, a busca por competitividade também passa pela criação de mecanismos específicos para o setor. “Precisamos buscar mecanismos e instrumentos que contribuam para a proteção e a sustentabilidade da cadeia. A discussão sobre comercialização futura, por exemplo, é um dos temas que começam a ganhar espaço e que certamente estará presente nas nossas próximas reuniões”, completou Palharini.

12 anos da Aliança Láctea

A reunião realizada durante a Expointer também marcou os 12 anos da Aliança Láctea Sul-Brasileira. A entidade foi fundada durante a própria Expointer, que serviu como espaço para o encontro das lideranças do setor. A Aliança Láctea Sul-Brasileira é um fórum público-privado que reúne lideranças e entidades dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Foto: Gisele Ortolan/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Variedades

Asilo Padre Cacique precisa de doações de leite zero lactose

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Asilo Padre Cacique, em Porto Alegre, está com o estoque de leite zero lactose totalmente zerado e tem solicitado doações para atender moradores que possuem restrição à lactose. O produto faz parte da rotina alimentar dos idosos que necessitam de dieta específica e pode ser entregue diretamente na sede da instituição, no bairro Menino Deus. A mobilização busca garantir a reposição do estoque e manter o atendimento às necessidades alimentares dos moradores.

O leite zero lactose é utilizado na alimentação dos idosos que possuem restrição à lactose. Com a ausência do produto em estoque, o Asilo Padre Cacique busca mobilizar pessoas, empresas, parceiros e apoiadores para realizar a reposição. “O leite zero lactose é indispensável para alguns dos nossos moradores e, hoje, não temos nenhuma unidade em estoque. Toda doação, independentemente da quantidade, será muito importante para conseguirmos atender essa necessidade”, afirmou o presidente do Asilo Padre Cacique, Edson Brozoza.

Local para entrega

As doações podem ser entregues diretamente na sede do Asilo Padre Cacique, localizada na Avenida Padre Cacique, 1178, bairro Menino Deus, em Porto Alegre. O recebimento de donativos ocorre todos os dias, das 7h às 20h.

Mais detalhes sobre a entrega de doações podem ser obtidos diretamente com a instituição. Também é possível consultar orientações sobre como ajudar pelo site Doe Carinho, em doecarinho.com.br/play.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 71 Visualizações
Variedades

Conseleite projeta alta no preço de referência do leite em julho

Por Jonathan da Silva 29/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS) projetou o preço de referência do leite para julho de 2026 em R$ 2,5005 por litro, o que representa uma alta de 2,98% em relação ao valor projetado para junho, de R$ 2,4281. O novo indicador foi divulgado nesta terça-feira (28), durante reunião online do colegiado. Na ocasião, também foi apresentado o valor consolidado de junho, que encerrou o mês em R$ 2,4320 por litro, aumento de 0,07% em comparação ao consolidado de maio, de R$ 2,4302.

Segundo o coordenador do Conseleite, Kaliton Prestes, os indicadores permanecem próximos da média histórica e acompanham o comportamento observado nos principais estados produtores do país. “Temos uma estabilidade nos preços e uma sustentação dos valores pagos ao produtor neste primeiro semestre do ano”, assinala Prestes.

Durante a reunião, representantes dos produtores e da indústria também demonstraram preocupação com os impactos do elevado volume de chuvas. Conforme avaliação dos participantes, caso o cenário persista, poderá haver prejuízos ao desenvolvimento das pastagens de inverno e comprometimento das pastagens de verão, com reflexos na formação de silagem e na oferta de alimentos nas propriedades rurais.

Metodologia de cálculo

Os indicadores do Conseleite são elaborados pela Universidade de Passo Fundo (UPF) com base nas informações fornecidas pelas indústrias participantes. A projeção mensal considera a movimentação dos primeiros 20 dias de cada mês, enquanto o valor consolidado é calculado após o encerramento do período.

