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Business

The South Base apresenta plano para fortalecer exportação de calçados em 2025 e 2026

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Conselho Estratégico da The South Base anunciou nesta segunda-feira (9) as ações previstas para 2025 e 2026, incluindo a renovação da parceria com a Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados da América (FDRA), a criação de um Arranjo Produtivo Local (APL) e missões comerciais entre o Vale do Sinos e os Estados Unidos. O plano foi apresentado em reunião na sede da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI), em Novo Hamburgo, com participação de empresas e entidades do setor calçadista.

A The South Base também está aguardando confirmação para palestrar no Summit FDRA, evento marcado para o dia 17 de julho em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Caso aprovada, a participação permitirá que o Brasil apresente sua produção de calçados a importadores norte-americanos. Além disso, em julho, conteúdos sobre o movimento serão divulgados nas redes sociais da FDRA, e em outubro está previsto um showroom em Nova Iorque com empresas do Vale do Sinos. Os recursos para essas ações estão sendo viabilizados por sindicatos de Novo Hamburgo, Sapiranga e Estância Velha.

Formalização do APL do Vale do Sinos

O Arranjo Produtivo Local (APL) do Vale do Sinos e Vale do Paranhana, que reúne empresas de calçados em um modelo de cooperação, já possui organograma e planejamento estratégico definidos. A formalização junto ao governo do estado está em fase final. “A formalização permitirá a busca por recursos junto ao próprio governo do estado e a outras fontes de forma contínua”, afirmou o presidente do Conselho Estratégico da The South Base, Marlos Schmidt.

Ações já realizadas e capacitações em andamento

O diretor da ACI, Fauston Saraiva, destacou as iniciativas já concluídas, como a participação no Summit FDRA 2024, a presença de quatro empresas na FFANY Market Week em junho e a produção de vídeos promocionais para o mercado norte-americano. Investimentos somam cerca de R$ 600 mil. Paralelamente, 16 empresas de Igrejinha recebem capacitação técnica para exportação, com 750 horas de treinamento ministradas pelo IBTeC. Novos workshops estão programados para julho em Igrejinha e Novo Hamburgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 277 Visualizações
Business

Com diretor da Taurus, Metal Connect debateu produtividade e desafios da indústria

Por Jonathan da Silva 02/06/2025
Por Jonathan da Silva

O diretor industrial da Taurus Armas, Jayme Peixoto, apresentou reflexões sobre produtividade, competitividade e os desafios da indústria nacional durante a segunda edição do Metal Connect, realizada na quinta-feira (29), na sede do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal RS). O encontro reuniu cerca de 65 pessoas, entre empresários e representantes de empresas associadas.

O evento, que teve como abertura o presidente do Sindimetal RS, empresário Sergio Galera, foi promovido em alusão ao Dia da Indústria, celebrado em 25 de maio. Galera destacou a importância do encontro para fortalecer conexões e discutir temas relevantes para o setor. “Um evento criado no Sindimetal RS, justamente para ampliar essa conexão, trazendo igualmente assuntos que são importantes para as empresas, como a Nova Indústria Brasil. Precisamos estar bem-preparados para enfrentar os desafios com clareza e determinação”, afirmou o dirigente.

Desafios e oportunidades da Nova Indústria Brasil

Jayme Peixoto apresentou pontos centrais do programa Nova Indústria Brasil (NIB), destacando que o documento reúne uma série de oportunidades que devem ser analisadas pelo setor produtivo. “A Nova Indústria Brasil possui um documento extenso, com muitas oportunidades, que merece ser estudado. Na realidade o assunto é um gatilho para falarmos sobre outras questões, que impactam o dia a dia da indústria”, pontuou o diretor da Taurus.

De acordo com Peixoto, a NIB é uma política industrial do governo com metas até 2026, mas que tem proposta de continuidade no longo prazo. “A Nova Indústria Brasil é uma política industrial do governo, com uma visão mais ampla, que não está restrita ao governo atual. A ideia é que seja de longo prazo, mas com algumas metas até 2026. Não é tão simples, mas existem oportunidades, como seis missões voltadas para resolver problemas de infraestrutura de diferentes formas”, explicou o diretor.

