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Iro Schünke

Cidades

SindiTabaco recebe Comenda Rotária em Santa Cruz do Sul

Por Felipe Schwartzhaupt 21/11/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) foi agraciado com a Comenda Rotária, oferecida pelo Rotary Club Santa Cruz do Sul. A distinção tem como objetivo homenagear pessoas, empresas e entidades que atuam com ética, empreendedorismo e responsabilidade social junto à comunidade. Fundado em 1947, o SindiTabaco representa os interesses comuns de 14 empresas associadas. A atual Diretoria – Gestão 2021/2024 – é presidida por Iro Schünke que recebeu a comenda durante a 29ª edição do Janta-Baile da Comenda Rotária, realizado no sábado, 19 de novembro, no Tap’s Club, em Santa Cruz do Sul (RS).

Em 75 anos de atuação, o SindiTabaco tem como principal objetivo a defesa e o fortalecimento da cadeia produtiva do tabaco, geradora de renda e empregos para milhares de brasileiros, no campo e na cidade. Além disso, nas últimas três décadas, a inovação e o pioneirismo pautaram as ações do sindicato, voltadas a áreas que hoje são referidas como ESG – sigla para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). Um dos destaques na área social é a iniciativa da fundação do Instituto Crescer Legal, em 2015, que oferta oportunidade de qualificação a jovens do campo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2022 0 Comentários 977 Visualizações
Business

Mapa apresenta parecer positivo para embarque do tabaco brasileiro à China

Por Stephany Foscarini 18/08/2021
Por Stephany Foscarini

Pelo segundo ano, a pré-inspeção do tabaco, uma das exigências do protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China, ocorreu sem a presença dos técnicos da Administração Geral das Alfândegas da República da China (GACC) devido à pandemia. Em acordo com o GACC, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ficou encarregado da coleta das amostras do produto processado e envio à Central Analítica da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque.

O encerramento oficial das atividades ocorreu na terça-feira (17), por videoconferência, e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, do MAPA, dos órgãos estaduais de Defesa e Sanidade Vegetal, da China Tabaco Internacional do Brasil (CTIB) e da UNISC.

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, falou sobre o cenário do mercado brasileiro. “O Brasil tem conseguido manter uma exportação anual em torno de 500 mil toneladas, o que demonstra uma estabilidade no mercado mundial mesmo diante do cenário de pandemia e todos os seus desdobramentos sociais e econômicos. Neste contexto, a China é um dos mais importantes parceiros comerciais”, disse Schünke.

Iro Schünke

O executivo do SindiTabaco também comentou que o Mapa tem prestado um serviço extremamente importante e sempre com muita rapidez nos assuntos que envolvem a cadeia produtiva. Avaliou também a importância de o setor ter se mantido ativo durante a pandemia. “O produtor vendeu o seu produto, as empresas seguiram suas atividades contratando milhares de pessoas, e isso fez com que a economia continuasse girando em centenas de municípios da região Sul”, comentou.

A responsável técnica do laboratório da Central Analítica da UNISC, professora Adriana Dupont Schneider, destacou que foram 21 dias de intenso trabalho. “Analisamos 53 lotes, de oito empresas, com o objetivo de atestar a qualidade física do tabaco em relação a nove pragas que fazem parte do acordo entre Brasil e China, sendo dois tipos de ervas-daninhas, seis tipos insetos e um tipo de fungo. Não foram encontradas estruturas viáveis destas pragas quarentenárias, resultado que assegura a qualidade do tabaco a ser exportado para a China”, analisou.

Helena Pan Rugeri, superintendente federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio Grande do Sul, comemorou os bons resultados. “Conseguimos atingir as exigências da China e neste ano temos o maior volume certificado desde que a missão iniciou. É um trabalho muito forte em um período difícil para todos e ainda mais relevante para o Rio Grande do Sul que concentra importantes divisas com a exportação do tabaco”, disse Rugeri, destacando ainda o trabalho e dedicação permanentes dos auditores fiscais do Mapa.

Roque Danieli, auditor fiscal federal agropecuário da Superintendência do MAPA no RS, avaliou a constante evolução da qualidade do tabaco brasileiro analisado. “Durante as inspeções não houve qualquer constatação que pudesse comprometer a qualidade do tabaco, ficando comprovado que os aspectos qualitativos e fitossanitários estão evoluindo a cada ano. Além disso, nas propriedades que temos auditado, não encontramos uso de defensivos que não sejam recomendados para a lavoura do tabaco, o que também é uma conquista da cadeia produtiva e dos treinamentos realizados pelas empresas. Recomendamos a continuidade do trabalho de orientação para a manutenção destes patamares da qualidade física e química do tabaco e de prevenção das pragas quarentenárias”, comentou Danieli.

Xinghua Zhou, presidente da China Tabaco Internacional do Brasil (CTIB), agradeceu a colaboração por parte do SindiTabaco, bem como a seriedade do Mapa e UNISC na condução dos trabalhos, e o suporte dos oito fornecedores brasileiros para a China. “Ficamos felizes com a informação de que as inspeções trouxeram resultados positivos. Acredito que a GACC vai gostar dos nossos resultados e esperamos que em 2022 possamos contar novamente com vocês”, disse o executivo.

