jovem aprendiz
O programa Jovem Aprendiz realiza, na segunda-feira, 15, das 8h às 11h e das 13h às 16h, as inscrições para preencher 70 vagas no curso de aprendizagem na área de comércio e serviços. Para se inscrever, é preciso morar em Novo Hamburgo, ter entre 14 a 23 anos, estar frequentando a escola ou já ter concluído o ensino médio e ter um turno disponível. As inscrições devem ser realizadas presencialmente na sede da Associação do Bem Estar da Criança e do Adolescente (AsBem), localizada na rua Guarujá, nº 171, no bairro Pátria Nova.
A formação faz parte do Projeto de Formação Laboral, que é financiado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Segurança, e executado pela AsBem.
Trata-se de uma iniciativa que ajuda os jovens a perceberem novas oportunidades e a ampliarem os horizontes em relação a uma possível área de formação.
Após a inscrição, os jovens passam por uma seleção nas empresas cotistas cadastradas no Programa. Todos os selecionados cursarão a partir deste mês a capacitação de aprendizagem em comércio e serviços, que é dividida em 400 horas teóricas na AsBem e 400 horas práticas nas empresas. O secretário de Segurança, Roberto Jungthon, explica que o objetivo do Programa é capacitar jovens para o mundo do trabalho por meio da oferta de qualificação profissional. “Trata-se de uma iniciativa que ajuda os jovens a perceberem novas oportunidades e a ampliarem os horizontes em relação a uma possível área de formação”, comenta.
Documentos necessários a serem apresentados na inscrição:
Para adolescentes de 14 até 17 anos
Cópias de documentos:
– RG (carteira de identidade).
– CPF.
– Comprovante de residência (em nome do responsável).
Documentos originais:
– Comprovante escolar ou certificado de conclusão de ensino médio.
Para jovens de 18 até 23 anos
– RG (carteira de identidade).
– CPF.
– Comprovante de residência
– Título de eleitor.
– Atestado de reservista para os candidatos do sexo masculino.
Documentos originais:
– Comprovante escolar ou certificado de conclusão de ensino médio.
Para sanar dúvidas, o telefone para contato na Asbem é (51) 3593-1978.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A Prefeitura de Capão da Canoa, através da Secretaria de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Sul (Senai-RS), iniciou uma turma no programa Jovem Aprendiz. O curso terá um ano de duração e formará novos auxiliares de eletricistas. A abertura ocorreu na tarde de quinta-feira (3).
Com base na Metodologia Senai de Educação Profissional, vem da necessidade de apoiar as indústrias visando atender as demanda dos mais variados segmentos, preparando profissionais para atuarem nestes setores de forma que os mesmos busquem, além de demonstrar competência técnica, também zelo pela sua segurança e dos seus colegas e pela minimização dos impactos ambientais decorrentes dessas atividades.
O programa Jovem Aprendiz é uma excelente oportunidade para os nossos adolescentes, tanto na questão de aprendizagem como também de inserção no mercado de trabalho, em empresas da nossa cidade”.
O prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, destaca a importância da qualificação diante do contexto de crise nacional. “O programa Jovem Aprendiz é uma excelente oportunidade para os nossos adolescentes, tanto na questão de aprendizagem como também de inserção no mercado de trabalho, em empresas da nossa cidade”, comenta.
Conforme a secretária de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, Almei Reis, a metodologia do programa está fundamentada nos quatro pilares da Educação: Aprendendo a Conhecer, Aprendendo a Fazer, Aprendendo a Conviver e Aprendendo a Ser.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Em 2020, o Instituto Crescer Legal precisou fazer ajustes significativos no formato do seu curso de Gestão Rural e Empreendedorismo em razão da pandemia. As atividades presenciais realizadas no contraturno escolar foram substituídas por um modelo de aprendizado remoto. Ainda no final do ano, a entidade aprovou junto às empresas associadas que contratam os aprendizes e aos municípios parceiros a realização de um curso complementar em 2021 para os mesmos jovens aprendizes de 2020, proporcionando as vivências que não foram possíveis com as atividades remotas.
O modelo criado pelo Instituto é um exemplo para outros setores do agronegócio, de fortalecimento e criação de oportunidades.
Em 2020, 141 jovens foram atendidos. Mensalmente, os aprendizes receberam Planos de Estudos que contemplaram a carga horária mínima prevista no curso. O material foi estruturado a partir dos conteúdos do curso de gestão rural e empreendedorismo. Em 2021, pelo menos 136 adolescente terão contrato de trabalho como jovens aprendizes junto às indústrias associadas do Instituto. Os aprendizes são oriundos de sete municípios que renovaram a parceria com o Instituto e oferecem apoio logístico e de alimentação, bem como a cedência de um espaço para a realização das atividades. São eles: Boqueirão do Leão, Canguçu, Cerro Branco, Herveiras, Passo do Sobrado, Santa Cruz do Sul e Sinimbu.
