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Business

76 marcas calçadistas brasileiras participarão de feira na Itália

Por Jonathan da Silva 03/02/2025
Por Jonathan da Silva

A 99ª edição da Micam Milano, uma das principais feiras de calçados do mundo, será realizada entre os dias 23 e 25 de fevereiro, em Milão, na Itália. O setor calçadista brasileiro participará do evento com 76 marcas, apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações do setor, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A coordenadora de Negócios da Abicalçados, Paola Pontin, afirma que a feira deve atrair um maior número de compradores, especialmente dos Estados Unidos. “Existe uma estimativa de maior visitação de compradores, especialmente norte-americanos, diante da possibilidade de uma reedição da guerra comercial estabelecida entre Estados Unidos e China”, pontua Paola.

Na edição realizada em fevereiro de 2023, os estandes brasileiros foram visitados por compradores de mais de 90 países, gerando mais de US$ 31 milhões em negócios, considerando os fechados no local e os encaminhados para negociações futuras.

Desfile de marcas brasileiras

Além da exposição dos produtos, algumas marcas brasileiras foram selecionadas para participar do desfile promovido pela organização da feira nos dois primeiros dias do evento. As empresas escolhidas foram Jotape, Lightgel, Vizzano, Maithë, Schutz, Varietta e Voices Culture.

Cenário do setor calçadista brasileiro

O Brasil é o quinto maior produtor de calçados do mundo. Em 2024, a indústria nacional registrou crescimento superior a 3%, segundo dados ainda não consolidados. Para 2025, a Abicalçados projeta um aumento de 2% na produção, alcançando um total de 904 milhões de pares.

No mercado internacional, as exportações brasileiras em 2023 somaram mais de 97 milhões de pares, com destino a cerca de 160 países.

Marcas brasileiras presentes na feira

Com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas que estarão na Micam Milano serão Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Azillê, Beira Rio, BR Sport, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota, Degalls, Democrata, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LightGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mini Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Renata Mello, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Savelli, Schutz, Stéphanie Classic, Suzana Santos, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/02/2025 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Missão Colômbia deve gerar mais de US$ 3,3 milhões para marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 23/01/2025
Por Jonathan da Silva

Um showroom realizado entre os dias 20 e 22 de janeiro, em Bogotá, na Colômbia, deve gerar mais de US$ 3,3 milhões em negócios concretizados e prospectados para 27 marcas brasileiras que participaram do evento. A chamada Missão Colômbia foi promovida pelo programa Brazilian Footwear, gerido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Além de compradores colombianos, o evento contou com representantes do Panamá e do Equador.

Segundo a representante da área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, o mercado colombiano tem mostrado grande potencial para a indústria brasileira. “A Colômbia se tornou o quinto principal destino dos calçados brasileiros em 2024, o que comprova o potencial que existe para a indústria brasileira e suas marcas no mercado colombiano. Além disso, somos o segundo maior fornecedor de calçados para o país”, afirmou Carla, que destacou ainda a eficácia das rodadas de negócios, organizadas por meio de matchmaking, que conectaram compradores qualificados aos perfis das marcas participantes.

Depoimentos de participantes

O analista de Mercado da Calçados Beira Rio, Jonathan Fontoura, ressaltou que o evento superou as expectativas. “Apesar de já estarmos presentes no mercado, conseguimos fazer novos contatos e abrir novos clientes para aumentar nossa participação na Colômbia e em países vizinhos”, destacou Fontoura.

A representante da Usaflex, Nika Rauch, enfatizou a importância do contato com potenciais compradores. “Fizemos novos contatos, e outros que já estávamos prospectando vieram nos visitar. A expectativa é fechar negócios, e já temos reuniões agendadas nos próximos dias”, comentou Nika.

O representante de exportação da Novopé, Felipe Flores Ramos, destacou a relevância da iniciativa. “Nosso principal objetivo é apresentar os produtos e aproximar a nossa marca dos clientes. A expectativa é trabalhar com marca própria na Colômbia”, afirmou Ramos.

Divulgação internacional

Durante a Missão, as empresas também participaram do Photocall, um evento que promoveu as coleções brasileiras para a imprensa local, potencializando a visibilidade do calçado brasileiro em veículos de comunicação da Colômbia.

