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Variedades

Arrozeiros gaúchos pedem prorrogação de incentivo fiscal

Por Jonathan da Silva 17/03/2026
Por Jonathan da Silva

Arrozeiros do Rio Grande do Sul solicitaram, nesta segunda-feira (16), a prorrogação do crédito presumido de ICMS nas vendas de arroz para São Paulo e Minas Gerais, durante reunião realizada na Assembleia Legislativa (ALRS), em Porto Alegre. O encontro reuniu representantes do setor, parlamentares e integrantes do governo estadual para discutir a manutenção do benefício previsto no Decreto Estadual nº 58.296/2025. A medida, segundo o setor, é considerada necessária para manter a competitividade do produto gaúcho diante da redução de área plantada e do aumento dos custos de produção.

A reunião foi promovida pela Frente Parlamentar em Defesa do Arroz, presidida pelo deputado estadual Marcus Vinícius (PP), com o objetivo de debater a renovação do incentivo fiscal e evitar distorções tributárias. O crédito presumido de ICMS permite às indústrias deduzirem parte do imposto devido, reduzindo a carga tributária nas operações interestaduais e ampliando a competitividade do arroz beneficiado.

Participaram representantes da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), do Sindicato da Indústria do Arroz (Sindarroz), da Federação das Associações de Rizicultores do Estado do RS (Fearroz), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), além de parlamentares e representantes do governo estadual.

Impacto no setor

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, destacou a relevância do setor para a metade sul do estado, que concentra cerca de 4 milhões de hectares de terras baixas aptas ao cultivo de arroz irrigado e um dos maiores parques industriais de beneficiamento fora da Ásia. Dias Nunes afirmou que há redução na área plantada como estratégia para enfrentar custos elevados e queda nos preços. “Quando o Estado investe em programas de irrigação para ampliar a produção e garantir mais segurança à agricultura, o setor já tem 100% da área irrigada. No entanto, viemos fazendo um movimento contrário no sentido de diminuir a área plantada numa tentativa de reduzir os efeitos do alto custo de produção e queda nos preços de venda. Além disso, a indústria está localizada justamente na metade sul, que é a região que mais precisa de geração de emprego e renda”, destacou o dirigente.

Dias Nunes também relacionou a manutenção do incentivo a aspectos sociais. “Não estamos falando de mais geração de emprego em regiões já desenvolvidas, mas em uma área que precisa dessa atividade econômica. É uma questão estratégica para o Rio Grande do Sul”, afirmou o presidente da entidade.

Empregos e produção

O vice-presidente da Federarroz, Roberto Fagundes Ghigino, questionou os cálculos do governo sobre o impacto fiscal da medida e defendeu a análise das perdas já registradas pelo setor. Segundo ele, cerca de 90 mil hectares deixaram de ser cultivados, o que impacta diretamente a cadeia produtiva. “Estamos falando de uma cadeia que gera cerca de 24 mil empregos. Se apenas 10% das indústrias fecharem, seriam 2,4 mil postos de trabalho perdidos. E quando uma indústria fecha ou vai para outro estado, dificilmente volta a produzir aqui”, ressaltou Ghigino.

Encaminhamentos

Ao final da reunião, o presidente da Frente Parlamentar, deputado estadual Marcus Vinícius, informou que os relatos apresentados serão levados à sessão deliberativa do plenário da Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 17 de março. A proposta é coletar assinaturas de deputados em apoio à prorrogação do benefício e encaminhar o documento ao governador Eduardo Leite (PSD).

Foto: Érika Ferraz/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2026 0 Comentários 96 Visualizações
Variedades

Semana começa com chuva no Estado e segue com baixa na temperatura

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A semana começa com chuva e vai terminar com baixa na temperatura. Uma frente fria avança e traz chuva a partir desta segunda-feira, 11, ao Estado. Atenção ao maior risco de tempestades entre Santa Maria, São Borja e São Luiz Gonzaga na madrugada desta terça (12), com muitas trovoadas, ventos fortes e eventual queda de granizo. As informações são da Somar Meteorologia divulgadas pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

A precipitação prossegue até quarta-feira (13), levando maiores acumulados ao entorno da Lagoa dos Patos, região Central e partes do Oeste e Noroeste do Rio Grande do Sul. A fronteira com o Uruguai será a área com menor acumulado. Posteriormente, a temperatura despencará pelo avanço de uma massa de ar polar.