Tecnologia, qualificação e crédito

Peixoto destacou a transformação digital como um dos principais vetores para o aumento da produtividade nas indústrias. “Isso impacta no aumento de ganho e de produtividade, com redução de investimentos, pensando como avanço tecnológico”, afirmou o palestrante.

O diretor da Taurus também abordou a necessidade de mão de obra mais qualificada para atender às novas demandas tecnológicas. “A questão é que precisamos de mão de obra mais qualificada, para atender estas tecnologias. Dar acesso ao crédito é importante e o governo precisa possibilitar que as empresas possam competir internamente e fora do país”, comentou Peixoto.

Sobre os desafios econômicos, o representante da Taurus destacou as dificuldades em acessar crédito. “A taxa média no Brasil é alta. O empresário não tem acesso sempre ao dinheiro facilitado, que está muito caro, mas esse programa traz oportunidades, que podem beneficiar as indústrias, além de ampliar parcerias”, avaliou Peixoto.

Competitividade internacional

Jayme Peixoto alertou os participantes sobre a importância da agilidade nas decisões e da colaboração entre as empresas. “Agir no tempo certo, tomar decisões acertadas, tudo isso é muito importante, mas considero colaborar uma questão chave. A maior competição não é aqui, é fora, com indústrias de outras cidades, estados e até de outros países”, afirmou o diretor da Taurus.

Durante o encerramento, Peixoto ressaltou a importância de eventos como o Metal Connect. “A ideia de conectar as empresas precisa ser efetiva, pois é fundamental e certamente ajudará as empresas a crescerem. Por isso, aproveitem sempre estas oportunidades oferecidas pela entidade, que está atenta às diferentes questões, que impactam o mundo da indústria”, concluiu o palestrante.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2025 0 Comentários 356 Visualizações
Variedades

Indústria química debate competitividade e desafios em encontro no Polo de Triunfo

Por Jonathan da Silva 28/05/2025
Por Jonathan da Silva

Desafios logísticos, operacionais e políticas para fortalecer a competitividade da indústria química no Rio Grande do Sul e no Brasil foram tema de um encontro do setor realizado nesta terça-feira (27), no Polo Petroquímico de Triunfo. A agenda foi promovida pelo Comitê de Fomento Industrial do Polo RS (Cofip) e contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Econômico do RS, Ernani Polo, do presidente da Agência de Desenvolvimento do RS – Invest RS, Rafael Prikladnicki, e do presidente do Sindicato das Indústrias Químicas do Estado (Sindiquim RS), Newton Battastini.

A programação incluiu visitas a unidades da Braskem, como o Centro de Tecnologia & Inovação (CTI) e o Terminal Santa Clara (Tesc), que tem ligação com o Rio Jacuí, a Lagoa dos Patos e o Porto de Rio Grande, facilitando a logística de exportação dos produtos químicos produzidos no estado.

Além das visitas, a comitiva discutiu temas que impactam diretamente a competitividade do setor, como as políticas antidumping, o Regime Especial da Indústria Química (Reiq) e o Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq). Esses programas preveem a concessão de incentivos fiscais para a compra de insumos e matérias-primas, com contrapartidas como a ampliação da capacidade produtiva ou investimentos em expansão de centrais petroquímicas.

Segundo os representantes do setor, também foi debatida a necessidade de uma política industrial estruturante, similar às adotadas por países como Estados Unidos, Alemanha e China, que consideram a indústria química um setor estratégico.

Competitividade e geração de empregos

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico do RS, Ernani Polo, o setor químico é um eixo prioritário do plano de desenvolvimento econômico do estado. “Com Sedec, Invest RS e a Sema, queremos conectar ainda mais os atores, ampliar a sinergia e dar mais celeridade aos movimentos que são necessários para o segmento se fortalecer e atingir patamares mais competitivos”, comentou o titular da pasta.

O diretor industrial da Braskem no RS e presidente do Cofip, Nelzo Silva, afirmou que a indústria química gaúcha desempenha papel relevante na economia, sendo responsável por cerca de 46 mil postos de trabalho e mais de 2 mil empresas no estado. “Buscamos sempre a sinergia com iniciativas empresariais compartilhadas que contribuem para a elevação da competitividade e da sustentabilidade da cadeia produtiva local. Hoje o cenário é muito desafiador em função de fatores como a concorrência desleal da entrada de resinas importadas incentivadas por mais de 2.300 medidas protetivas ou incentivos fiscais adotados em seus países de origem, grandes potências como EUA, Alemanha e China, além de diferentes alíquotas tributárias nas regiões do Brasil, mas continuamos investindo na região na expectativa de recuperar a posição e contribuição relevante para a economia do estado”, destacou Silva.

