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Instituto Arlindo Ruggeri

Cultura

Instituto Arlindo Ruggeri busca empresas para viabilizar projetos em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 07/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Instituto Arlindo Ruggeri está captando recursos junto a empresas para viabilizar três projetos culturais aprovados pela Lei Rouanet em Novo Hamburgo: a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo (OSNH), o Núcleo de Orquestras Jovens (NOJ) e o Festival Internacional de Música de Novo Hamburgo (Femusik). Empresas que são tributadas pelo lucro real podem destinar até 4% do imposto devido para apoiar as iniciativas do instituto.

O primeiro projeto visa garantir a manutenção da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo (OSNH) em 2026, assegurando a continuidade de seus ensaios e concertos regulares. O segundo, do Núcleo de Orquestras Jovens de Novo Hamburgo, atende mais de 400 crianças e adolescentes com aulas gratuitas de música e empréstimo de instrumentos. O terceiro busca viabilizar a realização do Festival Internacional de Música de Novo Hamburgo (Femusik) em 2026. Em 2025, o festival, que havia inscritos de 11 países e 18 estados brasileiros, foi cancelado por não atingir o volume de recursos necessário. O Femusik reúne músicos brasileiros e internacionais e movimenta o setor hoteleiro e a gastronomia local.

O diretor artístico da OSNH, Gustavo Müller, comentou sobre a importância do apoio. “O envolvimento do setor empresarial é decisivo para preservar esse legado. Muitas empresas demonstraram interesse em contribuir no início deste ano, agora isso é possível”, explicou Müller.

Funcionamento da captação via Lei Rouanet

A Lei Rouanet permite que empresas destinem até 4% do imposto de renda devido para projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura, sem custo adicional. O processo consiste na escolha do projeto pela empresa, no depósito do valor na conta oficial indicada e no abatimento do valor na declaração anual do imposto.

Foto: Marina Bastos/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/01/2026 0 Comentários 59 Visualizações
Variedades

CEO do Fundo Polifonia participa de evento nacional sobre fundos patrimoniais

Por Jonathan da Silva 30/10/2025
Por Jonathan da Silva

O CEO do Fundo Polifonia, Gustavo Müller, será um dos painelistas do lançamento da quarta edição do Anuário de Desempenho de Fundos Patrimoniais, que acontece nesta quinta-feira, 30 de outubro, a partir das 17h, em formato virtual. O evento, promovido pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social e pela Coalizão pelos Fundos Filantrópicos, reunirá especialistas para discutir o papel dos fundos patrimoniais na sustentabilidade de organizações e causas sociais no país.

Criado em Novo Hamburgo, o Fundo Polifonia é uma iniciativa voltada à manutenção financeira de projetos culturais do Instituto Arlindo Ruggeri (IAR). O modelo de fundo, considerado ainda pouco comum no Rio Grande do Sul, vem se destacando por ser o primeiro do estado voltado exclusivamente à gestão de projetos culturais.

De acordo com o CEO Gustavo Müller, o convite para participar do evento reflete o reconhecimento da proposta inovadora do Polifonia. “Somos a primeira iniciativa de fundo criado no Rio Grande do Sul exclusivamente para a gestão de projetos culturais. Para nós é importante que possamos falar mais desta alternativa de captação de recursos como uma alternativa para manter viva a cultura”, afirmou o executivo.

Demais atrações

Além de Müller, também participam do painel Eliana Souza Silva, da organização Redes da Maré, e Fernanda Camargo, da Wright Capital. O encontro apresentará os resultados e análises da nova edição do Anuário de Desempenho de Fundos Patrimoniais, que reúne dados sobre fluxo de caixa, alocação e rentabilidade de investimentos, estrutura de governança, investimento responsável e perspectivas para o futuro.

O material também traz artigos de parceiros e especialistas que abordam o tema sob diferentes pontos de vista, reforçando o papel dos fundos patrimoniais como instrumentos de perenidade e fortalecimento de instituições do terceiro setor.

Serviço

  • O quê: Lançamento da 4ª edição do Anuário de Desempenho de Fundos Patrimoniais
  • Quando: Quinta-feira, 30 de outubro, às 17h
  • Onde: Evento virtual (transmissão pela internet)
  • Quanto: Gratuito, mediante inscrição pela plataforma Sympla, em sympla.com.br/evento-online/lancamento-do-anuario-de-desempenho-de-fundos-patrimoniais-2024/3164690
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2025 0 Comentários 114 Visualizações
Projetos especiais

Fundo Polifonia é lançado para financiar projetos culturais no RS

Por Jonathan da Silva 20/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Arlindo Ruggeri (IAR) lançou neste mês, em Novo Hamburgo, o Fundo Polifonia, primeiro fundo patrimonial do Rio Grande do Sul voltado exclusivamente à manutenção de projetos culturais. A iniciativa tem como objetivo garantir, de forma permanente, a sustentabilidade financeira de ações como a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo (OSNH), os Núcleos de Orquestras Jovens de Novo Hamburgo e o Festival Internacional de Música de Novo Hamburgo (FeMusik), todos geridos pelo IAR.

Fundos patrimoniais funcionam por meio da arrecadação, gestão e destinação de doações de pessoas físicas e jurídicas privadas para programas e projetos de interesse público. Regulamentados por lei sancionada em 2019, já existem mais de 120 fundos do tipo no Brasil, segundo o Monitor de Fundos Patrimoniais.

O presidente do Fundo Polifonia, Gustavo Müller, explica que a proposta é construir um patrimônio que assegure, futuramente, a manutenção dos projetos apenas com os rendimentos financeiros. “O Polifonia é a primeira iniciativa do gênero aqui do estado que foca, exclusivamente, em projetos de cunho cultural. Nosso objetivo é buscar recursos das mais variadas fontes para que, no futuro, tenhamos um volume de investimentos que nos permita manter os nossos projetos apenas com os rendimentos do patrimônio arrecadado”, afirma Müller.

Continuidade da Orquestra de Sopros

A criação do fundo acontece em meio a dificuldades enfrentadas pela OSNH na busca por financiamento neste ano. A expectativa é que a iniciativa se consolide como alternativa para assegurar a longevidade dos projetos culturais mantidos pelo IAR. “Sabemos que não teremos um montante expressivo de doações neste primeiro momento. Esta não é uma solução para os próximos dois anos, mas pode ser a alternativa para que as próximas gerações não precisem se preocupar com o financiamento dos nossos projetos”, reforça Müller.

Campanhas de arrecadação

Paralelamente à estruturação do fundo, o instituto busca garantir recursos imediatos para a OSNH em 2026 e 2027. Segundo Müller, já há um projeto aprovado para captação via Lei Rouanet e negociações com o empresariado e a Prefeitura de Novo Hamburgo. O Polifonia, por sua vez, poderá receber recursos da iniciativa privada, tanto por meio de incentivos à Cultura quanto por doações diretas, além da contribuição de pessoas físicas. “Sentimos uma onda de solidariedade com a OSNH neste ano e queremos dar a possibilidade de que os entusiastas do projeto possam doar, mesmo que em pequenas somas. Só com a união de todos e todas vamos garantir que a nossa Orquestra esteja aqui nas próximas décadas”, conclui o presidente do Polifonia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2025 0 Comentários 315 Visualizações

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