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Business

Evento Diálogos da MEI em Porto Alegre discute caminhos para a indústria verde e resiliente

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

O evento Diálogos da MEI – Mobilização Empresarial pela Inovação reuniu lideranças na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quarta-feira (6), em Porto Alegre, para debater estratégias de transição da indústria para modelos sustentáveis e resilientes. Organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Fiergs, o encontro abordou o tema “Construção de uma Indústria Verde e Resiliente”.

O diretor do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Ciergs) e coordenador do Conselho de Inovação e Tecnologia da Fiergs, Marcus Coester, destacou o papel do evento como “um fórum empresarial com o desafio imenso de trazer conhecimento e valor agregado para dentro de nossas empresas”. Já o superintendente de Projetos de Inovação da CNI, Carlos Bork, explicou que a escolha do Rio Grande do Sul para a retomada presencial do evento após as enchentes busca dialogar sobre medidas que possam minimizar catástrofes climáticas. Bork ressaltou a importância de decisões que contemplem aspectos culturais, tecnológicos, ambientais e sociais. “Essa é nossa principal missão: o que deixar para as próximas gerações”, salientou o superintendente.

Durante o painel sobre oportunidades da transição energética no Brasil, o coordenador da MEI e vice-presidente da Siemens Energy Brasil, André Clark, reforçou que a discussão climática deixou de ser um tema exclusivamente ambiental e se tornou político. Clark destacou o Brasil como uma potência em alternativas energéticas e apontou a transição energética como um campo de grande potencial econômico.

Clark também apresentou a MEI, movimento coordenado pela CNI desde 2008 que visa disseminar a inovação entre empresas brasileiras e fortalecer políticas públicas em ciência e tecnologia. A MEI conta com mais de 500 empresas, apoiando iniciativas como a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O evento contou com dois painéis. No primeiro, intitulado “Inovação sustentável como vetor de competitividade”, participaram o diretor de operações da Marcopolo, Luciano Resner, o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Tupy, André Ferrarese, e o executivo de inovação de emissões zero da Embraer, Vinicius Di Nucci Pereira. Resner citou as iniciativas da Marcopolo, como a operação de ônibus elétricos em Porto Alegre e a produção de veículos movidos a bioetano e hidrogênio verde.

No segundo painel, “Como o ecossistema de inovação pode apoiar a jornada das empresas rumo à economia verde”, a presidente da Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), Daniela Eckert, e outros especialistas abordaram o papel de centros de inovação no apoio às empresas. O painel foi mediado por pelo também coordenador do Citec, Marcus Coester.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 286 Visualizações
Business

Entidades alertam para impacto do aumento da taxa Selic na indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

O recente aumento da taxa Selic para 11,25% ao ano, promovido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, gerou preocupações entre a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), que alertaram sobre os desafios impostos ao setor produtivo e ao mercado no estado. O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que a medida cria obstáculos adicionais para a indústria gaúcha, enquanto o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou os impactos econômicos da alta de juros em um cenário interno e externo ainda incerto.

Segundo Bier, a elevação da taxa representa um obstáculo adicional para o setor produtivo, que já enfrenta custos elevados decorrentes da instabilidade cambial e das dificuldades na retomada econômica após os danos causados pelas enchentes. “O aumento dos juros é uma medida para reduzir a inflação e estabilizar as expectativas, mas não aprovamos esta alta, que é muito prejudicial ao setor industrial”, enfatizou o presidente da entidade.

O dirigente da Fiergs destacou ainda que o compromisso com o novo arcabouço fiscal e uma diminuição das incertezas no cenário internacional podem, no futuro, viabilizar uma política monetária menos restritiva.

Bohn, contextualizou a elevação dos juros diante de um cenário econômico complexo. “Esta alta já havia sido antecipada. Hoje seguimos com um cenário de atividade econômica nacional ainda muito resiliente e um mercado de trabalho que surpreende na geração de vagas. Essa conjuntura ajuda a explicar o porquê do lado da inflação não ter havido melhoras desde a última reunião,” comentou o presidente da federação.