Entre as marcas participantes da Missão Colômbia, estavam 365 Soft, Actvitta, Bebecê, Beira Rio Conforto, BR Sport, By Cool, Coca-Cola Shoes, Diversão, Dumond, Itweens, Modare, Moleca, Molekinha, Molekinho, Novopé, Pampili, Pé com Pé, Petite Jolie, PG4 Galleria, Santa Flor, Solis Brasil, Strike, Street, Usaflex, Vinci Shoes, Vitz e Vizzano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2025 0 Comentários 341 Visualizações
Variedades

Marcas calçadistas brasileiras participam de feiras nos Estados Unidos em fevereiro

Por Jonathan da Silva 13/01/2025
Por Jonathan da Silva

Marcas calçadistas brasileiras participarão de três feiras nos Estados Unidos em fevereiro, com apoio do programa Brazilian Footwear, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Após um final de ano com resultados positivos nas exportações para o mercado norte-americano, as empresas do setor buscam fortalecer sua presença e ampliar negócios no exterior.

A primeira feira será a Magic Las Vegas, de 10 a 12 de fevereiro, no Las Vegas Convention Center. Conhecida como a principal feira de moda dos Estados Unidos, o evento contará com a participação das marcas brasileiras Camu Camu, Carrano, Cocco Miami, Dress to e Sawary Jeans, apoiadas pelo Brazilian Footwear.

Na sequência, ocorre a Atlanta Shoe Market, de 15 a 17 de fevereiro, no Cobb Galleria Centre, em Atlanta. Esta feira, focada exclusivamente no segmento de calçados, terá a presença de marcas como Adrun, Arezzo, Bottero, Cartago, Farm Rio, Melissa, Schutz e Usaflex, entre outras, todas com suporte do programa de incentivo.

Encerrando o circuito, a Magic New York será realizada de 18 a 20 de fevereiro no Javits Center, em Nova Iorque. Este evento é considerado estratégico para marcas que desejam consolidar sua posição no mercado norte-americano. Entre as participantes brasileiras estão Actvitta, Beira Rio, Carrano, Moleca, Modare Ultraconforto e Vizzano.

Importância do mercado norte-americano

A representante de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, enfatizou o papel dos Estados Unidos como principal destino do calçado brasileiro no exterior. “Apesar de oscilar ao longo do ano passado, em dezembro houve uma recuperação promissora dos embarques para o mercado norte-americano”, afirmou Carla.

Em 2024, segundo dados da Abicalçados, os Estados Unidos receberam 10,28 milhões de pares de calçados brasileiros, uma queda de 3,3% em comparação a 2023. No entanto, os embarques em dezembro registraram crescimento de 9,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com 991,3 mil pares enviados.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2025 0 Comentários 416 Visualizações
Business

Importações de calçados aumentam 75% em dezembro e preocupam setor

Por Jonathan da Silva 09/01/2025
Por Jonathan da Silva

As importações de calçados no Brasil cresceram ao longo de 2024, atingindo um aumento de 75% em volume apenas no mês de dezembro, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Durante o mês, entraram no país mais de 3,2 milhões de pares, totalizando US$ 42,65 milhões em valor, um incremento de 46,5% em receita em comparação com o mesmo período de 2023. No acumulado do ano, foram importados 35,8 milhões de pares, movimentando US$ 477,72 milhões, com aumentos de 26,3% em volume e 7,9% em receita.

Os principais fornecedores de calçados ao Brasil continuam sendo países asiáticos. O Vietnã liderou o fornecimento em 2024, com 11,9 milhões de pares e US$ 224 milhões em receitas, representando um aumento de 25% em volume e 5,2% em valor em relação a 2023. A China aparece em seguida, com 9,8 milhões de pares e US$ 40,2 milhões no acumulado do ano, o que representa um crescimento de 4% em volume, mas uma redução de 16% em receita.

Outro destaque é a Indonésia, que exportou 6,8 milhões de pares ao Brasil em 2024, gerando US$ 110,26 milhões em receitas. Esse resultado significa aumentos de 52% em volume e 26% em valor.

Além dos tradicionais fornecedores, novos países asiáticos, como Camboja, Índia, Mianmar e Bangladesh, passaram a exportar mais para o Brasil, somando juntos mais de 2,5 milhões de pares em 2024, um crescimento de 56% em relação ao ano anterior.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explicou que a diversificação dos fornecedores asiáticos reflete uma busca por custos menores de produção e estratégias para contornar a tarifa antidumping aplicada aos calçados chineses. “Existe uma mudança na produção intra-Ásia para driblar a tarifa antidumping aplicada contra o calçado chinês, que hoje é de US$ 10,22 por par, além da tarifa de importação”, afirmou Ferreira.