Débora Maria Rodrigues Cruz, chefe da Divisão de Fiscalização do Tratamento Quarentenário do Ministério da Agricultura em Brasília, falou da constante evolução da qualidade e de padrões técnicos e de produção do tabaco brasileiro. “O setor produtivo está de parabéns por ter alcançado esse patamar e continuar buscando uma maior qualidade, especialmente no caso do monitoramento e controle de pragas quarentenárias. O trabalho do SindiTabaco também é importante por aglutinar os atores que participam desta importante etapa. Em nome do departamento de sanidade vegetal parabenizo pelas possibilidades futuras de incrementar esse negócio e de manter esse mercado aberto”, falou no encerramento da atividade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2021 0 Comentários 728 Visualizações
Business

SindiTabaco celebra 74 anos

Por Milena Costa 22/06/2021
Por Milena Costa

Atuante na busca de soluções comuns para questões relacionadas à sustentabilidade, aos assuntos regulatórios e à visibilidade do setor de tabaco, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco completa na próxima quinta-feira, 24 de junho, 74 anos de atividades. Na bagagem, um rol de programas sociais, ambientais e de diversificação, como é o caso da inovadora iniciativa do Instituto Crescer Legal e do pioneiro Programa de Recebimento de Embalagens de Agrotóxicos.

“Nos últimos anos temos visto cada vez mais a necessidade de sindicatos e associações demonstrarem uma atuação que faça diferença para seus representados”.

“Nos últimos anos temos visto cada vez mais a necessidade de sindicatos e associações demonstrarem uma atuação que faça diferença para seus representados. O SindiTabaco tem desenvolvido muitas ações que visam a manutenção e o fortalecimento da cadeia produtiva do tabaco, trabalho este reconhecido pelas empresas associadas à nossa entidade. Nos últimos anos, com as mudanças regulatórias dentro do contexto da Convenção-Quadro, as ações conjuntas têm se mostrado grandes aliadas no enfrentamento às ações antitabagistas”, avalia o presidente da entidade, Iro Schünke.

Para a Região Sul do Brasil, o tabaco é uma das atividades agroindustriais mais significativas. Está presente em 544 municípios, envolve cerca de 146 mil pequenos produtores e dá origem a 40 mil empregos diretos nas indústrias. O Brasil é o segundo maior produtor e líder mundial em exportações desde 1993, graças à qualidade e integridade do produto que é o 8º na pauta do agronegócio brasileiro. Saiba mais em: www.sinditabaco.com.br.

Atualmente, são associadas ao SindiTabaco as empresas: Alliance One Brasil Exportadora de Tabacos Ltda, ATC – Associated Tobacco Company Brasil Exportação e Importação de Tabaco Ltda, Brasfumo Indústria Brasileira de Fumos S/A, China Brasil Tabacos Exportadora S.A, CTA – Continental Tobaccos Alliance S.A, JRM Tabacos do Brasil Eireli, JTI Processadora de Tabaco do Brasil Ltda, OTC Comércio e Fabricação de Fumos Ltda, Philip Morris Brasil Indústria e Comércio Ltda, Premium Tabacos do Brasil S/A, ProfiGen do Brasil Ltda, Souza Cruz Ltda, Tabacos Marasca Ltda, Universal Leaf Tabacos Ltda e UTC Brasil Indústria e Comércio de Tabaco Ltda.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Tabaco brasileiro aguarda parecer da China para ser exportado

Por Gabrielle Pacheco 03/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido à pandemia, a pré-inspeção do tabaco, uma das exigências do protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China, ocorreu sem a presença dos técnicos da Administração Geral das Alfândegas da República da China (GACC). Em acordo com o GACC, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ficou encarregado da coleta das amostras do produto processado e envio à Central Analítica da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque.

O encerramento oficial das atividades ocorreu na última sexta-feira, 31, por videoconferência, e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, do MAPA e UNISC. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, abriu a reunião.

“Dizer que estamos chegando ao final deste processo em um ano atípico e cheio de desafios como este já é uma grande vitória, o que só foi possível com o empenho de todas as entidades e empresas envolvidas nesse processo. A China é um dos maiores importadores do tabaco brasileiro, ajudando a fortalecer cada vez mais toda a cadeia produtiva no País. Ficamos satisfeitos que em 2020 houve um acréscimo no volume comprado, ou seja, mais tabaco foi comprado comparativamente que o ano passado e esperamos que isso seja uma curva ascendente”, ressaltou Schünke.

Roque Danieli, da Superintendência do MAPA no RS, apresentou o resultado das análises realizadas e que serão despachadas à China para parecer final. Segundo ele, foram 58 amostras coletadas nos lotes de tabaco processados por sete empresas. “Todas cumpriram os requisitos sanitários e não foram detectadas pragas quarentenárias constantes no protocolo”, informou.