Foto: José Pedro Jobim/Moglia Comunicação/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2025 0 Comentários 295 Visualizações
Variedades

IBTeC doa 400 pares de calçados a instituições de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 26/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) entregou 400 pares de calçados a três instituições de Novo Hamburgo. Os modelos foram produzidos durante a Fimec 2025, no projeto Fábrica Conceito, e foram destinados ao Instituto Joanna de Ângelis, à Amo Criança e ao Lar São Vicente de Paula. O presidente executivo do IBTeC, Valdir Soldi, e o coordenador técnico do Instituto, Paulo Model, realizaram a entrega dos calçados diretamente aos representantes das três entidades sociais beneficiadas.

Entre os produtos doados estão calçados infantis, esportivos, scarpins, sapatos profissionais e chuteiras. Os itens foram confeccionados nos três dias da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec), realizada em março nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo.

Parceria com empresas e entidades de formação técnica

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Fenac Experiências Conectam e a Coelho Assessoria Empresarial. Participaram da produção as marcas Piccadilly, Novopé, Marluvas e o Centro de Formação Profissional Senai.

Projeto Fábrica Conceito chega à 15ª edição

Em sua 15ª edição, o projeto Fábrica Conceito tem como objetivo, segundo o IBTeC, ampliar sua contribuição a instituições que realizam ações sociais. O repasse dos calçados tem como finalidade permitir que as entidades convertam os produtos em recursos financeiros, a serem utilizados no atendimento a necessidades básicas das pessoas assistidas por organizações previamente credenciadas.

Foto: Luis Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2025 0 Comentários 304 Visualizações
Variedades

IBTeC promove palestra sobre soluções sustentáveis para o setor calçadista

Por Jonathan da Silva 20/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) realiza na quarta-feira da semana que vem, 28 de maio, mais uma edição do Happy Hour com Tecnologia. Com o tema “Soluções sustentáveis para o setor calçadista”, o evento contará com palestra do diretor do Grupo Magma e da Espugum Ortholite, Fernando Nicory, e será realizado em formato híbrido — presencial e online — com início às 17h30min no auditório do IBTeC, localizado na Rua Araxá, 750, Bairro Ideal, em Novo Hamburgo.

Durante o encontro, Nicory abordará o uso de materiais e tecnologias disponíveis no mercado para tornar calçados e acessórios mais sustentáveis. Entre os temas discutidos estão tecidos com tecnologias sustentáveis e biodegradáveis, espumas biodegradáveis, certificação e apelo ecológico, além de tecnologias que tornam diferentes substratos biodegradáveis.

Inscrições e transmissão online

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia pela plataforma Sympla. Para o público remoto, a transmissão ocorrerá pelos canais oficiais do IBTeC no YouTube e no Instagram.

Quem é Fernando Nicory

Fernando Nicory é bacharel em Publicidade e Propaganda pela PUC São Paulo e Aspirante a Oficial de Intendência pelo Centro Preparatório de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro. Com mais de 24 anos de atuação como diretor da Magma Indústria e Comércio Têxtil, lidera unidades de negócios com foco nas áreas industrial, comercial e de marketing. Também atua no desenvolvimento de produtos, processos e parcerias estratégicas no Brasil e no exterior, com experiência internacional em mais de 26 países.

Patrocinadores

O evento tem o patrocínio do Grupo Stickfran, Orisol, Revista Tecnicouro, Rhodia/Solvay Group e Sicredi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2025 0 Comentários 277 Visualizações
Business

ABPA leva empresas brasileiras à feira Sial China 2025

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) levará marcas brasileiras para a Sial China 2025, feira que acontece entre os dias 19 e 21 de maio, no Shanghai New International Expo Center (Sniec), em Xangai, na China. O objetivo da ação é reforçar parcerias comerciais e promover carnes de aves, suína, ovos e genética avícola produzidos no Brasil, dentro da missão oficial brasileira ao país asiático.