Durante o encontro, a Câmara Técnica e Econômica (Camatec) apresentou a atualização dos parâmetros utilizados no cálculo do preço de referência do leite. As alterações passarão a ser adotadas nas planilhas de cálculo a partir da próxima rodada de aferição.

Foto: Azerbaijan Stockers/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2026 0 Comentários 148 Visualizações
Business

Gadolando cobra maior equilíbrio na cadeia do leite

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

Depois de um longo período em que o preço do leite mal cobria os custos da atividade, os produtores gaúchos voltaram a operar com margem positiva. Embora o cenário seja mais favorável do que o registrado nos últimos anos, representantes do setor avaliam que a remuneração ainda está abaixo do necessário para garantir a sustentabilidade da produção e estimular novos investimentos nas propriedades.

O momento é refletido nos indicadores do Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS), que projetou para junho um valor de referência de R$ 2,4281 por litro. O índice serve como parâmetro para as negociações entre produtores e indústrias, mas os valores efetivamente pagos variam conforme qualidade do leite, volume entregue e bonificações oferecidas pelos laticínios.

Na avaliação do presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, a remuneração praticada atualmente permite que os produtores recuperem parte da rentabilidade perdida nos últimos anos, ainda que de forma limitada. “A grande maioria dos produtores está recebendo em torno de R$ 2,50 e R$ 2,70. O custo de produção está em torno de R$ 2,20 a R$ 2,30 por litro de leite. Agora está tendo uma pequena margem, enquanto nós viemos muito tempo sem margem”, afirma Tang.

Apesar da melhora, o dirigente considera que o valor recebido ainda não proporciona o retorno necessário para dar segurança à atividade no longo prazo. Segundo ele, um preço próximo de R$ 2,80 por litro representaria uma remuneração mais compatível com a realidade da produção, sem comprometer o consumo.

Tang observa que o diálogo entre produtores e indústrias evoluiu nos últimos anos por meio das reuniões do Conseleite, que permitem discutir a formação dos preços de referência. Na avaliação da entidade, porém, o debate ainda precisa envolver um terceiro elo da cadeia.

Para o presidente da Gadolando, ampliar a participação do varejo nas discussões contribuiria para reduzir os impactos das oscilações do mercado sobre quem produz. “No Conseleite, a indústria e o produtor conseguem sentar juntos e debater, mas sentimos falta de discutir também com o varejo para amenizar os efeitos das crises, para todo mundo poder trabalhar junto e manter a cadeia”, afirma Tang.

O dirigente ressalta que a construção de uma cadeia mais equilibrada depende da participação de todos os segmentos envolvidos na comercialização do leite. Na avaliação dele, compartilhar responsabilidades tanto nos momentos de valorização quanto nos períodos de retração é um dos caminhos para fortalecer a atividade e garantir maior estabilidade aos produtores.

Foto: Isabele Kleim /Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/07/2026 0 Comentários 111 Visualizações
Variedades

Sindilat debate competitividade da cadeia do leite em seminário da Famurs

Por Jonathan da Silva 16/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) participou do 33º Seminário dos Secretários Municipais de Agricultura do Rio Grande do Sul, realizado nos dias 14 e 15 de julho em Porto Alegre. Promovido pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o evento reuniu gestores públicos, representantes de entidades e especialistas para discutir políticas públicas, desenvolvimento rural e os desafios do agronegócio gaúcho. Durante a programação, o Sindilat/RS destacou temas relacionados à competitividade da cadeia leiteira e às oportunidades de inserção no mercado internacional.

No painel “A cadeia produtiva do leite e o mercado global”, o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, abordou os impactos das importações sobre o setor, as dificuldades enfrentadas pelos produtores, a necessidade de agregar valor aos produtos lácteos e os desafios para ampliar a presença brasileira no mercado externo.

Segundo Palharini, o fortalecimento da sanidade animal é um fator decisivo para ampliar a competitividade da cadeia produtiva. “O fortalecimento da sanidade animal no Rio Grande do Sul é fundamental para o desenvolvimento da cadeia leiteira. Propriedades com programas de controle de tuberculose e brucelose alcançam melhores indicadores de produtividade, qualidade do leite e sustentabilidade”, afirmou o dirigente.