O líder da Fecomércio também mencionou incertezas quanto ao controle de gastos pelo governo, a condução da política monetária sob nova presidência do Banco Central e impactos internacionais como as eleições americanas e a situação econômica da China. “O aumento de 0,50 p.p., além de diminuir o ímpeto de demanda, reduzindo a inflação corrente, busca contribuir para a reancoragem das expectativas, via ganho de credibilidade. Mas isso vem a um custo alto… Esse aumento da taxa de juros tem um impacto relevante sobre famílias e empresas, especialmente no caso do Rio Grande do Sul que ainda luta para se reconstruir”, afirmou Bohn.

Os representantes reforçam a necessidade de medidas adicionais para mitigar os impactos dos juros elevados e facilitar uma recuperação econômica sustentável no estado.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 325 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil cresce 4,8% até setembro

Por Jonathan da Silva 06/11/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de calçados no Brasil registrou um crescimento de 4,8% nos primeiros nove meses de 2023, com a produção estimada em mais de 671 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em informações do IBGE. Em setembro, a produção do setor aumentou 8,1%, o que impulsionou o desempenho acumulado do ano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou que o principal fator para o crescimento tem sido o mercado interno, que representa mais de 85% das vendas da indústria de calçados. Até agosto, o consumo doméstico de calçados cresceu mais de 9%, refletindo a demanda nacional. “As expectativas são de terminar o ano com um crescimento produtivo acima de 3%, alcançando mais de 890 milhões de pares produzidos”, afirmou o dirigente da entidade.

No momento, a indústria calçadista brasileira se prepara para mais um evento importante do setor, a BFShow que ocorre entre 11 e 13 de novembro em São Paulo, onde as maiores empresas do segmento estarão reunidas para abastecer o varejo nacional.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2024 0 Comentários 601 Visualizações
Business

Indústria calçadista brasileira busca estreitar relações com mercado angolano

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira está fortalecendo relações comerciais com Angola, que se consolidou como um destacado destino de exportação para o setor. Entre janeiro e setembro, as fábricas brasileiras exportaram para o país africano o equivalente a US$ 11 milhões, representando um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Em um encontro realizado durante o Fórum Brasil de Investimentos, em São Paulo, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, e a gerente de Relacionamento e Negócios da entidade, Letícia Sperb Masselli, reuniram-se com representantes da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (Aipex). Ferreira destacou que o objetivo da reunião foi fortalecer o relacionamento com o mercado angolano, que apresenta um potencial de crescimento para os produtos brasileiros. “Angola é um mercado em crescimento para a indústria brasileira de calçados”, afirmou o dirigente.

Durante o encontro, representantes da Aipex ressaltaram a receptividade do calçado brasileiro em Angola, impulsionada por similaridades culturais, incluindo a língua, que facilitam a integração comercial. Angola, com uma população de mais de 34 milhões de pessoas, depende fortemente da importação de calçados e tem o Brasil como seu segundo maior fornecedor, atrás apenas da China.

Representando a Aipex, participaram do encontro o administrador-executivo Jerônimo Pongolola e o técnico Valter Almeida.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 400 Visualizações
Variedades

Acist-SL promove debate sobre lições das enchentes para lideranças empresariais

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo (Acist-SL) realiza nesta quarta-feira, 30 de outubro, um debate para discutir como as lideranças empresariais estão lidando com os desafios gerados pela enchente de maio de 2024. O evento, que faz parte da segunda fase do Ciclo de Palestras da entidade, será gratuito e contará com a presença de líderes de diferentes setores para relatar práticas adotadas durante e após a crise.

O painel terá como participantes o presidente da Acist-SL, Daniel Klafke, a analista de Recursos Humanos da W3K, Joana Rodrigues, e a gerente de Gente & Gestão da Polo Films, Valéria dos Reis. O encontro, promovido pela Vice-Presidência de Serviços da Acist-SL por meio da Diretoria de Saúde, busca apoiar a comunidade empresarial de São Leopoldo na gestão emocional em tempos de crise. Segundo a diretora da Diretoria de Saúde, Leila Klin, a proposta é “oferecer subsídios para ações mais assertivas e promover a troca de experiências, valorizando as boas práticas na superação deste momento tão complexo”. Ela também mencionou que muitos líderes empresariais e profissionais de Recursos Humanos estão sobrecarregados com as demandas trazidas por esse cenário e enfrentam dificuldades em se posicionar de forma adequada.