A ABPA contará com um estande de 72 metros quadrados, voltado à promoção institucional e comercial das proteínas animais brasileiras. O espaço será utilizado por cinco empresas associadas à entidade para reuniões com importadores, autoridades e possíveis novos parceiros comerciais. Participam as agroindústrias Alibem, Aurora, Bello, Somave e Vibra. “A Sial China é uma vitrine estratégica para o Brasil junto ao mercado asiático, especialmente no momento em que buscamos ampliar nossas parcerias e reforçar o posicionamento das nossas proteínas como soluções seguras, sustentáveis e acessíveis para a segurança alimentar global”, afirma o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Além das atividades comerciais, a presença da ABPA também será voltada à valorização do status sanitário brasileiro, com destaque para a ausência de Influenza Aviária na produção comercial, além dos diferenciais logísticos e ambientais da cadeia produtiva brasileira.

Ação de projetos setoriais

A ação faz parte dos projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, conduzidos pela ABPA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que promovem as exportações brasileiras de proteínas animais em mercados internacionais estratégicos.

Mercado chinês

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango. No primeiro trimestre de 2025, o país importou 140,4 mil toneladas do produto. No mesmo período, foram 53,4 mil toneladas de carne suína. Juntas, as exportações desses dois segmentos somaram US$ 446 milhões em receita.

Mais detalhes sobre a feira estão disponíveis no site sialchina.com.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 330 Visualizações
Variedades

Presidente da Fiergs destaca uso de inteligência artificial na indústria durante visita ao MIT

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, participou nesta quinta-feira (15) de uma visita ao Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, como parte de uma missão brasileira liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O objetivo foi discutir o papel da inteligência artificial (IA) na transformação digital da indústria brasileira, com foco nas potencialidades da tecnologia para diferentes segmentos do setor produtivo.

Segundo Bier, embora setores como metalmecânico, calçadista, têxtil e agroindustrial já estejam adotando soluções baseadas em IA no Rio Grande do Sul, é necessário ampliar o uso da tecnologia para outras áreas industriais. “Setores tradicionais já estão investindo em soluções baseadas em IA, mas o avanço dessa tecnologia depende da intensificação da colaboração entre a academia e o setor produtivo. Isso é crucial para acelerar a transformação digital no estado e permitir que a indústria gaúcha enfrente os desafios da nova economia”, afirmou o líder da entidade.

Interação entre academia e indústria é vista como modelo

Durante a visita, o grupo brasileiro conheceu projetos do MIT, instituição reconhecida mundialmente por sua atuação em pesquisa aplicada e inovação. Bier destacou a proximidade entre o MIT e o setor produtivo como um exemplo a ser seguido. “O MIT trabalha de forma muito próxima à indústria, fomentando constantemente o empreendedorismo, a tecnologia e a inovação. Existe uma forte relação entre a pesquisa aplicada e o setor produtivo, e isso é um diferencial importante para o avanço das tecnologias no Brasil”, pontuou o presidente do Sistema Fiergs.

Estudo da Fiergs aponta crescimento da Indústria 4.0 no RS

De acordo com pesquisa da Fiergs, a Indústria 4.0 é uma realidade em expansão no Rio Grande do Sul. A inteligência artificial tem desempenhado papel central nesse processo, com aplicações como manutenção preditiva, análise de dados em tempo real, robótica avançada e automação inteligente de processos produtivos. “Não temos dúvidas de que, com o uso crescente da inteligência artificial, a indústria gaúcha se posiciona para enfrentar os desafios da nova economia, apostando na tecnologia como aliada para aumentar sua produtividade, sustentabilidade e capacidade de inovação”, comentou Bier.

O que é o MIT

O Massachusetts Institute of Technology (MIT) reúne cerca de mil professores, 3,7 mil pesquisadores e 12 mil alunos, além de contar com 105 prêmios Nobel e 435 patentes. A instituição é considerada uma referência global em pesquisa, inovação e formação de profissionais altamente qualificados.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 289 Visualizações
Variedades

Cenário econômico do Brasil e do RS é tema de palestra com economista da Fiergs

Por Jonathan da Silva 14/05/2025
Por Jonathan da Silva

A palestra Perspectivas econômicas em tempos de incerteza: principais desafios do Brasil e do RS reuniu empresários e gestores do Sindimetal RS nesta segunda-feira (12), na sede da entidade, junto ao Centro das Indústrias, em São Leopoldo. O evento contou com a presença do economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, que abordou os principais cenários macroeconômicos e desafios nacionais e estaduais para os próximos meses.