Em Canguçu, um ato virtual organizado pela prefeitura oficializou a renovação da parceria entre o município e o Instituto nesta segunda-feira (22). “Aqui no município, os participantes são, em sua maioria, filhos de produtores de tabaco. Essa iniciativa destaca a responsabilidade social desta cadeia produtiva. O modelo criado pelo Instituto é um exemplo para outros setores do agronegócio, de fortalecimento e criação de oportunidades para auxiliar os municípios a se desenvolverem cada vez mais”, comentou Pegoraro.
No município, serão 23 jovens participantes do curso complementar que terá um total de 800 horas. Para o vice-prefeito e secretário de Educação, Esporte e Cultura de Canguçu, Cledemir de Oliveira Gonçalves, é uma oportunidade de qualificação e de muito aprendizado para os jovens rurais, mas também de combate ao trabalho infantil no meio rural.
“Ao levar o Instituto para a região Sul do Estado, tínhamos a preocupação em relação à distância da nossa sede, localizada em Santa Cruz do Sul. Mas essa questão rapidamente se dissipou pela dedicação do executivo municipal em relação à educação. A pandemia foi um entrave para o relacionamento presencial, mas muito foi feito e exemplo disso foi o piloto de Boas Práticas em Empreendedorismo na Educação que foi possível com a iniciativa da prefeitura. A mensagem que deixamos aos jovens que vão participar do curso é o desejo que abracem essa oportunidade com muita dedicação”, diretor Administrativo do Instituto Crescer Legal, Sergio Rauber.
O educador de referência da turma de Canguçu, Adriano Emmel, discorreu sobre as práticas do curso e acredita que será um ano para aprofundar conhecimentos. “Nossa expectativa é de que os jovens possam ter vivências presenciais em algum momento durante o ano. O cenário ainda exige uma retomada virtual, mas torcemos para que com o avanço da vacinação a retomada presencial aconteça em breve”, avalia Emmel.
Taissa Beiersdorff Böhlke, jovem aprendiz da turma de Canguçu em 2020, vai realizar o curso complementar. “O Instituto nos deu mais uma oportunidade, depois de um ano desafiador em que a gente se manteve conectado e não deixamos de aprender. A expectativa só aumenta, nosso desejo é aprender sempre mais”, relatou.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O projeto social Jovem Aprendiz Feevale busca novas empresas para que os adolescentes do projeto possam se inserir no mercado de trabalho. As organizações interessadas em contar com os jovens do projeto no segundo semestre devem manifestar o seu interesse até o dia 31 de agosto, pelo site. Atualmente, os jovens aprendizes da Feevale atuam em empresas de Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Sapiranga, Ivoti e Dois Irmãos.
Para as empresas parceiras, o projeto possibilita a contratação de jovens qualificados para atividades das áreas administrativas e de TI, atendendo às exigências da chamada Lei do Aprendiz. Após a formalização do interesse da empresa, será encaminhado o acordo de cooperação com a Universidade, o que permitirá à empresa participar do programa, receber os currículos para seleção e encaminhar a contratação do jovem aprendiz.
Para a professora Claudia Maria Teixeira Goulart, líder do projeto, a inserção acontece de forma gradual, intercalando a prática empresarial com as aulas. “Queremos assegurar a inclusão de jovens nas dimensões social, cultural e profissional. O projeto promove a preparação de adolescentes em situação de vulnerabilidade social para o trabalho e para a vida, estendendo os benefícios da educação e do ensino técnico a um segmento da população com poucas possibilidades de acesso ao progresso pessoal e profissional, contribuindo para o desenvolvimento comunitário sustentado”, destaca. Segundo ela, neste momento de distanciamento social, os estágios ocorrem tanto presencialmente quanto na forma de home office e isso pode variar conforme a atividade da empresa e a bandeira de isolamento aplicada em cada município.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O projeto social Jovem Aprendiz Feevale busca novas empresas para que os adolescentes do projeto possam se inserir no mercado de trabalho. As organizações interessadas em contar com os jovens do projeto no segundo semestre devem manifestar o seu interesse até o dia 31 de agosto, pelo site. Atualmente, os jovens aprendizes da Feevale atuam em empresas de Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Sapiranga, Ivoti e Dois Irmãos.
Para as empresas parceiras, o projeto possibilita a contratação de jovens qualificados para atividades das áreas administrativas e de TI, atendendo às exigências da chamada Lei do Aprendiz. Após a formalização do interesse da empresa, será encaminhado o acordo de cooperação com a Universidade, o que permitirá à empresa participar do programa, receber os currículos para seleção e encaminhar a contratação do jovem aprendiz.
Para a professora Claudia Maria Teixeira Goulart, líder do projeto, a inserção acontece de forma gradual, intercalando a prática empresarial com as aulas. “Queremos assegurar a inclusão de jovens nas dimensões social, cultural e profissional. O projeto promove a preparação de adolescentes em situação de vulnerabilidade social para o trabalho e para a vida, estendendo os benefícios da educação e do ensino técnico a um segmento da população com poucas possibilidades de acesso ao progresso pessoal e profissional, contribuindo para o desenvolvimento comunitário sustentado”, destaca. Segundo ela, neste momento de distanciamento social, os estágios ocorrem tanto presencialmente quanto na forma de home office e isso pode variar conforme a atividade da empresa e a bandeira de isolamento aplicada em cada município.