Queda nas exportações

Enquanto as importações cresceram, as exportações brasileiras de calçados tiveram queda em 2024. No acumulado do ano, o setor exportou 97,45 milhões de pares, gerando US$ 976 milhões, reduções de 17,7% em volume e 16,4% em receita em comparação a 2023.

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações, recebendo 10,28 milhões de pares por US$ 216,3 milhões, com quedas de 3,3% em volume e 4,8% em receita. A Argentina e o Paraguai também registraram diminuições nos embarques de calçados brasileiros, com quedas de 10% e 13,5% em receita, respectivamente.

Impacto na indústria nacional

A alta das importações e a queda das exportações preocupam a indústria calçadista brasileira, que enfrenta dificuldades para competir com os produtos importados, especialmente os provenientes da Ásia. A Abicalçados informou que os dados foram apresentados ao governo federal, que deve avaliar possíveis medidas para proteger o setor.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2025 0 Comentários 443 Visualizações
Moda e beleza

Expoveste de Picada Café terá data própria em 2025

Por Jonathan da Silva 08/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Expoveste, evento criado em 2019 para promover o comércio e a indústria locais de Picada Café, voltará a ter uma data exclusiva em 2025. Após ter sido integrada às edições recentes da Festa do Café, Cuca e Linguiça, a decisão pela retomada com data própria foi anunciada em uma reunião realizada na segunda-feira (6), no gabinete do Executivo Municipal.

A solicitação foi apresentada por um grupo de empresários locais e aceita pelo prefeito Daniel Rückert (PP) e pela secretária municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Cléri Spindler. Segundo a secretária, a data prévia definida é de 1º a 4 de maio, aproveitando o feriadão do Dia do Trabalhador.

Com a definição da data, os próximos passos incluem a organização da estrutura do evento, escolha de expositores e programação das atrações culturais que farão parte da Expoveste.

Foto: Marco Dieter/Assessoria de Imprensa/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2025 0 Comentários 643 Visualizações
Business

Abicalçados promove Missão Colômbia em janeiro

Por Jonathan da Silva 08/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) levará 27 marcas calçadistas nacionais à Missão Colômbia, um evento de negócios que será realizado em Bogotá entre os dias 20 e 22 de janeiro de 2025. A iniciativa faz parte do programa Brazilian Footwear, desenvolvido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), para fomentar exportações no setor.

Antes do evento, em dezembro, as marcas participaram de um seminário online de preparação. Durante o encontro, o chefe de Soluções Empresariais da Câmara de Comércio de Bogotá, Juan Diego Echeverry, destacou o crescimento de 6% no mercado de moda colombiano em 2023, o que representou mais de US$ 7,6 bilhões movimentados. Já a coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, apresentou dados que indicam um crescimento projetado de 2,5% no PIB colombiano em 2025. Segundo pesquisa Radar Forecast, 70% dos consumidores colombianos afirmaram que pretendem comprar igual ou mais mercadorias em 2025 do que no ano anterior.

De acordo com a representante da Área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, a Missão Colômbia contará com rodadas de negócios entre empresas brasileiras e compradores locais, selecionados por um sistema de matchmaking, que alinha oferta e demanda. O evento também incluirá uma ação de relacionamento com a imprensa colombiana, intitulada Photocall.

Entre as marcas participantes estão 365 Soft, Actvitta, Bebecê, Beira Rio Conforto, BR Sport, By Cool, Coca-Cola Shoes, Diversão, Dumond, Itweens, Modare, Moleca, Molekinha, Molekinho, Novopé, Pampili, Pé com Pé, Petite Jolie, PG4 Galleria, Santa Flor, Solis Brasil, Strike, Street, Usaflex, Vinci Shoes, Vitz e Vizzano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2025 0 Comentários 504 Visualizações
Variedades

Sergio Galera é reconduzido à presidência do Sindimetal RS para o triênio 2025-2027

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

O empresário Sergio de Bortoli Galera foi reconduzido à presidência do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Rio Grande do Sul (Sindimetal RS) para o triênio 2025-2027. A posse da nova diretoria ocorreu na sexta-feira (6), em uma cerimônia realizada no Centro das Indústrias, em São Leopoldo, reunindo autoridades, empresários e associados do setor.

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, esteve presente na solenidade e destacou o papel estratégico do sindicato para o fortalecimento da indústria gaúcha. “O Sindimetal RS é um pilar do desenvolvimento industrial do estado, representando empresas que geram empregos, inovação e riqueza em 35 municípios dos vales do Sinos, Caí e Encosta da Serra”, afirmou Bier, que também reforçou o compromisso da Fiergs em apoiar o sindicato e suas empresas associadas.