Durante a apresentação, Baggio analisou variáveis como taxa de câmbio, inflação e juros, além do impacto das tensões geopolíticas no cenário internacional. Segundo ele, “em 2025, com os reflexos da guerra comercial, o PIB do mundo deve crescer menos em relação ao observado nos últimos anos; a inflação deve ser relativamente menor, mas com riscos de alta”. O economista acrescentou que “o índice de incerteza política está em patamares próximos ao registrado no auge da pandemia e o comercial está muito acima do verificado no primeiro Governo de Trump, nos EUA”.

Tarifas americanas e oportunidades para o Brasil

Baggio destacou os efeitos do chamado “tarifaço de Trump”, com cinco pontos principais. “A guerra comercial nunca é um fator bom: Estados Unidos colocar a tarifa é um problema, mas as retaliações é que transformam o conflito em guerra comercial sem vencedores — o comércio mundial só perde”, afirmou o economista. Baggio acrescentou que o Brasil e a América Latina foram relativamente poupados, pois “as tarifas de Trump miraram especialmente nos países asiáticos”.

O economista recomendou cautela ao país diante da instabilidade. “O Brasil deve agir com pragmatismo. Não somos um ator de grande peso no comércio internacional, pois nos falta escala para sustentar os confrontos tarifários”, aconselhou Baggio. Sobre o Rio Grande do Sul, o representante da Fiergs afirmou que o estado deve ficar atento aos riscos e oportunidades, considerando que produtos como tabaco, armas de fogo, celulose, calçados e madeira podem ser afetados positiva ou negativamente conforme a direção da política comercial dos Estados Unidos.

Reaproximação entre Estados Unidos e China

Baggio comentou também a suspensão temporária das tarifas entre Estados Unidos e China por 90 dias. “A retomada de diálogo entre EUA e China representa um passo positivo para o comércio mundial, diminuindo as tensões econômicas. De maneira geral, é algo positivo para o Brasil, especialmente se a China conseguir manter seu fluxo de exportação para os EUA e não redirecionar seus produtos para outros destinos exportadores”, pontuou o economista.

Ainda segundo Baggio, esse movimento reduz a chance de o Brasil ampliar exportações para a China, mas pode viabilizar oportunidades com a realocação das cadeias produtivas. “A disputa tarifária paralisou quase US$ 600 bilhões em comércio bilateral, interrompendo as cadeias de suprimentos, gerando temores de estagflação e desencadeando algumas demissões”, afirmou o especialista, com base em dados do Valor Econômico.

Desafios fiscais e do mercado de trabalho

Na análise do economista, a incerteza fiscal no Brasil segue alta. “A incerteza fiscal de um déficit nominal atingiu máximas históricas. As contas públicas desajustadas acarretam uma inflação e juros em alta”, expôs Baggio. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 é de aproximadamente 2%.

Em relação ao desempenho estadual, o economista apontou que o PIB do Rio Grande do Sul em 2024 foi puxado pelos setores de agropecuária e serviços. Já a indústria gaúcha teve desempenho inferior ao da indústria nacional. “Os principais problemas da indústria de transformação do RS são relacionados à falta ou ao alto custo de ter acesso a trabalhador qualificado. Também as demissões a pedido e o total de desligamentos, na indústria do RS e na região próxima a São Leopoldo, têm aumentado, ampliando a falta de mão de obra”, afirmou Baggio.

O diretor executivo do Sindimetal RS, Valmir Pizzutti, ressaltou, na abertura do evento, a importância de discutir temas econômicos que atualizam os empresários com informações recentes e sinalizam os rumos do ambiente econômico até o final do ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2025 0 Comentários 266 Visualizações
Variedades

Novo Hamburgo sedia a abertura do projeto Rota Fiergs

Por Jonathan da Silva 06/05/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo sediou, nesta segunda e terça-feira, 5 e 6 de maio, a abertura do projeto Rota Fiergs, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), com o objetivo de identificar prioridades regionais e fortalecer parcerias estratégicas para o desenvolvimento industrial. O evento, realizado na Universidade Feevale, contou com a presença de representantes da indústria, sindicatos e autoridades públicas das regiões do Vale do Sinos e Encosta da Serra. A Fiergs anunciou a previsão de até R$ 24 milhões em investimentos para as duas regiões nos próximos dois anos.