Em agosto, a primeira edição do Ciclo de Palestras contou com a participação da psicóloga Josivani Mendes, que abordou a importância da gestão emocional em situações de crise e como criar um ambiente corporativo saudável. De acordo com Leila, a Acist-SL ajustou seu calendário de eventos para priorizar temas relevantes ao contexto local, substituindo pautas previstas, como a Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho, pelo debate sobre gestão emocional. “Devido ao contexto de tensão vivenciado no Vale do Sinos, especialmente em São Leopoldo, a Associação decidiu priorizar o tema de gestão emocional em resposta à situação enfrentada na região”, explicou Leila.

O evento conta com o patrocínio da Doctor Clin, Rose Contabilidade, ECS Contabilidade e ELSMED e é aberto ao público.

Programação

  • 18h30min – Welcome Coffee
  • 19h – Painel: O que aprendemos com a crise?
    Painelistas:
    Daniel Klafke, presidente da ACIST-SL
    Joana Rodrigues, analista de Recursos Humanos da W3K
    Valéria dos Reis, gerente de Gente & Gestão da Polo Films
  • 20h – Encerramento

Serviço

  • O quê: Ciclo de Palestras ACIST-SL | Painel: O que Aprendemos com a Crise? Relatos das práticas adotadas por empresas de diferentes segmentos, durante e após a enchente de maio de 2024
  • Quando: Quinta-feira, 30 de outubro, das 18h30min às 20h
  • Onde: Auditório 1 da Acist-SL (Rua Lindolfo Collor, 439 – Centro – São Leopoldo)
  • Detalhes: eventos@acistsl.com.br ou (51) 3037-30365
Foto: Acist-SL/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 1 Comentário 349 Visualizações
Business

Indústria calçadista projeta retomada da produção acima de 900 milhões de pares em 2025

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

Após enfrentar uma queda durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira prevê um aumento de produção para 2025, com estimativas de chegar a 904 milhões de pares. Em 2019, o setor produziu 898 milhões de pares, mas a pandemia reduziu esse número para 746 milhões em 2020. Desde então, a produção apresentou leve recuperação, com 855 milhões, 886 milhões e 865 milhões de pares produzidos entre 2021 e 2023. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a projeção para 2024 é de aumento de até 3,2%, e um crescimento adicional de 1,9% em 2025.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explicou que o mercado interno será essencial para essa recuperação, impulsionado por uma diminuição no desemprego e aumento da renda. “Entre janeiro e setembro, a entidade estima um crescimento de mais de 9% no consumo doméstico de calçados, onde também são computadas as importações”, afirmou Ferreira.

Para atender à alta demanda, em novembro ocorrerá a 3ª edição da BFShow, feira que reunirá mais de 290 marcas e apresentará lançamentos de Outono-Inverno, além de produtos com pronta entrega voltados para o abastecimento do varejo antes das festas de fim de ano.

O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, organizadora da BFShow, destacou que o evento, que ocorre de 11 a 13 de novembro no Distrito Anhembi, em São Paulo, espera receber mais de 10 mil compradores nacionais e internacionais. “É o único evento do país em que o lojista vai encontrar desde os principais fabricantes até indústrias de pequeno porte que atendem nichos específicos de butiques”, pontuou Picolo.

O credenciamento para lojistas está aberto no site oficial da BFShow.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 483 Visualizações
Cultura

Assintecal lança produtos inspirados na cultura de Santa Maria

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) promoverá, no próximo dia 11 de novembro, a apresentação de produtos desenvolvidos com identidade cultural de Santa Maria. A iniciativa, parte do projeto Iconografia Local, foi realizada em parceria com a Prefeitura Municipal de Santa Maria e o Sebrae, com apoio do Lab Criativo. O evento ocorrerá no Lab Criativo, em Santa Maria, e as inscrições para o público são gratuitas e limitadas.

O coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Walter Rodrigues, responsável pelo projeto, explicou que o desenvolvimento dos produtos foi baseado em elementos culturais da cidade de Santa Maria, incluindo brinquedos, jogos didáticos, acessórios, vestuário, produtos de confeitaria e decoração. Segundo Rodrigues, a iniciativa incluiu um levantamento detalhado sobre o município, resultando na publicação de um livro digital e impresso de mais de 300 páginas, além de um vídeo sobre o processo. “Agora, no dia 11, chegou a etapa de apresentação dos resultados tangíveis do projeto, que foi um sucesso e certamente irá mostrar como a cultura pode ser utilizada de forma criativa no desenvolvimento de produtos e projetos inovadores”, comentou Rodrigues.

Santa Maria, cidade com mais de 300 mil habitantes, é considerada uma das principais referências culturais do Rio Grande do Sul. O município conta com uma rica biodiversidade associada ao bioma da Mata Atlântica e uma diversidade étnica que se reflete na economia local, especialmente na agricultura. Temas como paleontologia, biomas, gastronomia, fé, arquitetura e artesanato foram explorados no projeto para inspirar os produtos apresentados.

Entre as empresas participantes estão Aphelia Design, Bicho é – Brinquedos Educativos, By Marise Handmade, Casa Florino, Delícias da Tia Lilia, Guds&Cook Decoração Criativa, Porão Criativo, Recuerdo Deseño e VZ Dona Zinha.

Serviço

  • O quê: Apresentação de produtos [Iconografia Local Santa Maria]
  • Quando: 11 de novembro, às 18h30min
  • Onde: Labcriativo – Rua Manuel Ribas, 2038 – Centro, Santa Maria
  • Quanto: Ingressos gratuitos e limitados
Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 384 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta queda na confiança do empresário industrial gaúcho

Por Jonathan da Silva 25/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) caiu em outubro. A pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quinta-feira (24) indica que o índice passou de 52 pontos em setembro para 51,1 pontos em outubro, após dois meses de alta, mantendo-se abaixo da média histórica de 53,6 pontos. Apesar da queda, o resultado permanece acima de 50 pontos, indicando um leve otimismo no setor.

De acordo com o presidente da Fiergs, Claudio Bier, a redução da confiança está relacionada às expectativas dos empresários para os próximos seis meses. “O retorno do ciclo de aperto monetário, com aumento da taxa Selic, foi possivelmente o fator responsável pela diminuição desse sentimento, embora as expectativas negativas em relação à economia doméstica já estivessem presentes desde o final de 2022, devido à incerteza quanto à sustentabilidade das contas públicas”, afirmou Bier.

O presidente também destacou que o nível de confiança do setor industrial não deve se alterar de forma significativa enquanto a incerteza sobre a condução da política fiscal persistir. Ele projeta um ritmo de crescimento moderado para a atividade industrial no estado.

O levantamento aponta que o Índice de Expectativas, que reflete a visão para os próximos seis meses, caiu 1,4 ponto, registrando 52,7 em outubro. Embora o número permaneça acima de 50, sugerindo otimismo, o sentimento positivo entre os empresários foi menor do que em setembro.

O Índice de Condições Atuais, outro componente do ICEI-RS, permaneceu praticamente estável, subindo apenas 0,1 ponto, alcançando 48 pontos em outubro. Esse valor, abaixo de 50 pontos, indica que os empresários ainda percebem uma piora nas condições atuais dos negócios. O indicador sobre a economia brasileira subiu ligeiramente de 43,2 para 43,6 pontos, enquanto a avaliação das condições da própria empresa oscilou de 50,2 para 50,1 pontos.

A pesquisa, realizada entre 1º e 10 de outubro, contou com a participação de 159 empresas, sendo 36 pequenas, 57 médias e 66 grandes. Entre os entrevistados, 31,4% dos empresários percebem uma piora no cenário econômico brasileiro, enquanto apenas 8,8% relatam uma melhora. Para a maioria, 59,8%, não houve alteração.

O Índice de Expectativas das Próprias Empresas também registrou queda, passando de 57,8 para 55,8 pontos em outubro. Já o Índice de Expectativas para a Economia Brasileira permaneceu praticamente inalterado em relação a setembro, com 46,5 pontos. A maioria dos empresários (63,5%) não espera mudanças no cenário econômico nacional nos próximos seis meses, enquanto 22,6% se declararam pessimistas e 13,8% otimistas.