Participação de especialistas

O debate também contou com a participação dos auditores fiscais federais agropecuários do Departamento de Negociações Sanitárias e de Sustentabilidade da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Bernardo Todeschini e Leonardo Isolan.

Seminário reuniu gestores e entidades

O 33º Seminário dos Secretários Municipais de Agricultura reuniu secretários municipais, gestores públicos, representantes de entidades e especialistas para discutir alternativas voltadas ao fortalecimento do setor agropecuário no Rio Grande do Sul.

Além da participação no painel, o Sindilat/RS contribuiu com produtos lácteos para o Milk Break realizado durante o evento, apresentando alimentos produzidos pela indústria de laticínios do Estado.

Foto: Ismael Horbach/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2026 0 Comentários 164 Visualizações
Variedades

Milk Summit Mercosul 2026 apresenta programação e abre inscrições

Por Jonathan da Silva 15/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Milk Summit Mercosul 2026 teve a programação oficial apresentada nesta terça-feira (14), em Ijuí, e abriu as inscrições para a segunda edição do evento, que será realizada entre os dias 14 e 15 de outubro, durante a ExpoFest Ijuí. Promovido por entidades do setor lácteo e instituições públicas, o encontro reunirá especialistas nacionais e internacionais para debater temas como mercado, saúde animal, competitividade, sustentabilidade, exportação, inovação e tendências para a cadeia produtiva do leite. O lançamento ocorreu em celebração ao Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho.

O evento de lançamento reuniu cerca de 200 participantes e antecipou parte dos temas que integrarão a programação oficial. As inscrições já estão abertas por meio do site do Milk Summit Mercosul, onde também está disponível a agenda completa de atividades.

Competitividade do leite brasileiro

Ao abordar a competitividade do leite brasileiro em relação à Argentina e ao Uruguai, o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, defendeu o fortalecimento da atividade com base em três pilares: gestão das propriedades, coordenação entre os diferentes elos da cadeia produtiva e comunicação com a sociedade. “A gestão envolve desde aspectos zootécnicos até a gestão de risco e é decisiva para a competitividade”, destacou Carvalho.

A programação também incluiu uma mesa-redonda sobre eficiência e previsibilidade no setor. A representante da StoneX, Marianne Tufani, apresentou a ferramenta StoneX Leite Futuro, voltada à gestão de riscos. Em seguida, o representante do Sicredi das Culturas RS/MG, Matheus Zimmermann, abordou o uso de derivativos financeiros no agronegócio, enquanto o representante da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Lucas Oberherr, tratou da importância das políticas públicas, da competitividade, da sanidade e da rastreabilidade.

Homenagens estão na agenda

Durante o lançamento, produtores de leite de Ijuí foram homenageados pelo trabalho desenvolvido na região, que concentra o maior volume de leite destinado à indústria no Rio Grande do Sul. O encerramento da programação foi marcado por um brinde com leite em reconhecimento aos produtores e à cadeia produtiva.

O coordenador do Milk Summit Mercosul 2026 e secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, afirmou que o lançamento evidenciou o engajamento do setor na construção de uma agenda voltada ao desenvolvimento da atividade. “Reunimos produtores, indústrias, cooperativas, entidades e poder público para discutir o presente e construir o futuro da atividade. Agora iniciamos a caminhada para o Milk Summit Mercosul 2026, que será ainda maior e se consolidará como um dos principais fóruns de debate do leite”, reforçou Palharini.

Realização

O Milk Summit Mercosul 2026 é realizado pelo Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), pela Prefeitura de Ijuí, Emater/RS-Ascar, Sebrae/RS, Suport D’ Leite e Impulsa Ijuí.