Participaram do encontro o vice-prefeito de Novo Hamburgo, Gerson Haas, e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, Daiana Monzon. “Receber a primeira edição da Rota Fiergs é um reconhecimento do papel estratégico que Novo Hamburgo desempenha na economia gaúcha. Estamos comprometidos em fortalecer esse diálogo e construir soluções que impulsionem nossa indústria”, afirmou o vice-prefeito Haas.

A secretária Daiana enfatizou a importância do encontro para o fortalecimento do setor produtivo local. “Este encontro reforça nosso compromisso com a inovação, a competitividade e a geração de empregos. A aproximação entre o setor produtivo e o poder público é essencial para o crescimento sustentável da nossa região”, ponderou a titular da pasta.

Metas regionais e ações estratégicas

Durante a programação do evento, o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, apresentou o Modelo de Gestão Integrado da entidade, metas regionais e programas sistêmicos. “Iremos conectar, impulsionar e fortalecer a indústria gaúcha onde ela estiver”, afirmou Bier.

A iniciativa Rota Fiergs vai percorrer, até o fim de 2025, as dez regiões do estado, com o intuito de ouvir lideranças locais e alinhar estratégias de desenvolvimento industrial. A escolha de Novo Hamburgo como ponto de partida reforça a posição do município no setor industrial do Rio Grande do Sul.

Investimentos previstos incluem nova escola e reformas no Senai

Dos recursos anunciados, R$ 19,9 milhões serão destinados ao Vale do Sinos. Estão previstos a disponibilização de uma nova unidade móvel do Senai-RS para os segmentos de couro e calçado, a reforma de unidades do Senai-RS e outras ações. Em Novo Hamburgo, os investimentos incluem a instalação da Nova Escola Sesi de Ensino Médio + EJA, que funcionará em prédio locado na Feevale, além da reforma de prédios do Senai.

Foto: Jaime Freitas/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2025 0 Comentários 286 Visualizações
Projetos especiais

Prefeitura de Campo Bom e sindicatos discutem qualificação no setor calçadista

Por Jonathan da Silva 06/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom reuniu-se na quarta-feira passada (30) com representantes dos sindicatos patronal e dos trabalhadores do setor calçadista para discutir a formação de mão de obra qualificada no município. O encontro ocorreu na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) campo-bonense, com o objetivo de alinhar parcerias e iniciativas para capacitação profissional, incluindo a possível retomada do projeto Escola do Sapateiro.

Participaram da reunião o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Campo Bom, Régis Thoen; a presidente do Sindicato Patronal, Cristiane Dick; a presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Calçados, Regina Knewitz; além de Antônio de Oliveira Filho, servidor municipal; e João Menezes e Fabiano da Costa, do sindicato patronal.

Projeto Escola do Sapateiro pode ser retomado

Durante a reunião, o secretário Thoen apresentou dados econômicos do município e resultados de uma pesquisa com jovens sobre o mercado de trabalho local. O titular da pata de desenvolvimento econômico e turismo defendeu a retomada de um antigo projeto de formação. “Buscamos alinhavar uma parceria para a retomada do projeto Escola do Sapateiro, com o objetivo de formar profissionais para atuar nas indústrias de calçados do município”, afirmou Thoen.

Cursos gratuitos também contemplam outros setores

Além do setor calçadista, a Prefeitura campo-bonense anunciou que, nos próximos dias, serão abertas inscrições para nove cursos gratuitos de capacitação profissional, que oferecerão 135 vagas. As inscrições poderão ser feitas no Sine (Espaço Cidadão Cidadania – Av. dos Estados, 900), no Cras Centro (Rua Rui Barbosa, 197) ou no Cras Ceu (Rua Limeira, 315).

As aulas começam em junho e serão ministradas pelo Senac e pelo Senai, com turmas no Centro do Idoso e na unidade do Senai em Novo Hamburgo. A iniciativa é financiada pelo programa RS Qualificação, da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com investimento de R$ 99.692,50 do Estado e contrapartida municipal de R$ 19.938,50.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2025 0 Comentários 284 Visualizações
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