Durante seu discurso, Sergio Galera ressaltou os desafios enfrentados nos últimos seis anos de sua gestão, como a pandemia de Covid-19 e desastres climáticos, que impactaram profundamente o setor. “Nossos industriais demonstraram uma enorme resiliência, arregaçaram as mangas e, juntos, superaram as adversidades, apoiando suas equipes e retomando o crescimento das empresas”, declarou Galera.

O presidente do sindicato destacou ainda os avanços do sindicato em iniciativas estratégicas, como a implementação de práticas de Lean Manufacturing e o estímulo à formação de novas lideranças, com aumento na participação de mulheres na diretoria. Ele também defendeu a necessidade de melhorias no ambiente de negócios no país, citando temas como infraestrutura, qualificação profissional, desburocratização, redução da carga tributária e segurança jurídica.

Diretoria eleita

A nova diretoria do Sindimetal RS foi empossada pelo presidente da Fiergs. Além de Galera, que representa a Itecê Indústria e Comércio de Equipamentos Agrícolas, a equipe inclui:

  • Vice-presidentes: Arno Tomasini (Stihl Ferramentas Motorizadas), Jean Carlo Peluso (Gerdau Aços Longos), Sofia Cope Heller Michel (Cope & Cia), Valdir Luiz Huning (Sebras Indústria e Comércio), Vitor Fabiano Ledur (Leitz Ferramentas) e Volker Lübke (Gedore)
  • Secretário: Roberto Petroll (RPM Metalartes)
  • Tesoureira: Caroline Capelão Vargas (CCV Industrial)
  • Diretores e conselheiros: Empresários de diversas indústrias, como Taurus, Ifla, Rijeza e Alu-Cek, também compõem a nova gestão

Confraternização e homenagens

Após a cerimônia, um jantar de confraternização reuniu empresários, familiares e convidados especiais. Durante o evento, a esposa do presidente, Sandra Castro Galera, recebeu flores como homenagem pela dedicação ao longo das gestões.

A celebração foi encerrada com um brinde conduzido pelo presidente da Fiergs, seguido de uma apresentação da banda Liverpoa Beatle Band, que animou o público com sucessos dos Beatles.

Cerimônia de posse

O Sindimetal RS representa empresas do setor em 35 municípios do estado e atua na promoção de iniciativas voltadas à inovação, qualificação e fortalecimento da indústria regional.

Fotos: Tiago da Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 401 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil deve ultrapassar 890 milhões de pares em 2024

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira deve encerrar 2024 com um crescimento de mais de 3% na produção, alcançando 890 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O desempenho é atribuído principalmente ao aumento no consumo interno, impulsionado pela redução do desemprego e pela elevação da renda média no país.

No entanto, as exportações do setor enfrentaram queda em 2024. O volume embarcado deve recuar até 20% em comparação com o ano anterior, impactado por dificuldades nos mercados dos Estados Unidos e da Argentina. “Mais de 85% das vendas da indústria vêm do mercado interno, o que tem sido essencial. Porém, as exportações sofreram com a diminuição de embarques para os Estados Unidos e a Argentina, apesar de uma leve recuperação no mercado argentino nos últimos meses”, afirmou o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Projeções para 2025

Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento de cerca de 2%, com a produção totalizando 904 milhões de pares, o que superaria os níveis registrados antes da pandemia de Covid-19, em 2019. Segundo Ferreira, o mercado doméstico continuará a ser o principal impulsionador do setor. Já as exportações devem apresentar estabilidade, com uma variação estimada entre crescimento de 0,2% e queda de 1,9% em relação a 2024.

Desafios para o setor

Entre os desafios para o próximo ano, Ferreira destacou a oneração gradual da folha de pagamentos com o fim da desoneração ampla, um tema em discussão na Reforma Tributária. “Taxar a criação de empregos é uma insanidade que contraria o fortalecimento da indústria nacional e a geração de postos de trabalho”, opinou o dirigente da entidade.

Outro obstáculo é a alta taxa de juros, que deve fechar 2024 em 12,25%, dificultando os investimentos no setor segundo Ferreira, que também apontou o endividamento elevado das famílias brasileiras como um entrave ao consumo interno e destacou a necessidade de proteger a indústria nacional diante da concorrência de calçados asiáticos, que se intensifica com o crescimento do e-commerce internacional.