O evento conta com patrocínio de Tetra Pak, Piracanjuba, Lactalis, Italac, Cooperativa Santa Clara, Sicredi, Unianálises, Launer Química, Suifarma, Laticínios Frizzo e Unijuí. Também participam como parceiros institucionais Expofest Ijuí, Setrem, FecoAgro/RS, Sescoop, Farsul, Senar-RS, Fetag-RS, Fiergs, Conseleite-RS, Gadolando, Hooks, Embrapa e Ministério da Agricultura e Pecuária. O Milk Break terá apoio de Languiru, Santa Clara, Piracanjuba, CCGL, Italac, Stefanello, Heja, Lactalis, Deale e Friolack.

Foto: Jonatan Brivio/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2026 0 Comentários 158 Visualizações
Variedades

Milk Summit Mercosul será lançado no dia 14 de julho em Ijuí

Por Jonathan da Silva 07/07/2026
Por Jonathan da Silva

O lançamento da segunda edição do Milk Summit Mercosul será realizado no próximo dia 14 de julho, a partir das 7h30min, no auditório do Sicredi, em Ijuí. O encontro reunirá representantes do setor leiteiro, pesquisadores, instituições e autoridades para apresentar a programação oficial do evento, abrir as inscrições e promover debates sobre competitividade da produção, mercado futuro do leite, gestão de risco e políticas públicas. A programação também celebra o Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho, e antecipa os temas que serão abordados no Milk Summit Mercosul, marcado para os dias 14 e 15 de outubro.

O coordenador do Milk Summit Mercosul, Darlan Palharini (foto), afirma que o lançamento servirá como uma prévia da programação do evento principal. “Será um spoiler do que estamos preparando para o evento de 14 e 15 de outubro, para o qual esperamos superar o público de 800 participantes por dia da primeira edição”, ressaltou Palharini.

Destaques do evento

Entre os destaques está a palestra do pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, sobre a competitividade da produção brasileira em comparação aos sistemas produtivos da Argentina e do Uruguai. O evento também marcará o lançamento da ferramenta StoneX Leite Futuro, voltada à gestão de risco e previsibilidade de preços.

A programação inclui ainda um painel sobre derivativos financeiros para o agronegócio, conduzido por Matheus Zimmermann, do Sicredi das Culturas RS/MG, e uma palestra do secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena, sobre competitividade e políticas públicas para o setor.

Além das palestras, haverá uma mesa-redonda sobre o mercado futuro do leite e a entrega do Prêmio Destaques dos Produtores de Leite de Ijuí, promovido pela Prefeitura.

Realização

O Milk Summit Mercosul 2026 é realizado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Prefeitura de Ijuí, Emater/RS-Ascar e Impulsa Ijuí. O evento conta com o apoio da Expofest, Setrem, Fecoagro/RS, Sebrae, Farsul, Senar, Fetag, Fiergs, Conseleite, Gadolando, Embrapa, Sicredi e Ministério da Agricultura.

Programação

  • 7h30min às 8h30min – Milk Break & Networking: café da manhã de recepção com espaço para conexões e trocas de experiências
  • 8h30min às 8h40min – Apresentação da comissão organizadora, lançamento da programação oficial e abertura das inscrições
  • 8h40min às 8h50min – Convite para a Expofest Ijuí 2026, com o presidente Antônio Tambara e as soberanas da feira
  • 8h50min às 9h30min – Palestra “Competitividade do leite frente à Argentina e Uruguai”, com o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho
  • 9h30min às 9h55min – Lançamento do StoneX Leite Futuro, com Marianne Tufanni
  • 9h55min às 10h20min – Painel “Derivativos financeiros para o agro”, com Matheus Zimmermann
  • 10h20min às 10h45min – Palestra “Competitividade e Políticas Públicas”, com o secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena
  • 10h45min às 12h – Mesa-redonda “O mercado futuro do leite”, com representantes de Sindilat/RS, Embrapa, StoneX, Sicredi, Seapi, FecoAgro, Ministério da Agricultura, Sebrae, Farsul, SDR, Senar, Fetag, Emater e Prefeitura de Ijuí
  • 12h às 12h20min – Entrega do Prêmio Destaques dos Produtores de Leite de Ijuí
  • 12h20min às 12h35min – Pronunciamento das autoridades e encerramento