Daniele também comentou que técnicos do MAPA têm realizado inspeções no campo para averiguar o uso de agrotóxicos. “Percebemos que os produtores de tabaco não estão utilizando nenhum produto fora daqueles registrados e autorizados pelo MAPA. É o setor que menos tem tido problemas no assunto de defensivos, muito em função da PI Tabaco que teve a participação do MAPA na sua implementação. Temos verificado que ao longo dos anos a qualidade do tabaco vem melhorando e, considerando que esse é um trabalho das equipes de campo, salientamos que esse trabalho deve continuar, uma vez que é também um relevante fator para o comércio internacional”, ressaltou.

A responsável técnica do laboratório da Central Analítica da UNISC, professora Adriana Dupont, destacou que a inspeção é apenas uma parte do trabalho que vem sendo realizado e muito importante para a Região Sul do País. Dupont explicou que foram 40 dias de intenso trabalho avaliando o tabaco processado para poder entregar os laudos dentro do prazo, destacando que não foram encontradas estruturas viáveis de pragas quarentenárias, o que deve resultar na autorização de embarque do produto pelas autoridades chinesas.

Izabela Mendes Carvalho, chefe da divisão de programas especiais do Ministério da Agricultura em Brasília, parabenizou a todos pelo excelente trabalho. “Este é um trabalho conjunto e que viabilizou por mais um ano a exportação do tabaco brasileiro para a China, cumprindo com todas as exigências sanitárias do mercado chinês. Os inspetores da GACC e representantes comerciais não puderam vir ao Brasil devido às circunstâncias e agradecemos pela confiança no Ministério da Agricultura que ficou encarregado pela coleta, monitoramento e todo o processo de certificação fitossanitária. Esclarecemos que todos os procedimentos foram rigorosos no sentido de garantir a segurança do tabaco a ser exportado”, concluiu. Izabela informou ainda que nesta segunda-feira, 03 de agosto, “todos os documentos serão encaminhados para a China para que possam ser analisados e processados da forma mais rápida possível”.

Xinghua Zhou, presidente da China Tabaco Internacional do Brasil (CTIB), informou que o objetivo agora é conseguir o mais rápido possível o resultado da GACC. “Depende do órgão chinês a aprovação para embarcar para a China. Temos mais uma etapa pela frente e esperamos que esse momento de embarque se concretize o mais rápido possível”, comentou o executivo.

A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro há alguns anos e isso também acontece no setor do tabaco: em 2017 figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representou 13% do total embarcado no ano. Em 2018, devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019, o país figurou na terceira colocação, com US$ 165 milhões embarcados. Em 2019, voltou à segunda colocação, com US$ 383 milhões.

O tabaco representou 0,95% do total de exportações brasileiras e 4,84% dos embarques da Região Sul de 2019. No Rio Grande do Sul, estado que concentra mais da metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,62% do total das exportações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2020 0 Comentários 827 Visualizações
Business

SindiTabaco expõe cenário do setor em audiência pública

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou de audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para debater a política do preço do tabaco e o cenário do setor. Presidida pelo deputado Elton Weber, a audiência contou com a participação de empresas, produtores e deputados estaduais da Região Sul.

Em sua fala, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, lembrou os participantes que o SindiTabaco não participa de temas como preço e comercialização do tabaco. “Isso é feito diretamente entre empresas e produtores, mas me foi solicitado para contextualizar o cenário do setor no Brasil e no mundo e quero reforçar a importância da participação política na proteção deste setor produtivo. Preservar os empregos, a renda e as divisas precisa ser o grande objetivo”, comentou o executivo.

Segundo Schünke, está havendo uma redução gradual do consumo de cigarros, mas mesmo assim cerca de 5,3 trilhões de cigarros são consumidos anualmente. Na área da produção, 5 milhões de toneladas de tabaco são produzidas no mundo, cerca de 600 a 650 mil produzidas somente no Brasil. “A produção precisa estar adequada à demanda. E sempre mantendo a qualidade, a integridade e a sustentabilidade do produto. Nesse sentido, algumas empresas já atuam com a certificação da Produção Integrada do Tabaco”, citou.

Schünke passou alguns números do setor no Brasil e no estado gaúcho. “Para o Rio Grande do Sul, o tabaco é ainda mais importante, considerando que 84% do volume é exportado pelo Porto do Rio Grande”, comentou, citando ainda que as exportações têm apresentado queda em comparação com o ano anterior, especialmente em dólares, o que demonstra uma queda na qualidade do produto.

Outro ponto que afeta a cadeia produtiva do tabaco, o contrabando esteve entre os temas citados pelo executivo.

“A questão do mercado ilegal impacta muito as empresas brasileiras, uma vez que a diferença da carga tributária dos cigarros brasileiros e paraguaios desequilibra a concorrência e estimula o contrabando.”

Schünke afirma ainda que o contrabando contribui para uma significativa evasão fiscal, considerando que o consumo do produto ilegal já supera o produto legal do produto.

Foto: Divulgação | Foto: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 569 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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