Dados do setor

O Brasil é o quinto maior produtor de calçados do mundo e lidera a produção no ocidente. O setor reúne mais de 5 mil empresas, em sua maioria micro e pequenas, e emprega diretamente cerca de 296 mil pessoas em todo o país.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 666 Visualizações
Business

Fiergs avalia que acordo Mercosul-UE pode beneficiar indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) demonstrou otimismo com o anúncio do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (6). O presidente da Fiergs, Claudio Bier, destacou as possíveis vantagens para a economia brasileira e para a indústria gaúcha, especialmente no aumento do fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões.

A concretização do acordo é um passo importante para o futuro da economia do Brasil e do Rio Grande do Sul. Poderá nos trazer crescimento do fluxo de comércio e de investimentos, maior inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, aumento da diversificação econômica e fortalecimento do Mercosul”, afirmou Claudio Bier.

O dirigente, no entanto, ressaltou que o processo ainda depende da aprovação dos dois blocos, incluindo o Conselho da União Europeia, para sua implementação total.

Benefícios para a indústria gaúcha

Entre os setores que podem se beneficiar diretamente, Bier destacou a indústria alimentícia, que deve ter maior acesso ao mercado europeu. O acordo prevê a isenção de 82% das importações agrícolas do Mercosul e tarifas preferenciais para 97% dos produtos. “De uma maneira geral, o acordo é benéfico para o Rio Grande do Sul. No entanto, segmentos como Máquinas e Equipamentos, Equipamentos Elétricos e Bebidas enfrentarão maior concorrência do mercado europeu, exigindo competitividade em qualidade e preços médios”, observou o dirigente.

Segundo Bier, o acordo também abre possibilidades para o crescimento de setores como celulose, soja, carnes, tabaco, couro, calçados, móveis e máquinas agrícolas. Além disso, o dirigente mencionou benefícios como a redução de barreiras tarifárias e não-tarifárias, maior segurança jurídica para transações comerciais e o impacto positivo no comércio e em negociações internacionais futuras.

Comércio com a União Europeia

Em 2023, o Rio Grande do Sul foi o sexto estado brasileiro que mais exportou para a União Europeia e o sétimo que mais importou do bloco. A União Europeia foi o segundo principal destino das exportações gaúchas, representando 13,4% do total, e a terceira principal origem das importações, com 12%.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 294 Visualizações
Business

Em Brasília, diretor da Higra destaca falta de apoio para novas tecnologias no Brasil

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

O diretor da Higra, Alexsandro Geremia, afirmou que “não falta água ou energia no Brasil, falta apoio para novas tecnologias” durante sua participação no 2º Seminário de Política Industrial: Indústria Verde – Inovação e Sustentabilidade, realizado na quarta-feira (4), na Câmara dos Deputados, em Brasília. Geremia apresentou o case da empresa gaúcha especializada em soluções de bombas hidráulicas e defendeu maior suporte público ao setor empresarial.

Segundo Geremia, o setor enfrenta desafios relacionados ao chamado “Custo Brasil”, como alta carga tributária, dificuldades logísticas e burocracia. “Nós, empresários, só queremos que o governo não nos atrapalhe. Não deveria ser assim, deveríamos ser parceiros de políticas públicas para o país”, declarou o diretor.

Tecnologia e inovação em hidrogeração

Durante o evento, Geremia apresentou a Usina Compacta de Hidrogeração Anfíbia (UCHA), desenvolvida pela Higra. A tecnologia utiliza o Turbogerador Anfíbio (TGA) para gerar energia a partir do fluxo de água e potenciais hidráulicos disponíveis nas redes de abastecimento das cidades.

Segundo o diretor, todas as cidades utilizam válvulas redutoras de pressão (VRPs) no sistema de abastecimento, mas a UCHA permite que essas válvulas, tradicionalmente usadas apenas para regular a pressão, sejam adaptadas para também gerar energia. “Somente aqui em Brasília temos mais de 300 VRPs que poderiam estar gerando energia elétrica para a cidade”, afirmou Geremia, que destacou ainda que a tecnologia é sustentável e economicamente viável, otimizando dois processos em um único equipamento.

Casos concretos apresentados

Geremia compartilhou exemplos de projetos desenvolvidos pela Higra, como a parceria com a Sabesp, em São Paulo, onde dez UCHAs foram instaladas em diferentes bairros, incluindo Campo Belo, Mogi das Cruzes e Capão Redondo. A iniciativa gera 1,44 MW/h, o suficiente para abastecer mais de 5 mil residências.

Outro case destacado foi a parceria com Águas de Joinville, em Santa Catarina, que resultou na instalação de uma UCHA com capacidade de geração superior a 740 kW/h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 323 Visualizações
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