A pesquisa completa está disponível no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, disponível no link observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2024 0 Comentários 290 Visualizações
Variedades

Concurso “A Casa e o Comércio de Natal” de Estância Velha abre inscrições no dia 12

Por Jonathan da Silva 23/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Estância Velha anunciou a data de abertura das inscrições para o concurso “A Casa e o Comércio de Natal”, que faz parte da programação do Natal Família 2024. O concurso tem como objetivo incentivar a população e os comerciantes locais a decorarem seus imóveis, contribuindo para a criação de um clima natalino na cidade. As inscrições estarão abertas de 12 de novembro a 8 de dezembro de 2024.

Podem participar do concurso imóveis residenciais e comerciais situados em Estância Velha. As decorações devem ser finalizadas até 9 de dezembro e permanecer montadas até 22 de dezembro. O concurso será dividido em duas categorias: “Casa e Jardim”, voltada para residências, e “Comércio, Indústria e Serviços”, para estabelecimentos comerciais de qualquer segmento.

Crossfit Estância Velha, vencedora em 2023 na categoria “Comércio, Indústria e Serviços”

As inscrições podem ser feitas por e-mail, enviando a ficha de inscrição e a documentação exigida para eventos@estanciavelha.rs.gov.br. A premiação incluirá isenção total ou parcial do IPTU de 2025 para os vencedores, com percentuais que variam de 50% a 100%, dependendo da colocação.

Documentação necessária para a inscrição

  • Cópia do CPF e RG do responsável pela inscrição;
  • Cópia do CNPJ, para categoria Comércio, Indústria e Serviços;
  • Cópia do comprovante de endereço (residencial ou comercial, conforme categoria);
  • Cópia do comprovante de quitação do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) exercício 2024 devidamente em dia;
  • No mínimo 5 (cinco) e até no máximo 10 (dez) fotos e/ou até 1 (um) vídeo com duração no máximo de 1 minuto, da fachada da residência ou fachada e interior do comércio decorado, os registros deverão ser diurnos e noturnos.
Fotos: Arquivo/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2024 0 Comentários 341 Visualizações
Variedades

Missão da Assintecal no Acre identifica potenciais biomateriais para calçados

Por Jonathan da Silva 21/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizou uma missão no Acre para mapear potenciais biomateriais que possam ser utilizados na indústria de calçados, como parte do programa Brazilian Materials, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A iniciativa, que ocorreu entre 28 de setembro e 11 de outubro, teve como objetivo identificar o uso sustentável dos recursos da floresta amazônica para o desenvolvimento de materiais, especialmente em cooperação com comunidades locais.

O consultor do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Marnei Carminatti, destacou o grande potencial dos biomateriais da região, como sementes, fibras naturais e madeira coletada da floresta, além do látex extraído das seringueiras. “Nossa pesquisa explorou as riquezas naturais, abrindo novas possibilidades criativas. Também observamos a parceria entre extrativistas sustentáveis e a marca de calçados Veja, que une a exploração sustentável da floresta à geração de emprego e renda para as famílias locais”, afirmou Carminatti.

Os povos originários, como os Puyanawa, Marubo e Huni Kui, também foram mencionados por Carminatti pelo uso de biomateriais em seu artesanato, com potencial para serem aplicados na confecção de enfeites para calçados. Ele ressaltou o esforço de preservação da floresta, conciliando o desenvolvimento econômico com a proteção dos ecossistemas.

A gestora do Projeto Brazilian Materials na ApexBrasil, Viviane Iark, destacou que a missão fortalece a imagem do Brasil como líder em sustentabilidade e inovação na indústria calçadista. “Ao explorar as riquezas da Amazônia de forma responsável, mostramos que é possível combinar competitividade com práticas sólidas de ESG”, disse Viviane.

Após o mapeamento, a pesquisa será aplicada a dez grupos de artesãos do Acre. Os produtos desenvolvidos serão exibidos durante o Inspiramais, em janeiro de 2025, em Porto Alegre. A missão contou com o apoio do Sebrae/AC, Brazilian Leather, Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2024 0 Comentários 363 Visualizações
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