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Insuficiência renal

Saúde

Especialista alerta para os riscos da Síndrome Nefrótica, que pode levar à insuficiência renal

Por Jonathan da Silva 01/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Síndrome Nefrótica, condição caracterizada pela perda excessiva de proteínas na urina, pode evoluir para insuficiência renal irreversível quando não tratada precocemente, de acordo com o chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch. O alerta foi reforçado após o cantor Junior Lima relatar, nas redes sociais, o diagnóstico da filha de três anos com a doença, o que reacendeu o debate sobre os sintomas silenciosos e a necessidade de atenção médica.

A síndrome afeta os rins, responsáveis por filtrar o sangue, e pode causar inchaço generalizado — especialmente ao redor dos olhos, tornozelos e pés — além de urina espumosa, aumento do colesterol, ganho de peso súbito e cansaço persistente. Segundo Saitovitch, “o que torna esta síndrome particularmente preocupante é sua capacidade de progredir insidiosamente. Muitos pacientes procuram ajuda médica apenas quando os sintomas já estão avançados”.

Em crianças, a forma mais comum da doença é a chamada “doença de lesões mínimas”, que costuma responder bem ao tratamento. Em adultos, pode surgir associada a outras enfermidades, como diabetes, lúpus ou outras doenças autoimunes. Embora mais frequente em crianças de 2 a 6 anos, a Síndrome Nefrótica pode atingir pessoas de qualquer idade.

Diagnóstico e tratamento

Para a confirmação do diagnóstico, são necessários exames laboratoriais de urina e sangue, biópsia renal, ultrassonografia dos rins e testes genéticos em casos suspeitos de origem hereditária, especialmente em recém-nascidos. O Hospital Moinhos de Vento adota um protocolo multidisciplinar para diagnóstico e tratamento. “No Moinhos de Vento, o nosso protocolo integrado permite não só um diagnóstico mais assertivo, mas também a identificação da causa subjacente, o que é fundamental para o tratamento direcionado”, explicou o nefrologista.

O tratamento envolve medicamentos imunossupressores, corticosteroides, controle da pressão arterial e mudanças na alimentação. “Cada paciente recebe um plano terapêutico personalizado, considerando a idade, causa da síndrome e resposta individual ao tratamento”, complementou Saitovitch.

Importância do diagnóstico precoce

Saitovitch afirma que a maioria dos casos pode ser controlada com tratamento adequado. “Importante ressaltar que, com o tratamento correto, a maioria dos casos pode ser controlada efetivamente, preservando a função renal e permitindo que os pacientes tenham uma vida normal. No entanto, quando o diagnóstico é tardio, podemos estar diante de danos renais irreversíveis”, destacou o especialista.

Sinais de alerta

De acordo com o médico, os principais sinais que devem motivar a busca por avaliação são:

  • Inchaço persistente no rosto, especialmente ao redor dos olhos, principalmente pela manhã;
  • Inchaço nas pernas, tornozelos e pés que não melhora com repouso;
  • Urina espumosa ou com aparência leitosa;
  • Ganho de peso súbito e inexplicável;
  • Fadiga e fraqueza constantes;
  • Perda de apetite.

O Hospital Moinhos de Vento reforça que o diagnóstico precoce é decisivo para evitar a progressão da doença. “Cada dia pode fazer a diferença entre a preservação ou a perda progressiva da função renal”, afirmou Saitovitch.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/08/2025 0 Comentários 235 Visualizações
Saúde

Urologista destaca importância de tratar hipertensão e diabetes para prevenir insuficiência renal crônica

Por Ester Ellwanger 02/07/2022
Por Ester Ellwanger

Insuficiência renal, segundo a definição do Ministério da Saúde, é a condição na qual os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas. Ela pode ser aguda, quando ocorre súbita e rápida perda da função renal, ou crônica, quando a perda é lenta, progressiva e irreversível.

Mais de 140 mil pacientes realizam diálise no Brasil, e, no mundo, uma em cada 10 pessoas apresenta o quadro de doença renal crônica, conforme levantamento da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Os números são alarmantes: para 2040, a perspectiva é de que a doença renal crônica possa ser a 5ª maior causa de morte no planeta.

“É uma doença silenciosa que vai aos poucos diminuindo as funções dos rins, levando ao que se chama de insuficiência renal crônica, cujo tratamento, em seu último estágio, necessita de hemodiálise e transplante”, explica o urologista do Hospital Sapiranga, Eduardo Mastalir.

O médico ressalta o papel da Campanha do Dia Mundial do Rim (10 de março), coordenada no país pela SBN, para sensibilizar a comunidade sobre a importância do cuidado com os rins, e faz um alerta.

“No Brasil, as duas causas mais comuns de insuficiência renal crônica são preveníveis, a hipertensão arterial sistêmica e a diabetes mellitus. Há causas mais raras, como cistos renais, doenças glomerulares e autoimunes, entre outras, mas essas afetam uma parcela menor da população. O fundamental é tratar a hipertensão e o diabetes”, diz.

Em termos de diagnóstico, a disfunção renal pode ser identificada por meio de dois exames, um de análise da urina e outro de sangue. De acordo com Mastalir, “alguns exames de imagem podem ser importantes para identificar outras causas, como as doenças da próstata, que em casos mais avançados podem levar à insuficiência renal nos homens.”

 Dicas de prevenção da insuficiência renal crônica:

O primeiro passo é prevenir o desenvolvimento da hipertensão arterial e controlar a diabetes, doenças que mais levam à insuficiência renal.

  • conhecer o histórico de doenças da sua família;
  • controlar os níveis de pressão;
  • realizar avaliação médica anual, principalmente após os quarenta anos;
  • seguir uma dieta equilibrada, com baixa ingestão de sal e de açúcar;
  • controlar seu peso;
  • exercitar-se regularmente;
  • não fumar;
  • se fizer uso de bebidas alcoólicas, que seja de forma moderada;
  • monitorar seus níveis de colesterol;
  • evitar o uso de medicamentos sem orientação médica.

A importância do acompanhamento profissional

O urologista não é um médico que cuida só dos órgãos reprodutivos masculinos, como muitos pensam, mas de todos os órgãos do trato urinário – rins, bexiga, ureteres, uretra, próstata e genitália masculina. Para evitar riscos à saúde, homens e mulheres devem consultar esse especialista sempre que precisarem.

No caso dos homens, é recomendada uma visita anual, no mínimo, especialmente depois dos 40 anos, para a prevenção do câncer de próstata. Já as mulheres devem procurar esse especialista para analisar problemas como incontinência e infecção urinária, pois esse acompanhamento pode ser essencial, inclusive, para avaliar riscos de câncer.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/07/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações

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