Serviço

  • O quê: Lançamento do Milk Summit Mercosul 2026
  • Quando: 14 de julho de 2026, a partir das 7h30min
  • Onde: Auditório do Sicredi (Rua São Cristóvão, 30, Ijuí)
  • Quanto: Inscrições gratuitas até 7 de julho, pelo site milksummit.hooks.com.br/inscricao/dia-do-produtor ou pelo telefone (55) 99696-1665.
Foto: Jonatan Brivio/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2026 0 Comentários 219 Visualizações
Variedades

Sítio de Lomba Grande se destaca na produção orgânica de leite e alimentos

Por Jonathan da Silva 10/06/2026
Por Jonathan da Silva

A produção orgânica desenvolvida no Sítio Amigos da Terra, em Lomba Grande, distrito de Novo Hamburgo, tem se consolidado como uma referência em sustentabilidade e agricultura familiar. A propriedade mantém todas as etapas da cadeia produtiva certificadas como orgânicas, desde a criação do gado leiteiro até a fabricação de derivados lácteos e produtos de panificação. O empreendimento integra o Programa Estadual de Agroindústria Familiar (PEAF) e comercializa seus produtos em feiras orgânicas, estabelecimentos especializados e eventos voltados à agroecologia, buscando atender à crescente demanda por alimentos produzidos com práticas sustentáveis.

A produção orgânica exige uma série de critérios que diferem dos sistemas convencionais. No caso do leite, a alimentação dos animais não pode conter ingredientes transgênicos nem adubos químicos, enquanto os tratamentos veterinários são realizados por meio de práticas permitidas pelas normas da certificação orgânica.

Produção certificada

No Sítio Amigos da Terra, toda a área da propriedade possui certificação orgânica, o que garante que cada etapa do processo produtivo siga os padrões exigidos para esse tipo de produção.

O leite obtido na propriedade é encaminhado para a unidade de processamento instalada no próprio local, onde passa a ser transformado em diversos produtos destinados ao consumo.

Segundo o coordenador da Emater de Novo Hamburgo, Carlos Rocha, a matéria-prima segue para a agroindústria logo após a ordenha: o leite segue para a unidade de processamento localizada na parte superior da propriedade logo após a ordenha. Nesse espaço funciona a agroindústria responsável pela produção dos derivados lácteos, agregando valor à matéria-prima produzida no local.

Derivados lácteos e panificação

Entre os produtos fabricados estão leite integral, semidesnatado e desnatado, além de iogurtes, queijo colonial, nata, manteiga, ricota e doce de leite. Os iogurtes são comercializados na versão natural e também em diferentes sabores.

A agricultora Denise da Rosa, responsável pela operação da marca Sítio Amigos da Terra, destaca que a produção da propriedade não se limita aos derivados lácteos. “O sítio também abriga uma padaria totalmente orgânica e integral, onde são produzidos pães, cucas, rocamboles, biscoitos, chips e diversos outros alimentos certificados”, afirma Denise.

Segundo ela, entre os produtos elaborados estão itens produzidos com ingredientes como cacau, uva, coco e laranja, além de diferentes variedades de biscoitos artesanais.

Agricultura familiar

A propriedade integra o Programa Estadual de Agroindústria Familiar (PEAF), que permite a comercialização regularizada dos produtos elaborados pelos agricultores familiares.

Além da agroindústria de leite e da padaria, a estrutura conta com espaços destinados ao armazenamento dos alimentos e demais atividades relacionadas ao processo produtivo.

Os produtos são comercializados em feiras orgânicas, casas de produtos naturais, mercados especializados e eventos voltados à agroecologia. A produção reúne atividades de agricultura familiar, processamento de alimentos e comercialização direta, conectando os consumidores a produtos certificados e produzidos dentro dos critérios da agricultura orgânica.

Foto: Weslei Fillmann/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2026 0 Comentários 185 Visualizações
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