Na quinta-feira (14), a mínima cai para cerca de 3°C na Campanha, com formação de geada. Na sexta-feira (15), além da Campanha, há previsão de geada na metade norte do Estado. A próxima chuva deve ocorrer por volta de 20 de maio. A maior frequência de chuva, mesmo de forma irregular, garante aumento da umidade do solo e instalação de pastagens de inverno e do trigo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2020 0 Comentários 641 Visualizações
Variedades

Safra do arroz deve alcançar 8 milhões de toneladas no Estado, informa Irga

Por Gabrielle Pacheco 23/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A estiagem que castigou as lavouras de soja e milho nesta safra não teve efeito negativo no cultivo do arroz, que se prepara para fechar a colheita de 8 milhões de toneladas – volume superior à estimativa inicial, de 7,2 milhões de toneladas. A informação foi dada pelo presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Guinter Frantz, durante videoconferência da Câmara Setorial do Arroz, nesta quarta-feira, 22, coordenada pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho.

“Estes números deixam o mercado interno em situação confortável, sem riscos de desabastecimento, sendo que inclusive se pode pensar em exportação de arroz”, disse Frantz. Outra avaliação é de que, com esses números, comparados com a perda sofrida pelas lavouras de soja, há a expectativa de que a área cultivada de arroz na próxima safra seja maior.

Presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do RS (Federarroz), Alexandre Velho informou que, com a pandemia da Covid-19, houve redução no número de caminhões disponíveis para o transporte de arroz, da região de produção até os grandes centros consumidores. A entidade enviou ofício para os ministérios do Transporte e da Agricultura, solicitando isenção de pedágios para caminhões vazios como forma de estímulo para o retorno de veículos à região de produção arrozeira. A Federarroz, acrescentou o dirigente, também trabalha na atualização dos custos de produção do arroz, números que servirão de guia para produtores e instituições financeiras planejarem o custeio da próxima safra.

O secretário Covatti Filho agendará reunião com Irga, Federarroz, Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz) e demais entidades ligadas ao setor para dar continuidade às tratativas sobre a realização de campanha com o objetivo de estimular o consumo de arroz.

Outro ponto abordado foi o Programa Estadual de Produção de Milho (Pró-Milho/RS), que visa tornar o Rio Grande do Sul autossuficiente na produção do grão. A ideia é incentivar a inclusão dessa cultura na rotação com a lavoura do arroz, contribuindo para o aumento de produtividade e sustentabilidade econômica e ambiental do sistema de cultivo.

A reunião da Câmara Setorial do Arroz contou ainda com representantes da Secretaria da Fazenda, Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Banrisul, Embrapa, Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs), Banco do Brasil, Agroriza e Acelbra.

Cotações mais elevadas

Depois de quatro anos com os preços do arroz considerados baixos por produtores, em 2020 as cotações estão mais elevadas. Houve uma percepção de que o aumento no cereal seria atribuído à pandemia de Covid-19. De acordo com nota conjunta da Farsul, Federarroz e Fetag-RS, entregue durante a reunião da câmara setorial, a alta já era esperada pelo mercado.

“A cotação do cereal está em alta no mercado internacional e, no ano passado, devido à redução da produção brasileira, consumiu-se parte dos estoques. Já havia expectativa de elevação de preços”, disse o diretor administrativo da Farsul, Francisco Lineu Schardong.

Conforme a nota, mesmo com a alta no valor da commodity, o arroz brasileiro ainda é um dos mais competitivos em nível global, oferecendo o quarto menor preço entre os 102 principais países produtores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2020 0 Comentários 434 Visualizações

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